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  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Com apoio do prefeito Edivaldo, Dilma quase dobrou votação em São Luís

Prefeito Edivaldo liderou campanha de Dilma em São Luís

A votação da presidente Dilma Rousseff em São Luís superou as expectativas. Nos bastidores políticos, é quase unânime a tese de que a liderança do prefeito Edivaldo Júnior (PTC), aliada à militância da resistência petista, do PDT e do PCdoB do governador eleito Flávio Dino, foi fundamental para o resultado.

Enquanto os aliados de Roseana Sarney desmontaram os comitês como fez a deputada Andreia Murad, filha do secretário de Saúde, Ricardo Murad, o prefeito Edivaldo e os militantes dos partidos de esquerda intensificaram a campanha nas ruas e no comitê da Beira-Mar.
A ação liderada pelo prefeito ampliou a vantagem que Dilma conquistou no primeiro turno. Dilma saiu de 49,54% para 70.41% dos votos em São Luís. Ou seja, a maioria dos eleitores de Marina Silva, que obteve 31,06% migrou para a petista, mesmo com a campanha intensa dos antigos adversários Eliziane Gama e João Castelo.
A vitória em São Luís confere ao prefeito Edivaldo status de aliado de primeira hora da presidente. Ele fez questão de recepcionar o ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, e de acompanhá-lo nos principais atos de campanha.
A postura firme e corajosa de Edivaldo se reveste de importância ainda maior devido aos ataques diários do sistema de comunicação da família Sarney e da retaliação do governo do Estado, que não destinou um único centavo em convênio para São Luís.
No primeiro teste junto ao eleitorado o prefeito conseguiu a eleição de todos os seus candidatos e a cidade ganhou a real possibilidade de ampliar as parcerias entre governo federal e prefeitura, além de inaugurar uma nova página na relação com o governo do Estado. 
Um ambiente político e administrativo muito mais saudável se aproxima de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Equipe de governo de Flávio Dino reúne-se para conduzir transição

Flávio Dino e Carlos Brandão
reuniram-se nesta terça-feira (28) com secretários e presidentes de órgãos que
integrarão a equipe já escolhida para a administração estadual a partir de 1°
de janeiro. Na pauta do encontro, o planejamento de ações para os primeiros
dias da nova gestão.
A equipe de transição de Flávio Dino
ainda aguarda as respostas às solicitações feitas ao governo Roseana Sarney, em
reunião no dia 14 de outubro. Por enquanto, os membros do próximo governo
utilizam dados disponíveis em diários oficiais e documentos publicados para
organizar ações e fazer com que os serviços públicos cheguem a toda população
logo nos primeiros dias. No entanto, Dino reforçou publicamente o pedido ao
atual governo para fornecimento de dados oficiais e colaboração na transição.

Durante a reunião, Flávio Dino e a
equipe que o ajudará a administrar o estado alinharam os principais
compromissos de Governo assumidos em campanha. Ele destacou a
importância do empenho de todos para desenvolver o estado e promover igualdade
social. A base foi o Programa de Governo apresentado à população e que está
disponível na internet para consulta.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Dilma deve tirar Lobão do Ministério de Minas e Energia

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O Globo

Reeleita domingo, a presidente Dilma Rousseff começará nas próximas
semanas a ajustar seu novo ministério. Já são dados como nomes certos para
trabalhar com a presidente a partir de 2 de janeiro os governadores da Bahia,
Jaques Wagner (PT), e do Ceará, Cid Gomes (PROS); e o ex-prefeito de São Paulo
Gilberto Kassab (PSD). De saída, estão os ministros Edison Lobão (Minas e
Energia), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Marta Suplicy (Cultura).

Segundo interlocutores presidenciais, a ideia do novo ministério é que
seja comandado por políticos de estatura, nomes conhecidos da sociedade. O
atual governo é integrado por técnicos e pessoas desconhecidas, o que passa uma
imagem de que a pasta é irrelevante.

Apesar de o processo de transição estar ainda no começo, já há algumas
sinalizações importantes de composição do novo governo. O ministro de Minas e
Energia, Edison Lobão que, entre idas e vindas, ocupa o posto desde a gestão
Lula, vem mantendo conversas com peemedebistas desde o agravamento das
denúncias na Petrobras. Concluiu que perdeu as condições para se manter no
cargo a partir de 2015, mas não deve sair agora “defenestrado pela crise”, nas
palavras de um peemedebista.

Segundo interlocutores palacianos, pesará nas escolhas de Dilma a
lealdade dos candidatos a ministro, e o comprometimento que tiveram com o
governo e durante a campanha eleitoral. No topo dos queridinhos de Dilma estão
Miguel Rossetto, que deixou o Ministério do Desenvolvimento Agrário no momento
mais delicado da eleição para reforçar a campanha, os ministros Aloizio
Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais), além de
Wagner, Cid e Kassab.

Wagner é apontado por integrantes do governo como um coringa. Ele
poderia assumir a pasta da Indústria e Comércio, Integração Nacional, Relações
Institucionais e até a Casa Civil, se Mercadante for remanejado para a Fazenda.
Berzoini e Mercadante também têm espaço garantido na próxima gestão, mas ainda
em pastas incertas. Em março passado, quando Berzoini aceitou o convite da
presidente para a Secretaria de Relações Institucionais, foi combinado que ele
ficaria a partir de 2015. Ele pode voltar para a Previdência, cargo que ocupou
no governo Lula, ou permanecer onde está. Miguel Rossetto pode ser remanejado
para a Secretaria-Geral, cargo hoje de Gilberto Carvalho, que deverá sair do
governo.

Presidente do PSD, Kassab é apontado como um importante parceiro do
governo e também deve ter vaga na Esplanada. Kassab deixou o DEM, de oposição,
para fundar o PSD e abriu mão de ocupar cargos no governo nos últimos anos
dizendo que só aceitaria participar em um novo mandato. O partido tem um
representante no governo, o ministro Guilherme Afif Domingos (Micro e Pequenas
Empresas). Dilma tem boa relação com ele e a ideia do PSD é mantê-lo e ampliar
seu espaço com Kassab.

Cid Gomes, por sua vez, é cotado para o Ministério da Educação. Dilma
tem admiração pelos resultados de seu governo no Ceará especialmente nesta área
e Cid sempre foi aliado do Planalto em questões administrativas e políticas.

Com a pulverização de partidos nanicos na Câmara, que elegeu para 2015
deputados de 28 diferentes partidos, a presidente deve ficar ainda mais
dependente do PMDB, que, assim como em 2010, pressionará para aumentar sua
participação das atuais cinco pastas e assumir ministérios mais robustos. O
ministro Moreira Franco (Aviação Civil) é apontado por integrantes do governo
como um peemedebista que será mantido. Ele está cotado para o ministério das
Comunicações, ou pode permanecer onde está. Isso depende do destino de Paulo
Bernardo, que poderá voltar para o Planejamento, ministério que comandou no
governo Lula. A pedido de Renan Calheiros, Vinícius Lages deve ser mantido no
Turismo. Ele ganhou o apoio do PMDB por ser especialista na área.

O PMDB brigará para manter ao menos outros dois ministérios: Agricultura
e Minas e Energia, mas auxiliares de Dilma afirmam que ela quer a área
energética sob seu estrito comando, e para isso, pode nomear um de seus
assessores mais leais: Giles Azevedo, que foi secretário de Minas e Metalurgia,
chefe de gabinete de Dilma quando ministra da área, e é geólogo de formação.
Giles trabalha com a presidente há mais de 20 anos e foi um dos coordenadores
das campanhas de 2010 e deste ano. Se não for para o Ministério de Minas e
Energia, Giles voltará para a chefia de gabinete de Dilma. A presidente
sinalizou que gostaria de levar a senadora Kátia Abreu (PMDB) para o Ministério
da Agricultura, mas não será algo pacífico no partido.

— O PT e a presidente Dilma precisarão ter outra postura com o PMDB.
Somos governo e construímos com eles a vitória. Não é possível irmos para um
novo governo sem que haja uma recomposição desta relação — disse um
peemedebista.

Quem pode deixar a Esplanada é o ministro da Previdência, Garibaldi
Alves. Ele quase deixou o governo na semana passada por causa das eleições no
Rio Grande do Norte. Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar e
presidente da Coteminas é apontado como uma possibilidade para a área da
Indústria e Comércio e serviria como uma ponte com o setor produtivo, em rota
de colisão com o governo. Ele tem o apoio do PMDB, mas para se tornar ministro,
precisa deixar a presidência da empresa.

Outra substituição certa é no Ministério da Cultura. A petista Marta
Suplicy deixará o cargo. Ela se manteve distante da campanha à reeleição, foi
identificada como uma das líderes do movimento “Volta, Lula”. Um dos nomes para
assumir a pasta é Juca Ferreira, que exerceu essa função no governo Lula.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Flávio Dino visita Tribunal Regional Eleitoral

O governador eleito do Maranhão, Flávio
Dino, foi recebido na manhã desta terça (28) pela Corte Eleitoral do Maranhão.
Na reunião, a data para a diplomação dos candidatos eleitos nas últimas
eleições estaduais no Maranhão ficou marcada para o dia 19 de dezembro, em São
Luís.

Em visita à sede do Tribunal Regional
Eleitoral, Flávio Dino conversou com os membros da Corte sobre o período
eleitoral e sobre a oficialização do resultado das eleições de 2014. O
desembargador Froes Sobrinho – presidente do Tribunal Regional Eleitoral –
parabenizou Flávio Dino pela vitória nas urnas e destacou o trabalho respeitoso
e assíduo do corpo jurídico do então candidato durante as eleições.

Além disto, Froes fez um relato sobre as
inovações das eleições 2014, como a ampliação do uso da biometria, do número de
juízes e promotores eleitorais e a agilidade na divulgação do resultado. “Tive
o privilégio de comandar estas eleições históricas para o nosso estado,”
destacou.

Eleito governador com 63,52% dos votos
dos maranhenses, Flávio Dino cumprimentou os magistrados que conduziram a
eleição e os servidores do TRE – órgão em que Flávio Dino trabalhou como juiz
federal, entre 1995 e 1997. “Para mim, é um prazer voltar a esta Casa e
visitá-los, pessoas que conheço de longas datas. E que, nas suas condições de
juízes, agiram com imparcialidade e impessoalidade,” disse.

Participaram da reunião os membros da
Corte Eleitoral Froes Sobrinho, José Eulálio, Daniel Blume, Alice Rocha,
Raimundo Nonato Neris, Eduardo Moreira, Clodomir Reis. Flávio Dino estava
acompanhado do deputado Marcelo Tavares (PSB) e dos advogados Carlos Lula,
Deyse Menezes e Rodrigo Lago, que atuaram na campanha eleitoral.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Prefeito e Tesoureiro de Lago Verde são processados por desvio de recursos públicos

Raimundo Almeida e seu
filho teriam sacado indevidamente quase R$ 1 milhão das contas do município

O
Tribunal Regional Federal da 1° Região (TRF1) recebeu a denúncia feita pela
Ministério Público Federal (MPF) que acusa Raimundo Almeida, prefeito do
município de Lago Verde (MA) e seu filho, Alexandre Cruz Almeida, tesoureiro do
município, de ter sacado indevidamente a quantia de R$ 936  mil de
diversas contas da Prefeitura do Município de Lago Verde (MA).

Raimundo
Almeida teria sido afastado da prefeitura pela Câmara Municipal, em 4 de fevereiro
de 2010. No dia 8 de fevereiro, ele conseguiu uma liminar e voltou a assumir o
cargo. Os saques foram feitos por ele e seu filho nos dias 9 e 10 de fevereiro,
em uma agência do Banco do Brasil no município de Bacabal/MA.

Os
recursos eram oriundos de transferências da União para fundos direcionados à
educação e à saúde, além de recursos derivados de tributos. Em 10 de fevereiro,
a liminar foi cassada e Raimundo foi obrigado a deixar a prefeitura novamente.

Os
denunciados alegam que o dinheiro foi retirado para efetuar pagamentos da
prefeitura listados na prestação de contas e que teriam sacado em outro
município por não haver agência do Banco do Brasil em Lago Verde. Porém, o
laudo contábil financeiro da Polícia concluiu que os cheques questionados não
constam nos documentos da prestação de contas.

“Isso
reforça a tese de que realmente os denunciados apropriaram-se dos recurso em
questão. Nos 2 dias que o denunciado Raimundo Almeida foi reconduzido ao cargo
de prefeito por força do provimento jurisdicional liminar, ele aproveitou para
sacar, com o auxílio do denunciado Alex Cruz Almeida, quase 1 milhão de reais
das contas do Município, sem explicarem, contudo, a destinação dada a esses
recursos”, explica o procurador regional da República Luiz Fernando Viana. Para
o MPF, o fato de não haver agência bancária no município não autoriza a
realização de saques diretamente na “boca do caixa” em agência de outra cidade
para o pagamento de despesas públicas.

A 2ª
Seção do TRF1, por unanimidade, recebeu a denúncia, que deve, agora, ser
julgada pelo Tribunal.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Resistência petista quer o PT apoiando Flávio Dino oficialmente

Representantes da
corrente Resistência Petista vão tentar levar formalmente o Partido dos
Trabalhadores para o arco de aliança que apoiará a administração do governador
Flávio Dino e firmar compromisso com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Militantes desta corrente advogam uma maior aproximação com Edivaldo, em função de já ter alguns membros
participando de administração municipal, e pelo fato dele ter apoiado a reeleição da
presidente Dilma Rousseff.

Augusto Lobato, um dos
líderes da Resistência Petista, admite que os petistas autênticos querem a
formalização do apoio a Dino para permitir a participação oficial do PT no
governo que iniciará dia primeiro de janeiro de 2015.

Os petistas, principalmente os derrotados, de
olho no futuro, não descartam sequer a possibilidade do prefeito Edivaldo
Holanda transferir a filiação para o PT ou a indicação do vice na eleição municipal
de 2016.

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2014

Bira do Pindaré declara voto em Humberto Coutinho para Presidência da Assembleia

O deputado Bira do Pindaré (PSB) , afirmou na manhã
desta terça-feira (28), que irá votar no colega Humberto Coutinho (PDT), para a
Presidência da Assembleia Legislativa. Em seu argumento, Bira  afirmou que
Coutinho reúne todas as qualidades para presidir o Parlamento do Maranhão, por
ser a principal liderança da região dos Cocais, uma das maiores e mais
importantes do Estado.

Na concepção do deputado socialista, a
 eleição de Humberto Coutinho para a direção da Assembléia
Legislativa  é apenas questão de tempo, destacando que ele já tem maioria
garantida para se eleger sucessor  de Arnaldo Melo.  Bira do Pindaré
finalizou enfatizando que outro fator favorável a Humberto Coutinho é o fato
dele ser amigo do governador eleito, Flávio Dino.

“Ele é amigo pessoal do governador eleito, Flávio
Dino. Isso facilita, porque cria um clima de harmonia entre os dois poderes.
Não é subserviência, mas o entendimento entre Legislativo e Executivo é de
fundamental importância para um governo que se inicia, com propostas de muitas
reformas, que dependerão da provação do Parlamento”,  ressaltou Bira.

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