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  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Prefeito Edivaldo garante leite na escola para 130 mil alunos da rede municipal

Alunas da rede municipal e Talita, filha do prefeito Edivaldo, degustam leite
O programa Leite na Escola foi apresentado na manhã desta segunda-feira (10), pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior durante solenidade na Unidade de Ensino Básico Tancredo Neves, na Cidade Operária. O programa é executado através da Secretaria de Segurança Alimentar (Semsa) em parceria com a Secretaria de Educação (Semed), que iniciaram a entrega do produto, e tem como objetivo complementar a alimentação e estimular a permanência do aluno em sala de aula.
“Este é um momento muito feliz. Por conta de entraves judiciais, nós ficamos de mãos atadas durante um ano e dois meses para dar continuidade a esse importante programa. Como mais um compromisso firmado em campanha, estamos cumprindo o dever de oferecer às nossas queridas crianças um leite de qualidade, gostoso e nutritivo, para que elas cresçam saudáveis e fortes. A prioridade da nossa gestão é oferecer qualidade de vida a cada pai e mãe, a cada aluno”, enfatizou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.
A secretária Fatima Ribeiro (Segurança Alimentar) explicou a importância nutricional do alimento. “O leite tem vitaminas fundamentais para o fortalecimento dos ossos e desenvolvimento dos músculos. Foi uma determinação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que o novo leite fosse consistente e nutritivo, porque nós entendemos a importância desse complemento especialmente nessa fase de aprendizagem”, salientou.
O Programa Leite na Escola irá beneficiar 130 mil alunos da rede municipal de ensino, contemplando ainda as creches e escolas comunitárias conveniadas à Prefeitura de São Luís. Caso um estudante possua restrições alimentares quanto à lactose, ele será suprido com a troca pelo leite de soja.
O Programa acrescenta uma dose diária de 200 ml de leite na forma de complemento à alimentação servida nas escolas da rede municipal de ensino, que conta com cardápio diversificado e balanceado, elaborado por nutricionistas, com produtos que fazem parte da base da culinária brasileira, como arroz, feijão, carne, legumes, verduras e frutas. 
O secretário Geraldo Castro (Educação) destacou o empenho do município para garantir esse benefício, que contribuirá para o desenvolvimento da capacidade cognitiva de cada criança contemplada. “Quero reiterar o empenho da secretária Fátima em proporcionar este reforço na política de segurança alimentar, com o Programa Leite na Escola. Temos orgulho, sobretudo, porque o que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior determinou está sendo providenciado. Toda a rede está sendo abastecida com o leite, que é um complemento nutricional, para que as crianças tenham energia de sobra, além de estarem fortalecidas para o aprendizado”, afirmou. 
A dona de casa Andrea da Glória parabenizou a medida. Mãe de três crianças pequenas ela passará a economizar até R$ 100 mensalmente com a entrega do leite. “É uma economia muito grande e ajuda muito, é uma ação importante porque as crianças gostam”, comemorou.
A solenidade foi prestigiada pelo deputado federal Weverton Rocha (PDT), os vereadores Osmar Filho (PSB), Pavão Filho (PDT) e Rose Sales (PCdoB), os secretários Raimundo Penha (Desporto e Lazer), Andrea Lauande (Criança e Assistência Social), Carlos Rogério (Trânsito e Transportes), Antônio Araújo (Obras e Serviços Públicos) e José Cursino (Planejamento), além do controlador-geral do Município, Délcio Rodrigues.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Reportagem do Fantástico é o retrato do descaso dos governos estadual e municipal com as escolas públicas, diz deputado Simplício Araújo

Reportagem
do Fantástico desse domingo (9) mostrou realidade precária das escolas públicas
no Maranhão, em Pernambuco e Alagoas. Sem a mínima infraestrutura, os
professores vão se virando como podem. São escolas sem água potável, sem
banheiro e até sem sala de aula. Um cenário vergonhoso para a educação
brasileira.

Em
Codó (MA), por exemplo, tem aluno que até cai da cadeira, segundo afirmou uma
moradora do município. “Quando temos a necessidade de irmos para o banheiro,
vamos para o mato. Os alunos e a professora”, disse uma mulher. A escola
municipal em Codó se chama Divina Providência e espera providências há muito
tempo.
O
deputado Simplício
Araújo (foto) lamentou o descaso dos governos
municipal e estadual com um setor tão fundamental para o futuro do país. “A
infraestrutura nas escolas é essencial para que o aluno consiga desenvolver seu
aprendizado”, garantiu o parlamentar.
A
reportagem abordou o resultado do Programa Internacional de Avaliação de
Alunos (Pisa, na sigla em inglês), divulgado pela Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Maranhão apresentou o 2º pior
desempenho entre os estados brasileiros. A nota geral alcançada pelo estado no
Pisa foi de 357, só superior à de Alagoas – pior desempenho –, que teve 348.

vinte anos, a então candidata ao governo do Maranhão, Roseana Sarney, afirmou
que iria modernizar as técnicas de ensino e preparar os profissionais para o
futuro. “Precisamos colocar as nossas escolas na era da informática. Precisamos
de computadores e de mais recursos para a televisão educativa. Queremos fazer
uma verdadeira revolução na educação do nosso estado”, disse em seu discurso há
vinte anos.
Mas,
de lá para cá, pouco avançou e o que vemos é essa situação lastimável das
escolas dos municípios, disse Simplício. “O cenário é desolador. Fica
impossível dar um ensino de qualidade para essas crianças nessas condições. O
fato é que a educação do Maranhão atravessa uma crise e até agora os poderes
públicos continuam de olhos fechados para o problema”, concluiu Simplício.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Revelação de que recebe R$ 2,3 milhões de Ricardo Murad faz Igor Lago atacar novamente a oposição

Blog do Domingos Costa
Igor Lago teria se vendido a Ricardo Murad por R$ 2,3 milhões

A já esperada carta de Igor Lago respondendo à
revelação de que recebe mais de R$ 2,3 milhões de Ricardo Murad através da
empresa CHI trouxe mais informações sobre o caso. Na resposta, além dos já
esperados ataques àqueles que fazem oposição ao grupo Sarney, Igor revela que é
mesmo sócio-proprietário da empresa conveniada com a Secretaria de Saúde
chefiada por Murad, um dos principais algozes de seu pai.

A revelação exclusiva deste blog na semana passada
explicou porque, ao mesmo tempo que ataca o PDT (partido que seu pai fundou ao
lado de tantas lideranças dos movimentos sociais) e outras lideranças que se
opõem ao grupo Sarney, Igor Lago nada fala sobre os verdadeiros opositores do
projeto que seu pai defendeu em vida.
E que também são os responsáveis pela cassação
injusta de Jackson Lago, que são Ricardo Murad, Roseana Sarney, Chiquinho
Escórcio e o próprio jornal O Estado do Maranhão – que fabricou todos os dias
inúmeras mentiras sobre o ex-governador Jackson Lago.
A suposta defesa de Igor Lago nada explica também
sobre sua presença como “auxiliar administrativo” da empresa que ele mesmo diz
ser sócio-proprietário. Ao mesmo tempo, Igor trabalha em empregos públicos no
interior de São Paulo. Como ele consegue acumular dois empregos públicos em São
Paulo com esse cargo “auxiliar” na empresa de Imperatriz? Afinal, ele exerce
medicina em Imperatriz ou é apenas auxiliar de escritório?
Enquanto todas essas questões continuam sem
explicação, há quatro anos Igor Lago ofende sem parar os partidos de oposição
ao grupo Sarney, chegando inclusive a usar agressão física contra militantes do
PDT, como foi o caso de Jerry Abrantes. E recebe espaços exclusivos e amplos
daqueles a quem seu pai sempre combateu.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

“Diálogos Programáticos” avançam na formação de Programa de Governo

A partir desta quinta (13), será iniciada uma nova
etapa do movimento Diálogos pelo Maranhão, coordenado pelo pré-candidato a
governador, Flávio Dino (PCdoB). Em Imperatriz, os “Diálogos Programáticos”
inaugura uma série de eventos que intensificarão o processo de formatação do
Programa de Governo a ser apresentado à população como alternativa de mudança
para o Maranhão.
Como parte do movimento Diálogos pelo Maranhão, o “Diálogos
Programáticos
” inicia uma série de atividades no próximo dia 13 de março,
levando debates a todas as regiões do estado simultaneamente. A primeira etapa
acontecerá em 65 cidades em ações que consolidarão ideias, propostas e
colaborações vindas de todo o Maranhão.
A interação com entidades civis, líderes
religiosos, sindicais, empresários, partidos políticos e movimentos sociais é a
marca do movimento Diálogos, que inicia esta nova etapa de formatação. Os
eventos terão coordenação de diferentes lideranças sociais, que promoverão os
debates em locais diferentes ao mesmo tempo.
A ideia que já vem sendo construída ao longo do
movimento Diálogos pelo Maranhão, lançado em março de 2013 e que ocorria apenas
aos fins de semana, ganhará força com eventos mais sistemáticos, acontecendo
simultaneamente em diferentes municípios.
Mobilização social e Programa de Governo
A participação popular tem sido a marca registrada
dos Diálogos pelo Maranhão, que reúne também deputados, vereadores, presidentes
de partidos, prefeitos e vice-prefeitos de todo o Maranhão.
As propostas construídas a partir de movimentos de
diversas esferas da sociedade garantem a pluralidade e diversidade na
apresentação de prioridades para o Maranhão, em constante interação com os
coordenadores do movimento.
É o exemplo da regionalização da criação de
universidades regionais defendida por Flávio Dino durante os Diálogos, bem como
a garantia de água encanada na casa de 100% dos maranhenses e a estruturação de
uma nova política de Segurança Pública, detalhada em artigos publicados
recentemente por diferentes integrantes do movimento Diálogos.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

MP ajuiza Ação Civil Pública de Execução Forçada contra ex-prefeito Magno Bacelar

Débito
de R$ 669,3 mil resulta de condenação por ilegalidades no exercício financeiro
de 2006
Ex-prefeito está condenado a devolver recursos públicos

O
titular da 1ª Promotora de Justiça da Comarca de Chapadinha, Douglas Assunção
Nojosa, ajuizou Ação Civil Pública de Execução Forçada contra o ex-prefeito de
Chapadinha (a 246 km de São Luís), Magno Bacelar, requerendo o pagamento
de R$ 669,3 mil, resultantes da condenação do ex-gestor pelo Tribunal de Contas
do Estado do Maranhão (TCE-MA) devido à aplicação irregular de recursos no
exercício financeiro de 2006.

A
manifestação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), datada de 7 de
fevereiro, refere-se aos Acórdãos PL-TCE 681/2009; PL-TCE 300/2012; PL-TCE
892/2012; PL-TCE 197/2013; e PL-TCE 949/2013.
Além
do valor a ser ressarcido aos cofres de Chapadinha (R$ 568,9 mil), os R$ 669,3
mil cobrados pelo MPMA em sua manifestação incluem a multa aplicada pela
Fazenda Estadual (R$ 100,3 mil), devido às irregularidades orçamentárias e
contábeis, verificadas pelo TCE-MA na prestação de contas apresentadas pelo
ex-prefeito naquele exercício financeiro.
Proferida
em setembro do ano passado, a última das decisões que condenaram o ex-prefeito,
o Acórdão PL-TCE 949/2013, transitou em julgado em 15 de fevereiro deste ano.
Magno
Bacelar foi prefeito de Chapadinha em períodos sucessivos: de 2001 a 2004 e de
2005 a 2008.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Pré-candidato ao goveno, Hilton Gonçalo afirma que reduziu déficit habitacional em 80% em Santa Rita

Segundo
dados divulgados pelo Ministério das Cidades, após realização de uma pesquisa
para identificar o Déficit Habitacional Municipal no Brasil da Fundação João
Pinheiro, foi apontado que no Maranhão existe o pior déficit habitacional
relativo do país (27,3%) – aquele que compara o déficit habitacional
ao total de domicílios do local analisado. Porém Hilton Gonçalo (PDT), revela
que esta realidade não é a mesma do município de Santa Rita, uma vez conseguiu
reduzir em mais de 80% o déficit habitacional.
Prefeito
entre 2005 e 2012 de Santa Rita, Hilton conta que implantou desde o primeiro
ano de governo o programa “Nossa Casa”, através da secretaria municipal de
Habitação. Ao ser implantado, o programa que priorizava famílias que não dispõem
de moradia, construiu cerca de 3.000 imóveis populares, a maioria em
comunidades rurais e em bairros da periferia da cidade.
O “Nossa
Casa” beneficiou cerca de 9 mil famílias, de baixa renda e que não tinham
moradia digna. Ao terminar o seu mandato em 2012, o ex-prefeito de Santa Rita,
informou que o programa atingiu a meta estipulada.
“Através
da secretaria municipal de Habitação, trouxemos dignidade para a nossa
população, ao chegar no governo estadual, criarei uma secretaria especifica
para tratar do assunto no Maranhão, afinal hoje temos 451 mil pessoas sem
moradias dignas”, comentou Hilton.
Vale
ressaltar que programa social de habitação desenvolvido em Santa Rita foi
pioneiro no Maranhão, uma vez que mais de 65% das casas foram construídas com
recursos próprios do Município, muito antes do programa federal “Minha Casa,
Minha Vida”, as demais tiveram parceria com a Caixa Econômica Federal, o Incra
e o Banco Luso-Brasileiro. Hilton ainda diz que a situação de alguns povoados,
foi o índice zero de déficit habitacional.
De acordo
com Hilton Gonçalo, a sua meta foi construir o maior número de habitações
(casas populares) possível no município. “O programa ‘Nossa Casa’ foi
idealizado por causa da necessidade de habitações tanto na sede quanto em
comunidades rurais”, explica.
O
reconhecimento do programa “Nossa Casa” e do trabalho intenso da Secretaria de
Habitação, o jornal O Estado do Maranhão em 29 de novembro de 2012, reconheceu
que “Santa Rita se destaca atualmente como um dos municípios que elevou a
qualidade de vida dos moradores com a construção de casas
”.
Sobre a
pesquisa divulgada pelo Ministério das Cidades, entre os dez municípios
brasileiros com os maiores valores de déficit habitacional, seis são do
Maranhão. Entre eles estão: São Benedito do Rio Preto – MA (73,9%); Anapurus –
MA (69,3%); Marajá do Sena – MA (68,2%); Matões do Norte – MA (60,9%); Mirador
– MA (60,3%) e Aldeias Altas – MA (58,2%).
Sabedor
dessa realidade, Hilton Gonçalo completou: “Se em Santa Rita fizemos, no
Maranhão podemos fazer muito mais, afinal existem recursos advindo do governo
federal e em Santa Rita fiz apenas com o recursos próprios, a nossa população
merece moradias dignas, vamos mudar a realidade do nosso estado”.

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Campanha da Fraternidade 2014

Flávio Dino

Na semana passada, a Academia de Artes e Ciências
Cinematográficas dos Estados Unidos teve a felicidade de premiar 12 Anos de
Escravidão
como melhor filme do ano. A obra retrata, de forma comovente, um
norte-americano escravizado que luta por sua liberdade. A premiação ajuda a
colocar novamente em pauta o período histórico da escravidão e, principalmente,
seus reflexos em nosso cotidiano.
Ver seres humanos tratando seus semelhantes como
mercadoria, vendendo-os e obrigando-os a trabalhar apenas em troca dos
alimentos mínimos que lhes garantam sobrevivência, é, infelizmente, algo antigo
na humanidade, remontando aos tempos anteriores a Cristo. A partir da mundialização
do comércio, no século 15, ela tomou outra dimensão. O homem e a mulher
escravizados passaram a ser um dos principais “produtos” da economia mundial,
pelos três séculos seguintes.
Essa prática nefasta foi banida dos sistemas
jurídicos por uma luta internacional de bravos militantes em várias partes do
mundo. Pessoas que não acreditavam que um ser humano poderia ser superior ou
ter direito de submeter os outros. Hoje, parece uma causa até óbvia. Mas, por
muitos anos, os que defendiam o fim da escravidão eram tratados como loucos,
que pregavam a eliminação de um processo “normal”.
Por aqui, é importante lembrar que nossa Nação se
formou com essa chaga e, infelizmente, como já previa o pernambucano Joaquim
Nabuco à época da abolição, a escravidão segue uma “mancha de Caim que o
Brasil traz na fronte”.
Ainda hoje, há os que tentam lucrar com a absurda
exploração do outro, especialmente mulheres, crianças, trabalhadores pobres. É
o que alerta a Campanha da Fraternidade deste ano, com o lema: “É para a
liberdade que Cristo nos libertou”
(Gálatas, capítulo 5, versículo 1). É
uma feliz citação bíblica. Se Cristo, o Redentor, deixou-se morrer na cruz para
nos mostrar o caminho da libertação, é claro que a continuidade da escravização
de seres humanos é absolutamente indigna e incompatível com a fé cristã.
A iniciativa da CNBB, ao escolher esse tema, tem
também o mérito de tratá-lo de modo a abranger múltiplas práticas criminosas:
tráfico de órgãos; trabalho escravo; exploração sexual de mulheres; tráfico de
crianças e adolescentes. São modalidades de gravíssimas violações aos direitos
humanos, contra as quais devemos lutar sempre, para que avancemos na edificação
de uma Nação justa.
Lamentavelmente, também nessa temática do tráfico
humano, o Maranhão possui péssimos indicadores. Isso, naturalmente, não é obra
do acaso. Como explica o próprio texto da Campanha da Fraternidade: “A maioria
das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade.
As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o
aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna”.
Dadas as condições precárias e de desgoverno em que
o nosso estado se encontra, é fácil entender porque tantos maranhenses são
vítimas do tráfico humano. Cabe a todos nós dar um grito de basta. Até Cristo,
com sua infinita e divina paciência, “expulsou todos os que vendiam e compravam
no templo, e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam
pombas” (Mateus 21-12). 

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