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  • Jorge Vieira
  • 1/jun/2015

Ribamar Alves participa da Marcha a Brasília e defende união dos prefeitos

Prefeito Ribamar Alves busca apoio da bancada federal do Maranhão

 Diante do atual cenário de crise econômica
enfrentada pelos municípios brasileiros, nos quais as demandas são bem maiores
que os recursos, os prefeitos foram à capital federal onde se reuniram na
Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.  

Em sua décima oitava edição, a marcha promovida
anualmente pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), começou no último
dia 25 e foi finalizada na quinta-feira (28) com a Leitura da Carta da XVIII
Marcha a Brasília.
O prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, participou
do evento e, de Brasília, falou sobre a importância da união dos prefeito em
defesa dos entes federativos. “Unidos, todos os prefeitos, podemos
reivindicar melhorias para os nossos municípios. Santa Inês não é diferente dos
demais e a nossa batalha diária é em prol da população que é a que mais sofre
com a escassez de recursos e a consequente  dificuldade de atendermos à
demanda. Mesmo com toda essa dificuldade, estamos realizando um trabalho digno
nas áreas da Educação, Saúde, Cultura e Assistência Social e outras. Santa
Inês, assim como os demais municípios brasileiros, caminha com dificuldade. No
entanto, estamos avançando e vamos avançar ainda mais”, disse o prefeito.
Por meio de rede social, Alves disse, ainda, que em
reunião da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) com a bancada
de deputados federais buscou angariar o apoio à pauta de carências dos
municípios Maranhenses, dando enfoque aos do Vale do Pindaré.
“Dentre as reivindicações pautadas temos a
melhoria do Fundeb e dos recursos da Saúde – que hoje estão muito aquém da
realidade dos municípios e, portanto, com grande dificuldade de manterem esses
serviços ativos”, ressaltou e continuou: “além da grave crise
financeira por que passa o nosso país (causando o caos nos municípios),
principalmente agora com esse brutal corte no orçamento da união, que chegou a
R$ 69,9 bilhões”.

Ribamar Alves e a deputada suplente Luana Alves
reuniram-se, ainda, com o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir
Maranhão (PP), solicitando apoio para arranjar recursos para Santa Inês.

  • Jorge Vieira
  • 1/jun/2015

Governo convoca municípios para a adesão ao Peate

Os
municípios maranhenses têm até o dia 30 de junho para fazer adesão ao Programa
Estadual de Apoio ao Transporte Escolar no Estado do Maranhão (Peate/MA), que
irá beneficiar mais de 50 mil estudantes residentes
no meio rural. Os
municípios devem assinar um Termo de Adesão, celebrado com o Estado, por
intermédio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
Este
ano, o Governo do Estado investirá mais de R$ 20 milhões no transporte escolar
de estudantes do Ensino Médio, incluindo os da Educação Escolar Indígena. Deste
montante, mais de R$ 11 milhões são do Peate,
instituído pelo governador Flávio Dino.
Em
caráter complementar ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar
(Pnate) do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Peate
destinará, diretamente aos municípios maranhenses, o equivalente a R$ 200 reais
per capita aluno/ano. O valor que o governo vai repassar pelo Peate é superior
ao repassado pelo Programa Nacional, cujo valor per capita é de R$ 148,07
reais. Os números válidos para o cálculo são do Censo Escolar do Inep/MEC,
relativos ao ano anterior.
Adesão
Para aderir
ao Peate, o gestor municipal deve preencher o Termo de Adesão (disponível no
endereço eletrônico:www.educacao.ma.gov.br),
imprimir e comparecer à Supervisão de Transporte Escolar da Seduc (Avenida
Getúlio Vargas, nº1908, Monte Castelo, São Luís), munido de ata de posse do
prefeito, diploma, RG, CPF, comprovante de endereço, CNPJ do município,
certidão de regularidade emitida pela Seduc, certidão conjunta da Receita
Federal, certidão negativa de débitos estaduais, certidão negativa de dívida
ativa estadual e certidão de regularidade junto à Caema.
 “O
Peate está dentro das ações do ‘Escola Digna’, em um dos eixos estruturantes,
que é o regime de colaboração com os municípios. Além disso, nossa gestão já
está promovendo, de forma planejada com as redes municipais, outras ações como
a assessoria técnica, formação continuada, alfabetização, correção de distorção
da idade série e a substituição das escolas de taipa, palha e barro, por
estruturas de alvenaria. Todas em favor da aprendizagem dos estudantes
maranhenses,” destacou a secretária de Estado de Educação, Áurea Prazeres.
Peate
O Programa
Estadual de Apoio ao Transporte Escolar no Estado do Maranhão (Peate/MA) foi
instituído pelo governador Flávio Dino, no âmbito da Secretaria de Estado de
Educação, pela Lei 10.231 de 24 de abril de 2015, com o objetivo de propiciar
acesso a meios de transporte e transferir recursos financeiros diretamente aos
Municípios que realizem, nos seus respectivos territórios, o transporte escolar
de alunos de ensino médio da rede pública estadual, em caráter complementar ao
repasse do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar.
O programa
é destinado a estudantes do Ensino Médio, residentes no meio rural, em todos os
217 municípios maranhenses. E os recursos serão transferidos diretamente aos
municípios, em três parcelas, de acordo com cronograma estabelecido pela
Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e com base na Portaria nº 870 de 26 de
maio de 2015, que determina o valor per capita por aluno/ano.

Os recursos
repassados à conta do Peate-MA devem se destinar a pagamentos de despesas com
reforma, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras e serviços de
mecânica em freio, suspensão, câmbio, motor, elétrica e funilaria, recuperação
de assentos, combustível e lubrificantes do veículo. Somente poderão ser
custeadas despesas com seguros, licenciamento, impostos e taxas, se forem
referentes ao ano em curso.

  • Jorge Vieira
  • 31/maio/2015

Facções do crime organizado – O que está por detrás da queda do número de homicídios

  Não foram raras as vezes em que, pelas
redes sociais, a população do Maranhão se viu de cara com situações inusitadas
em que presidiários gravaram vídeos de dentro de suas celas ou que homens
encapuzados filmaram a si mesmos com músicas de apologia ao crime e exaltação
de facções ilegais.

              
Uma série de ações integradas da
Inteligência da Polícia Civil e da Polícia Militar resultaram em prisões
importantes ao longo deste ano, e começaram a desarticular as facções
criminosas que, de tão corriqueiras ações pela cidade, passaram a ocupar o
imaginário e o noticiário cotidiano da Região Metropolitana.
São elas o PCM (Primeiro Comando do
Maranhão), o Bonde dos 40 e o Bonde dos 300 (uma dissidência interna do Bonde
dos 40). As três, bem estruturadas pelo tráfico de drogas, assalto a agências
bancárias e fortes no crime organizado – e que, ao longo dos anos, por ausência
de ações eficazes na sua desarticulação, se fortaleceram e se organizaram na
Região Metropolitana.
Em 2015, a partir do novo comando da
Polícia Militar e de uma integração forte do setor de investigação da Polícia
Civil, foram desencadeadas nos primeiros cinco meses operações que resultaram
na prisão de algumas das principais “torres” dessas facções (denominação dada
aos líderes de cada grupo).
A primeira ação que resultou na prisão
de 10 membros do PCM aconteceu no dia 6 de fevereiro, durante festa da facção
que acontecia no Alto da Vitória, no Anjo da Guarda – em que integrantes
conhecidos como Sacola, Felipe, Neto, Dedico, Timoteo, Preto e Márcio foram
presos portando crack, cocaína, maconha e armas brancas.
Março
Este foi o mês em que a desarticulação
começou a se intensificar. Logo no início, o Serviço de Inteligência da PMMA
identificou o paradeiro de Marley Lima Costa, mais conhecido como “Badboy”, que
estava dentro de uma igreja evangélica. Ele era um conhecido latrocida que
atuava no Anjo da Guarda.
Três dias depois, houve confronto com a
quadrilha do perigoso assaltante conhecido como “Jr Catita”, na Comunidade
Andiroba. Pertencente ao Bonde dos 300, ele era conhecido das autoridades
policiais e estava junto a outros 3 integrantes do bando. Na troca de tiros com
a Polícia Militar, os integrantes da quadrilha de assalto e tráfico de drogas
acabaram mortos.
No dia 16 de março, foram presos outros
6 integrantes do Bonde dos 300, portando tijolos de maconha prontos para venda,
revólveres, balas e motocicletas. A ação resultou de denúncias da vizinhança do
bairro Anil, incluindo a presença de um menor entre os envolvidos no crime.
Mias oito integrantes do “Bonde dos 40”
foram presos no fim do mês de março. Um deles conhecido por “Marcola” era
considerado um dos maiores assaltantes de banco e lojas de joias, além de ser
responsável por vários homicídios na capital. Cumprido ordem de prisão, a PM
capturou Marcola em sua própria casa na Turiúba.
Outra operação de vulto em combate ao
Bonde dos 40 foi a prisão de Jarison Almeida, vulgo “Senzala”, no Bairro do São
Francisco. Com ele, foram apreendidas uma pistola glock 9mm, uma espingarda calibre
12 CBC, dois coletes à prova de balas, 37 cartuchos de bala, 69 cabeças de
crack e muitas joais como relógios, cordões, aneis e pulseiras de ouro. A
prisão foi considerada de “alta periculosidade” e contou com viaturas e
helicóptero do GTA.
Dias antes, foram presos quatro
suspeitos de assalto às empresas MPX e Pelicano. A prisão de “Neguinho”,
“Alex”, “Luza” e “Êre” foi efetivada no mesmo dia do cometimento do crime,
resultando na apreensão de armas, celulares e documentos. Todos pertencentes ao
Bonde dos 40.
Abril e Maio
Em abril, as investigações levaram a
mais prisões de integrantes do Bonde dos 40. No dia 1º foi a vez do “Potiguar”,
acusado de participar do latrocínio do estudante da Rua Rio Branco, no Centro
de São Luís. No dia 28, foram encontrados Ailson e Alerson Mafra Oliveira,
vulgo “Cafu”, conhecidos homicidas do Conjunto Nova Terra. No dia 28, Jr. Bala
e Ricardo Sousa Moraes, integrantes do PCM, foram detidos no bairro J Câmara,
em São José de Ribamar, com revolver calibre 38, munições e colete à prova de
balas.
Doze integrantes do PCM, escondidos em
casebres de barro na Vila Canaã, foram encontrados e presos em operação
resultante de investigação acerca de assaltantes, traficantes e homicidas que
atuavam permanentemente naquele bairro. Os acusados eram acompanhados durante
10 dias para que sua rotina fosse conhecida e a operação deflagrada no início
da manhã do dia 8 de maio tivesse êxito.
Além da condução dos assaltantes à
prisão, foram apreendidos revolveres, munições, 1.200 kg de maconha e material
para sua fabricação e comércio. Todos foram autuados por crimes de Organização
Criminosa, Tráfico de Entorpecentes, Corrupção de Menores e Porte Ilegal de
Armas, sendo que dois deles vieram a óbito na troca de tiros.
Alguns dias depois, os irmãos Denison e
Benedito Romeu Filho também do PCM foram presos em sua residência, em operação
realizada com o consentimento da mãe dos integrantes da quadrilha. Eles atuavam
na Cidade Olímpica e foram denunciados por moradores através do Disque
Denúncia. Junto a eles, foram encontrados celulares com dezenas de mensagens de
negociação de armas, munições e veículos roubados.
Operações contra assaltos a banco
Nesses meses, quadrilhas de assalto a
bancos no interior do Estado também foram desarticuladas. As primeiras foram em
São José de Ribamar e Bacabeira nos dias 8 e 12 de janeiro, com a prisão de
sete assaltantes.
Na cidade de Timon, duas operações
tiveram sucesso, uma em março – com a prisão de três integrantes de quadrilha
que atuava nos interiores do Maranhão e do Piauí, – e outra com prisão de sete
integrantes de quadrilha de assalto a bancos (realizadas em Timon e em Brejo
Grande de Araguaia no Pará)
Na cidade de Presidente Dutra, em
abril, através de investigações do Serviço de Inteligência apreendeu 18 peças
de dinamite, dois cilindros com gás de maçarico, uma motosserra, 45 munições,
pinos vazios para cocaína, um carro roubado e uma moto sem placa, quando
realizou a prisão de Francilene da Silva Gabriel, que estava acampada junto com
o marido para realizar assaltos a agências bancárias na região.
E o que tem o número de homicídios com
isso?
Mesmo com as operações mais importantes
realizadas no começo deste ano, continuam altos os índices de violência na
capital e nas demais grandes cidades do Maranhão. Isto porque as facções
criminosas cresceram ao longo dos últimos anos, à medida em que não foram
combatidas em sua raiz. No entanto, o noticiário tem relatado que os primeiros
meses do ano apresentam queda do número de crimes.
Segundo fontes da Polícia Militar ouvidas
pela reportagem, o início da queda dos índices de violência têm direta relação
com as prisões ocorridas em 2015. Isto porque muitos dos integrantes das
facções que foram presos ou morreram em confronto eram conhecidos homicidas,
traficantes e assaltantes conhecidos como “torres”.
Ontem, a Secretaria de Segurança
Pública divulgou relatório em que demonstra a redução de 10,7% no número de
crimes com morte nas 10 cidades mais populosas do Maranhão. Nelas, o número de
assaltos a comércio também caiu, chegando à redução de 24,95%.
A grande maioria dos integrantes das
três principais facções presas faz parte da população encarcerada do Complexo
Penitenciário de Pedrinhas que, hoje, possui alas distintas para cada facção,
evitando os confrontos corriqueiros que deflagraram em 2013 e 2014 a maior
crise do Sistema Penitenciário do Estado, fazendo com que o Maranhão figurasse
no noticiário internacional com mortes, decapitações em série e inúmeras
rebeliões.
As ações internas do Complexo
Penitenciário também incluíram maior rigor na revista das visitas (evitando
entrada de aparelhos celulares e armamento), o que resultou em prisões de
familiares e agentes penitenciários que tentaram entrar com esse material.

  • Jorge Vieira
  • 30/maio/2015

Policiais envolvidos em homicídio em Vitória do Mearim são presos e autuados em flagrante

Os policiais militares envolvidos no fato que culminou na morte do homem
suspeito de praticar assalto, na tarde de quinta-feira (28), no município de
Vitória do Mearim, foram presos e autuados em flagrante pela Delegacia de
Homicídios em São Luís, e responderão pelo crime de homicídio qualificado. O
principal suspeito de cometer o crime, o vigilante identificado por Luiz
Carlos, funcionário do município de Vitória do Mearim, que teria executado um
dos assaltantes com dois tiros após perseguição policial, encontra-se foragido,
mas as diligências realizadas pelas Polícias Civil e Militar continuam, com o
objetivo de prendê-lo.    
Segundo o coronel Marco Antônio Alves, comandante Geral da Polícia
Militar do Maranhão, os militares presos, o sargento Miguel e o soldado Gomes,
que atuavam na Companhia Independente de Viana, afirmaram durante depoimento
que após o assalto a polícia teria sido acionada e começou então uma
perseguição, onde um dos suspeitos de praticar o assalto, identificado como
Irinaldo Batalha, 35 anos, teria revidado, dando início a uma troca de tiros.
Ele explicou ainda que os policiais relataram que o vigia Luíz Carlos estava na
viatura acompanhando a ação. “Os militares disseram que o vigilante era uma
pessoa conhecida na cidade e sempre dava apoio à polícia, sendo funcionário do
município. Ele teria sido levado para trazer a motocicleta após a prisão dos
suspeitos e quando o garupa foi atingido e veio ao solo ele teria sido
designado para permanecer no local e fazer a segurança da área, uma vez que a
perseguição continuou”, declarou.
De acordo com o comandante da PM, os policiais relataram ainda que o
outro suspeito que seguia na motocicleta em direção ao município de Viana, foi
alvejado com um tiro no pé e autuado em flagrante por roubo. O coronel Marco
Antônio Alves explicou que após a polícia ter acesso às imagens que mostram a
execução de Irinaldo Batalha e a consequente identificação do vigilante Luiz
Carlos, as buscas para realizar sua prisão foram intensificadas, uma vez que o
mesmo encontra-se foragido. “Os militares receberam ordens para se apresentarem
no Comando Geral da PM, e assim o fizeram na noite desta sexta-feira (29), onde
foi instaurado um processo administrativo para investigar a participação dos
policiais no homicídio, além de terem sido autuados em flagrante pela Delegacia
de Homicídios pelo crime de homicídio qualificado”, disse ele.
O Comando Geral da PM informou que as primeiras informações deram conta
de que o suspeito de praticar o assalto, morto durante a ação policial,
Irinaldo Batalha, era usuário de drogas e natural da cidade de Arari. Seu
comparsa o piloto da moto, encontra-se preso na delegacia de Vitória do Mearim.

  • Jorge Vieira
  • 30/maio/2015

Dono da empresa que movimentou mais de R$ 21 mi desviado da Univima se apresenta à polícia

O empresário Francisco José Silva Ferreira, proprietário da F.J.S.F Comércio,
acusado de movimentar R$ 21 milhões e 402 mil dos quase R$ 34 milhões desviados
da Universidade Virtual do Maranhão, entre os anos de 2010 e 2013,
apresentou-se na sexta-feira (29), na sede da Superintendência Estadual de
Prevenção e Combate a Corrupção. Ele tinha sido o único suspeito cujo mandando
de prisão não havia sido cumprido durante a ‘Operação Cayenne’, deflagrada na
terça-feira (27) pela Polícia Civil.

Francisco
é proprietário de vários empreendimentos, carros de luxos, uma pousada e um
imóvel em Barreirinhas. Além dele, por força de mandado de prisão temporária,
também foi preso Paulo Giovanni Aires Lima, José de Ribamar Santos Soares,
Inaldo Damasceno Correa e Valmir Neves Filho. Todos estão sendo investigados
por lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, formação de quadrilha,
entre outros crimes.
Já Paulo
Giovanni, além de todos esses crimes, também irá responder por posse ilegal de
arma, haja vista que duas pistolas 380 foram apreendidas na residência dele,
bem como dois carros de luxos, sendo um Corolla e um Fusion, mas pela consulta
ao seu CPF, a polícia identificou que o mesmo já possuiu vários carros caros,
como SW4, Hillux e até um Porsche Cayenne, avaliado em aproximadamente R$ 300
mil.
Na
residência do suspeito a polícia encontrou, ainda, joias, relógios, que se
confirmada a autenticidade podem custar mais de R$ 20 mil cada unidade, e a
casa em que reside no Araçagi está avaliada em R$ 2,2 milhões. “O Paulo
Giovanni nega o envolvimento no esquema e diz que trabalha no ramo da
construção civil, e pontuou que começou construindo e vendendo casas populares
e depois entrou no ramo de imóveis de luxo”, destacou o delegado Ricardo Moura,
que comanda as investigações.
José de
Ribamar Santos, que trabalhou no setor financeiro da Univima, recebendo salário
de R$ 2,2 mil, também ostentava negócios superiores ao seu vencimento. Em nome
do suspeito, a polícia identificou uma locadora de veículos, com
aproximadamente 15 automóveis, entre modelos populares, de luxo e até uma van,
que fazia viagens para o interior do estado. José de Ribamar Santos é detentor
de mais de 10 imóveis na Região Metropolitana de São Luís, colocados em nome de
parentes.
O
empresário Valmir Neves Filho é proprietário de várias empresas e recebeu da
Univima, entre 2011 e 2012, aproximadamente R$ 12 milhões. Já Inaldo Damasceno
Correa, foi identificado como ‘laranja’ do empresário e confessou, em
depoimento, que teria recebido da Universidade R$ 770 mil, referente a duas
movimentações financeiras no ano de 2011, valor este que teria repassado em
seguida a Valmir Neves.
As
investigações começaram a partir do resultado de auditorias realizadas pela
Secretaria de Estado de Transparência e Controle (STC), que revelaram desvio de
verbas públicas, no governo passado. Auditores do Estado realizaram serviços de
auditoria na Univima e desvendaram um esquema de desvio de recursos públicos do
órgão através de fraude no sistema financeiro do Estado, o Siafem.
O esquema
fraudulento funcionava da seguinte forma: os ordenadores de despesa do órgão
realizavam pagamentos normais aos credores do órgão, que tinham contratos em
vigor e que apresentaram faturas a serem pagas. Depois da emissão das ordens
bancárias e de confirmar o pagamento pelo banco, o responsável pelo setor
financeiro cancelava o pagamento no sistema Siafem e lançava novo pagamento,
dessa vez, para empresas fantasmas, usadas apenas para desviar os recursos
públicos.
“Ao
receber o relatório de auditoria apontando a fraude, instauramos um
procedimento na Corregedoria Geral do Estado para investigar os fatos e depois
compartilhamos as provas e relatórios com a Polícia Civil. Ainda não é possível
afirmar o envolvimento de servidores de alto escalão, mas a Corregedoria Geral
do Estado, vinculada à Secretaria de Transparência, aprofundará as
investigações”, destacou o secretário de Transparência e Controle, Rodrigo
Lago, ressaltando que um dos compromissos da atual gestão é a transparência e o
combate à corrupção.
O
secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, destacou o trabalho sério e
imparcial realizado pelo governo Flávio Dino no combate ao desvio de recursos
financeiros no estado. “A operação visa o combate à corrupção em todas as suas
formas. Esses desvios não atingem apenas o patrimônio de forma individual, mas
lesa a coletividade. O sistema penal não deve olhar nomes, sobrenomes e cargos.
Foi o que foi feito”, pontuou.

                                                                                

  • Jorge Vieira
  • 30/maio/2015

Opção pelo terror

Editorial JP
No fim, o
desejo de criar um clima de terror em meio à população de São Luís, emerge dos
atos consumados e manifestações conceituais do grupo Sarney. Não bastasse terem
transformado todos os jornais de sua TV em revista eletrônica de crimes, no
propósito indisfarçado de atingir o Sistema Estadual de Segurança e, por
tabela, o governador Flávio Dino, criam fatos só existentes na própria
imaginação tortuosa de quem deseja o mal para o Maranhão.
Para começo
de assunto, deram para fotografar cadáveres em outros estados e registrar na
imprensa como crimes ocorridos em São Luís. E, na mais exasperante tentativa de
ultrajar o governo, inventaram que a Secretaria de Segurança teria proibido os
policiais de andarem armados, ou os obrigado a recolherem o armamento quando
estivessem de folga. Esse conto das mil e uma noites, que só cabe em cabeça de
camarão seco, excedeu todos os limites, pois até deputados do grupo Sarney se
pronunciaram, eufóricos, sobre o desarmamento da segurança pública do Maranhão.
Esses deputados deviam era processar a imprensa de Sarney por induzi-los a erro
que depõe contra a atividade parlamentar.
O assunto,
conforme revelou em Nota a Secretaria de Segurança, nunca foi sequer cogitado,
menos ainda discutido e só pode ser encarado como desvario constitucional de
quem não tem qualquer conhecimento das leis do país. Mas é o desejo, a vontade
incontrolável de que aconteçam nos dias de hoje todas as cenas de terror que
aconteceram no decorrer do governo Roseana Sarney.
Já tentaram
induzir a polícia à greve, talvez até desejem que crianças peguem fogo, ônibus
e outros veículos sejam queimados e que caminhões caçamba sejam jogados contra
a Penitenciária de Pedrinhas, que volte a existir no sistema penitenciário
diretores que facilitem fuga de presos, redes sociais controladas pelo crime
organizado e tudo o mais que durante o governo Roseana deixou em pânico a
população.
Todo esse
esforço é inútil, pois fica cada vez mais claro que estamos diante de uma nova
polícia, que prende ladrões pobres e ladrões ricos, que combate a agiotagem e
escorraça pistoleiros, que investiga a corrupção – e polícia investigando
corrupção e prendendo corruptos é coisa que jamais foi vista nos quase 50 anos
de poder de José Sarney no Maranhão. Nem podia.
A opção
pelo terror revela um sentimento apátrida perigoso para esse Estado. Como pode
alguém imaginar uma história tão cabeluda quanto essa do desarmamento da força
policial e com que intenções se não a de provocar pânico, tumulto, aterrorizar
o povo. E há deputados que ainda se pronunciam sobre tamanha estultícia! Nenhum
povo, é certo, merece isso de seus representantes políticos e nenhuma imprensa
pode se deixar utilizar a esse nível de desaceleração profissional.

Pior é que
nem podemos deduzir do que são capazes pessoas que fazem opção pelo terror. Por
enquanto tudo se limita à imprensa e aos discursos, mas ninguém sabe o que
ainda pode acontecer.

  • Jorge Vieira
  • 29/maio/2015

Grandes municípios do MA apresentam queda superior a 10% em ocorrência de crimes e morte

O número de crimes com morte no Maranhão caiu 10,7% em relação ao mesmo
período do ano passado. No quadro comparativo entre as ocorrências dos 10
maiores municípios registradas em 2014 e 2015, outros tipos de crime também
tiveram menor ocorrência este ano, segundo dados da Secretaria de Segurança
Pública.
Enquanto em 2014 o número de crimes com morte ocorridos nos municípios
da Grande São Luís (capital, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa),
Imperatriz, Timon, Açailândia, Balsas, Caxias e Codó chegou a 652, o ano de
2015 apresentou uma redução expressiva no número de crimes, tendo sido
registradas 582 ocorrências entre o mês janeiro e o dia 28 de maio de cada ano.
A queda de homicídios tem sido observada mês a mês no Maranhão, a partir
do comparativo com o mesmo período do ano anterior e apresentam um avanço nos
resultados das ações de Segurança Pública no Estado. Isto porque o Estado tem
conseguido reverter a tendência de alta nas ocorrências de crimes observada ao
longo dos últimos anos. Dados do Ministério da Justiça demonstram que, entre
2004 e 2014, São Luís apresentou alta de 314% no número de homicídios. O
objetivo é manter a tendência de queda observada nos primeiros meses de 2015.
Houve também queda expressiva no número de roubo a estabelecimentos
comerciais ou de serviços em relação ao ano passado. Com variação de 24,95%
para baixo, em 2015 houve 355 roubos dessa categoria, enquanto no mesmo período
de 2014 esse tipo de crime foi registrado 473 vezes.
Os crimes de violência sexual tiveram quedas consideráveis no mesmo
período. Os registros de estupros em 2015 somam 198 e em 2014 no mesmo
intervalo de tempo houve registro de 284 crimes dessa natureza, representando
uma queda de 30,28%. As tentativas de estupro também apresentaram queda de 36
para 29 entre 2014 e 2015, diminuição que corresponde a 19,44% do ano anterior.
Os dados são referentes aos 10 maiores municípios do Maranhão entre os
dias 1º de janeiro e 28 de maio dos anos de 2014 e 2015.
Mais Policiais Militares e Civis
No ano de 2015, uma série de ações deram início à reestruturação da
Segurança Pública no Estado. A primeira delas foi a convocação de 1.000
excedentes do concurso da Polícia Militar, em 1º de janeiro. Após passar por
testes de aptidão física (TAF), 400 futuros PMs ingressaram na Academia de
Polícia do Estado do Maranhão e já fazem curso preparatório de seis meses para,
até o final deste ano, atuarem na defesa dos cidadãos e na promoção da paz.
Em maio, o governador Flávio Dino autorizou o chamamento de mais 1.500
excedentes do concurso da PM realizado em 2012 para realizar o TAF para a
seleção física de ingresso na carreira militar. Este ano, o Governo também já
contratou 66 novos Policiais Civis que atuam nas delegacias do Estado. Na
última semana, Flávio Dino anunciou a convocação dos demais excedentes do concurso
para delegados.
OCORRÊNCIAS
2014
2015
VARIAÇÃO
Crimes com morte
652
582
– 10,73%
Roubo a estabelecimento comercial ou de serviços
473
355
– 24,95%
Estupro
284
198
– 30,28%
Tentativa de estupro
36
29
– 19,44%

*Dados comparativos do Sistema Sigo 2014/2015 – Janeiro a 28 de Maio

1 1.799 1.800 1.801 1.802 1.803 2.783

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