Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Prefeito Edivaldo é convidado a filiar no PT

Márcio Jardim formalizou o convite  

Militantes do Partido dos Trabalhadores
ligados ao movimento Resistência Petista, formalizaram, nesta manhã de quarta-feira
(29), convite ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior para se filiar à legenda.

O anuncio oficial aconteceu durante
ato em homenagem a vitória consagradora da presidente Dilma no Maranhão, organizado pelos petistas, quando
Márcio Jardim e Teresinha Fernandes ressaltam a decisiva
participação do prefeito Edivaldo no segundo turno e oficializaram
o convite para que se filie ao PT.

O prefeito não se manifestou sobre o
convite, mas disse se sentir muito horando. Em conversa com jornalistas, no
entanto, admitiu estudar a proposta, mas observou que ainda tem quase um ano
para tomar a decisão, visto que outras siglas também brigam pela filiação.

Político experiente, ex-integrante
da base aliada da presidente e ex-membro do Conselho Político do Governo, Edivaldo
disse que sempre admirou o PT e que foi a presidente Dilma que deu a mão à
população de São Luís nos dois primeiros anos do seu governo quando sofreu todo tipo de perseguição do grupo adversário.

“Ao longo destes dois anos,
foi o governo federal que estendeu a mão para a cidade. A entrega das unidades
de saúde reformadas, a pavimentação sendo feita, os recursos garantidos para
começar a construção das creches, tudo graças ao governo federal. Com a vitória
de Dilma e do nosso amigo Flávio Dino o Maranhão viverá um novo momento”,
observou.

Esclarecimento

A informação de que a presidente Dilma e a direção nacional do PT haviam orientado a filiação de Edivaldo foi passada por uma fonte do grupo que convidou Edivaldo. Agora a tarde, por volta das 14h30, Márcio Jardim ligou para o titular do blog corrigindo a informação e avisando que a presidente não se mete em questões do partido e que o convite foi iniciativa local.

Por conta da correção da informação mudei o título e retirei o nome da presidente do texto.  

OBS: Texto revisado para correção de informação.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

O exemplo de Belágua

Ressaltavam os
anarquistas quão perigosos são os usos que o governo pode fazer do ensino
quando o tem sob controle. Essa reflexão serve para avaliar o exagero da mídia
em torno da inviável e perturbadora votação obtida por Dilma Rousseff no
município de Belágua; algo em torno de 94% de todo eleitorado. Tão retumbante,
que talvez só coubesse como realidade numa obra de ficção de Gabriel Garcia
Marquez.

Bem mais da metade da
população de Belágua sobrevive às custas de R$ 184,00 do Bolsa Família, o que,
na visão de apressados e desonestos analistas políticos, representa uma vitória
da distribuição de renda no Brasil. Mas o verdadeiro nome dessa mensalidade é
miséria, é pobreza extrema, é vida abaixo de qualquer dignidade. Belágua é o melhor
exemplo do uso perigoso da educação pelo governo, pois sobra à evidência que o
poder púbico não cuidou de educar ninguém por lá.

Na televisão, Belágua
surge como mais um município sem banheiros, sem saneamento básico, sem água
potável, sem estradas, onde crianças visivelmente atacadas de “barriga d’água”
aparecem nos holofotes da mídia como estatísticas da inclusão social.
Entretanto, na ressaca da mais disputada eleição do país, Belágua se tornou
referência de vitória dos programas sociais do PT. Belágua, no entanto, só
serve como exemplo do fracasso do Estado no gerenciamento da educação e da
saúde e do uso da miséria pública como matéria de desvirtuamento eleitoral.

Moradores que deixaram a
roça para viver na “cidade” foram entrevistados e contaram como, depois do
Bolsa Família, a vida se tornou melhor. Roças que não rendiam nem sequer 184,00
reais por mês! Roças que não podem ser roças, pois só revelam a condição
subumana do homem do campo do Maranhão. No entanto, a notícia de tão absurda
unanimidade eleitoral (94 %) corre o mundo e só não é mais espantosa que a
existência de pessoas que acreditam que melhoraram de vida porque seria
impossível a vida ser pior.

São as roças de quem não
tem terra para plantar, de quem foi tangido pelo gado, pelo bacamarte dos
jagunços, por guardas pretorianas, por uma perversidade econômica que eles não
têm sequer como compreender.

Belágua é apresentado
como oásis de um partido político que poderia ser qualquer outro, quando a
cidade é tão-somente uma verdade cruel: a de que existem homens que comem menos
e pior que nossos cães. É a verdade da miséria onipresente no Maranhão, do
analfabetismo crônico, da mortalidade prematura e da pungente desigualdade
social no Brasil.     Belágua não é uma verdade eleitoral;
é um prêmio à inversão de valores, à ausência do Estado que torna os ricos cada
vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres e retrato perfeito do engodo e
da mistificação.

Belágua é a certeza da
existência de muitas Beláguas nesse Estado e o exemplo mais perfeito do
irremediável fracasso da inclusão social no Brasil. (Editorial – Jornal Pequeno)

 

 

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Equipe da TV Band agride o povo e o prefeito de Caxias

Na última terça-feira (28/10),
às 22h, o prefeito de Caxias Leonardo Coutinho estava com amigos em restaurante
da cidade quando foi abordado abrupta e grosseiramente pela equipe de
humoristas do CQC da TV Band.

Sob o pretexto de buscar
informações para repercutir matéria produzida pela TV Band local – de
propriedade do ex-deputado cassado por corrupção Paulo Marinho – o “repórter”
de nome Oscar, utilizando dados falsos sobre mortalidade neonatal na maternidade
da cidade, ouviu do prefeito todos os esclarecimentos sobre o assunto. Mas
insatisfeito, passou a desferir palavras grosseiras e chulas, tendo como
objetivo provocar uma reação agressiva por parte do entrevistado.

Leo Coutinho reagiu com paciência,
civilidade, equilíbrio, serenidade, apesar de todas as provocações e agressões
do dito “repórter”, respondendo tranquilamente com dados a tudo que o
entrevistador solicitou.

Em determinado momento, vendo
que não conseguiria seu objetivo de produzir um escândalo, o “repórter”
levantou e fez um discurso afirmando no final que o prefeito “não tinha caráter”.
Em outro momento, apesar do prefeito ter colocado a equipe da maternidade à
disposição da reportagem, o “repórter”, em total desequilíbrio, começou a dizer
palavrões ao prefeito, fazendo um comício no restaurante sobre a incapacidade
do povo caxiense em votar, pois escolhera “um prefeito desonesto e
incompetente”.

Fez isso repetindo a criminosa
campanha de setores retrógrados do sul/sudeste do país ao reproduzir os piores
preconceitos ao considerar os nordestinos inaptos para a Democracia. O senhor Oscar
disse que “Caxias era uma cidade de ignorantes, idiotas e analfabetos. Pois a
maioria votou em Dilma”. Descontrolado mais uma vez, passou a chamar “os caxienses
de povinho de merda que não sabia votar e nem sabia fazer nada, pois nem seu
prefeito soube escolher”. Ainda inconformado e absolutamente apoplético, o “repórter”
passou a chamar as pessoas presentes de idiotas, cangaceiros e imbecis, sendo
contido para não sofrer agressões dos presentes.

O prefeito ao mostrar equilíbrio
e tranquilidade ao deplorável espetaculoso “repórter”, demonstrou que este
comportamento absolutamente aético não condiz com o nome da TV Band e que não
se faz notícia, e muito menos humor, achincalhando pessoas, sejam as mesmas
representantes eleitas pelo povo ou não.

A cidade de Caxias sente-se
orgulhosa do comportamento do seu prefeito, e deplora preconceitos rasteiros e
atrasados de quem, apenas por viver na parte mais desenvolvida do país, trata
os seus concidadãos como gente de segunda categoria, desprezando as mais
comezinhas regras da ética jornalísticas.

Caxias tem história e um povo
que não se agacha ante imbecis que aqui aportam, achando-se superiores à nossa gente
de inigualável passado, presente e futuro.
 

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Justiça obriga Caema a recuperar vias e condiciona futuras intervenções ao acompanhamnto prévio do município

O
juízo da Primeira Vara da Fazenda Pública proferiu decisão favorável ao
Município de São Luís em sede de ação de obrigação de fazer com pedido de
tutela antecipada em face da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão
(Caema). O pedido foi feito em virtude da Caema ter obstruído as operações de
recuperação asfáltica realizadas pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços
Públicos (Semosp) na Rua dos Acapus, no Renascença I, e na Rua Cônego Ribamar
Carvalho, no São Cristóvão.
A
obstrução impediu a população de usufruir dos serviços de recuperação asfáltica
realizados pela Semosp, dificultando a promoção da mobilidade urbana pela Prefeitura
de São Luís. Ao verificar o prejuízo causado aos cidadãos dessas duas regiões
da cidade, o Município requereu a concessão de tutela antecipada para que fosse
determinado à Caema que se abstenha de promover qualquer intervenção e obra na
cidade, sem anuência e acompanhamento prévio dos órgãos municipais, cujas
licenças e autorizações se fazem necessárias à execução dos serviços.
O
pedido do Município pleiteou também a reestruturação das vias citadas após a
conclusão dos serviços pela Caema, com a recomposição da camada asfáltica em
toda a extensão da via, conforme documento emitido pela Semosp. Atendendo o
pleito do Município, a juíza Luzia Nepomuceno concedeu a tutela solicitada e
determinou ainda a aplicação de multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento
da decisão.

“A
partir de agora toda e qualquer intervenção da Caema deverá ser planejada
previamente com os órgãos municipais. Isso impedirá o desperdício do dinheiro
público, já que não teremos mais obras executadas pela municipalidade e, logo
em seguida, desfeitas pela Companhia, e resguardará os interesses da população,
que poderá usufruir efetivamente dos serviços e obras públicas de melhoramento
das vias”, afirmou o procurador geral do Município, Marcos Braid (foto).

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Com apoio do prefeito Edivaldo, Dilma quase dobrou votação em São Luís

Prefeito Edivaldo liderou campanha de Dilma em São Luís

A votação da presidente Dilma Rousseff em São Luís superou as expectativas. Nos bastidores políticos, é quase unânime a tese de que a liderança do prefeito Edivaldo Júnior (PTC), aliada à militância da resistência petista, do PDT e do PCdoB do governador eleito Flávio Dino, foi fundamental para o resultado.

Enquanto os aliados de Roseana Sarney desmontaram os comitês como fez a deputada Andreia Murad, filha do secretário de Saúde, Ricardo Murad, o prefeito Edivaldo e os militantes dos partidos de esquerda intensificaram a campanha nas ruas e no comitê da Beira-Mar.
A ação liderada pelo prefeito ampliou a vantagem que Dilma conquistou no primeiro turno. Dilma saiu de 49,54% para 70.41% dos votos em São Luís. Ou seja, a maioria dos eleitores de Marina Silva, que obteve 31,06% migrou para a petista, mesmo com a campanha intensa dos antigos adversários Eliziane Gama e João Castelo.
A vitória em São Luís confere ao prefeito Edivaldo status de aliado de primeira hora da presidente. Ele fez questão de recepcionar o ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, e de acompanhá-lo nos principais atos de campanha.
A postura firme e corajosa de Edivaldo se reveste de importância ainda maior devido aos ataques diários do sistema de comunicação da família Sarney e da retaliação do governo do Estado, que não destinou um único centavo em convênio para São Luís.
No primeiro teste junto ao eleitorado o prefeito conseguiu a eleição de todos os seus candidatos e a cidade ganhou a real possibilidade de ampliar as parcerias entre governo federal e prefeitura, além de inaugurar uma nova página na relação com o governo do Estado. 
Um ambiente político e administrativo muito mais saudável se aproxima de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Equipe de governo de Flávio Dino reúne-se para conduzir transição

Flávio Dino e Carlos Brandão
reuniram-se nesta terça-feira (28) com secretários e presidentes de órgãos que
integrarão a equipe já escolhida para a administração estadual a partir de 1°
de janeiro. Na pauta do encontro, o planejamento de ações para os primeiros
dias da nova gestão.
A equipe de transição de Flávio Dino
ainda aguarda as respostas às solicitações feitas ao governo Roseana Sarney, em
reunião no dia 14 de outubro. Por enquanto, os membros do próximo governo
utilizam dados disponíveis em diários oficiais e documentos publicados para
organizar ações e fazer com que os serviços públicos cheguem a toda população
logo nos primeiros dias. No entanto, Dino reforçou publicamente o pedido ao
atual governo para fornecimento de dados oficiais e colaboração na transição.

Durante a reunião, Flávio Dino e a
equipe que o ajudará a administrar o estado alinharam os principais
compromissos de Governo assumidos em campanha. Ele destacou a
importância do empenho de todos para desenvolver o estado e promover igualdade
social. A base foi o Programa de Governo apresentado à população e que está
disponível na internet para consulta.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Dilma deve tirar Lobão do Ministério de Minas e Energia

var hupso_services_c=new Array(“twitter”,”facebook_like”,”facebook_send”,”pinterest”,”print”);var hupso_twitter_via = “maranhaodagente”;var hupso_counters_lang = “pt_BR”;var hupso_image_folder_url = “”;var hupso_twitter_via=”maranhaodagente”;var hupso_url_c=””;var hupso_title_c=”Deu n’O Globo: Dilma deve tirar Lobão do Ministério de Minas e Energia”;

!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”);
O Globo

Reeleita domingo, a presidente Dilma Rousseff começará nas próximas
semanas a ajustar seu novo ministério. Já são dados como nomes certos para
trabalhar com a presidente a partir de 2 de janeiro os governadores da Bahia,
Jaques Wagner (PT), e do Ceará, Cid Gomes (PROS); e o ex-prefeito de São Paulo
Gilberto Kassab (PSD). De saída, estão os ministros Edison Lobão (Minas e
Energia), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Marta Suplicy (Cultura).

Segundo interlocutores presidenciais, a ideia do novo ministério é que
seja comandado por políticos de estatura, nomes conhecidos da sociedade. O
atual governo é integrado por técnicos e pessoas desconhecidas, o que passa uma
imagem de que a pasta é irrelevante.

Apesar de o processo de transição estar ainda no começo, já há algumas
sinalizações importantes de composição do novo governo. O ministro de Minas e
Energia, Edison Lobão que, entre idas e vindas, ocupa o posto desde a gestão
Lula, vem mantendo conversas com peemedebistas desde o agravamento das
denúncias na Petrobras. Concluiu que perdeu as condições para se manter no
cargo a partir de 2015, mas não deve sair agora “defenestrado pela crise”, nas
palavras de um peemedebista.

Segundo interlocutores palacianos, pesará nas escolhas de Dilma a
lealdade dos candidatos a ministro, e o comprometimento que tiveram com o
governo e durante a campanha eleitoral. No topo dos queridinhos de Dilma estão
Miguel Rossetto, que deixou o Ministério do Desenvolvimento Agrário no momento
mais delicado da eleição para reforçar a campanha, os ministros Aloizio
Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais), além de
Wagner, Cid e Kassab.

Wagner é apontado por integrantes do governo como um coringa. Ele
poderia assumir a pasta da Indústria e Comércio, Integração Nacional, Relações
Institucionais e até a Casa Civil, se Mercadante for remanejado para a Fazenda.
Berzoini e Mercadante também têm espaço garantido na próxima gestão, mas ainda
em pastas incertas. Em março passado, quando Berzoini aceitou o convite da
presidente para a Secretaria de Relações Institucionais, foi combinado que ele
ficaria a partir de 2015. Ele pode voltar para a Previdência, cargo que ocupou
no governo Lula, ou permanecer onde está. Miguel Rossetto pode ser remanejado
para a Secretaria-Geral, cargo hoje de Gilberto Carvalho, que deverá sair do
governo.

Presidente do PSD, Kassab é apontado como um importante parceiro do
governo e também deve ter vaga na Esplanada. Kassab deixou o DEM, de oposição,
para fundar o PSD e abriu mão de ocupar cargos no governo nos últimos anos
dizendo que só aceitaria participar em um novo mandato. O partido tem um
representante no governo, o ministro Guilherme Afif Domingos (Micro e Pequenas
Empresas). Dilma tem boa relação com ele e a ideia do PSD é mantê-lo e ampliar
seu espaço com Kassab.

Cid Gomes, por sua vez, é cotado para o Ministério da Educação. Dilma
tem admiração pelos resultados de seu governo no Ceará especialmente nesta área
e Cid sempre foi aliado do Planalto em questões administrativas e políticas.

Com a pulverização de partidos nanicos na Câmara, que elegeu para 2015
deputados de 28 diferentes partidos, a presidente deve ficar ainda mais
dependente do PMDB, que, assim como em 2010, pressionará para aumentar sua
participação das atuais cinco pastas e assumir ministérios mais robustos. O
ministro Moreira Franco (Aviação Civil) é apontado por integrantes do governo
como um peemedebista que será mantido. Ele está cotado para o ministério das
Comunicações, ou pode permanecer onde está. Isso depende do destino de Paulo
Bernardo, que poderá voltar para o Planejamento, ministério que comandou no
governo Lula. A pedido de Renan Calheiros, Vinícius Lages deve ser mantido no
Turismo. Ele ganhou o apoio do PMDB por ser especialista na área.

O PMDB brigará para manter ao menos outros dois ministérios: Agricultura
e Minas e Energia, mas auxiliares de Dilma afirmam que ela quer a área
energética sob seu estrito comando, e para isso, pode nomear um de seus
assessores mais leais: Giles Azevedo, que foi secretário de Minas e Metalurgia,
chefe de gabinete de Dilma quando ministra da área, e é geólogo de formação.
Giles trabalha com a presidente há mais de 20 anos e foi um dos coordenadores
das campanhas de 2010 e deste ano. Se não for para o Ministério de Minas e
Energia, Giles voltará para a chefia de gabinete de Dilma. A presidente
sinalizou que gostaria de levar a senadora Kátia Abreu (PMDB) para o Ministério
da Agricultura, mas não será algo pacífico no partido.

— O PT e a presidente Dilma precisarão ter outra postura com o PMDB.
Somos governo e construímos com eles a vitória. Não é possível irmos para um
novo governo sem que haja uma recomposição desta relação — disse um
peemedebista.

Quem pode deixar a Esplanada é o ministro da Previdência, Garibaldi
Alves. Ele quase deixou o governo na semana passada por causa das eleições no
Rio Grande do Norte. Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar e
presidente da Coteminas é apontado como uma possibilidade para a área da
Indústria e Comércio e serviria como uma ponte com o setor produtivo, em rota
de colisão com o governo. Ele tem o apoio do PMDB, mas para se tornar ministro,
precisa deixar a presidência da empresa.

Outra substituição certa é no Ministério da Cultura. A petista Marta
Suplicy deixará o cargo. Ela se manteve distante da campanha à reeleição, foi
identificada como uma das líderes do movimento “Volta, Lula”. Um dos nomes para
assumir a pasta é Juca Ferreira, que exerceu essa função no governo Lula.

1 … 2.002 2.003 2.004 2.005 2.006 … 2.823
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz