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  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2014

Obras mal feitas, inacabadas e promessas descumpridas marcam ocaso de Roseana Sarney

Seis anos para
construir uma avenida. Outros quatro para concluir uma via de 9 km interligando
dois shoppings. Tão grave quanto a lentidão é constatar que as duas obras foram
entregues eivadas de problemas estruturais. É o retrato fiel do que foi “o
melhor governo da vida” de Roseana Sarney.

A Avenida Jackson Lago,
rebatizada pela governadora de IV Centenário, foi inaugurada, na última
sexta-feira, 6. Pasmem, com parte da via interditada. Trechos por pavimentar, canteiro
e ciclovia por concluir, alça na avenida dos Franceses para apenas um carro –
nas redes sociais chamam de pista do Hot Wheels em alusão às autopistas e carrinhos infantis.
Some-se a tudo isto a falta de segurança e temos o rosário de reclamações da
população.
Hoje, Roseana Sarney
entrega a Via Expressa – chamada por parte da população como ‘via sem pressa’
–, tal a lentidão para concluir a obra que liga o Shopping Jaracati, cujo pai
da governadora, senador José Sarney, é um dos sócios, ao shopping da Ilha.
A avenida deveria ter
sido entregue há mais de dois anos nas comemorações dos 400 anos de São Luís. Mais
uma das enésimas promessas de Roseana descumpridas. Pior, nada resolverá. Criará
mais um ponto de congestionamento no trânsito da avenida Daniel de La Touche.
No rol de obras
inacabadas há ainda a duplicação do sistema Italuís – sob suspeita de
irregularidades investigadas pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato –, 72
hospitais dos quais cerca de 40 inconclusos no meio do nada, escolas de tempo
integral – a governadora entregou na semana passada, fim de ano letivo, a
primeira e única no antigo Colégio Maristas. Na (in)segurança pública, o Estado
bate recorde de assassinatos com índices superiores a países em guerra.
Diante de tanto descalabro
administrativo impressiona ver o grupo político e midiático da família Sarney cobrar
diariamente de adversários como o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior,
solução para todos os problemas da cidade em apenas dois anos.

Não será nenhuma
surpresa vê-los usar a mesma máquina de comunicação, já nos primeiros dias de
2015, para exigir do governador eleito Flávio Dino soluções mágicas para a
tragédia social a que condenaram o Maranhão em meio século de dinastia.

  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2014

Roseana Sarney deve renunciar em meio ao envolvimento no escândalo da Lava Jato

Roseana Sarney deixa o seu quarto
mandato à frente do governo sob o signo de dois grandes escândalos nacionais
que afetaram a imagem da governadora e também do Maranhão. O mais recente é o
possível envolvimento direto da governadora do Estado com a Operação Lava Jato,
que tem sido considerado o maior escândalo de corrupção do país. O outro, é a
grave crise de Segurança Pública instalada no estado e sem qualquer indício de
recuperação pelo atual Governo.

Anunciando a aliados que deixaria a
chefia do Governo do Estado na semana que se inicia, Roseana Sarney deixa o
comando da administração pública para o presidente da Assembleia Legislativa,
Arnaldo Melo (PMDB). Caso se concretize o anunciado pela governadora, Melo
ficará no mandato tampão até o dia 1º de janeiro de 2015, quando passará a
faixa ao ex-juiz federal Flávio Dino (PCdoB), eleito com quase 64% dos votos
válidos no primeiro turno.

Na última quinta (04), Roseana Sarney
abriu as portas da Casa de Veraneio do Governo do Estado para realizar uma
espécie de Baile de Despedida. Após um longo período à frente do governo do
estado, Roseana recebeu poucos convidados em sua festa privada realizada em um
prédio público. Roseana Sarney não deu detalhes sobre os motivos que a levaram
a deixar o governo a menos de um mês para o fim do mandato. Ela, porém, não
passará a faixa ao governador eleito fazendo-lhe dura oposição.

Na última quinta (05), o Jornal Pequeno
revelou com exclusividade que Roseana Sarney pretende deixar o governo do
Estado para também deixar o Brasil e passar uma temporada nos Estados Unidos
com a família. O caso, porém, pode ter relações com a Operação Lava Jato, que
tem como um dos políticos denunciados a atual governadora do Maranhão. Uma das
obras relacionadas ao escândalo nacional é a duplicação do sistema Italuís.
Ainda não terminada, a obra deveria diminuir o racionamento de água na capital.

O envolvimento no escândalo do
“Petrolão”

O doleiro Alberto Yousseff, responsável
pelas operações financeiras ilegais entre grandes empresas e políticos, foi
preso em um hotel de São Luís em março de 2014. Ali estava uma grande pista do
que viria pela frente. Logo, as investigações da Polícia Federal descobriram o
envolvimento direto de Yousseff em operações ilegais no Maranhão.

A partir do depoimento da contadora
Meira Poza, ficou-se sabendo dos detalhes da operação em que a alta cúpula do
governo Roseana Sarney teria recebido propina para pagamento de precatório a
uma empreiteira, no valor de R$ 120 milhões. O caso está sendo investigado pelo
Superior Tribunal de Justiça.

Acusada de participação no maior
escândalo de corrupção da história do país, Roseana Sarney deixará o governo e
continuará sendo investigada pela Polícia Federal, agora sem o foro
privilegiado que o cargo lhe dava direito. O juiz responsável pelo caso, Sérgio
Moro, declarou que o caso Petrolão vai muito além da Petrobrás e atinge
diversos gestores públicos.

O aumento da violência no Maranhão

Pedrinhas, a penitenciária que ficou
conhecida em todo o Brasil pela extrema violência interna e pela agudização da
crise que se alastrou entre o final de 2013 e o início de 2014, é só a ponta do
iceberg do legado deixado por Roseana Sarney na área da Segurança Pública. O
estado vive, hoje, o seu período mais violento.

Segundo dados do Mapa da Violência, a
criminalidade cresceu 400% em 12 anos e a região metropolitana de São Luís vive
sob o jugo de duas facções criminosas: o Primeiro Comando do Maranhão e o Bonde
dos 40. No entanto, o governo do Estado não desencadeou nenhuma ação para conter
o avanço na violência no Estado. Só em 2014, o número de homicídios na capital
ultrapassou os 1000 mortos. Observando o crescimento da violência, a sociedade
civil organizada criou o Observatório da Violência para organizar dados e
apontar soluções para o problema no Estado. (Jornal Pequeno)

  • Jorge Vieira
  • 6/dez/2014

Italuis aparece na lista de obras negociadas pelo doleiro Alberto Youseff

Por meio de empresas de fachada, o doleiro Alberto Youssef intermediou
negociações entre as construtoras citadas na Operação Lava Jato e empresas
públicas e privadas que vão além da Petrobras. Entre elas, pelo menos oito
estatais de saneamento: Sabesp, a mineira Copasa, Caema (MA), Casal (AL),
Cagece (CE), Cedae (RJ), Saneago (GO) e a Saned, de Diadema (vendida para a
Sabesp para amortizar uma dívida bilionária).
Segundo reportagem exclusiva da Carta Capital, os contratos com empresas
de saneamento, instituições privadas – como Vale, Fiat e Grupo X – e outras
companhias – como o Metrô de São Paulo – representam 41% das obras que
totalizam 747 negócios intermediados por Youssef. A outra parcela, de 59%, é de
parcerias firmadas apenas com a Petrobras.
No Maranhão, onde o doleiro foi preso em março, uma auditoria do
Tribunal de Contas da União apontou irregularidades na obra realizada pela
companhia de saneamento estadual (CAEMA) para remanejamento da adutora de água
tratada do Sistema Italuís, no trecho do Campo de Perizes. Segundo os fiscais,
o maior dos desvios ocorreu na licitação vencida pelo consórcio formado pela
EIT Construções e Edeconsil. Na planilha apreendida, o consórcio aparece em
dois momentos como cliente de Youssef e atrelado a um contrato de 58 milhões de
reais.
A lista com os quase 750 empreendimentos foi apreendida na casa do
doleiro em março. Ela apresenta nome da obra, telefone fixo e o contato de
alguém da empresa que a contrataria, além de informações detalhadas sobre o
projeto. O período vai de 2009 a 2012. Segundo a revista de Mino Carta, nem
todas as obras que constam na lista foram executadas.
Além das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, cerca de
outras cem empresas aparecem como clientes de Youssef. A Delta Engenharia, o Grupo
Shahin, a IHS Engenharia, a Potencial Engenharia e a CR Almeida estão entre as
possíveis representadas pelo doleiro nas negociações.
Em troca, Youssef confessou que ganhava entre 3% e 15% de comissão em
cima dos contratos oferecidos por ele às empresas públicas e privadas em nome
de seus clientes. Em uma única obra em Santos, feita com a Petrobras, a Polícia
Federal estima que o doleiro recebeu R$ 43 milhões.
Entre as obras citadas na lista, estão várias projetadas contra a seca
no Nordeste, em especial as administradas pelo Dnocs (Departamento Nacional de
Obras Contra as Secas), órgão ligado ao Ministério da Integração Nacional. A
Pasta era administrada até o ano passado pelo senador eleito Fernando Bezerra
Coelho (PSB-PE).
As informações são da Carta Capital e do Blog do Nassif.

 

  • Jorge Vieira
  • 5/dez/2014

Roseana inaugura obra inacabada e se recusa falar sobre prisão na Lava Jato

Acusada de ter recebido R$ 6
milhões em propina para liberar precatórios da Constran, a governadora Roseana
Sarney se recusou, na tarde desta sexta-feira, a responder sobre
a possibilidade de indiciamento na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Questionada diversas vezes por
repórteres, ela fez cara feia e preferiu não comentar as acusações do doleiro
Alberto Yousseff e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto
Costa.

Em clima de despedida, Roseana
inaugurou parte da Avenida IV Centenário e foi alvo de protestos de moradores
dos bairros da Liberdade, Camboa, Alemanha e Fé em Deus.

A governadora afirmou que a obra
seria uma espécie de homenagem ao ex-governador Jackson Lago, mas ouviu
reclamações de populares que criticavam o fato da obra estar às escuras e
inacabada.

No ato, ela também oficializou o
anúncio da sua renúncia ao governo do Maranhão.

“Quero aproveitar esse final de ano
para dizer que vou, de cabeça erguida, sair do governo. Sei que fiz o melhor
governo da minha vida. Dei estradas, hospitais, UPAs, avenidas… Tudo o que pude
fazer foi feito”, afirmou.

No domingo, Roseana Sarney entrega a também
inacabada Via Expressa. Em seguida, entrega a carta de renúncia à Assembleia
Legislativa do Maranhão, sendo sucedida pelo presidente do legislativo, Arnaldo
Melo, que também compareceu ao evento (Do blog Marrapá).

 

  • Jorge Vieira
  • 5/dez/2014

Prefeito Edivaldo recebe moeda comemorativa sobre São Luís

O prefeito Edivaldo participou na manhã desta
sexta-feira (5) do lançamento da moeda comemorativa da cidade de São Luís. A
moeda é uma homenagem do Banco Central à capital maranhense, que há exatos 17
anos teve o Centro Histórico reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade
pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(Unesco).

“É um momento importante. Deixo nosso agradecimento
ao Banco Central pela justa homenagem que faz à nossa cidade, lançando esta
moeda em uma data bastante simbólica”, destacou o prefeito Edivaldo durante a
cerimônia realizada na Associação Comercial do Maranhão (ACM), no Centro. Na
ocasião, o prefeito adiantou que no próximo ano serão executadas várias ações
para preservação do patrimônio histórico.

Com tiragem inicial de 3 mil exemplares, a moeda
comemorativa é cunhada em prata e possui 40 milímetros de diâmetro pesando 27
gramas. O anverso traz uma referência a arquitetura ludovicense, com azulejos
impressos, e no reverso a alusão ao bumba-meu-boi, que tem o título de
Patrimônio Cultural do Brasil. O valor de face corresponde a R$ 5 e a aquisição
pode ser feita nas unidades regionais do Banco Central mediante o pagamento de
R$ 180. A solicitação também pode ser feita através do site do Banco do Brasil
(www.bb.com.br).

Segundo o diretor de administração do Banco
Central, Altamir Lopes, a importância cultural de São Luís foi uma
característica determinante para a homenagem. “Temos a honra de homenagear a
única das nossas capitais com origem francesa e cujo acervo colonial português
se reflete como maior patrimônio cultural contínuo do país”, argumentou o
representante do Banco Central.

A moeda integra a série numismática “Cidades
Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Já foram homenageadas as cidades de
Brasília, Ouro Preto, Goiás e Diamantina, respectivamente, nos anos de 2010,
2011, 2012 e 2013. O chefe do departamento do Meio Circulante do Banco Central,
João Sidney de Figueiredo, explica que a série foi iniciada como colecionismo,
acompanhando a tendência de vários países.

“Além desta preocupação de prestar uma homenagem é
também uma forma de propor uma reflexão para a população sobre a importância da
preservação do patrimônio da humanidade. E nada melhor do que uma moeda, que
tem valor monetário, de pagamento”, destacou João Sidney de Figueiredo.

O prefeito Edivaldo compareceu ao evento junto com
a primeira-dama Camila Vasconcelos. Também estiveram presentes, os secretários
municipais Lula Fylho (Governo), José Cursino Raposo (Planejamento e
Desenvolvimento), Robson Paz (Comunicação), Olímpio Araújo (Desportos e Lazer),
Breno Galdino (Segurança com Cidadania), Andréia Lauande (Criança e Assistência
Social), Marcelo Coelho (Agricultura, Pesca e Abastecimento), Geraldo Castro
Sobrinho (Educação); o presidente da Fundação Municipal de Cultura, Francisco
Gonçalves, e o presidente da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico,
Aquiles Andrade; o presidente do Instituto de Paisagem Urbana, Luiz Carlos
Borralho; o superintendente da Casa da Moeda, Paulo Ricardo Ferreira; a
presidente da Associação Comercial do Maranhão, Luzia Resende; o presidente da
Federação das Indústrias do Estado do Maranhão, Edilson Baldez; e o presidente
da Academia Maranhense de Letras, Benedito Buzar.

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO

O prefeito Edivaldo lembrou que a gestão do
Município tem como uma das principais diretrizes o dever de cuidar do
patrimônio histórico. Durante a cerimônia desta sexta-feira, ele anunciou as
ações que serão realizadas no próximo ano para benefício do setor, incluindo o
programa Patrimônio Digital, aprovado pela Câmara de Vereadores, que será
lançado no inicio do ano que vem.

O programa tem o objetivo de atrair empresas com
atuação em tecnologia em informação para o Centro Histórico, a partir da lei de
incentivo fiscal de empresas. “Esse espaço privilegiado será um polo importante
capaz de gerar conhecimento, tecnologias, emprego e renda”, esclareceu o
prefeito Edivaldo.

Ele também destacou o PAC Cidades Históricas, sinalizando
todo o apoio logístico na restauração de logradouros, como a Praça da Alegria,
Deodoro, João Lisboa, Pantheon e Mercado Central. O prefeito lembrou o início
das obras de restauração de imóveis localizados na zona de proteção histórica,
são projetos de habitação de caráter social que ganharão espaço em casarão do
Centro Histórico.

  • Jorge Vieira
  • 5/dez/2014

Futura titular da Cultura fala do conjunto de ações previstas para a secretaria

Escolhida por Flávio Dino para comandar a
Secretaria de Cultura, Ester Marques assume a pasta a partir de 1º de janeiro
com o desafio de garantir a valorização, o reconhecimento, a promoção e a
preservação da diversidade cultural do Estado. Em entrevista na noite desta
quinta-feira (04), a futura titular da pasta explicou as principais medidas a
serem implantadas no setor.

“Vamos fazer um trabalho estruturante na cultura”,
afirmou Ester Marques ao falar sobre como será sua atuação enquanto secretária.
Para ela, é imprescindível uma política cultural que garanta autonomia aos
grupos e entidades culturais. “Esse é o papel do Estado: salvaguardar as
manifestações culturais, mas, sem interferências”, explicou.

De acordo com a futura titular da pasta, a
orientação do governador eleito Flávio Dino é no sentido de construir uma
gestão democrática, com diálogo aberto com os grupos e entidades culturais,
costurando uma estrutura de valorização permanente da tradição cultural do
Maranhão e garantindo que as manifestações culturais estejam em consonância com
as pautas sociais.

“O governador eleito orientou a secretaria a fazer
itinerância, de modo a valorizar os atores sociais e ampliar o acesso à
cultura”, relatou. E, continuou, “o papel do Estado é promover políticas
específicas de proteção, expressão e apoio, e é o que faremos”.

Para cumprir o Programa de Governo apresentado por
Flávio Dino, Ester acredita ser fundamental reestruturar os Ponto de Cultura do
Estado, mas também qualificar os atores culturais num centro de formação
permanente e resgatar a tradição erudita do Maranhão.

Ester garantiu ainda que o conjunto de ações que
estão previstas para a secretaria vai além do apoio à produção cultural e
envolve também a valorização, por exemplo, dos mestres da cultura popular e dos
tradicionais centros e grupos que se concentram em São Luís, mas, sobretudo, no
interior do Estado.

“Existe um Bumba-Boi lindo em Viana rico em
estética, em musicalidade, em tradição e que quase ninguém conhece porque ele
só está lá. Além disso, algumas cidades da Baixada Maranhense estão resgatando
manifestações culturais que já estavam esquecidas. E é isso que nós queremos
valorizar. Queremos que esses grupos saiam da invisibilidade”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 5/dez/2014

Flávio Dino anuncia criação do Conselho Empresarial do Maranhão em evento na Fiema

O governador eleito Flávio Dino deu continuidade na noite desta
quinta-feira (04) ao diálogo com a classe empresarial. Ao lado de secretários
já anunciados, Flávio Dino reforçou sua disposição de instaurar um novo projeto
de desenvolvimento no Estado e anunciou a implantação do Conselho Empresarial
do Maranhão.

A ideia é instaurar o Conselho a partir do dia 5 janeiro de 2014
e iniciar um ciclo de diálogo permanente entre a administração estadual e a
iniciativa privada. De início, o governador eleito declarou que farão parte do
conselho a Associação Comercial do Maranhão (ACM), a Câmara de Dirigentes
Lojistas (CDL), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão
(Faema), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e a
Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema).

 
Parabenizando a iniciativa do governador eleito Flávio Dino, o
presidente da Fiema, Edilson Baldez, reforçou a esperança na nova administração
estadual. “Este será um novo governo, com novas diretrizes e esperanças para o
Maranhão. Queremos ajudar a definir os rumos do desenvolvimento do Maranhão.
Por isso, ficamos felizes com esse canal de diálogo”, comemorou.

 
Ampliar a competitividade dos negócios e promover um ambiente
saudável de competitividade e desenvolvimento no Maranhão foram algumas das
propostas reafirmadas por Flávio Dino. Para ele, é fundamental expandir o
mercado interno com a consolidação das atividades econômicas já existentes e
criando condições para que novos investimentos cheguem ao Estado.

 
Acompanhando Flávio Dino, o indicado para comandar a Secretaria
de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, afirmou que o próximo governo deve
extinguir o Código Estadual de Licitação. O anúncio foi muito aplaudido pelos
empresários presentes no evento. Simplício informou que o Maranhão deve
acompanhar a lei das licitações 8.666, que rege as licitações em todo o país.

 
Desenvolvimento do Maranhão

 
A principal pauta discutida entre Flávio Dino e o setor privado
girou em torno de como superar os gargalos para o desenvolvimento do Maranhão.
Entraves como a falta de logística, deficiências em infraestrutura, ausência de
planejamento no atual governo e melhoria das condições do turismo no Maranhão.

 
Dino levou seus secretários, que falaram das responsabilidades
de suas pastas para o desenvolvimento para o Maranhão. Em um modelo de diálogo
descontraído, os próximos representantes do poder público e da classe
empresarial puderam debater novas formas de unir esforços em nome do
desenvolvimento do Maranhão.

 
Dino afirmou que em seu governo as decisões serão tomadas com
transparência e união de esforços para superar os entraves deixados pelo modelo
coronelista que finda no Maranhão.

 
Entre as prioridades voltadas ao setor privado, Dino elencou a
transparência e agilidade no licenciamento ambiental. “É preciso ter regras
claras, ter método e que todos conheçam os trâmites da Secretaria. Vamos fazer
um mutirão para destravar os entraves burocráticos ” afirmou.

 
Ao lado desta prioridade, Dino apontou dar solução para o
Zoneamento Econômico-Ecológico com agilidade e utilizar o Porto do Itaqui como
um verdadeiro vetor de desenvolvimento para todo o Maranhão, não apenas para
poucos.

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