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  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2014

Pesquisas mostram Dino com três vezes mais votos que Edinho 30

A mais recente pesquisa Data M/Atos e Fatos revela que o candidato oposicionista Flávio Dino tem três vezes mais intenções de votos que o candidato do grupo Sarney, Edinho Lobão Filho.

Quando perguntados em quem votar sem a apresentação da lista de candidatos, 36% dos entrevistados declaram espontaneamente a opção por Flávio Dino. E 12% mencionam o nome do candidato Lobão Filho. “É um dado que confirma a imensa vantagem que o candidato Flávio Dino tem”, aponta o relatório analítico do Instituto Data M.

A pesquisa foi registrada com protocolo TRE-MA 00031/2014.

Média

Em todas as pesquisas estimuladas (quando o pesquisador apresenta todos os candidatos) feitas e registradas, o candidato oposicionista Flávio Dino tem na média 54% das intenções de votos, contra 20% obtidos por Edinho Lobão Filho.

Na última pesquisa Exata (registro MA-00022/2014), por exemplo, de 17 de julho, Dino apareceu com 54% contra 25% do candidato do grupo Sarney. O Data M (registro MA-0015/2014) do final de junho apontou Dino com 58% e Lobão com 20,7%. Na última pesquisa Amostragem (registro MA-00012/2014), no final de maio, Flávio apareceu com 54%, contra 18,92% de Edinho Lobão.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Indignada com utilização eleitoreira de greve, professora deixa direção do Sindicato

Informações do Blog John Cutrim
A professora Luciane Moraes, 2ª diretora do Sindeducação e integrante do comando de greve decidiu, na última sexta-feira, abandonar a greve organizada pelo Sindicato dos Professores de São Luís e retornar à sala de aula. Ela anunciou a saída em um desabafo publicado em sua página pessoal no Facebook. “Pelo que estamos lutando? O meu pensamento de conquista é diferente”, alegou. Com o início do segundo semestre letivo mas escolas do município, a atmosfera tem sido de retorno. Mais de 80% das escolas já estão funcionando.
A professora Luciane não é a primeira integrante da diretoria do Sindeducação a se manifestar contrariamente aos rumos da paralisação. Desde que a greve começou, outros três diretores já renunciaram a suas funções – entre eles, dois integrantes do Conselho Fiscal. Para a presidente Elisabeth Castelo Branco, sobraram as cobranças de seus opositores, para que ela apresentasse a prestação de contas de sua gestão, devida desde abril.
Em seu desabafo nas redes sociais, a professora Luciane também manifesta preocupação quanto à apropriação, por parte de lideranças partidárias, de um movimento que deveria ser dos professores. Lideranças do PSTU e do Psol estiveram presentes nas últimas manifestações dos educadores e circula na blogosfera maranhense a informação de que o PMDB também estaria envolvido nos protestos feitos com a intenção de desestabilizar a Prefeitura.
O fato é que a greve já nasceu sem sentido e fora de tempo, alegando querer sanar problemas que seriam melhor resolvidos com empenho e diálogo. Tanto que nunca conseguiu, mesmo no seu auge, mobilizar verdadeiramente a categoria e agora vem perdendo mais adeptos a cada dia. No final das contas, fica a sensação de que este movimento tem servido a tudo – menos aos próprios professores, aos estudantes e suas famílias.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Doação online para candidatos já se tornou comum dentro e fora do Brasil

Marcelo Freixo, Dilma Rousseff, Marina Silva e até o presidente dos EUA, Barack Obama, já usaram modelo de arrecadação de campanha pela internet.
A doação online para candidatos é realidade no Brasil desde 2010. A iniciativa da campanha de Flávio Dino, que lançou o site Um Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney, é inédita no Estado, mas está presente em outros lugares dentro e fora do Brasil.
Um dos exemplos é o de Marcelo Freixo, que disputou a prefeitura do Rio de Janeiro pelo Psol em 2012. Ele arrecadou pela internet 15% de todas as doações recebidas em sua campanha. Freixo usou o mesmo sistema que hoje é usado por Flávio Dino. O candidato do Rio arrecadou R$ 162 mil em doações online.
Antes disso, em 2010, as então candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva também usaram o modelo de arrecadação online.
Esse modelo ajuda a aproximar o eleitor do processo político.
Fora do Brasil, as doações online já estão presentes há mais tempo. O maior exemplo é do presidente dos EUA, Barack Obama. Em 2008, ele arrecadou cerca de meio bilhão de dólares pela internet. Em 2012, o valor foi ainda maior: US$ 690 milhões, mostrando o uso crescente desse modelo.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Censura: Edinho 30 tenta, sem sucesso, tirar blog maranhense do ar

A Justiça Eleitoral reconheceu a importância da liberdade de imprensa e de expressão, previstas em nossa Constituição Federal, ao negar o pedido de liminar de Edinho Lobão (PMDB) para censurar mais uma vez o Blog Marrapá.

O candidato da oligarquia a governador pediu a imediata retirada da postagem que deu detalhes exclusivos de sua briga com a governadora, ocorrida no dia 25 de julho, por causa do discurso destrambelhado em que ele afirma ter enviado R$ 4 bilhões em emendas para o estado, dos quais a filha do senador José Sarney (PMDB) só teria utilizado R$ 700 milhões (relembre).

Alegando-se ofendido com as revelações do post, o déspota condenado duas vezes à prisão também exigiu a retirada de todo o conteúdo do blog do ar por 24 horas, além da aplicação de multa diária no valor de R$ 5 mil em caso de desobediência.

Na tarde desta quinta-feira (31), o juiz federal Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da Comissão dos Juízes Auxiliares do Tribunal Regional Eleitoral, negou a liminar pretendida pelos advogados da coligação de Edinho.

“O relato sobre as supostas ofensas que a postagem afirma terem sido proferidas no contexto da conversa entre o candidato e a governadora do estado não pode ser tratado como se fossem ofensas perpetradas pelo próprio representado. […] A divulgação de que a parte fora ofendida por terceiros somente poderá ser considerada em si como ofensiva se demonstrado que se trata de um artifício para ofender-lhe a honra”, ponderou o magistrado.

Edinho Lobão já conseguiu censurar o blog em outras duas oportunidades. Mas, desta vez, parece que ele deu com os burros n’água.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Deu na Veja: Os herdeiros

A nova oligarquia: Lobão tenta emplacar o filho Edinho como substituto de Roseana no comando do grupo Sarney.

A primeira tentativa de organização administrativa do Brasil foram as capitanias hereditárias, criadas por D. João III, rei de Portugal, em 1534.
O sistema foi extinto pelo Marquês de Pombal em 1759.
as, na prática, a capitania hereditária, em que o poder passa de pai para filho, ainda existe.
A candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro, é filha do governador petista Tarso Genro, candidato à reeleição no Rio Grande do Sul.
Aécio Neves, PSDB, é neto do governador mineiro Tancredo Neves, que morreu sem tomar posse na Presidência; Eduardo Campos, PSB, é neto do três vezes governador pernambucano Miguel Arraes, já falecido.
O candidato do PMDB no Maranhão, Edinho Lobão Filho é filho do ministro das Minas e Energia e ex-governador Edison Lobão.
No Pará, o candidato do PMDB é Hélder Barbalho, filho do ex-governador, ex-deputado e senador Jader Barbalho (político famoso, que até preso já esteve), e da ex-deputada federal Elcione Barbalho.
Renan Filho, PMDB, Alagoas, é filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, sobrinho dos ex-deputados federais Olavo e Renildo, sobrinho do ex-prefeito de Murici, Remi Calheiros.
Lobãozinho e Renanzinho descendem de um tronco mais antigo: José Sarney, padrinho de seus pais.
Zé Filho, PMDB, candidato à reeleição no Piauí, é sobrinho do ex-governador Mão Santa. Nelsinho Trad, PMDB, Mato Grosso do Sul, é filho do deputado federal Nelson Trad. Marcelo Miranda, PMDB, Tocantins, é filho do deputado estadual Brito Miranda e foi governador por dois mandatos.
Henrique Alves, PMDB, Rio Grande do Norte, é filho dos governadores e ministros Aluísio Alves e Garibaldi Alves Filho. Vital do Rego, PMDB, Paraíba, é neto do ex-governador Pedro Gondim, irmão de Veneziano Segundo Neto, ex-prefeito de Campina Grande, e filho da deputada federal Nilda Gondim.
Filhos, filhos
Moraes Moreira canta que “todo menino é um rei”. E todo mundo é fidalgo – na versão original da palavra, “filho de algo”, filho de alguém.
E boa parte dos candidatos, admitamos, é mesmo filho de algo.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Site de doações para campanha de Flávio Dino segue exigências da lei eleitoral

Blog do Garrone 

O site de doações online da Coligação Todos Pelo Maranhão, do candidato Flávio Dino, atende todas as exigências impostas pela Justiça Eleitoral. Além disso, o sistema de doações está de acordo com todas as normas e recomendações de segurança para transações online.

A doação para campanhas usando a internet é prevista e autorizada pela Justiça Eleitoral. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) exige que, para arrecadar recursos pela internet, os partidos e comitês financeiros devem tornar disponível o mecanismo em uma página eletrônica no Brasil. No caso da Coligação Todos Pelo Maranhão, isso foi feito por meio da página http://financiamentopopular.flaviodino65.com.br/
A página usa o sistema tecnológico da Amazon no Brasil, portanto com reconhecimento oficial em território nacional e seguindo a legislação brasileira.
A legislação eleitoral determina ainda que uma conta bancária seja criada especificamente para receber as doações – o que também foi feito pela Coligação Todos Pelo Maranhão.
Também é requisito contratar uma operadora de cartão ou facilitador de pagamento para a habilitação de recebimento de recursos. Essa empresa contratada foi a Cielo, com amplos domínio e experiência nesse tipo de operação. Os dados dos cartões não são armazenados pela campanha; eles são apenas transacionados pela Cielo.
Em todas as doações, o partido é obrigado a emitir um recibo eleitoral – exigência também cumprida pela Coligação Todos Pelo Maranhão.
O sistema já foi testado e aprovado pela Justiça Eleitoral em outros processos eleitorais no Brasil. O TSE tem acesso às informações de todas as operações, tornando o processo ainda mais transparente.
Segurança
Todo o processo é feito em um ambiente seguro. Todos os dados são armazenados de forma segura e os dados transitam dentro de sub-redes virtuais de forma encriptada. Todas as contas ficam em instâncias de máquinas separadas e totalmente isoladas. Além disso, todas essas instâncias estão hospedadas nos datacenters brasileiros da Amazon.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Campanhas eleitorais vão custar até três Copas do Mundo

Guilherme Balza
Do UOL

No que depender
dos partidos políticos, as campanhas eleitorais serão mais caras em 2014, na
comparação com o pleito de 2010. Segundo dados divulgados pelo TSE (Tribunal
Superior Eleitoral), a soma do limite de gastos das campanhas de todos os
candidatos já registrados na Justiça Eleitoral será de R$ 73,9 bilhões. Há
quatro anos, a soma dos tetos de despesa foi de R$ 48,4 bilhões.

O montante
equivale ao orçamento de 2014 do Estado do Rio de Janeiro (R$ 75,9 bilhões), o
terceiro maior do país, atrás dos orçamentos da União e do Estado de São Paulo.
O dinheiro seria suficiente para organizar três Copas do Mundo, pois o Mundial
deste ano teve um custo total de R$ 25,8 bilhões, considerando os gastos nas
três esferas (União, Estados e municípios).

A diferença é que
a Copa do Mundo foi custeada, sobretudo, com dinheiro público, enquanto as
campanhas são bancadas majoritariamente por meio de doações feitas por
empresas. 

O limite de
gastos é o valor total que o candidato prevê arrecadar ao longo da campanha.
Até agora, o TSE divulgou informações de 25.381 candidatos. O número não é
definitivo, mas representa quase a totalidade das candidaturas.

Considerando as
disputas para todos os cargos (presidente, governador, senador, deputado
federal e deputado estadual), o limite médio de gastos com campanha é de R$ 2,9
milhões por candidato. Em 2010, a média por candidato foi de R$ 2,1 bilhões.
Descontada a inflação do período (27,4%, segundo o IPCA), as campanhas ficaram,
em média, 6,8% mais caras.

A campanha mais
barata é a de deputado estadual, com limite médio de gastos de R$ 2,4 milhões,
seguida da de deputado federal (R$ 3,6 milhões), deputado distrital (R$ 5,4
milhões) e senador (R$ 5,6 milhões).

O gasto das
campanhas majoritárias é bem superior. Em média, uma campanha para governador
tem o limite de R$ 14,6 milhões. Para presidente, o valor sobe para R$ 83,4
milhões. As três campanhas mais caras do país são para a Presidência. Dilma
Rousseff (PT) prevê gastar até R$ 298 milhões; Aécio Neves (PSDB), R$ 290
bilhões; e Eduardo Campos (PSB), R$ 150 milhões.

DEM
lidera gasto médio

Com 657
candidaturas já registradas, o DEM é o partido que prevê mais gastos por
candidato, com limite médio de R$ 7,7 milhões por campanha. Na sequência
aparecem PT do B (R$ 5,5 milhões), PSD (R$ 4,3 milhões), PSDB (R$ 3,9 milhões),
PMDB (R$ 3,8 milhões) e PT (R$ 3,8 milhões).

“A
indicação de gastos de um candidato a deputado federal ou estadual é iniciativa
dele. Mas o limite de gastos não passa de estimativa, não é definitivo”,
afirmou o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM.

Quanto ao gasto
total por partido, o PT, legenda com maior número de candidatos (1.334), lidera
com R$ 5,04 bilhões, seguido pelo DEM (R$ 5,03 bilhões), PMDB (R$ 4,8 bilhões),
PT do B (R$ 4,4 bilhões) e PSDB (R$ 4,3 bilhões).

Corrida
pelo dinheiro

Para Mauro
Macedo Campos, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense 
(Uenf) e autor de um estudo sobre os custos do sistema partidário no Brasil, o
volume de recursos para campanha cresce a cada eleição porque os pleitos
tornaram-se mais competitivos.

“Os custos
das campanhas entraram em outro patamar a partir 2002, quando as eleições
ficaram mais competitivas. A lógica é: se meu adversário vai gastar X, tenho
que me antecipar e gastar mais do que ele. Quanto mais gastar, mais chance de
ser eleito”, disse.

Campos explica
que o aumento do custo das campanhas gera um circulo vicioso porque inflaciona
cada vez mais os preços das peças publicitárias. Quanto às doações, de acordo
com o professor, não há critério ideológico.

“Não existe
preferencia em termos de ideologia. Elas doam sempre para quem tem capacidade
de ganhar. Qual é o propósito disso? É sempre aquela lógica de se receber
alguma compensação pela doação. Ou então é aquilo: eu doo e você não mexe
comigo; Até o senso comum sabe disso, mas não difícil de comprovar na
prática”, afirmou.

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