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  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2015

Polícia apreende 25 bombas em poder de manifestante em frente ao Terminal da Praia Grande

Jeisael.com

Na noite
desta-terça (31), a Polícia Militar apreendeu 25 bombas em poder de um
manifestante durante ato contra o aumento das passagens de ônibus, em frente ao
Terminal da Integração da Praia Grande. Trata-se de um adolescente que foi
identificado pela polícia depois de atirar três bombas em direção à multidão.
Quando abordado, o
vândalo negou-se a entregar sua mochila. Os policiais agiram e encontraram nada
menos que 25 bombas com o menor “inocente”. O arsenal foi recolhido e o
adolescente apreendido. O moleque deu trabalho para entrar na viatura, e parte
dos manifestantes ainda tentaram impedir que a polícia o levasse.
O caso foi parar no
Plantão Central do Parque Bom Menino, para onde também foi levado outro manifestante,
identificado como Paulo Riberto Silva Freire, morador da Vila Flamengo, que
atirou uma bomba contra o carro da PM. Outras duas pessoas que se aproveitaram
da aglomeração para praticar assaltos foram presas.

O protesto
Durante a maior
parte do percurso da manifestação que começou na Praça Deodoro o protesto
transcorreu com tranquilidade. Entretanto, ao chegar nas proximidades da rampa
Campos Melo o clima mudou. Os manifestantes alteraram os ânimos e tentaram
invadir o Terminal de Integração da Praia Grande. Ele foram impedidos.
 

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2015

Dono de Curso Wellington quer dia de caos em São Luís

Motorista e professor do folclórico deputado estadual Wellington do Curso convoca estudantes para manifestação com claros interesses eleitoreiros contra o prefeito Edivaldo Holanda Junior, marcada para esta quarta-feira.

Gilberto Lima – Não tenho dúvidas da participação de adversários políticos do prefeito Edivaldo Holanda e do governador Flávio Dino nas manifestações contra o aumento das passagens. Uma prova? Nas redes sociais, um dos assessores do deputado Wellington do Curso, professor Hilton Franco, anuncia mais um dia de caos em São Luís.

“Nesta quarta-feira(01/04), os estudantes vão fechar a BR-135 nos dois sentidos. Ninguém sairá e ninguém chegará na ilha. Bloqueio total. Sabe quem é o culpado? O prefeito Edivaldo Holanda e o incompetente Canidé (sic) Barros”, diz o aviso do professor do caos.

 
Uma mostra que políticos podem estar estimulando a baderna. Uma coisa é protestar, reivindicar seus direitos. Outra é transformar um movimento democrático e legal em máquina de guerra, a serviço de interesses mesquinhos e politiqueiros, provocando desordem e baderna.
 
Há gente querendo transformar as manifestações em uma grande batalha contra a gestão municipal, antecipando a disputa eleitoral que só deveria acontecer em 2016. Querem sangrar o prefeito Edivaldo Holanda, aumentando seu desgaste perante a maioria da população.
 
Alguns dos manifestantes estão dispostos à guerra. Uma mostra foi a apreensão de um menor, de 16 anos, nas manifestações da noite de terça-feira(31), portando uma mochila com 25 bombas de murrão. Ele já havia detonado umas cinco delas durante os protestos. Uma forma de enfrentar a força policial. Os PMs chegaram ao menor por intermédio de uma participante do protesto que estava preocupada com as constantes explosões das bombas. Ao ser abordado, ele resistiu, não querendo entregar a mochila com as bombas aos policiais. Juntamente com os artefatos, ele foi conduzido para o plantão do Parque do Bom Menino. Pelas informações do tenente-coronel Bayma, comandante dos policiais que acompanhavam os protestos, o menor não quis falar sobre a origem das bombas e nem se estava a serviço de alguém ou de algum grupo.
 
Pergunta-se: quem teria interesse em usar um menor para se infiltrar no movimento com essa grande quantidade de bombas? Não se descarta a possibilidade de estar a serviço de algum político contrário à administração municipal.
 
As instituições de defesa do consumidor não estão paradas. Estão na luta para buscar uma solução para esse aumento injustificável. Acredito até que o prefeito poderia revogá-lo, estendendo essa discussão de um possível aumento de passagens quando do processo de licitação de todo o sistema de transporte, previsto para o mês de maio.
 
Há limites para insanidades! Que prevaleça o diálogo!

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2015

Secretário de Segurança apresenta resultado da “Operação Imperador”

Secretário Jefferson Portela apresenta resultado da “Operação Imperador”
As investigações sobre a
rede de agiotagem no Maranhão resultaram em duas prisões, nove mandados de
condução coercitiva e 38 mandados de busca e apreensão no estado. A operação
denominada “Imperador” resultou na prisão da ex-prefeita de Dom Pedro, Arlene
Barros Costa, acusada de envolvimento na prática de agiotagem e licitações
fraudulentas, que culminaram no desvio de mais de R$ 5 milhões dos cofres
públicos.

As investigações também
revelaram o envolvimento de Alfredo Falcão, filho de Arlene, Rodrigo Manso,
sobrinho da ex-gestora, e João Cavalcante Neto, funcionário utilizado como
laranja no esquema de corrupção. Os três acusados já receberam mandado de
condução coercitiva.

Na casa de Arlene, em São
Luís, foram apreendidos quatro veículos e um montante de documentos falsos. Em
Codó, vinte carros de luxo da ex-prefeita foram retidos pela polícia. Mais de
dez empresas fantasmas criadas por Arlene e a família foram descobertas com
registros falsificados. O filho da ex-prefeita, Eduardo DP, conhecido no município
por ‘imperador’, está sendo investigado por envolvimento direto em fraudes de
procedimentos licitatórios, utilização de documentação falsa (identidade e CPF)
e CNPJ’s fantasmas. Ele é considerado o líder da quadrilha na área.

Carros apreendidos pela Polícia Civil na “Operação Imperador”

O foco da agiotagem e licitações
fraudulentas em Dom Pedro era a distribuição de merenda escolar e medicamentos.
O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, afirmou que as
investigações no município continuam e que nos próximos dias novos fatos serão
acrescentados ao processo. “Em Dom Pedro aconteceu a primeira etapa de uma
investigação contínua sobre corrupção e agiotagem no Maranhão. A morte de Décio
Sá foi uma referência para as investigações sobre este crime e vamos dar
continuidade ao desbaratamento destes grupos corruptos. Estamos retomando as
investigações para finalizar tudo. O trabalho não irá parar”, enfatizou o
secretário.

Processo de investigação

Segundo o secretário
Jefferson Portela, o dinheiro público era desviado para o pagamento de agiotas
envolvidos nos esquemas fraudulentos. “Encontramos vários cheques de
prefeituras que estão sendo investigadas. Neste governo não haverá tolerância
com a corrupção e a diretriz do governador Flávio Dino é para que haja uma
apuração radical no combate a uso ilegal do dinheiro público. Retomamos as
investigações, e a Polícia Civil está preparada para concluir e encaminhar o
resultado final ao poder Judiciário”, explicou o secretário.

O delegado-geral da Polícia
Civil, Augusto Barros, explicou que está obtendo provas para compor o processo
da Prefeitura de Dom Pedro. “Estamos no momento de recolhimento de material
coletado a partir de buscas de apreensões, as oitivas dos conduzidos e presos
para que possamos fechar o conjunto probatório. É um trabalho interno muito forte
e em seguida, vamos fechar este procedimento e dar continuidade as
investigações em outros municípios. A rede de agiotas presa à época da morte de
Décio Sá revelou muito material, que sendo aproveitado. Vamos transformar em
provas para que possa culminar em acusações contundentes”, assinalou o delegado.

Combate à corrupção

O secretário antecipou que
em abril a Secretaria de Segurança Pública inaugura a Superintendência Estadual
de Prevenção e Combate a Corrupção, que acompanhará de perto os processos de
investigação relacionados ao mau uso do dinheiro público e agiotagem. “A
superintendência dará um novo gás às investigações e permitirá o acompanhamento
dos passos para compor os processos probatórios”, disse Portela.

 

  • Jorge Vieira
  • 31/mar/2015

Mais de 30 entidades do Maranhão estão fora do processo eleitoral do CNRH

Os coordenadores do Fórum Nacional da
Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc.CBH), João Clímaco
e Thereza Christina Pereira Castro, entraram, esta semana, com recurso junto a
Secretaria Nacional de Recursos Hídricos (SNRH) para que sejam corrigidos os
equívocos, principalmente na habilitação de entidades do segmento da sociedade
civil para as eleições do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH.
 
Segundo o documento, nesta situação,
encontram-se mais de 30 entidades do Maranhão que participaram do processo
eleitoral, enviando toda a documentação, dentro das normas e prazos
estabelecidas no edital de convocação, conforme Decreto nº 4.613, de
11/03/2003, com a Portaria MMA nº 437, de 8/11/2013, e com as normas
estabelecidas pelo CNRH, em especial a Resolução CNRH nº 159, de 23/9/2014,
para participarem das Assembleias Deliberativas que terão por finalidade
indicar os representantes dos respectivos setores, titulares e suplentes, no
CNRH.

De acordo com Thereza Christina, o fato
causou uma enorme repercussão negativa, o que coloca em xeque as eleições do
Conselho, uma vez que o Maranhão tem condições para eleger sua representação.
“É latente a falta de respeito com as entidades da sociedade que pleitearam que
disponibilizaram seu trabalho, sua seriedade, sua credibilidade e sua
competência para participarem de um processo eleitoral nacional, onde
o resultado final as conduziriam ao patamar maior de pares da Exma. Senhora
Ministra do Meio Ambiente, enquanto membros da governança da Política Nacional
de Recursos Hídricos”, afirmou.

Thereza explica ainda que o Maranhão
vem crescendo com sua participação tanto na política estadual, quanto da
nacional de recursos hídricos. “O poder público precisa nos ver como pares de
sua governança. As eleições para o CNRH, com todos os seus limites, representam
a imagem da democracia formal. Trata-se de um momento ímpar para que as
diferenças se contraponham na arena política e assim se construam consensos e
novas propostas para o bem do povo brasileiro e de nossas águas”, disse.

 

Entidades como o Conlagos, UFMA,
Associação Camponesa, Cooperativa de Pescadores, Centro de Consciência Negra de
Pedreiras, Instituto Shalom, Associação de Pescadores e demais entidades de
ensino e pesquisa e de técnicos profissionais, além de associações e ONG’s não
foram habilitadas no processo eleitoral e nem um edital justificando o porquê
da inabilidade.

Um dos principais problemas do processo
eleitoral, conforme os impetrantes do recurso, é a falta de transparência da
Secretaria em divulgar o número total de entidades que se candidataram e as
justificativas pela não habilitação no processo eleitoral de 2015. “A
Secretaria teve a data de 27 de março para divulgar as entidades habilitadas (o
que de fato ocorreu) e, consequentemente, publicar o total de participantes e
as justificativas pela não habilitação (que até o dia 31 de março não havia
sido publicado). Isso fere os princípios constitucionais da administração
pública, principalmente o da publicidade, pela falta de transparência e
divulgação de todos os documentos deste processo eleitoral do CNRH, bem como
deixam de respeitar os direitos de acesso à informação, conforme preconiza a
lei 12.527 de 18 de novembro de 2011 (lei de acesso à informação)”.

No documento apresentado como recurso,
o Fonasc pede a publicação imediata contemplando todas as entidades inscritas e
sua situação em relação ao disposto na Resolução 159; que seja definida em
normativa interna da própria SRHU, uma Comissão Interna que tenha entre seus
membros a figura do profissional da área do direito para que seja dada
continuidade ao processo de maneira adequada e compatível com os princípios da
gestão pública; e que seja propalado novo Decreto com novos prazos,
considerando o prejuízo, assim como o constrangimento, ocasionado por essa
situação para aquelas entidades que não dispõem de informações sobre sua
situação poderem estar aptas a interporem recursos após as mesmas tomarem
conhecimento, através de instrumento público, e não por telefone, de sua
situação em relação ao cumprimento do edital e Resolução 159. 

  • Jorge Vieira
  • 31/mar/2015

Luis Fernando almoça com dirigentes do PSDB

O presidente
estadual do PSDB, vice-governador Carlos Brandão, o prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira e presidente da comissão
provisória municipal dos tucanos, ex-deputado Pinto Itamaraty, almoçaram com o
ex-secretário de Infraestrutura do Estado, Luís Fernando Silva, na segunda-feira (30), no Restaurante do Senac, no Centro Histórico de São Luís.  

No cardápio a sucessão
municipal e a possibilidade de filiação de Fernando ao partido com vistas a
sucessão municipal de 2016 na cidade balneária de São José de Ribamar, onde ele
já administrou por duas ocasiões, fez boas administrações, e se desincompatibilizou
em 2010 para tentar alçar voo rumo ao governo do Estado, não logrando êxito na
empreitada.
O candidato, batizado de picolé de chuchu na pré-campanha de 2014 por não conseguir empolgar a classe política então ligada ao grupo Sarney, Fernando flertou com o PCdoB, mas devido a forte resistência dos militantes comunistas de São José de Ribamar, a filiação acabou não sendo concretizando.    
Sem ambiente no PMDB, partido que lhe puxou o tapete em sua pretensão de disputar o governo do Estado, tudo indica que o caminho de Fernando será o ninho dos tucanos. 

  • Jorge Vieira
  • 31/mar/2015

Deputado Edivaldo Holanda afirma que edital de licitação do transporte será lançado em maio

O deputado estadual Edivaldo Holanda
(PTC) usou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (30), para
falar sobre a licitação do transporte público de São Luís, que deve ocorrer no
mês de maio.

Em sua fala, Edivaldo Holanda informou
que as vans que trabalham irregularmente serão regularizadas e prestarão um
serviço auxiliar às empresas de ônibus de São Luís. Além disso, confirmou que
promessas de campanha como GPS e Bilhete Único irão chegar com a licitação.

“O prefeito já determinou que na
licitação, cujo edital sairá agora no mês de maio, já sejam incluídas as vans
que transportam irregularmente as pessoas, para que elas possam prestar um
serviço complementar às empresas de São Luís e que elas saiam da
clandestinidade para transportar pessoas de dentro dos bairros, nas vias mais
difíceis, para pontos importantes de ônibus”, afirmou Holanda.

Ele informou que no bojo da licitação
virá o Bilhete Único, o GPS e a recarga embarcada (o usuário vai poder dentro
dos ônibus recarregar o seu cartão se não tiver mais crédito). “São vantagens
que virão com a licitação”, afirmou.

Holanda disse que os reajustes do preço
dos combustíveis foi o fator determinante para o aumento inevitável das
passagens.

“Tudo aumentou no país, aumento não é
simpático a ninguém. Quem é que gostou do aumento dos combustíveis? Quem é que
gostou do aumento da tarifa de energia? E por aí vão tantas tarifas, tudo
aumentou. Ninguém está satisfeito, nem quem pode pagar e nem quem não pode.
Então, a verdade é que nós temos de deixar de jogar para a plateia e falar com
responsabilidade”, declarou o parlamentar.

Por fim, Edivaldo Holanda afirmou que
alguns políticos estão desinformados ao afirmar que o reajuste obrigatoriamente
precisaria ser debatido na Câmara de Vereadores.

“A Lei 363/2014 está sub judice, existe
uma liminar, inclusive mostrando que ela é inconstitucional, mas existe a lei
em vigor, esta sim, em vigor, a Lei 3430/96, no seu Artigo 102, ela dá
autoridade ao Chefe do Poder Executivo para momentos como este, ele poder agir
sem depender da audiência”, finalizou.

 

  • Jorge Vieira
  • 31/mar/2015

Bringel foge de convocação para explicar fraude no Portal da Transparência

O ex-secretário de Planejamento do governo Roseana Sarney, João Bernardo Bringel, não compareceu para depor na Secretaria de Transparência e Controle sobre os chamados gastos secretos, onde 60% das despesas públicas não constavam do Portal da Transparência.

O depoimento estava marcado para hoje pela manhã e o ex-secretário foi intimado para esclarecer sobre a inserção dos filtros indevidos inseridos no sistema financeiro Siafem para impedir a publicidade de determinadas despesas, como as transferências fundo a fundo na Saúde e as transferências para entidades privadas sem fins lucrativos.

Com informações do Marrapá

1 1.850 1.851 1.852 1.853 1.854 2.782

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