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  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Campanhas eleitorais vão custar até três Copas do Mundo

Guilherme Balza
Do UOL

No que depender
dos partidos políticos, as campanhas eleitorais serão mais caras em 2014, na
comparação com o pleito de 2010. Segundo dados divulgados pelo TSE (Tribunal
Superior Eleitoral), a soma do limite de gastos das campanhas de todos os
candidatos já registrados na Justiça Eleitoral será de R$ 73,9 bilhões. Há
quatro anos, a soma dos tetos de despesa foi de R$ 48,4 bilhões.

O montante
equivale ao orçamento de 2014 do Estado do Rio de Janeiro (R$ 75,9 bilhões), o
terceiro maior do país, atrás dos orçamentos da União e do Estado de São Paulo.
O dinheiro seria suficiente para organizar três Copas do Mundo, pois o Mundial
deste ano teve um custo total de R$ 25,8 bilhões, considerando os gastos nas
três esferas (União, Estados e municípios).

A diferença é que
a Copa do Mundo foi custeada, sobretudo, com dinheiro público, enquanto as
campanhas são bancadas majoritariamente por meio de doações feitas por
empresas. 

O limite de
gastos é o valor total que o candidato prevê arrecadar ao longo da campanha.
Até agora, o TSE divulgou informações de 25.381 candidatos. O número não é
definitivo, mas representa quase a totalidade das candidaturas.

Considerando as
disputas para todos os cargos (presidente, governador, senador, deputado
federal e deputado estadual), o limite médio de gastos com campanha é de R$ 2,9
milhões por candidato. Em 2010, a média por candidato foi de R$ 2,1 bilhões.
Descontada a inflação do período (27,4%, segundo o IPCA), as campanhas ficaram,
em média, 6,8% mais caras.

A campanha mais
barata é a de deputado estadual, com limite médio de gastos de R$ 2,4 milhões,
seguida da de deputado federal (R$ 3,6 milhões), deputado distrital (R$ 5,4
milhões) e senador (R$ 5,6 milhões).

O gasto das
campanhas majoritárias é bem superior. Em média, uma campanha para governador
tem o limite de R$ 14,6 milhões. Para presidente, o valor sobe para R$ 83,4
milhões. As três campanhas mais caras do país são para a Presidência. Dilma
Rousseff (PT) prevê gastar até R$ 298 milhões; Aécio Neves (PSDB), R$ 290
bilhões; e Eduardo Campos (PSB), R$ 150 milhões.

DEM
lidera gasto médio

Com 657
candidaturas já registradas, o DEM é o partido que prevê mais gastos por
candidato, com limite médio de R$ 7,7 milhões por campanha. Na sequência
aparecem PT do B (R$ 5,5 milhões), PSD (R$ 4,3 milhões), PSDB (R$ 3,9 milhões),
PMDB (R$ 3,8 milhões) e PT (R$ 3,8 milhões).

“A
indicação de gastos de um candidato a deputado federal ou estadual é iniciativa
dele. Mas o limite de gastos não passa de estimativa, não é definitivo”,
afirmou o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM.

Quanto ao gasto
total por partido, o PT, legenda com maior número de candidatos (1.334), lidera
com R$ 5,04 bilhões, seguido pelo DEM (R$ 5,03 bilhões), PMDB (R$ 4,8 bilhões),
PT do B (R$ 4,4 bilhões) e PSDB (R$ 4,3 bilhões).

Corrida
pelo dinheiro

Para Mauro
Macedo Campos, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense 
(Uenf) e autor de um estudo sobre os custos do sistema partidário no Brasil, o
volume de recursos para campanha cresce a cada eleição porque os pleitos
tornaram-se mais competitivos.

“Os custos
das campanhas entraram em outro patamar a partir 2002, quando as eleições
ficaram mais competitivas. A lógica é: se meu adversário vai gastar X, tenho
que me antecipar e gastar mais do que ele. Quanto mais gastar, mais chance de
ser eleito”, disse.

Campos explica
que o aumento do custo das campanhas gera um circulo vicioso porque inflaciona
cada vez mais os preços das peças publicitárias. Quanto às doações, de acordo
com o professor, não há critério ideológico.

“Não existe
preferencia em termos de ideologia. Elas doam sempre para quem tem capacidade
de ganhar. Qual é o propósito disso? É sempre aquela lógica de se receber
alguma compensação pela doação. Ou então é aquilo: eu doo e você não mexe
comigo; Até o senso comum sabe disso, mas não difícil de comprovar na
prática”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Ônibus de transporte coletivo serão vistoriados pela Prefeitura

Vistorias têm como objetivo verificar o estado de conservação dos ônibus

A Prefeitura de São Luís realiza a partir da próxima semana a vistoria intensiva das condições de conservação, segurança e higienização dos veículos que prestam o serviço de transporte coletivo em São Luís. O trabalho será desenvolvido pela Secretaria de Trânsito e Transportes (SMTT) e está amparado na Lei Municipal 3.430/96 que prevê a realização do procedimento duas vezes ao ano.
“Essa é mais uma ação, com o apoio do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, para proporcionar o bem estar do usuário do transporte coletivo em São Luís. Junto com as outras ações já iniciadas pela Prefeitura, como a reforma do Terminal da Cohab e a instalação de novos abrigos, proporcionará mais conforto a população”, comentou Canindé Barros.
O processo de inspeção da frota de coletivos será realizado diariamente no pátio da SMTT, no Ipase, onde ocorrerá um check list de 26 itens, incluindo as condições mecânicas e a emissão de gases dos ônibus. O começo da fiscalização será feito pelos veículos com maior tempo de uso das empresas. Os ônibus inspecionados receberão selos informando a avaliação obtida na vistoria da SMTT.
Nos casos em que forem necessárias adequações, o veículo será identificado por um selo vermelho e a empresa será informada sobre o prazo para a resolução do problema. Caso as exigências não sejam cumpridas, os veículos poderão ser retidos pela SMTT. Cumpridas as exigências, o ônibus passará por nova vistoria e poderá circular normalmente.
Atualmente, o sistema de transporte coletivo da capital maranhense possui 1.185 veículos, que operam em seis áreas específicas da cidade: Itaqui-Bacanga; Rio Anil; Distrito Industrial-Zona Rural; Cohama-Vinhais; Cohatrac; e São Cristóvão-Cidade Operária. O critério de distribuição dos ônibus é baseado na densidade demográfica de cada área, sendo 185 linhas distribuídas entre 23 empresas.

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2014

Sem proposta, Edinho apela para a baixaria, denuncia Márcio Jerry

O presidente do PCdoB no
Maranhão, Márcio Jerry, condenou os ataques que a campanha de Edinho Lobão
(PMDB) tem feito ao candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino.
Para Jerry, os “ataques violentos e grosseiros” deixam claro que Edinho Lobão
não tem nada de novo a apresentar aos maranhenses.

Na entrevista abaixo, Márcio Jerry ainda diz que a campanha de Flávio Dino vai
continuar sendo limpa e transparente, sem entrar no jogo sujo do adversário. E
que é a Justiça quem deverá se pronunciar sobre os ataques. Acompanhe:

Como você avalia o nível da campanha
até agora?

Márcio Jerry: Nós estamos fazendo uma campanha que prioriza o diálogo com os
maranhenses, apresentando propostas que foram construídas com a participação de
mais de 40 mil pessoas de todas as regiões do estado por meio dos Diálogos Pelo
Maranhão. Estamos realizando uma campanha limpa, propositiva, que respeita o
povo maranhense. Estamos sintonizados com o sentimento do povo, que também quer
uma campanha limpa e propositiva e rejeita a baixaria praticada pelo candidato
da oligarquia Sarney.

E em relação aos demais candidatos?

Infelizmente a campanha do candidato de Roseana e José Sarney, Edinho Lobão, do
PMDB, tem feito ataques cada vez mais violentos, rasteiros, grosseiros, de
baixo nível, ao nosso candidato Flávio Dino, que é um homem íntegro, um homem
honrado, trabalhador, que faz política respeitando os adversários e, sobretudo,
respeitando a sociedade maranhense.

Então queremos deixar o nosso mais profundo repúdio a essas práticas políticas
do passado, atrasadas, que se apegam na mentira, na calúnia, na difamação e no
ataque pessoal para tentar desviar a atenção daquilo que é essencial. E o
essencial é o debate de propostas para a população saber quem tem condições
realmente de liderar o Maranhão em um novo momento, um novo ciclo absolutamente
diverso desse ciclo de atraso que já chega aos 50 anos sem apresentar aos maranhenses
a melhoria de suas condições de vida.

O que explica esses ataques?

Quem não tem nada de novo a apresentar ao povo do Maranhão – e não tem como
explicar as razões de tanto abandono e de tanto atraso econômico, social e
econômico – apela. E apela para a campanha de baixo nível, sorrateira, de
ataques pessoais, de baixaria. Ao tentar ofender o candidato Flávio Dino,
ofende toda a sociedade maranhense, todos aqueles que querem campanha limpa e
não aceitam a baixaria.

Qual a consequência desses ataques?

A gente faz um alerta para a sociedade maranhense. Não podemos aceitar que a
campanha eleitoral descambe para o esgoto político, para o esgoto da
politicalha. Nós defendemos uma campanha limpa, repito. O que fizemos ao longo
de toda a vida e ao longo de toda esta campanha foi lutar por justiça,
liberdade, igualdade, oportunidade para todos.

Qual é a reação da população a esses
ataques?

Já está demonstrado que a população rejeita a campanha de baixo nível, diz não
à baixaria. Nós lamentamos profundamente que o candidato do PMDB, o suplente de
senador Edinho Lobão, tenha direcionado a sua campanha para o baixo nível, para
o ataque pessoal, para a mentira, para a calúnia, para a difamação. Enfim, para
um discurso que agride os maranhenses, que agride a democracia e todos aqueles
que defendem e querem uma eleição limpa no Maranhão.

E será adotada alguma medida judicial
contra essa campanha suja?

Nós não vamos fazer o jogo sujo que eles estão fazendo e para o qual querem nos
levar. Não, não faremos isso. Nós nos negamos de forma definitiva a fazer essa
política de esgoto. Vamos continuar marchando em uma campanha limpa. Também não
deixaremos que nenhum ataque leviano, nenhuma mentira fique sem resposta. Mas
não faremos resposta no nível baixo das acusações que são feitas. Procuraremos
a Justiça, que é quem deve se pronunciar sobre a prática de crimes ilícitos
políticos e eleitorais. E nos dirigiremos sempre, de forma transparente, ao
povo maranhense.

O que o eleitor pode esperar da
campanha de Flávio Dino na TV e no rádio?

Vamos usar o rádio e a TV para fazer o que temos feito em nossa página na
internet, em nossos diálogos com o povo do Maranhão: apresentar propostas,
debater a situação do Estado do Maranhão, mostrar que um Estado tão rico não
pode continuar sendo um Estado de povo pobre. Enfim, encontrar um caminho que
faça com que o Maranhão tenha condições de superar os péssimos indicadores
sociais.

Os maranhenses têm que morar em um Estado que lhes assegure oportunidades para
melhorar sua vida, para ter acesso aos direitos que a Constituição lhes
assegura. Os maranhenses querem isso, os maranhenses merecem e terão um estado
muito melhor. É por isso que estamos luta com coragem, firmeza, fé e muita
confiança em nosso povo, na força de nosso povo que quer virar a página da
história e construir um Maranhão de todos nós.

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2014

A 65 dias das eleições, conheça 65 motivos para estar com Flávio Dino

A 65 dias das eleições, reunimos 65 fatos sobre
Flávio Dino para você conhecê-lo ainda melhor e ter a certeza de que pode
contar com ele para mudar o Maranhão:

Tem experiência e preparo

1. Foi 4 vezes seguidas premiado como um dos melhores deputados do país

2. Foi presidente da Embratur, a convite da presidenta Dilma Rousseff

3. Foi juiz federal por 12 anos

4. Foi o presidente mais jovem da história da Associação Nacional dos Juízes
(Ajufe)

5. Coordenou comissão que criou o CNJ, responsável por fiscalizar os juízes

6. Foi o primeiro secretário geral do CNJ

7. Liderou diversos projetos na Câmara dos Deputados

Já fez muito pelo Brasil

8. Foi um dos autores da Ficha Limpa

9. Ajudou a fazer a lei do Minha Casa Minha Vida

10. Foi decisivo para acabar com as filas gigantes dos aposentados no INSS

11. Na Embratur, trouxe número recorde de turistas ao Brasil

12. Fundamentou a norma que proíbe o nepotismo em cargo público

13. Foi relator do Vale-Cultura

14. Seu trabalho na Embratur ajudou a construir a marca de 1 milhão de
estrangeiros na Copa

15. Ajudou a elaborar a Lei do Piso Salarial para os professores

16. Promoveu o turismo religioso por meio da Jornada Mundial da Juventude

17. Participou da comissão que endureceu o combate ao trabalho escravo

18. Fez importantes ações para divulgar o Brasil no exterior quando estava na
Embratur

19. Foi um dos maiores defensores da reforma política

20. Antes de todos, já tinha questionado a empresa suspeita de liderar a máfia
dos ingressos

21. Ajudou a fazer a lei que incentivou as rádios comunitárias

22. Foi relator do Estatuto dos Servidores do Judiciário

Já fez muito pelo Maranhão

23. Fez a emenda que criou a UFMA de Grajaú

24. Reconheceu o quilombo de Frechal, uma decisão histórica no país

25. Destinou emenda para construir o Núcleo de Esportes da UFMA

26. Como deputado, mandou verba para construir casas no Maranhão

27. Fez a emenda criando o Balneário Veneza, em Caxias, que impulsionou o
turismo

28. É dele a emenda que tirou do papel a Concha Acústica da UFMA

29. A ampliação do Codevasf, que resgatou cidades esquecidas, tem a marca de
Flávio

30. Como deputado, destinou verba para recuperar jovens da dependência de
drogas

31. Destinou emendas para colégios e muitas outras obras no Maranhão

É Ficha Limpa de verdade

32. Não tem pendências na Justiça ou na polícia

33. Seu mandato na Câmara foi marcado pela luta contra a corrupção

34. Uma certidão do CGU mostra que Flávio fez uma gestão 100% limpa na Embratur

35. A Embratur também já atestou oficialmente: a gestão de Flávio foi aprovada

36. Renunciou à confortável vida de juiz pelo desafio de entrar na política

37. Teve a candidatura aceita pela Justiça sem contestações

38. Faz uma campanha limpa, sem o jogo sujo eleitoral

39. O patrimônio e a vida financeira dele são conhecidos há anos pelo eleitor

Sempre combateu o crime

40. Foi o relator da lei que agiliza o julgamento de assassinos no Brasil

41. Destacou-se na luta contra o crime organizado durante a carreira de juiz

42. Fez a lei que ajudou a dar mais estrutura para o STF trabalhar e julgar

43. Recebeu diversas medalhas da Justiça por seu trabalho como juiz

44. Viabilizou a entrada da PF no caso Stênio Mendonça, num duro golpe contra o
crime

Tem ligação inseparável com o Maranhão

45. Nasceu, foi criado, estudou e se formou no Maranhão

46. Foi aprovado em 1º lugar no vestibular da UFMA

47. Foi líder estudantil na escola e na UFMA

48. Formado em Direito, destacou-se como advogado de trabalhadores no Maranhão

49. Foi aprovado aos 23 anos em concurso para professor da UFMA

50. Destacou-se como um dos melhores professores da UFMA

Tem muita competência

51. Aos 25 anos, foi aprovado em 1º lugar nacional no concurso para juiz
federal

52. Na etapa final do concurso, foi aplaudido de pé pela bancada examinadora

53. É autor de diversos livros sobre Direito

54. É professor há mais de 20 anos

Está unindo o Maranhão e o Brasil

55. Reuniu nove partidos da oposição num projeto único

56. É líder absoluto das pesquisas, mostrando que o povo está ao seu lado

57. Tem o forte apoio da militância petista

58. Vem conquistando muitas adesões no PT, como a de Américo de Sousa

59. Lideranças e políticos de todas as regiões do Estado estão com Flávio

60. Vem sendo recebido com festa e esperança nas Caminhadas da Mudança

61. Tem recebido apoios por todo o Brasil, como o do escritor Fernando Morais

62. Vem mobilizando brasileiros de todos os Estados para pôr fim à oligarquia

Ouve e fala com o povo

63. Percorreu o Estado com o Diálogos do Maranhão e viu de perto os problemas
do Estado

64. Firmou com os movimentos sociais o Pacto por um IDH Justo

65. Fez um programa de governo após consultar e conversar com a população

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2014

Movimentos sociais divulgam a íntegra do Pacto por um IDH Justo

O “Pacto por um IDH Justo”, lançado na noite da
última quarta-feira (30) ao lado do candidato Flávio Dino (PCdoB), foi uma
construção dos movimentos sociais que mobilizaram 149 municípios do Estado e
centenas de entidades pela mudança da qualidade de vida dos maranhenses.

 
O documento já está disponível a todos que queiram
consultá-lo. Basta clicar aqui para ver.(http://www.flaviodino65.com.br/2014/wp-content/uploads/2014/08/pacto_idh_justo.pdf)
 
Depois de 37 plenárias para debater e discutir
alternativas para mudar a qualidade de vida dos maranhenses, tendo como ponto
de partida a mudança das práticas políticas vigentes no Estado, os movimentos sociais
apresentaram a Flávio Dino o documento. O candidato reafirmou seus compromissos
com a mudança da realidade social do Maranhão.
 
“Incorporo esse pacto, mas acima de tudo incorporo
esse movimento. Incorporo a nossa luta, a nossa campanha. Nós vamos transformar
sonhos e esperanças em realidade”, garantiu Flávio Dino.
 
Para construir o “Pacto por um IDH Justo”,
estiveram unidos o movimento negro, o movimento de mulheres, a juventude, as
pastorais, os trabalhadores rurais, o movimento de moradia, os professores, os
deficientes, representantes da área de direitos humanos, o movimento de
economia solidária, os profissionais de saúde, entre outros.
 
Entre os principais tópicos do “Pacto por um IDH
Justo”, os movimentos sociais propõem um novo modelo de gestão pública, que
priorize a participação popular, para a construção de políticas públicas
capazes de reverter os indicadore

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2014

Disputa pelo Senado gera crise entre PSOL e PSTU

Candidato do PSTU pode herdar os votos de protesto e ameaçar Haroldo Saboia

A guerra entre os candidatos ao Senado por partidos considerados “ultra esquerda”, Marcos Silva (PSTU) e Haroldo Saboia (PSOL),
ganhou as redes sociais e promete fortes embates durante o desenrolar da
campanha, no horário da propaganda
eleitoral. Antes mesmo da Justiça Eleitoral liberar o palanque eletrônico, os dois já trocam farpas grossas
através da internet.

O bate-boca entre os dois candidatos começou com uma entrevista de
Marcos Silva ao blog do jornalista Ed Wilson, quando questionou o rótulo de “esquerda”
de Saboia, afirmando que nas eleições de 2010, ele tinha a opção de votar nos
candidatos da esquerda a presidente da República, entre os quais Plínio de
Arruda Sampaio (PSOL), mas preferiu votar em José Serra (PSDB).

Haroldo reagiu em comentário no próprio blog chamando Silva de
mentiroso, afirmando ser amigo de Plínio (falecido este ano) e negando ter
votado no candidato tucano. Marcos Silva treplicou afirmando que, na época,
Haroldo estava filiado ao PPS, aliado nacionalmente com o PSDB de José Serra.   

Gora, em postagem recente no Facebook, o candidato do PSTU volta a
atacar o representante do PSOL, chamando-o de “oportunista movido por
inveja, interesses pessoais” e desafinando-o para um debate
público.

“[…] Sempre fiz política com lealdade até com os diferentes. Ao
contrário de Haroldo Saboia que é um oportunista na defesa de seus interesses
pessoais e tristemente movido por inveja e sempre tentando se esconder atrás da
história dos outros sem um propósito político coletivo. Estou esperando esse
oportunista em um debate”, disse.

E bom lembrar que no período
pré-eleitoral os dois partidos andaram discutindo a possibilidade de aliança
para o lançamento de apensa uma candidatura ao governo e ao Senado, mas as
conversações não avançaram e, ao contrário do que muitos imaginavam, acabou foi
deteriorando ainda mais a relação entre as duas legendas.

Herdeiro do “voto do protesto”, alguns
analistas políticos acreditam que o servidor público Marcos Silva deve repetir
em 2014 o mesmo fenômeno dos 500 mil votos obtidos por Haroldo Saboia e Bira do
Pindaré nas últimas eleições para o Senado.   

Com a eleição para o Senado
polarizada entre os candidatos Roberto Rocha (PSDB) e Gastão Vieira (PMDB), Haroldo
quer evitar que perder para Silva e sair do pleito menor do que entrou.

Segundo a última pesquisa do
Instituto Exta, contratada pela TV Guará, os dois estão rigorosamente empatados.
  

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2014

Justiça eleitoral suspende parcialmente resultado da pesquisa Econométrica

A Justiça Eleitoral
determinou a suspensão de parte da pesquisa Econométrica, contratada pelo
jornal O Imparcial para ser divulgada no próximo final de semana. De acordo com
o juiz do caso, a vinculação dos candidatos a governador a presidenciáveis foi
feita de forma irregular pelo instituto.
O pedido foi feito pela
coligação “Todos pelo Maranhão”, que tem como candidato a governador o
ex-deputado federal Flávio Dino (PCdoB). Os advogados informaram a Justiça
Eleitoral que o instituto utiliza nomes de supostos apoiadores para candidatos
de duas coligações, mesmo sem que eles não tenham declarado apoio aos
candidatos.
Segundo o juiz Ricardo
Felipe Rodrigues Macieira, o questionário usado poderia levar ao
direcionamento do eleitor. “Esse quesito, na maneira
como apresentado, pode levar a uma situação de desequilíbrio entre os
candidatos, inclusive com potencial repercussão sobre aqueles cujos nomes foram
omitidos no questionário, e a um conseqüente comprometimento da autenticidade
da pesquisa.”
Foi o caso da citação de
José Serra e Fernando Henrique Cardoso, utilizados como supostos apoiadores de
Flávio Dino, mesmo quando nenhum deles tenha declarado apoio a nenhum dos dois
candidatos ou sequer participam do processo eleitoral. Além disso, o instituto
utiliza o questionamento dos apoios apenas aos candidatos do PMDB e do PCdoB,
ferindo a isonomia em relação aos outros 4 candidatos que concorrem à vaga de
governador.
No início da semana,
representantes legais da coligação foram ao instituto para obter dados que
revelassem os questionários aplicados pelo Maranhão. O instituto descumpriu a
ordem judicial para fornecer cópias dos questionários. A coligação estuda as
medidas que tomará sobre o assunto, entre eles pedido de reforço judicial para
que o instituto cumpra a ordem de fornecimento dos questionários.

           

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