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  • Jorge Vieira
  • 18/ago/2014

Polícia Federal combate fraude contra a Caixa e faz prisões no Maranhão

A Polícia Federal
deflagrou na manhã de hoje (18/8) a Operação Cartago, que tem como objetivo
desarticular fraudes no financiamento de imóveis da Caixa Econômica
Federal-CEF. As fraudes encontradas nas Agências da Caixa totalizaram
movimentações superiores a R$ 500 milhões.

Foram cumpridos ao todo 44 mandados
judiciais, sendo 19 de busca e apreensão, 18 de condução coercitiva e sete de
comunicações de suspensão da função pública. Participaram da operação 121
policiais federais.
A investigação constatou que empregados
da Caixa criaram empresas fictícias em nome de parentes. Essas empresas
passaram a ser contratadas pelo banco para prestar serviços como
correspondentes bancários imobiliários. Embora fossem realizados diretamente
pelos clientes os contratos, mencionavam as empresas como intermediárias. Essa
situação rendia o pagamento indevido de comissões.

Foram montados escritórios de
atendimento no interior das agências bancárias, utilizando espaço físico,
mesas, cadeiras e até computadores da Caixa. Os empregados dessas empresas
chegaram a ter acesso às senhas restritas aos empregados da Caixa. As fraudes
encontradas nas Agências da Caixa totalizaram movimentações superiores a R$ 500
milhões.
Em uma única Agência da CEF durante o
ano de 2010, verificou-se que todos os contratos de financiamento firmados eram
fraudulentos. Os envolvidos no esquema criminoso responderão, na medida de suas
participações, pelos crimes de gestão fraudulenta, estelionato, peculato,
corrupção passiva, corrupção ativa, advocacia administrativa, violação de
sigilo funcional, inserção de dados falsos e sonegação fiscal.
As informações são da Polícia Federal

  • Jorge Vieira
  • 18/ago/2014

MPF quer a retirada de nomes de pessoas vivas de logradouros públicos em 26 municípios do MA

A Procuradoria da República em Caxias
(PRM/Caxias) instaurou inquérito civil público com o objetivo de listar todos
os bens públicos dos 26 municípios que integram a Subseção Judiciária de Caxias
(MA), bem como os estaduais e federais, que possuam como titulação nome de
pessoa viva. A PRM/Caxias também recomendou que fossem alterados os nomes de
todos os bens que se enquadrem em tal situação.

  
Os bens públicos com nomes de pessoas vivas violam o artigo 37 da Constituição
da República, que determina a proibição de prática de atos de promoção pessoal
por meio de bens públicos, e também os artigos 1º, 2º e 3º da Lei n.º
6.454/1997, que proíbem o uso de pessoas vivas para identificar e nomear bens
públicos.

De acordo com a recomendação, os gestores dos 26 municípios que integram a base
territorial da Subseção Judiciária de Caxias, além do governo do Estado do MA e
da Superintendência do Patrimônio da União, têm o prazo de dez dias, para que
todos os bens públicos com titulação de pessoa viva tenham seus nomes ocultados
ou removidos, sendo que os entes públicos têm ainda o prazo de 30 dias para a
alteração formal de todos os bens e logradouros públicos nessa situação.

Caso a recomendação não seja cumprida, os responsáveis podem vir a responder
ação civil pública, ação de responsabilização por ato de improbidade
administrativa e, ainda, ação penal.

 

  • Jorge Vieira
  • 18/ago/2014

“Resposta” do governo Roseana Sarney não explica porque São Luís é discriminada

Ana Graziella nunca respondeu ofício
da prefeitura para tratar de parcerias
O governo do estado respondeu no jornal Pequeno deste domingo (17) à entrevista do prefeito Edivaldo publicada no domingo passado (10). Edivaldo afirmou que a prefeitura de São Luís sofre retaliação do governo porque o o prefeito não é aliado político da governadora. Na resposta dos secretários estaduais, encabeçada pela secretária chefe da Casa Civil, Ana Graziella, o governo tratou das obras inacabadas na capital, mas não respondeu ao principal questionamento: por que o governo não estabelece parceria em ações conjuntas com a prefeitura? A própria Graziella jamais respondeu ao pedido de audiência do prefeito com a governadora.
“O estado trabalha para todos os cidadãos. Temos obras em São Luís e em todos os 217 municípios. Não vemos bandeiras […]“, afirmou a chefe da Casa Civil. Nos exemplos de obras, a Avenida IV Centenário, corredor metropolitano, Via Expressa, Espigão e substituição do sistema Italuís. Todas obras inacabadas.
O problema é que São Luís espera obras conjuntas, convênios. O blog já demonstrou como o governo celebrou convênios com os outros três municípios da Ilha, da mesma forma como fez com outros aliados (reveja).
A capital é discriminada de forma clara pelo governo que diz “não ver bandeiras”. A prefeitura enviou pedido formal de discussão de parceria e o governo nunca respondeu.

  • Jorge Vieira
  • 18/ago/2014

Para Edinho Lobão, o Maranhão é pobre porque “a população é muito grande”

O debate
entre os candidatos a governador, que a TV Guará promove a partir das 22h desta
segunda-feira (18), é mais uma oportunidade para os cinco postulantes que combatem a oligarquia
Sarney perguntarem a Edinho Lobão sobre o que pretende fazer para melhorar a distribuição de renda no
Maranhão.

Em
entrevista na última semana à Rádio Mirante AM, o candidato da família Sarney,
Edinho Lobão, afirmou que a natureza das injustiças sociais no Maranhão reside
no fato da população maranhense ser “muito grande”.

O
Maranhão possui o 16º maior PIB do Brasil. No entanto, tem a segunda pior renda
per capta do país, com em média por pessoa R$ 360,43.

Na
opinião de Edinho, o fato do Maranhão ser o 16º estado mais rico do Brasil e
conviver com tanta pobreza tem raiz no fato do Maranhão ter uma “população
muito grande”.

“Nós temos 6 milhões e 800
mil brasileiros aqui dentro. Só para ter uma ideia, o Piauí do lado tem 3
milhões e pouco, o Tocantins tem 1 milhão e pouco”, afirmou. “Então a riqueza
para ser distribuída e ser considerada elevada dentro do Maranhão tem de ser
realmente muito grande”.

                                                                                                    

  • Jorge Vieira
  • 18/ago/2014

Presidente do PCdoB responde a Joaquim Haickel

Ah, Joaquim…

Nem é preciso gastar muitas palavras para contrapor o fadigoso texto do imortal
Joaquim Nagib Haickel sobre debates, entrevistas e Flávio Dino. Até porque há
excesso de palavras para apenas uma intenção: tentar desqualificar com
argumentos falsos o candidato oposicionista Flávio Dino.

(Antes, cedo à confissão do que há pouco tratei com meus botões: – quanto
esforço deve fazer o intelectual de bons modos Joaquim para defender o
candidato que, na falta de outro, o grupo dele improvisou para a disputa
eleitoral deste ano. Claro, Joaquim não é cínico, sabe do Edinho todos os
defeitos. Mas se esmera, e nesse mister quanto esforço faz, em defesa da elite
decadente com a qual afinal coabita e que agora precisa daquele que até outro
dia era só uma espécie de fanfarrão aturado por ser filho do Edson Lobão).

Deixando por aqui os botões, o que diz Joaquim? Que Flávio Dino teria fugido de
entrevistas e debates; que Flávio Dino é autoritário e arrogante; que Flávio
Dino perfila no mundo ideológico ao lado de Fidel, Chávez e Cristina. Ah, e que
Flávio Dino teria receio de enfrentar jornalistas etc…

Ah, Joaquim, até o periquito evocado por teu candidato sabe que não é isso. Tu
mesmo, quantas vezes não sublinhaste a reconhecida capacidade do advogado,
professor, ex juiz federal que chegou à Secretaria Geral do CNJ; do deputado
federal tantas vezes homenageado pela imprensa e por seus pares; do homem de
“muitos e acentuados atributos positivos”? Sabes do Flávio Dino as virtudes e o
preparo para governar o nosso Maranhão.

Flávio Dino é de uma geração de lutadores pela democracia em todos os espaços
de atuação, desde a adolescência. Mostrou ao longo da trajetória grande
capacidade para o debate, para a sustentação competente de posicionamentos, até
por dever de ofício. Não, Joaquim, não é por recear entrevistas e debates que
Flávio Dino não foi à Rádio Mirante AM e à TV Difusora. Aliás, Flávio Dino
somente nesta semana irá a dois debates e concederá várias entrevistas.

No caso da TV Difusora, apresentamos propostas claríssimas para que o debate
pudesse transcorrer com normalidade e não num ambiente hostil e sem regramento.
Por que não aceitaram, por exemplo, mediador do SBT nacional e presença da OAB?
Confissão de que armavam algo?

A Rádio Mirante AM preparou um clima que em todos os aspectos fugiu do que
seria uma entrevista. Aqui, concordo contigo na referência ao ringue, afinal
foi o que a Rádio Mirante preparou. Jornalistas que a todo instante atacam o
candidato, muitas vezes desonestamente porque ataques assentados em mentiras,
calúnias, farsas, vão a um programa para em coro e a todo instante criar um
ambiente de confronto, atropelando respostas, fazendo de cada pergunta um
enunciado elaborado pelo comitê de campanha do adversário. Ah, Joaquim, assim
não dá.

Somos radicalmente democráticos, com as consequências práticas que daí derivam
e dão conteúdo.  Inclusive, no respeito às divergências, no debate sempre
respeitoso.

Quanto à “retaliações”… Bem isso é tão patético que creio ter sido um “caco”
colocado por alguma mente estúpida ao teu texto. Tu jamais cometeria aquela
barbaridade ética de malandramente traficar no texto uma tão grave desconfiança
acusatória. Tão grave quanto desprovida de sentido.

  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2014

Amigos de Flávio Dino no colégio destacam trajetória de justiça e respeito

Amigos que dividiram as mesmas turmas com Flávio
Dino no Colégio Marista, em São Luís, promoveram um encontro recente para
relembrar os tempos de estudo e desejar uma caminhada vitoriosa para o colega
que disputa o cargo de governador do Maranhão nas eleições deste ano. “Nós
acreditamos na vitória de Flávio. Ele sempre foi essa pessoa justa e sempre vai
ser assim”, afirmou Alcides Carneiro, que hoje reside em Primeira Cruz.

O jornalista Eri Castro enfatizou que Dino desde
cedo reúne três características importantes que o credenciam a fazer um grande
trabalho pelo Estado: generosidade, inteligência e disciplina. “Esses elementos
transformam o Flávio nessa pessoa competente que nós reconhecemos hoje. A
mensagem que deixo é que ele cuide bem do Maranhão”, disse. 

Durante o encontro, Hamilton Macau, que hoje é
administrador de empresas, lembrou também que a atuação política de Flávio
começou na escola, quando foi presidente do grêmio estudantil. “Sempre teve o
respeito de todos. Estamos muito esperançosos e que ele possa ajudar nosso
Estado, que há tanto tempo está nessa letargia. Não tenho a menor dúvida que
essa mudança é necessária e será conquistada com o Flávio”, espera. 

Justiça social

O empresário Roberto Carlos também falou do
destaque político que Flávio teve na escola. Ao lado dele, participou da
primeira campanha para o Centro Cívico do Marista. Conforme destacou, Dino,
quando presidente do grêmio, trabalhou pela democracia no ambiente escolar.
“Esse momento é dele, que ele promova um governo de mudança e de rompimento
deste ciclo político que está aí”, frisou. 

Aos amigos, Flávio falou que o encontro se deu em
um momento desafiador. O caminho que tem trilhado na política se iniciou ao
lado deles, em março de 1983, quando falou pela primeira vez em um microfone,
no auditório da escola. Também no Marista, recebeu a formação cristã, voltada
para a justiça social, a dedicação aos mais humildes.  

“Estamos aqui celebrando a amizade. Todos estarão
comigo no símbolo não do poder pelo poder, mas o símbolo da instituição das
causas que nós abraçamos quando éramos bem jovens, a causa da justiça, da
solidariedade, da misericórdia. É nisso que aquela casa vai se transformar, em
uma casa de serviço para melhoria da vida das pessoas”, disse. 

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