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  • Jorge Vieira
  • 12/maio/2014

TCU vê irregularidades na obra da refinaria de Bacabeira, anunciada com pompa em 2010

Refinaria Premium I em Bacabeira,
seria a maior refinaria do Brasil, mas construção foi paralisada
BACABEIRA (MA) – No início de 2010, o então presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a governadora
Roseana Sarney, o pai dela, senador José Sarney (PMDB-AP) e o ministro de Minas
e Energia, Edison Lobão, fizeram festa, com direito a discurso, para o
lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium I em Bacabeira, a 60 km de
São Luis. Seria a maior refinaria do Brasil, com capacidade de produzir 600 mil
barris/dia, empregaria 25 mil pessoas no ápice das obras e deveria entrar em
pleno funcionamento em 2016. Quatro anos depois, o que se vê é a paralisação da
obra, que somente em terraplanagem, consumiu R$ 583 milhões, além de mais R$ 1
bilhão em projetos, treinamentos, transporte, estudos ambientais. Todo o
montante foi pago pela Petrobras.
O custo total da refinaria está estimado em R$ 38
bilhões, mas a própria empresa afirmou, em nota enviada ao GLOBO, que “somente
após a conclusão da etapa de consulta ao mercado será possível mensurar o custo
total da refinaria”. A previsão, agora, é que ela entre em operação em 2018.
Apesar da festa no lançamento da pedra fundamental,
nem projeto básico havia na ocasião. De prioritária, a futura refinaria entrou
num limbo. No Plano de Negócios para o quadriênio 2013/2017, o empreendimento
consta apenas na carteira de fase de projeto. Um relatório de fiscalização do
Tribunal de Contas da União (TCU), de abril do ano passado, apontou indícios
graves de irregularidade na terraplanagem — a única obra que teve início, mas
que foi paralisada sem ser
concluída, conforme relatório do tribunal. De acordo com os fiscais do TCU,
somente em 1º de novembro de 2010 — oito meses depois da festa com Lula e
companhia — e já com a terraplanagem em andamento, é que foi assinado um
contrato para elaboração do projeto básico da Refinaria.
A pressa da Petrobras em dar visibilidade a uma
refinaria que não tinha nem projeto básico ocasionou, de acordo com relatório
do TCU, um dano de R$ 84,9 milhões. Diz um trecho do documento: “Entende-se que
o contrato não poderia ter sido assinado sem a liberação das áreas para o
consórcio construtor. A consequência disso foi um dano de R$ 84,9 milhões”. No
entendimento dos técnicos do tribunal, a petroleira foi responsável pelo atraso
na liberação do terreno e demorou a emitir ordens de serviço para que a
terraplanagem começasse. O valor do dano contempla uma ação extrajudicial e um
aditivo.
Os auditores do TCU apontaram que houve mudanças no
leiaute do projeto e, com isso, toda a obra foi comprometida. “A gênese de todo
o problema parece estar na decisão de iniciar-se uma obra desse porte sem um
planejamento adequado, passível de toda sorte de modificações. Até esta data (3
de abril de 2013), passados cinco anos dos primeiros estudos, ainda não se tem
um projeto completamente definido para a Premium I”, anotaram os auditores.
PROFUSÃO DE ADITIVOS
Segundo a vistoria do TCU, foram feitas alterações
que transformaram completamente o projeto. “Uma importante alteração foi o
aumento considerável do número de tanques. Ao que consta, a tancagem planejada
inicialmente para situar-se na zona portuária, por restrições de espaço ou
mesmo por mudança de concepção do projeto, localizar-se-á na área da
refinaria”, observaram os técnicos, que apontaram outras mudanças
significativas no plano original. “Essas modificações impactaram o contrato de
terraplanagem, contribuindo, certamente, para a profusão de aditivos”,
escreveram os auditores.
A terraplanagem foi contratada em 14 de julho de
2010 com o Consórcio GSF, formado pelas empresas Galvão Engenharia, Serveng
Civilsan e Fidens Engenharia, com valor inicial de R$ 711 milhões. Em abril do ano
passado, o contrato foi interrompido, com 80% das obras concluídas e o
pagamento de R$ 583 milhões. Os auditores verificaram que, entre esses
aditivos, haviam vários que cancelavam determinado valor, com mudanças no
quantitativo dos trabalhos, mas, em seguida, um novo aditivo aumentava o mesmo
valor, inclusive com centavos, em outro tipo de serviço.
Os 13 aditivos feitos ao contrato da terraplanagem
acarretaram um acréscimo de R$ 14,2 milhões na obra. No total, foram realizadas
14 modificações de valores e mais uma transação extrajudicial entre as partes
no valor de R$ 73,9 milhões. A terraplanagem também precisou contar com um trabalho
extra por causa de erosão no solo e, para tratar do problema, a Petrobras
contratou outra empresa a Cristal Engenharia, por mais R$ 7,5 milhões. A auditoria
anotou: “ou seja, a Petrobras celebrou outro contrato, destinado a manter parte
dos trabalhos de terraplanagem já desenvolvidos. Todavia, foi constatado que
este novo ajuste não prevê a conclusão de algumas estruturas inacabadas.”
Oito dos aditivos realizados pela Petrobras no
contrato modificavam, e muito, o tipo de serviço a ser realizado, mas, no final,
os valores cancelados e acrescidos acabaram praticamente os mesmos. Os técnicos
demonstraram que “embora se compreenda que uma obra de terraplanagem necessite
de ajustes nas quantidades estimadas inicialmente, a dimensão desses ajustes
reflete a má qualidade do projeto. Não se pode aceitar, por exemplo, uma
redução da ordem de 96% em um quantitativo”.
A Petrobras informou que os aditivos ocorreram “em
consequência do elevado grau de detalhamento adotado pela empresa na
contratação, com mais de 144 itens na planilha de preços unitários”. Sobre a
concorrência para a construção da refinaria, a assessoria da petroleira
declarou que “os pacotes de contratação estão em ajustes finais para serem
lançados no mercado. Em março já foram emitidos convites para terceirização dos
serviços de geração de hidrogênio e de tratamento de água e efluentes. Os
projetos passaram por adequações e estão aderentes às métricas internacionais”.
Sonhos viraram dívidas e
prejuízos para comerciantes de Bacabeira
Promessa de criação de 25 mil empregos levou a investimento
em hotéis e alojamentos hoje vazios
Inácio Tales, proprietário de uma loja de
construção, amarga prejuízos com a paralisação da obra. Chico de Gois / Agência
O Globo
BACABEIRA (MA) — A perspectiva da instalação de uma refinaria em
Bacabeira alimentou a esperança de dias melhores para muita gente na cidade.
Com a propagada criação de até 25 mil empregos no período de pico da obra, e de
1,5 mil para a manutenção daquela que seria a maior refinaria do país, muita
gente contraiu empréstimo para investir e aproveitar os ventos da bonança que
foram anunciados por Lula, Dilma, Roseana, Sarney e Lobão em 2010. O que sobrou
dos sonhos foram as dívidas e o prejuízo.
Na rodovia em frente a obra há dois hotéis — um já
prontinho, à espera de clientes, e outro, maior, com seis andares levantados e
inacabados, e que tem como frequentadores vacas, cavalos e cachorros.
O local virou fonte de especulação entre os
bacabenses. Na cidade, há informações desencontradas sobre o estabelecimento.
Há quem diga que ele pertence ao senador Lobão Filho (PMDB-MA), filho do
ministro de Minas e Energia e que será candidato ao governo do Estado.
Outros garantem que o verdadeiro dono do
empreendimento é Ernesto Vieira de Carvalho Neto, um suplente de deputado que é
acusado de aplicar um golpe de R$ 70 milhões na Caixa Econômica Federal por
meio de um bilhete falso da Megasena.
Lobão Filho se diverte com os boatos. Embora entre
suas empresas haja uma de administração hoteleira, ele nega que o
hotel-fantasma seja dele:
— Não é meu não. Parece que é de um grupo da Bahia
e ouvi dizer que a Petrobras garantiria um mínimo de hospedagem para o
empreendimento — afirmou ele ao GLOBO.
O outro hotel em frente ao que poderá ser a maior
refinaria do Brasil é o Premium I e foi inaugurado em 2013, quando ainda havia
funcionários trabalhando na obra. Sua proprietária, Deise Kappe, disse que nunca
hospedou ninguém — só serviu refeição para os trabalhadores. O empreendimento
tem oito quartos. O prédio está em boas condições, à espera de dias melhores:
— Disseram que vão retomar as obras neste ano.
Vamos esperar — afirmou ela, que tem outros seis alojamentos na cidade, com
capacidade para 200 pessoas, e que está sobrevivendo graças a outra obra do
governo federal, a duplicação da BR-153, cujas obras começaram no ano passado
também.
PERDAS DE R$ 2 MILHÕES
Em Bacabeira, um conjunto de 30 quartos espera por
comprador. Uma placa na frente do estabelecimento disponibiliza dois números de
celulares para um eventual empreendedor. Nunca recebeu ninguém. O proprietário,
Clóvis Procópio Pereira, disse que fez outros investimentos à espera da
refinaria. No total, gastou R$ 2 milhões, entre empréstimos e venda de fazendas
e casas.
— Tenho 200 camas que estão estragando e um quarto
cheio de ar-condicionado, que estão enferrujando. Fiz vários alojamentos e
tomei prejuízo. Achei que podia confiar em quem mandava no país — lastimou.
Inácio Tales, proprietário de uma loja de material
de construção, lamentou a paralisação da obra. Ele lembra que, durante a
terraplanagem, suas vendas aumentaram e muitos comerciantes venderam bem mais
do que o habitual. Mas o custo de vida também aumentou, assim como a
especulação imobiliária. Agora, a esperança cedeu lugar à incredulidade.
— Se voltar, vai melhorar muito. Mas não sabemos se
vão retomar a obra — disse ele.

  • Jorge Vieira
  • 11/maio/2014

Edivaldo determina início das obras de intervenção no trânsito nesta segunda (12)

O prefeito Edivaldo determinou o início das obras de infraestrutura para promover melhoria e fluidez ao trânsito da capital a partir desta segunda-feira (12). Os serviços começam pela Avenida Casemiro Júnior, no corredor Anil-Centro, onde será alterado todo o traçado geométrico da via para criação de uma faixa de 7,2 km exclusiva para ônibus e outras duas para tráfego de carros de passeio.

As obras fazem parte do Plano Estratégico de Melhorias no Trânsito apresentado pelo prefeito na terça-feira passada (6). “Desde o primeiro dia da nossa gestão temos a preocupação de melhorar o trânsito e o transporte público. Estas são ações que vão beneficiar milhares de pessoas que trafegam na nossa cidade. Em pouco tempo, a população irá sentir as mudanças”, garantiu Edivaldo.
Foram preparadas vias alternativas no percurso Anil-Centro para dinamizar o fluxo de veículos. Agora, quem segue na direção Cruzeiro do Anil-Centro terá, obrigatoriamente, que desviar nas proximidades da Igreja Nossa Senhora da Conceição, passando pelas imediações da feira do bairro e seguindo pela rua Cônego Tavares até sair próximo ao antigo Grêmio Lítero Recreativo.
As intervenções no corredor Anil-Centro também contemplarão o bairro do João Paulo, onde das quatro faixas nos dois sentidos do trânsito (Centro-Anil e Anil-Centro), duas serão exclusivas para ônibus. O espaço exclusivo para trânsito de veículos do transporte de passageiros será identificado através de sinalização horizontal.

Os trabalhos de infraestrutura para implantar as modificações serão realizados pelas equipes da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp). Além das obras no corredor Anil-Centro, os serviços também serão iniciados na Avenida Litorânea a partir da terça-feira (13). O trecho será modificado a partir da entrada da Praia de São Marcos, com a redução do canteiro da via para facilitar o acesso à Ponta do Farol e ao Calhau. A via passará ainda por obras de terraplenagem, drenagem e recapeamento, além de implantação de semáforo e sinalização vertical e horizontal.
“As intervenções urbanas, traduzidas na alteração do traçado geométrico, bem como o recapeamento das ruas e avenidas de São Luís, proporcionarão maior conforto e fluidez ao tráfego, uma vez que o alinhamento das vias está diretamente associado ao conceito de expansão da mobilidade urbana, defendida pelo prefeito Edivaldo”, informou o titular da Semosp, Antônio Araújo.
Antônio Araújo explicou que seguindo o cronograma estabelecido para o Plano Estratégico de Melhorias no Trânsito, as equipes da Semosp iniciam as intervenções no corredor Cohafuma-Renascença-São Francisco na quinta-feira (15). Será criada uma faixa de 4,4 km exclusiva para ônibus, possível com a implantação dos retornos de quadra na Avenida Colares Moreira e proibição do estacionamento na Avenida Castelo Branco. O percurso também ganhará nova sinalização vertical e horizontal.
O secretário de Trânsito e Transportes (SMTT), Canindé Barros, explicou que os percursos a serem alterados passaram por testes de fluxo e foram planejados para dar maior velocidade ao deslocamento de veículos, principalmente ao transporte público coletivo, e facilitar a mobilidade urbana de modo geral.
“Quando as intervenções planejadas estiverem concluídas, vamos dar uma resposta positiva à população da capital, como determinou o prefeito. Por isso, fizemos essas 26 intervenções para iniciarmos pelos setores mais complicados da cidade. Além dessas, outras ações já estão sendo estudadas com o objetivo de melhorar continuamente o trânsito da nossa cidade”, afirmou Canindé Barros.

  • Jorge Vieira
  • 11/maio/2014

Nota informa pronta ação da Prefeitura após forte chuva em São Luís. Leia

Diante da forte chuva que cai em São Luís desde a tarde deste sábado, 10, o prefeito Edivaldo determinou força tarefa das Secretarias de Governo, Assistência Social, Segurança com Cidadania, Saúde, Serviços, Obras Públicas e de Trânsito e Transporte e Educação para prestar total assistência às famílias dos bairros atingidos por alagamentos.

As Vilas Apaco e Militar foram as mais atingidas. A prefeitura já providenciou a remoção de quatro famílias da Vila Militar e disponibilizou unidade de ensino da região para abrigar os moradores da Apaco. 

A Secretaria de Assistência Social já providenciou colchonetes, cestas básicas e água para atender os desabrigados.

No Coroadinho e Cohatrac também houve alagamentos em parte das ruas.

A Defesa Civil municipal monitora as principais ocorrências e orienta a população residente em áreas de risco a deixar os locais em face da intensidade da chuva.

As ações emergenciais estão sendo adotadas também em parceria com as Secretarias de Segurança e de Assistência Social do Estado.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2014

Lideranças do PSDB vão se empenhar na campanha de Flávio Dino

Lideranças do PSDB da capital e interior do estado
oficializaram nesta sexta-feira (9) o apoio à pré-candidatura de Flávio Dino
(PCdoB) a governador do Maranhão. O ato reflete mais uma vez a força da
oposição para as eleições de 2014 em reunir diversos partidos políticos em
busca da renovação política no Maranhão.
Uma das primeiras palavras de apoio a Flávio Dino
veio do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, que destacou a importância
da continuidade dos programas sociais na luta pela igualdade social no estado e
a necessidade de mudança política no estado. “Eu só estou nas batalhas que eu
acredito, com o coração e a alma. Assumo o compromisso de apoiar Flávio Dino e
estou aqui porque acredito em um Maranhão governado por Flávio Dino, onde os
recursos estejam disponíveis para os mais humildes. Conte com o PSDB junto pela
sua vitória”, declarou.
Durante o ato de apoio do PSDB, foi apresentado o
nome do pré-candidato a vice-governador pela oposição. O deputado federal
Carlos Brandão, apresentado para integrar a vaga, defendeu a escolha do partido
pelo nome de Flávio Dino pela trajetória de vida e política. “Flávio Dino é o
melhor caminho para a verdadeira mudança no Maranhão. Ele tem uma bela história
no judiciário e na política. Eu quero contribuir para mudar essa história. Hoje
o PSDB e o PCdoB dão as mãos para mudar o Maranhão”, frisou.
Neto Evangelista, deputado estadual, também
defendeu a união da oposição. “A partir de agora sou Flávio Dino, contem comigo
para levar o nome dele em cada canto que eu for”, disse. Outras lideranças do
PSDB utilizaram o discurso de renovação política no estado como norteador das
ações em prol da pré-candidatura de Dino. Gardênia Gonçalves e João Castelo
também reiteraram o apoio a Dino e a necessidade de união da oposição. Apoio
também dos deputados federais Pinto Itamaraty e Helio Santos, e do vereador
José Joaquim, todos presentes no evento.
Durante o discurso, Flávio Dino reforçou a união da
oposição no Maranhão e o compromisso com a população do estado. “Não vamos nos
dispersar, esse é o convite que faço ao PSDB. Estamos prontos para receber
todas as contribuições do PSDB para o desenvolvimento do Maranhão. Exalto aqui
a generosidade dos companheiros Dutra, Eliziane e o PDT que reconheceram a
importância do PSDB para fortalecer a luta pelo Maranhão”, considerou.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2014

Edinho é denunciado ao STF por uso indevido do Palácio dos Leões

O uso indiscriminado do Palácio dos Leões para
promover encontros eleitorais em prol do pré-candidato Edinho Lobão foi
denunciado esta semana ao Supremo Tribunal Federal. Segundo o artigo 73 da Lei
das Eleições, esse tipo de uso configura conduta vedada. Isto porque o uso de
bens públicos para promoção de candidaturas é expressamente proibido pelas leis
e pelas resoluções da Justiça Eleitoral.
Os casos vêm acontecendo ao longo do último mês,
quando a assessoria do pré-candidato e jornais ligados a sua pré-candidatura
dão ampla divulgação a seus encontros políticos dentro do Palácio dos Leões.
Todo o material faz questão de registrar que Edinho tem tratado de sua
pré-candidatura.
Segundo os advogados do deputado federal Simplício
Araújo (SDD), autor da denúncia, o Palácio dos Leões tem sido uma “espécie de
comitê de pré-campanha”, com uso não apenas de salas, mas de servidores
públicos, linhas telefônicas, materiais de expediente, entre outros.
O fato configura certamente mais uma conduta de
Edinho Lobão em desrespeito às leis. Mas, após a denúncia de Simplício Araújo,
Roseana Sarney e o PMDB poderão pagar multa que varia entre R% 5 mil e R$ 106
mil por ter abusado do patrimônio público.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2014

“Os agentes de saúde venceram”, diz Dutra

Após oito anos de espera, os agentes comunitários
de saúde e combate as endemias tiveram a felicidade de ver o Plenário da Câmara
dos Deputados aprovar por unanimidade proposta que fixa em R$ 1.014 o piso
salarial nacional. Reajustes anuais também são previstos no texto aprovado por
um parecer do deputado Domingos Dutra (SDD-MA) ao Projeto de Lei 7495/06, do
Senado.
Eu espero que o Senado aprove o meu substitutivo
urgentemente e que a presidenta Dilma sancione o piso salarial em homenagem aos
agentes comunitários de saúde e combate as endemias, mas, sobretudo, em
benefício dos 130 milhões de brasileiros que são assistidos preventivamente por
essas duas categorias. É nestas horas quando se beneficia tantos brasileiros
humildes que nos convencemos de que vale a pena ser político neste país”,
comemorou o deputado Dutra.
O projeto original de 2006 e os outros 19 apensos
começaram a ser discutidos em 2011 e teve por relator o deputado Domingos Dutra
(SDD-MA), na comissão especial criada para analisar a questão. De acordo com o
parlamentar, o piso salarial não representará aumento de custos para a União. “Hoje,
o governo federal já faz o repasse às prefeituras desse montante de 1,4 salário,
só que isso é feito por portaria ministerial. Então esse projeto dará segurança
jurídica aos agentes”, destacou o deputado.
Dutra aceitou emendas dos deputados Andre Moura
(PSC-SE) e Leonardo Gadelha (PSC-PB). Além de fixarem o piso, as emendas
preveem, a partir de 2015, aumento real equivalente à variação positiva do
Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Os valores também serão
corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Atualmente não há um valor mínimo para a
remuneração, mas o governo federal repassa por meio de portaria ministerial R$
1.014 por mês aos municípios por cada agente comunitário. Para o relator, cerca de 50% das prefeituras não
repassam o valor que é transferido integralmente pela União aos profissionais,
porque utilizam parte dos recursos para pagar encargos trabalhistas.

“Hoje a maioria dos prefeitos não repassa aos agentes a totalidade desses R$
1.014 pagos pela União. Eles tiram desse dinheiro a contribuição do empregador
e a do empregado e só repassam um salário mínimo. Esse repasse não é piso, é um incentivo.”, acrescentou.
Centenas de agentes comunitários
lotaram as galerias e cantaram o hino nacional após a aprovação do texto. “Essa
é uma noite histórica. Esta Casa sabe das dificuldades para passar essa matéria,
há oito anos tramitando no Congresso Nacional. Mas valeu a pena a paciência e a
perseverança. Quantas vezes tivemos que avançar e recuar para construir esse
belo painel”, disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A matéria aprovada por todos os parlamentares deve
retornar ao Senado devido às mudanças feitas pela Câmara.

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2014

Prefeito Edivaldo determina celeridade na execução do Programa Bacia do Bacanga

Edivaldo garante saneamento para região Itaqui-Bacanga
Seguindo a determinação do prefeito Edivaldo, as obras do Programa Bacia do Bacanga estão garantindo melhoria da qualidade de vida de mais de 200 mil pessoas que moram na região Itaqui-Bacanga. Entre as ações de grande destaque na área está a construção e ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário da margem esquerda do Itaqui-Bacanga e a ampliação e recuperação do Canal do Rio das Bicas.
 “O programa reflete a preocupação da nossa gestão com o desenvolvimento econômico da área, com a criação de novas oportunidades de trabalho. Buscamos promover melhorias do sistema de abastecimento de água para universalização do serviço, melhorias urbanas ambientais, implantação de equipamentos urbanos para lazer, saúde e cultura, entre outras ações”, afirmou o prefeito.
O Sistema de Esgotamento Sanitário corresponde a aproximadamente 70 km de rede de esgoto e 13 estações elevatórias que permitirão a ligação de mais de 31 mil unidades habitacionais. O titular da Secretaria de Projetos Especiais (Sempe), Gustavo Marques, explicou que a melhoria dos serviços públicos é uma das características do Programa Bacia do Bacanga.
“Essa é uma das maiores ações sanitárias já realizadas pela Prefeitura, e, por isso, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior está de parabéns, porque está sempre buscando efetivar ações de infraestrutura que, no caso dessa obra, deve beneficiar 31 mil famílias em 30 bairros do eixo Itaqui-Bacanga”, ressaltou o titular da Sempe.
Como forma de ampliar a visibilidade e transparência das ações, a Prefeitura fez uma exposição do andamento das obras durante esta semana para membros da Associação Comercial do Maranhão. O secretário Gustavo Marques detalhou o andamento das várias obras previstas no programa e o impacto para a comunidade.
Ele destacou que a ampliação e recuperação do Canal do Rio das Bicas está com 75% dos serviços concluídos. A obra compreende o trecho entre a Rua São Pedro e a Avenida Vicente Queiroga, totalizando cerca de 2 km de extensão. Será realizada a implantação de galerias tubulares de concreto armado e de demais dispositivos de microdrenagem, beneficiando todo o Polo do Coroadinho e da Salinas do Sacavém.
Na ocasião, foram detalhados os projetos executivos de urbanização, com a construção de espaços públicos e equipamentos comunitários. Estão previstas seis praças, um parque urbano e um calçadão, beneficiando uma população de aproximadamente 15 mil pessoas dos bairros Sá Viana, Jambeiro e Piancó.
Outra ação de extrema importância já em curso é o monitoramento da qualidade da água do Lago do Bacanga. O sistema funciona como subsídio analítico para acompanhamento dos impactos ambientais positivos e negativos desenvolvidos ao longo da bacia hidrográfica, beneficiando 200 mil habitantes.
Gustavo Marques lembrou ainda de obras com impacto na urbanização da área como a construção da Praça do CEU do Coroado, pavimentação de vias e a discussão sobre as vocações econômicas da região. “Certamente a atividade portuária é uma das possibilidade de crescimento que a cidade deve investir, porque São Luís apresenta sinais claros de potencial para fazer dessa atividade uma fonte de crescimento econômico que irá beneficiar a população”, afirmou.

SOBRE O PROGRAMA
O Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga é fruto de parceria da Prefeitura de São Luís com o Banco Mundial e está sendo executado através da Secretaria de Projetos Especiais (Sempe). Na sua criação, o programa foi dividido em três componentes baseados em princípios de sustentabilidade socioambiental de forma a garantir a melhoria dos serviços públicos prestados aos moradores da região.
O componente 1 trata do Desenvolvimento Econômico Local e Fortalecimento da Gestão Municipal, que visa à ampliação da inserção econômica e social da população mais carente. O componente 2 trata sobre Água e Saneamento e tem como objetivo a ampliação e melhorias do sistema de esgotamento e abastecimento de água para universalização do serviço. O componente 3 trata de Melhorias Urbanas Ambientais e, além de melhorias na infraestrutura, contribuirá para o ordenamento do uso do solo e regularização fundiária.

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