Ricardo Noblat
Há pouco mais de um mês, Edson Lobão Filho, senador do PMDB e candidato
da família Sarney ao governo, usou a emissora de televisão de sua família para
acusar Flávio Dino, o adversário do PC do B apoiado pelo PSB e o PSDB, de
querer implantar o comunismo no Estado.
Agora, Lobão Filho, também conhecido como “Edinho 30%”, valeu-se de sua
emissora de televisão para divulgar uma farsa. No passado, Flávio teria
participado de um assalto a um carro forte no campus da Universidade Federal do
Maranhão.
Prova disso?
Uma vez que seu depoimento alcançou grande repercussão, e com medo de
ser retaliado por outros presos, André Escócio confessou que mentira para
prejudicar Flávio.
Está bem. Me engana que eu gosto.
Editorial – Jornal Pequeno
Sendo esta, hoje, uma
impossibilidade científica e matemática, mesmo que viesse o grupo Sarney, por
força da fraude, do abuso de poder econômico ou outra mistificação qualquer, a
vencer esta eleição, estão conscientes de que o Maranhão não lhes pertence
mais. Aliás, o Maranhão nem sequer mais é sua terra de origem e nascimento.
Nunca mais haverá clima para que governem esta terra.
O coordenador da coligação Todos Pelo
Maranhão, deputado estadual Marcelo Tavares, esteve esta esta quarta-feira
(24/set) no Ministério da Justiça em Brasília. Foi recebido pelo ministro em
exercício Marivaldo Pereira. Durante o encontro, Marcelo pediu apoio do
Ministério enviando homens da Polícia Federal para fazer a segurança pessoal do
candidato Flávio Dino.
“O
Governo Federal tem que assumir, está na Constituição, artigo 34, Inciso III. Grave
comprometimento da ordem pública, situações como essa, a Presidência da
República, de ofício, pode intervir no Estado, em caráter temporário, para restabelecer
a ordem. Em Pedrinhas, os bandidos estão fugindo por cima do muro, por
baixo do muro, pelo portão, derrubando paredes, é uma clara evidência da falta
de controle. Se o Estado não consegue manter os apenados atrás das grades, a
população fica completamente desprotegida e o Estado absolutamente sem razão de
existir”, protestou Bira.