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  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

Líder da oposição reafirma que Edinho é “ficha suja”

Edinho Lobão foi condenado a cumprir 1 anos e 4 meses de detenção

O deputado Rubens Pereira Júnior
(PCdoB), reafirmou na sessão desta quarta-feira, 04, que o pré-candidato ao
governo do Maranhão, senador Edison Lobão Filho, foi condenado pela Justiça
Federal numa pena de detenção de um ano e quatro meses e que só não cumpriu por
conta da demora da Justiça.

O deputado afirmou que o processo que
durou mais de dez anos, começou em São Luís – quando Edison Lobão Filho assumiu
temporariamente o mandato de senador – depois foi para o Supremo Tribunal
Federal e, quando ele saiu da suplência, voltou para instância inicial e, por
este motivo, o Estado não tem o direito de punir.
“O Edinho Lobão se safou da punição,
mas o crime foi cometido. Desafio a trazer uma certidão dizendo que a TV de São
Mateus não operou de forma ilegal. Isso não se trata de calúnia. Eu não estou
imputando crime e sim relatando o crime que foi cometido pelo Edson Lobão
Filho, reconhecido pela Justiça Federal. A certidão atesta que o Estado perdeu
o direito de punir, mas isso não limpa a ficha do senador Edison Lobão Filho.
Daqui para frente se eu me reportar a ele como criminoso na área de
telecomunicações, eu não estarei sendo incorreto”, afirmou Rubens Pereira
Júnior.

Ao finalizar, o deputado reafirmou que
o Estado perdeu o direito de punir o senador Edison Lobão Filho porque demorou
na instrução processual, mas reconheceu a conduta criminosa, fixando a pena de
detenção de um ano e quatro meses. “O tipo penal é definido e isso não pode ser
retirado. A prescrição, neste caso, pode até afastar a pena, mas não seus
efeitos. E o efeito da inelegibilidade, estaria aí incluído. Portanto, reafirmo
que Edison Lobão Filho cometeu crime contra as telecomunicações e que não
cumpriu pena pela demora do Estado, processo que se alongou por mais de dez
anos”.

  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

Diálogos pelo Maranhão estará na Região Tocantina no final de semana

O Movimento Diálogos pelo Maranhão estará em Buritirana,
Imperatriz e João Lisboa esta semana. Com a coordenação de Flávio Dino (PCdoB)
e Roberto Rocha (PSB), os eventos contarão com a presença de lideranças
políticas e sociais da região tocantina. A partir das 19h de sexta-feira (6),
os debates acontecerão em Buritirana. No sábado (7), às 8h, a caravana segue
para Imperatriz e, às 19h, estará em João Lisboa.
Discutindo propostas e ideias para promover o desenvolvimento
social no estado, o movimento já percorreu mais de 100 municípios de todas as
regiões do estado. Ao longo deste período, 63 propostas já foram integradas ao
Programa de Governo da oposição maranhense. O conteúdo está disponível no site
do Diálogos (www.dialogospelomaranhao.com.br)
para consulta e contribuições.
“Esse documento é fruto de uma grande mobilização social em todo o
estado num sonho conjunto de busca de mais justiça social. Buscamos, com isso,
promover desenvolvimento com justiça social. O Diálogos é o primeiro passo para
um governo democrático e que ouve as pessoas”, disse Flávio Dino, sobre a
importância do Movimento.

As diretrizes do Programa de Governo destacam ações nas áreas da
Saúde, Educação, Segurança, Moradia, Administração Pública, Tecnologia,
Inovação e Desenvolvimento Econômico.

  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

‘Morte do vereador Paulo Lopes pode ter relação com denúncia de desvio de dinheiro público em Governador Nunes Freire’, diz deputado Bira

O deputado Bira do Pindaré levou nesta manhã de quarta-feira (04) ao conhecimento do plenário da Assembleia Legislativa uma grave denúncia feita por vereadores do
município de Governador Nunes Freire sobre a morte do vereador Paulo Lopes.
Segundo o parlamentar, os vereadores Marcelo Oliveira, Ulenira
Batista, Luís Fernando Pereira e Gerlândia de Oliveira fizeram uma
representação junto ao Ministério Público Estadual denunciando o desvio de
dinheiro público, utilizando o mecanismo de consignações junto ao Banco do
Brasil.
O deputado Bira relatou a e detalhou o
teor da denúncia apresentada pelos vereadores. Os parlamentares municipais
denunciam que no contrato de consignação do Banco do Brasil, o desconto dos
servidores, ao invés de ser efetuado na conta própria, está sendo efetuado na
conta da Prefeitura, ou seja, a Prefeitura está pagando as consignações.
Bira classificou a situação como uma
ilegalidade flagrante, por se configurar como desvio de dinheiro e cobrou que o
caso seja investigado o mais rápido possível pela Polícia.
O parlamentar ressaltou que o desvio de
dinheiro já tinha sido denunciado pelo vereador Paulo Lopes (PT). Alguns dias
após a denúncia, na Câmara Municipal de Nunes Freire, o parlamentar faleceu,
supostamente vítima de acidente. Bira destacou que as investigações da Polícia
Civil caminham na direção, de que há vinculações entre a morte do vereador e a
denúncia que ele formulou. 
Em razão da gravidade da situação, o
deputado Bira formulou representação mediante oficio à Polícia Civil, ao Banco
do Brasil, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e ao Ministério
Público Estadual, pedindo que eles façam a investigação devida da denúncia.
“Eu espero que o Banco do Brasil tenha
uma posição. Eu não quero crer que o BB tenha alguma coisa a ver com isso, mas
é importante que eles também apurem a responsabilidade. Eu tenho aqui os
documentos em mãos que comprovam que os servidores receberam a consignação, mas
não tiveram o desconto nas suas folhas de pagamento, no seu contracheque. A
consignação, é um empréstimo bancário e o débito é feito na folha de pagamento,
vem descontado no contracheque”, denunciou Bira.
De acordo com o parlamentar, os
vereadores tiveram acesso aos contracheques dos funcionários e constataram que
não há desconto em favor do Banco do Brasil, no entanto na lista das
consignações fazem parte pessoas que não são servidores do município. Para o
socialista a situação é extremamente grave e pode indicar o enriquecimento
ilícito e talvez uma fonte de arrecadação de dinheiro para futuras campanhas
eleitorais.        

“Peço a investigação a todos esses
órgãos mediante a denúncia que recebi e vamos a fundo acompanhar cada passo,
tanto da denúncia formulada por eles com relação a esse esquema de desvio de
dinheiro, quanto também em relação à morte do vereador Paulo Lopes, essa
história tem que ser passada a limpo”, cobrou.

  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

Dutra pede derrubada de veto dos municípios

O deputado Domingos Dutra
reafirma a necessidade da votação do veto presidencial que trata do projeto da
criação de municípios. De acordo com ele, no Maranhão há determinadas regiões
que precisam ser transformadas em municípios.
“Nós aprovamos a
legislação disciplinando a criação de Municípios depois de 16 anos de
negociação com o Poder Executivo. Mesmo assim, foi vetada e, por três vezes,
tentou-se apreciar o veto, mas não se conseguiu”, lembrou o deputado.
O Congresso já está
sem votar vetos a mais de cinco meses. A última sessão ocorreu em dezembro de 2013. Em
sua última viagem pelo interior do Maranhão, Dutra reforçou a necessidade da
criação de novos municípios em pelo menos cinco povoados.
“No Maranhão
determinadas localidades merecem ser transformadas em Município. Cito aqui o
povoado de Jacaré, no Município de Penalva, um povoado grande, no verdadeiro
Pantanal, totalmente abandonado pelo poder público de Penalva, mas com
população suficiente para ser transformado em Município, que está esperando a
resolução do veto”, disse.
O parlamentar citou
também o povoado de Alto Brasil, em Grajaú. De acordo com ele, é uma região
grande que Grajaú já não comporta mais, por isso fica abandonado. Outra região
é o povoado de Belém do Maranhão. Quando um morador desse povoado adoece,
precisa buscar atendimento na cidade de Tuntum ou Presidente Dutra.
O Povoado de Uirapuru
também foi destacado por Dutra. Com a derrubada do veto será possível a criação
e emancipação de novos municípios.” Eu espero que, antes do recesso, o
Congresso se reúna, aprecie o veto e tenha coragem de ser coerente, porque,
infelizmente, às vezes, o Deputado e o Senador que votaram a favor de
determinada lei, quando o Poder Executivo veta, votam a favor do veto, anulando
sua decisão anterior”, lamentou.

Por falta de consenso, quatro sessões iniciadas
este ano com essa finalidade foram adiadas sem nenhuma decisão.

  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

Greve dos professores extrapolou o limite do bom senso

O sindicato dos professores do município comandado por Elisabeth Ribeiro Castelo Branco, extrapolou todas as barreiras do bom senso na manhã desta quarta-feira (4). Uma meia dúzia de sindicalistas e um carro de som foram para porta do condomínio do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC).
Porém os professores esquecem que outras pessoas residem no local, acabando com a privacidade e sossego dos demais. Outro ponto que deve ser ponderado é que em hipótese alguma, isso deveria ocorrer, afinal a relação entre professor e prefeito é institucional, por isso toda manifestação deve ocorrer diretamente no centro administrativo da prefeitura, ou seja, o Palácio La Ravardiere na praça Dom Pedro II.
Professores desrespeitam a privacidade e sossego de moradores
Pior do que invadir a privacidade dos moradores do condomínio, a professora Elisabeth Castelo Branco esquece de olhar para a sua própria gestão. A presidente do SindEducação, nunca prestou contas da sua gestão. Diante desse fato com qual moral ela tem para fazer reivindicações?
No Sindicato corre um abaixo assinado solicitando a apresentação do balanço financeiro de sua administração, pois toda vez que lhe é solicitado, Elisabeth inventa uma desculpa.
Será que ela gostaria que movimento semelhante fosse feito na porta da residência dela?
Após ter sido declarado ilegal, o movimento grevista dos professores perdeu completamente a moral. Agora também se trata de uma greve imoral e ilegal.

  • Jorge Vieira
  • 4/jun/2014

Presidente da CPI dos Combustíveis confirma existência de cartel em São Luís

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o
abuso nos preços dos Combustíveis, deputado Othelino Neto (PCdoB), afirma que em
dois meses de investigação, a impressão é de que o mercado de São Luís está cartelizado.
Os deputados analisam também depoimentos de empresários, dando conta que o
setor sofreria pressão de distribuidoras para majoração dos valores cobrados na
capital maranhense.
A CPI ouviu, na terça-feira (03), os empresários Oswaldo Salomão, do
posto Americano, e Sebastião Murad, do posto São Francisco. Os dois negaram que
esteja havendo combinação de preços entre os donos de postos de combustíveis.
Mas o último depoente levantou a suspeita, já cogitada por outros
proprietários, de que haveria pressão por parte das distribuidoras para a
majoração dos valores.

Segundo o presidente da CPI, nas próximas oitivas, também serão ouvidos representantes
de distribuidoras de combustíveis sobre a denúncia de que haveria algum tipo de
pressão para aumentar os preços na capital maranhense. “Eu continuo afirmando a
impressão de que o mercado em São Luís está cartelizado. Sobre esses elementos da
participação das distribuidoras, o empresário que depôs há pouco levantou essa
suspeita. Empresários têm falado da pressão que recebem para majorar os preços.
Temos representantes de distribuidoras para ouvir ainda”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 3/jun/2014

CNJ afasta desembargador Jaime Ferreira

Por maioria dos votos, o
plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira,
durante a 190ª Sessão Ordinária, colocar o desembargador Jaime Ferreira de
Araújo, do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJMA), em disponibilidade
com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
A decisão foi tomada no
julgamento do Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD)
0005845-23.2012.2.00.0000, em que foram constatados diálogos impróprios, de
cunho pessoal, entre o desembargador e uma candidata de concurso para ingresso
na magistratura do Estado do Maranhão.
Segundo o voto da
conselheira Maria Cristina Peduzzi, relatora do PAD, os fatos ocorreram quando
o desembargador integrava a comissão do concurso. A apuração constatou que,
durante a realização de prova oral, o desembargador dirigiu-se à candidata e
perguntou por que ela não atendera a ligação telefônica feita por ele. Esse
diálogo foi gravado, segundo relatou a conselheira. Para ela, o desembargador
deveria se declarar impedido de atuar em qualquer ato relacionado à candidata.
“Após a realização da
prova oral, o desembargador não poderia mais atuar em qualquer ato
administrativo que envolvesse essa candidata, pois estabelecera diálogos
inadequados, impróprios para o contexto do certame. Dessa forma, já estaria
configurada sua suspeição”, afirmou a conselheira relatora, cuja proposta de
decretar a disponibilidade do magistrado foi seguida pela maioria do Plenário.
“Considerando as
disposições da LOMAN (Lei Orgânica da Magistratura Nacional) e da Resolução 135
deste Conselho Nacional de Justiça, eu entendo, com base no artigo 7º da
Resolução, que o desembargador agiu de forma incompatível com a dignidade, a
honra e o decoro de suas funções. Mas, por tratar-se de um acontecimento
isolado, aplico-lhe a pena de disponibilidade compulsória com vencimentos
proporcionais ao tempo de serviço, forte no artigo 42, Inciso IV, da Loman, e
artigo 6º da Resolução 135 de 2011 deste Conselho Nacional de Justiça”,
concluiu a relatora em seu voto.

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