Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2015

População de Santa Inês vai deixar de sofrer com falta d´agua

O prefeito Ribamar Alves recebeu, na última
sexta-feira, em sua residência em Santa Inês, a visita de cortesia do o
presidente da CAEMA, Davi Teles, e da diretora de gestão administrativa,
financeira e de pessoal, Kelsilene Garcez Duarte,
 que colocaram a CAEMA à disposição para parcerias institucionais.

Segundo Ribamar Alves, com a posse do novo governo, Santa
Inês passa por momento de grandes esperanças, com vários anos de seca total com
grandes limitações para celebrar convênios com o governo estadual.

 “O governador Flávio Dino é aliado de
primeira hora do nosso povo e os bons ventos começam a soprar de forma
positiva. Prova maior foi á visita que recebi do presidente da CAEMA Davi Teles
e da diretora Kelsilene. O que nos faz
acreditar nos sinais dos novos tempos” . Finalizou Alves.

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2015

Rombo de R$ 1 Bi deixado por Roseana Sarney daria para construir 270 Centros de Detenções

Maranhão da gente
Roseana Sarney deixa estado endividado e viaja para os Estados Unidos
O rombo de mais de R$1Bi de dívidas deixado pelo governo de Roseana, se revertido em benefício para o Estado, poderia ter melhorado a vida de muitos maranhenses. Na área da segurança pública, por exemplo, o valor de R$1 bilhão poderia ser investido em uma medida para diminuir a superlotação nas penitenciárias e acabar com a crise no Maranhão. Com o valor, poderiam ser construídos aproximadamente 270 Centros de Detenções Provisórias (CDP), com o mesmo porte dos edificados em Açailândia e Imperatriz. As duas obras somaram, juntas, um custo de R$ 7.266.178,73 para o governo do Estado, em 2014. A inércia do antigo governo em relação a uma reestruturação do sistema rendeu em brigas de internos, agressões, centenas de fugas e dezenas mortes.
A herança de dívidas deixada por Roseana poderia ter sido convertida em reestruturação do sistema prisional, proporcionando uma resposta imediata à população do Maranhão. Assim como nos poucos municípios contemplados, como Açailândia, que após a implantação do CDP passou a oferecer 171 vagas e Imperatriz 210 para internos, se o montante fosse aplicado da mesma forma, os sistemas penitenciários de São Luís e das demais cidades maranhenses poderiam ter sido contemplados com abertura de vagas, segregação de presos de alta periculosidade e reforço e construção de novos prédios.
Além do rombo deixado, o antigo governo do Maranhão devolveu recursos específicos do governo federal que tinha o intuito de executar o plano emergencial para conter a violência nas penitenciárias do Estado. Mesmo com a crise e dezenas de mortes, Roseana não se posicionou, e perdeu o recurso federal, colocando o Maranhão na terceira posição de estado que mais devolveu recursos na última década. Foram exatos R$23, 9 milhões devolvidos, enquanto dezenas de presos eram executados em rebeliões.
O governo maranhense havia assinado três contratos, em 2004 e 2011, para a construção de duas cadeias públicas e um presídio no interior. Todos os acordos foram cancelados.
O descompromisso do antigo governo, além de gerar mortes em massa, impediu que ocorresse a descentralização da execução penal,  e o direito ao interno em cumprir sua pena próximo de sua família e de sua comarca.

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2015

Até herdeiro do clã Sarney admite o fim do grupo

O grupo Sarney acabou. Quem afirma
são os parlamentares e líderes de partidos alinhados ao aglomerado que se
convencionou chamar de oligarquia Sarney. César Pires, Roberto Costa, Stênio
Resende, entre outros, consideram muito difícil juntar os cacos, após a vergonhosa
derrota nas eleições 2014, quando foram escorraçados do Palácio dos Leões.
 
 
Até políticos sem convicções
ideológicas, que se fingiam de oposição por questões de conveniências eleitorais,
a exemplo da deputada Graça Paz, cujo marido, ex-deputado Clodomir Paz, era
secretário no governo de Roseana Sarney e posteriormente coordenador da
campanha do derrotado Lobão Filho, já se antecipou e declarou apoio a Flávio
Dino    

Antes mesmo do governador tomar
posse, a “deputada ligeirinha”, como a chamou o Jornal Pequeno, já se declarou
governista. Não se espantem se no dia dois de fevereiro ela subir à tribuna
para tecer loas ao novo governador, uma prática antiga do casal para se manter
com a benesses do poder. O problema é que desta vez o governante sabe de quem
se trata.


Considerado herdeiro político do clã
Sarney, o deputado estadual eleito Adriano Sarney, já havia admitido no jornal
de sua família que o grupo Sarney, enquanto alinhamento político, havia acabado.
A declaração ganhou repercussão e a chamada grande imprensa nacional
se interessou pelo assunto.

Na edição do último domingo, o jornal
o Estado de São Paulo trouxe a informação de que o neto do ex-presidente José
Sarney sentenciou o fim da oligarquia que durou cinco décadas no comando do
Maranhão, levando o estado a alcançar os piores indicadores econômicos e sociais
do país e ser apresentado à Nação como o paraíso da impunidade e da corrupção.

“A dinastia chegou ao fim. Agora o
grupo, que um dia se chamou de Grupo Sarney, se quebrou”, disse Adriano Sarney,
o filho do deputado federal Zequinha Sarney (PV) ao Estadão. Para Adriano, parte
dos políticos que integraram o grupo deve declarar apoio ao governador Flávio
Dino, enquanto alguns devem se manter na oposição.

  • Jorge Vieira
  • 10/jan/2015

Começo do governo Flávio Dino tem a marca da justiça social e fim de privilégios


Ações
e postura do novo governador mostram rompimento com práticas patrimonialistas
do grupo Sarney

O
começo do Governo de Flávio Dino (foto) tem sido marcado por ações importantes, que
mostram o rumo que o Estado do Maranhão terá pelos próximos 4 anos. Logo no
primeiro dia à frente da administração, minutos após receber a faixa de
governador, Flávio adotou ações emergenciais que visam combater os problemas
socioeconômicos estruturantes do Maranhão.

Os
sinais dados por Flávio Dino ao fim dos primeiros 11 dias à frente do Poder
Executivo é que o novo governador inova com postura de estadista no Estado.
Muito se esperava e especulava sobre os primeiros dias do novo Governo que põe
fim ao período coronelista do grupo Sarney, que durou 50 anos. E o que se pode
ver nas primeiras medidas são ações que impactam a população mais carente do
estado e têm resultado em setores que estavam em completo abandono.

A
começar pelo chamamento de mil novos policiais para garantir a Segurança nas
cidades do estado, um dos problemas que atinge mais fortemente a sociedade. São
concursados aprovados na primeira fase realizada em 2012 e que aguardavam
convocação. Agora, farão o teste de aptidão física e curso de formação para
atuarem nas ruas na promoção de segurança.

Outra
determinação do primeiro dia de Governo foi o fim das escolas de taipas
espalhadas pelo estado. Através de parceria com os municípios, o Governo vai
construir escolas com estrutura adequada e entregar para que as prefeituras
façam a gestão escolar dali por diante. A ideia é fornecer aos alunos o
ambiente adequado para promoção do conhecimento.

Outros
temas foram atacados também logo no início do Governo: programa “Mais IDH”;
parceira com a Caixa Econômica Federal nas áreas de habitação rural, gestão
pública e agricultura familiar. Todas elas com impacto ainda nos primeiros
meses de governo; regulação do programa “Mais Bolsa Família Escola”, auditorias
para verificar mau uso de verbas públicas, entre outros.

Esses
e outros temas que tiveram atenção nos primeiros dias do mês de janeiro têm a
marca da promoção da justiça social, defendida por Flávio Dino em todas as
plataformas eleitorais que disputou desde 2006, quando se elegeu deputado
federal.

E
em outros governos…

A
postura do novo governador é muito diversa do que se observou, por exemplo, no
início do governo-tampão do deputado Arnaldo Melo. Logo após tomar posse em
seguida à renúncia de Roseana Sarney do Governo do Estado, Melo tratou de
promover sua primeira ação de Governo: se mudar para o Palácio dos Leões e dar
uma festa para amigos, familiares e aliados políticos nas dependências da sede
do Governo. A festa aconteceu na noite do dia 11 de dezembro, há exatamente um
mês.

E
o que dizer das primeiras ações do Governo Roseana Sarney em janeiro de 2014,
último ano de seu governo? Em meio à maior crise penitenciária da história do
Maranhão, a então governadora fez que não era com ela e abriu licitação para
compra de itens de luxo para seu próprio consumo, entre eles: champagne
francês, vinhos importados de diversas nacionalidades, muitos quilos de
lagostas e iguarias de diferentes quilates.

Rompendo
com o patrimonialismo

Discreto,
Flávio Dino rompe com a prática corrente nas últimas décadas no Maranhão. Um
governador que preza pela vida pública, pelas ações de governo e que mantém uma
postura discreta em relação a sua vida privada. Parece simples, mas no Maranhão
patrimonialista em que os governos tiveram a tradição de serem meras ações
promocionais da figura pessoal do governador e sua família, Flávio Dino
mantem-se com a postura irretocável de quem não utiliza a estrutura pública a
seu bel prazer pessoal. Deixa para trás uma prática obsoleta e instala um novo
momento no Estado.

Até
o momento, Flávio Dino tem mantido mesmo a postura de estadista que se esperava
daqueles que conhecem a sua trajetória de vida e sua marca política. Assumiu o
governo e reuniu secretários, comandando a administração pública para realizar
aquilo a que se propôs durante o período eleitoral – adotar políticas sociais
que façam a vida dos maranhenses respirar novos ares, com acesso aos direitos
fundamentais garantidos pela Constituição Federal.

  • Jorge Vieira
  • 10/jan/2015

Folha confirma: Dívida deixada por Roseana e Arnaldo é uma das maiores do país

IMG-20150109-WA0017
Oito governadores de oposição que assumiram neste mês as administrações estaduais herdaram mais de R$ 7,4 bilhões em dívidas deixadas pelos antecessores.
Contas com saldos exíguos –e até negativos– e servidores sem ter recebido os pagamentos de dezembro passado formam o cenário encontrado por parte dos governantes, e muitos deles terão que recorrer a repasses federais para honrar os primeiros compromissos.
Os dados foram divulgados por metade dos 16 novos governadores que tomaram posse no dia 1° –13 deles se elegeram fazendo oposição aos mandatários que estavam no poder até 2014.
O levantamento não incluiu os 11 governadores reeleitos em outubro passado.
A situação financeira mais grave é a que Rodrigo Rollemberg (PSB) afirma ter encontrado no Distrito Federal.
As dívidas de pelo menos R$ 3,1 bilhões deixadas pelo antecessor, Agnelo Queiroz (PT), fizeram com que o novo governo pedisse ao Ministério da Fazenda a antecipação de R$ 400 milhões do fundo constitucional para ajudar a pagar a folha de pagamento da saúde, educação e segurança pública.
Aliados do petista dizem que o ex-governador deixou R$ 1,4 bilhão em caixa, e não os R$ 64,2 mil que a atual gestão afirma ter encontrado.
“Estão tentando criar uma imagem de caos, para daqui três meses as coisas entrarem em ordem e eles dizerem que salvaram Brasília”, diz o deputado distrital Chico Vigilante, líder do governo Agnelo na Câmara Legislativa do DF.
No Maranhão, a equipe de Flávio Dino (PC do B) divulgou nesta sexta (9) que a dívida deixada por Roseana Sarney (PMDB) supera R$ 1 bilhão e anunciou o contingenciamento de 30% das despesas de custeio para tentar economizar R$ 800 milhões neste ano.
Essa cifra, no entanto, é menor do que os pagamentos que o governo terá que fazer neste mês, de R$ 893 milhões.
SUSPENSÃO
O primeiro decreto do novo governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), determinou a suspensão de pagamentos pendentes da gestão Tarso Genro (PT) por seis meses.
Eles somariam R$ 700 milhões segundo os dados preliminares que haviam sido divulgados pela equipe do peemedebista. Também foram limitados os gastos com passagens e diárias de servidores.
A moratória de seis meses no pagamento de dívidas do antecessor também foi anunciada por Suely Campos (PP), de Roraima.
No Tocantins, as heranças que o governador Marcelo Miranda (PMDB) reclama ter recebido de Sandoval Cardoso (PT) foram o pagamento de R$ 268 milhões da folha de dezembro e um saldo negativo em R$ 11 milhões na conta do tesouro estadual.
A situação levou o secretário de Articulação Política, Paulo Sidnei, a já anunciar um cronograma de atrasos na remuneração dos servidores para os próximos meses.
O pagamento de dezembro deverá ser concluído até a próxima terça (13); a folha de janeiro será paga até 13 de fevereiro; e a de março, no dia 13 de abril.
SITUAÇÃO
Entre os governos que não informaram as despesas herdadas dos antecessores estão os de Bahia, Ceará e Pernambuco, Estados onde a eleição foi vencida pelo grupo político da situação.
O governo pernambucano, de Paulo Câmara (PSB), disse que os restos a pagar de 2014 ainda estão sendo contabilizados, mas afirmou que o Estado compre a Lei de Responsabilidade Fiscal e “está com as contas saneadas”.

  • Jorge Vieira
  • 10/jan/2015

Bancada federal maranhense vai garantir recursos para São Luís

Prefeito Edivaldo recebeu o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha

Deputados federais maranhenses firmaram com o prefeito Edivaldo
Holanda Júnior o compromisso de ajudar São Luís. O ato ocorreu durante visita
de membros da bancada maranhense ao gabinete do Palácio La Ravardière, na
sexta-feira (9). Os deputados fizeram parte da comitiva liderada pelo deputado
federal Eduardo Cunha, atual líder do PMDB na Câmara dos Deputados e candidato
à presidente daquela Casa Legislativa.

“Pedimos e contamos com o apoio destes colegas deputados no envio
de recursos e projetos federais para São Luís. Os deputados federais são os
nossos representantes em Brasília e tenho certeza que vão lutar pelo
desenvolvimento da nossa cidade”, comentou o prefeito.

O deputado federal
Cleber Verde (PRB), disse que considera salutar e promissor para a cidade o
estreitamento dos laços institucionais que visem o interesse público.
“Precisamos muito do apoio de nomes de expressão nacional, a exemplo do
deputado Eduardo Cunha, que é líder de um partido grande e que poderá vir a
presidir a Câmara Federal. Há algumas emendas importantes a serem
disponibilizadas este ano e esperamos que ele, caso venha a presidir a Câmara
Federal, juntamente com o apoio da nossa bancada, possa nos ajudar a consolidar
os recursos necessários para o Maranhão e para nossa capital”, disse Cleber
Verde.

À frente também da comissão de parlamentares que visitou o
prefeito Edivaldo, o deputado Rubens Júnior (PCdoB) exaltou a iniciativa de
Eduardo Cunha e frisou que atitudes como esta demonstram que as relações
institucionais entre os poderes independem das cores partidárias. “É um
processo importante de fortalecimento e estreitamento das relações entre o Executivo
e o poder Legislativo, para que o que for aprovado na Câmara Federal possa
beneficiar à população. Como parlamentar federal, espero ajudar a capital com
nossas emendas e projetos”, almejou.

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) reiterou a importância do
encontro institucional e político da bancada federal com o prefeito Edivaldo.
Segundo ele, a partir do estreitamento das relações institucionais entre os
poderes, mostra-se à sociedade o interesse na formação de um pacto federativo
que fortaleça o desenvolvimento de políticas públicas, através das boas leis.

“Com a nova perspectiva de mudanças e de avanços, certamente, a
proximidade de homens públicos que tenham compromisso com a agenda nacional é
de grande importância para nossa cidade. E São Luís precisa de um olhar
diferenciado, de suporte e investimentos”, disse Waldir Maranhão.

CÂMARA FEDERAL

A visita institucional do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) ao
prefeito Edivaldo é parte da agenda de trabalho que vem desenvolvendo em todos
os estados brasileiros e suas capitais, com o objetivo de conhecer a realidade
política, econômica e social de cada um, visando à construção de uma pauta
produtiva para este ano. Edivaldo considerou o encontro um momento de grande
importância política e institucional, porque consolida uma relação de
proximidade entre o Legislativo Federal e Executivo Municipal.

“Tivemos a alegria de receber o deputado Eduardo Cunha, que é
candidato à presidente da Câmara Federal, e exaltamos a sua iniciativa em
querer conhecer de perto a nossa realidade. A aproximação entre todos os entes
federativos é essencial para que haja produtividade, fluidez nas ações e
efetivos frutos para o Brasil, para os estados e para as cidades, como a nossa
São Luís”, disse Edivaldo.

O deputado federal Eduardo Cunha destacou a amizade que mantém com
o prefeito Edivaldo, cultivada desde os tempos em que o chefe do executivo
ludovicense era parlamentar da Câmara Federal.

“São Luís está no nosso roteiro de trabalho, assim como as demais
capitais que visitamos para conhecer a realidade, as diferenças a as
desigualdades. Ouvir o prefeito Edivaldo foi muito importante porque, a partir
do diálogo, podemos conhecer seus anseios para a capital maranhense, o que nos
possibilita nortear as ações em favor da cidade’, disse Eduardo Cunha. O
prefeito também acompanhou a comitiva na visita ao governador Flávio Dino no
Palácio dos Leões.

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2015

Comitiva de deputados federais visita governador Flávio Dino

A comitiva foi recebida por Flávio Dino, o vice Brandão e pelo prefeito Edivaldo 

O governador Flávio Dino recebeu na manhã desta
sexta-feira (09) uma comitiva liderada pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ),
candidato a presidente da Câmara Federal. Além dos deputados e autoridades que
acompanhavam Eduardo Cunha, também estiveram no Palácio dos Leões, participando
do encontro, o vice-governador Carlos Brandão, o prefeito de São Luís Edivaldo
Holanda Júnior, secretários e outras autoridades estaduais e municipais.

A visita fez parte de uma série de encontros que a
comitiva está realizando com os governadores e prefeitos dos 27 estados
brasileiros, durante a campanha para presidência da Câmara Federal, com o
objetivo de conhecer a realidade e necessidade de cada local. “Sou candidato à
presidência da Câmara, não estamos fazendo atuação partidária e sim
institucional. Viemos aqui para conhecer as necessidades do estado e, dentro da
agenda do parlamento, atuar para diminuir as diferenças e ajudar na manutenção
do pacto federativo”, explica o deputado Eduardo Cunha.

O governador Flávio Dino destaca que a atuação dos
deputados é muito importante para a dinâmica governamental.  “Os deputados
são muito importantes para a nossa atuação governamental, uma vez que são eles
que votam as leis e ao mesmo tempo eles podem nos ajudar destinando recursos. O
que eu pedi é que haja uma atenção às necessidades e urgências do Maranhão, uma
vez que a Câmara, por intermédio das emendas de bancada e das emendas
individuais dos deputados do nosso estado, pode ajudar muito o desenvolvimento
do Maranhão e o atendimento às necessidades do povo”.

Presente no encontro, o deputado federal eleito
Rubens Pereira Júnior (PCdoB/MA) frisou a importância das parcerias para
garantir o desenvolvimento do Maranhão. “Independente de cores partidárias, o
importante é perceber que todos estão juntos pelo desenvolvimento do Maranhão,
por uma causa comum. O objetivo é que consigamos o máximo de apoio possível para
garantir o desenvolvimento do nosso estado”.

A comitiva liderada pelo deputado Eduardo Cunha era
composta pelos também deputados Jozi Rocha (PTB/MG), DarcísioPerondi (PMDB/RJ),
André Moura (PSC/SE), Pedro Chaves (PMDB/RJ), Manoel Júnior (PMDB/RJ), Washington
Reis (PMDB/RJ), Pastor Everaldo Pereira (PSC/RJ) e o ex-deputado Glycon Terra
Pinto (PMDB/MG). Na próxima semana, o governador Flávio Dino receberá outra
comitiva, liderada pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT/SP), que também
disputa a presidência da Câmara Federal.

1 1.923 1.924 1.925 1.926 1.927 2.794

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz