A mão forte do governo voltou a agir
contra o crime de agiotagem no Maranhão, nesta manhã de terça-feira, com a
prisão de um dos seus principais agentes que atuam na extorsão de recursos
públicos.
O desdobramento da Operação
Imperador, do Graeco, que combate o crime de agiotagem no Estado, a Polícia
Civil prendeu o agiota Josival Cavalcante da Silva, o temível Pacovan (foto)
De acordo com o delegado
Geral, Augusto Barros, a ação é uma nova etapa das ações da Polícia Civil
contra agiotagem. “O objetivo da operação é contribuir positivamente para o
aprimoramento da democracia e cidadania em nosso estado, por meio da repressão
pela Polícia Civil de práticas criminosas na gestão pública”,
afirmou.
Os agentes da Polícia Civil
também conduziram coercitivamente Rui Clemencio Barbosa, suposto laranja em
negócios da Prefeitura de Zé Doca; Francisco de Jesus Silva Soares, empresário
suspeito de emitir de notas para as Prefeituras de Marajá do Sena e Zé Doca.
Todos os suspeitos foram conduzidos para a Seic, no bairro de Fátima.
Carlos Madeiro
Do UOL
Folha – A PGR
(Procuradoria Geral da República) atacou, em manifestações protocoladas no STF
(Supremo Tribunal Federal), a tentativa de seis políticos de trancar os
inquéritos abertos no tribunal em decorrência da Operação Lava Jato.
A PGR
afirmou que a tentativa de arquivar as apurações deve ser repudiada pelo STF
pela “ausência de pressupostos legais objetivos”. A PGR viu nos
recursos uma tentativa de “burlar” a jurisprudência do STF, que já
teria reconhecido que cabe aos ministros relatores dos inquéritos a decisão
sobre arquivar uma investigação ou ordenar eventuais diligências.
Sobre os
casos de Lobão e Roseana, a procuradora afirmou: “Podem os agravantes
discordar e entender que não haveria elementos para a apuração. Entretanto, os
elementos dos autos impõem a necessidade de apuração integral do que
concretamente referido, inclusive como garantia do próprio investigado, para
que se apure na íntegra o que efetivamente há em seu desfavor”.
O líder do governo na Assembleia Legislativa,
deputado Rogério Cafeteira (PSC), num contundente pronunciamento, nesta tarde
de segunda-feira (04), questionou as constantes acusações feitas pela deputada
Andrea Murad (PMDB) contra o Governo do Estado.
O prefeito Edivaldo recebeu na tarde desta
segunda-feira (4) a visita da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção
da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes, que veio a São Luís com
atividades da Caravana Pátria Educadora pela Promoção da Igualdade Racial e
Superação do Racismo. A reunião teve como objetivo ampliar o diálogo e firmar
parcerias a fim de fortalecer a pauta de igualdade racial em todo o país.
Após o Supremo Tribunal
Federal acabar com o factoide criado pelo que restou da oligarquia Sarney para
tentar atrapalhar o processo de licitação para a contratação das OS e Oscips
que vão administrar os hospitais da rede estadual, agora foi o Tribunal de
Justiça do Maranhão que impôs mais uma derrota a deputada Andrea Murad (PMDB) em sua
tentativa de cancelar, através de medida liminar, o processo seletivo realizado
pela Secretaria de Saúde para a contratação das entidades que vão administrar
os hospitais da rede estadual.
O
magistrado explica no relatório que a “Constituição Federal estabelece que as
ações e serviços de saúde são de relevância pública, devendo a sua execução ser
feita diretamente (pelo Estado) ou através de terceiros, e, também, por pessoa
física ou jurídica de direito privado (art. 197)”.
Ao
concluir a exposição de motivos pelo qual negou e pedido de medida cautelar,
Velten enfatiza que “pelo que se depreende dos autos, o edital (fls. 51/73)
impugnado na ação popular movida pela Agravante contempla um procedimento de
escolha permeado por critérios objetivamente definidos, muitos dos quais
extraídos da própria Lei 8.666/93, donde concluir que o pedido de tutela
antecipada aqui formulado carece de prova inequívoca da verossimilhança da
alegação, requisito sem o qual não é possível a concessão da tutela de urgência
vindicada”.