A capacidade de elevação
do patrimônio pessoal de certas pessoas quando ocasionalmente ocupam cargos
públicos é espantosa. O suplente de senador, atualmente no exercício do mandato, Edinho Lobão (PMDB), ainda na metade da
suplência do pai, elevou seu patrimônio em quase 400 por cento. Pulou de pouco
mais de R$ 2 milhões, para mais de R$ 9 milhões.
O
candidato a governador do estado Flávio Dino (PCdoB) defende a implantação do
Pacto pela Vida no Maranhão como forma de reduzir os índices de violência. Essa
é uma das propostas apresentadas no Programa de Governo, que destaca também a
valorização das equipes do sistema de segurança. O elenco de ações para a área
tem como norte o incentivo ao acesso à educação e tem como objetivo garantir
mais qualidade de vida aos maranhenses.
“Um governo
de um novo tipo deve considerar que todo problema estrutural é um problema de
segurança pública. O Estado precisa de um grande pacto de resgate da cidadania
maranhense. O governo que vai mudar essa realidade social deve pensar nisso,
através do respeito do poder público para o cidadão e a cidadã maranhense”,
analisou Portela, que é delegado da Polícia Civil do Maranhão.
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| Samu terá mais equipes e bases descentralizadas |
Patrimônio do senador Lobão Filho
(PMDB-MA), que ficou com a cadeira do pai e agora vai disputar o governo do
Maranhão, aumentou 384% desde 2010
À revelia – A assessoria de imprensa de Lobão Filho diz que a aplicação
é decorrente de uma desapropriação de terras feita pelo governo maranhense para
a construção de uma via expressa em São Luís. Embora o senador tenha contestado
na Justiça o valor oferecido pelo terreno (ele diz que a área vale pelo menos
12 milhões de reais), o depósito foi feito à revelia.
“O Brasil torce por vocês”. Foi o que disse o vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aos parlamentares da oposição maranhense que foram até a instituição de crédito, na semana passada, tratar sobre o aporte
de recursos já transferidos para o governo do Maranhão.
Bira do Pindaré (PSB), Othelino Neto (PSB) e Rubens Júnior (PCdoB) foram informados pela direção do banco
que até o momento já foram liberados cerca de R$ 650 milhões do primeiro contrato
de R$ 1 bilhão para obras contratadas diretamente pelo Estado.