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  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2018

Michel Temer reúne cúpula da segurança para tratar da morte da vereadora Marielle Franco

Neste momento, o presidente Michel Temer (PMDB) está reunido com sua equipe de segurança pública.

O motivo da reunião é para tratar das investigações quanto à suspeita morte da vereadora Marielle Franco, do PSOL.

Há alguns meses, Temer autorizou a intervenção militar no Rio de Janeiro. Mariella vinha denunciando abusos cometidos. No domingo, ela denunciou uma ação de PMs do 41º BPM na Favela de Acari.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2018

Caravana da Oligarquia é ridicularizada nacionalmente

A caravana da Oligarquia é de fato uma grande piada política neste ano de 2018.

O jornalista George Marques, responsável por grandes reportagens no jornal The Intercept, publicou crítica à caravana expondo o fracasso de Roseana.

“Palanque de lacaios – ex-prefeitos (sem mandato), plateia vazia”, disse.

Nada mais do que uma avaliação que os maranhenses já sabem: o povo não quer mais os Sarneys no poder do Estado.

E isto é tão notório chegando a todos os estados.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2018

Corrupção: Sarney prestará depoimento como testemunha na sexta-feira

Arrolado como testemunho de defesa de Paulo Vieira Costa, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), o ex-presidente José Sarney (MDB) prestará depoimento por videoconferência na sexta-feira (16), aqui em São Luís. Costa responde a uma ação penal derivada da Operação Porto Seguro, que investigou irregularidades no setor portuário.

O ex-dirigente da ANA, atualmente vereador na cidade paulista de Cruzeiro – chegou a ficar preso.

Segundo a revista Época, Sarney foi decisivo para sua indicação ao governo. O ex-presidente deporia no fim de janeiro, mas não foi encontrado para receber a intimação.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2018

Janela partidária: fundo público eleitoral financia leilão de deputados

Janela partidária que vai até 6 de abril transformou Câmara em ‘mercado’ – Ailton de Freitas / Agência O Globo 20/02/2018

O Globo — Nos bastidores do leilão por deputados em andamento na Câmara com a janela partidária, legendas estão oferecendo cota fixa para bancar eleições de parlamentares e criando regras tanto para atrair quanto para evitar a perda de filiados. Nas negociações, há cobrança para registro formal de promessas, “punição” a quem votou contra o novo fundo que vai irrigar as campanhas e diferenciação de valores para novos e antigos filiados. Tudo isso em meio a uma forte concorrência.

— Isso aqui virou um mercado. Se um (partido) fala que vai dar R$ 1,5 milhão, o sujeito vai lá, conta para o outro partido, que aí oferece R$ 1,6 milhão — conta um deputado que participa das negociações para receber novos quadros em seu partido.

REGISTRO DE VALOR EM ATA – No sobe e desce dessa bolsa, o PMDB está oferecendo R$ 1,5 milhão para os deputados que tentarão se reeleger. Prometido pelo presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o valor levantou desconfianças, e houve pedido para que a oferta fosse registrada em ata, para cobranças futuras. A reunião do PMDB no dia 21 de fevereiro, quando foram prorrogados os comandos dos diretórios estaduais e municipais, fixou em um documento interno o montante a ser repassado para as campanhas federais. Mesmo assim, o partido do presidente Michel Temer tem sido um dos mais vulneráveis na janela partidária.

No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), o compromisso é repassar entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão para cada campanha à reeleição de deputado federal. Mas o valor vai variar de acordo com o comportamento dos deputados em votações, e privilegiará os novos quadros.

O critério que o partido definiu é o de que quem votou contra a criação do fundo eleitoral, em outubro do ano passado, receba o piso para a campanha, ou seja R$ 1 milhão. Quatro deputados se enquadram nessa situação: Alan Rick (AC), Marcos Rogério (RO), Norma Ayub (ES) e Onyx Lorenzoni (RS). Quem votou a favor receberá o valor máximo, de R$ 1,5 milhão. Os novos deputados que se filiarem à legenda também contarão com esse valor maior. O DEM tem tido um aumento robusto em sua bancada, que deve praticamente dobrar de tamanho. A sigla iniciou a legislatura, em 2015, com 21 deputados e já chega a 38. Há ainda outros quatro deputados negociando para se filiar.

Com a proibição do financiamento empresarial, as campanhas em 2018 serão majoritariamente pagas com dinheiro público, e os partidos terão que se virar com os recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral, que juntos somam R$ 2,6 bilhões. As regras de distribuição são feitas internamente. Além dos recursos públicos, as campanhas também podem ser pagas com doações de pessoas físicas, o que, em tempos de impopularidade da classe política como um todo, não deve fazer muito sucesso.

Sem candidaturas presidenciais e com poucas pretensões de fazer governadores, PP e PR concentrarão os recursos a que tiverem acesso nas campanhas para deputado federal. Foram esses dois partidos que mais se articularam pela aprovação da reforma eleitoral que definiu o novo fundo e que agora devem alcançar ou chegar mais perto ao teto de financiamento para campanhas de deputados, de R$ 2,5 milhões.

No PR, segundo relatos, aos deputados com maior visibilidade foi prometido o valor máximo previsto na nova legislação eleitoral. Já o PP vem falando nos bastidores em algo em torno de R$ 2 milhões. Pré-candidato ao governo de Santa Catarina, o deputado Espiridião Amin (PP) diz que seu partido quer se tornar uma das duas maiores bancadas da Câmara. Atualmente, a legenda é a quarta, com 45 deputados.

Com a reforma eleitoral aprovada no ano passado, o tamanho das bancadas federais passou a ser crucial, pois o valor dos fundos públicos de financiamento, bem como o tempo de TV de cada legenda, é proporcional ao número de deputados na Câmara.

— A lógica das campanhas se inverteu. Antes, girava em torno das candidaturas presidenciais. Agora, com o fundo eleitoral, eleger o maior número de deputados virou o novo ouro em pó — pontua um dirigente partidário. (Por Catarina Alencastro)

  • Jorge Vieira
  • 14/mar/2018

Presidente do Imesc confirma na Assembleia crescimento do PIB no Governo Flávio Dino

Ao participar da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (14), o presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Felipe Macedo de Holanda se encarregou de desmoralizar o factoide do deputado Adriano Sarney, o “menino maluquinho” sobre um suposto rombo nas finanças do governo. Felipe Macedo fez uma análise sobre a pesquisa que apontou o Maranhão como o Estado que teve o maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no país, no ano de 2017.

Para o presidente da Comissão, deputado Bira do Pindaré (PSB), a reunião foi muito produtiva, porque o presidente do Imesc apresentou números animadores sobre a realidade maranhense, à luz de diversos indicadores econômicos.

“Esta reunião foi bastante positiva, uma vez que o presidente do Imesc apresentou  dados e fundamentos, mostrando que o Maranhão está no caminho certo e que as medidas de gestão do governo contribuíram de maneira decisiva para os resultados que estão sendo colhidos agora, sobretudo o resultado de 2017, que colocou o Maranhão em primeiro lugar no ranking nacional do crescimento do PIB”, declarou Bira do Pindaré.

O vice-presidente da Comissão, deputado Antônio Pereira (DEM), também elogiou a explanação feita por Felipe Macedo de Holanda, frisando que há necessidade de uma reflexão também sobre a necessidade de uma reforma previdenciária tanto no país quanto em estados como o Maranhão, em face do cenário de dificuldades da economia brasileira.

Em sua palestra, o presidente do Imesc observou que há uma conjuntura econômica e político-institucional crítica no país. Segundo ele, a retomada do crescimento vem se dando de forma desequilibrada setorial e regionalmente.

“A partir de 2012 e, com muito mais força, a partir da grande crise recessiva de 2015 a 2017, os desequilíbrios regionais voltaram a se agravar no Brasil. Agora, é inegável que o Maranhão vem apresentando sinais de retomada de sua atividade econômica”, afirmou Felipe de Holanda.

Ele advertiu que a correção do salário mínimo abaixo da inflação, neste ano de 2018, terá impactos imediatos no agravamento da pobreza extrema no Brasil, de maneira fortemente concentrada nas regiões Norte e Nordeste.

“A partir de 2015, vimos assistindo a uma violenta compressão do gasto federal nas regiões Norte e Nordeste. Nessa conjuntura, torna-se fundamental, para avançar na construção democrática de um novo projeto de desenvolvimento para o Estado do Maranhão, fazermos um balanço do conjunto de importantes avanços institucionais que vêm ocorrendo em múltiplas escalas e em diferentes arranjos interfederativos”, afirmou o presidente do Imesc.

Ao término da reunião, Felipe de Holanda salientou que o Maranhão está diante da oportunidade histórica de fazer o balanço dos avanços e aprendizados institucionais realizados e avançar o debate dentro do governo e com a sociedade, sobre as bases de um Projeto de Desenvolvimento de Longo Prazo para o Estado.

“Como apontou o governador Flávio Dino na primeira reunião com todo o secretariado, ainda antes da posse, mais difícil do que mudar as pessoas, revela-se em construir instituições solidárias ao desenvolvimento econômico e social maranhense (instituições inclusivas e não extrativas), que não sejam descontinuadas com a alternância política. E governar, completou o governador, é construir uma nova cultura política, de transparência, boa gestão e conhecimento do território”, frisou Felipe de Holanda.

  • Jorge Vieira
  • 14/mar/2018

As mentiras de Roseana Sarney

Roseana Sarney resolveu sair do sofá da sua casa em Miami para tentar voltar a governar o Maranhão. Para isso, criou uma Caravana e está percorrendo vários municípios do estado. Sem ter o que mostrar para a população, apesar dos seus 14 anos como governadora, ela descamba a mentir por onde passa.

Em Santa Inês, Roseana tentou ser a mãe do Hospital Regional da cidade, construído por Flávio Dino. A mentira não colou, já que a própria população sabe que quem concluiu a obra que estava abandonada foi o atual governador.

Em Imperatriz ela se superou. De uma tacada só Roseana mentiu sobre o Hospital Macrorregional, a Estrada do Arroz e o seu apoio ao ex-presidente Lula. Tanto a unidade hospitalar, quanto a rodovia, haviam sido abandonadas pela ex-governadora ainda no início das obras, que foram concluídas e entregues por Flávio Dino em menos de dois anos.

Já sobre o ex-presidente Lula, Roseana tenta surfar na popularidade dele no Maranhão. No plano nacional, ela, o seu pai, José Sarney, Eduardo Cunha e Michel Temer foram artífices do golpe contra Dilma Rousseff. De presente, a oligarquia maranhense ganhou o Ministério do Meio Ambiente, no qual o titular é Sarney Filho.

E assim segue a caravana de Roseana pelo Maranhão. Fraca de apoio popular e de lideranças políticas e espalhando mentiras por onde passa.

  • Jorge Vieira
  • 14/mar/2018

A chapa da Oligarquia tem membros piores que a encomenda

A chapa da Oligarquia que tenta de todas as formas chegar ao poder, tem membros que saem pior que a encomenda com históricos negativos e difíceis da população engolir novamente.

Além de mostrar mais uma vez fraqueza com a caravana da “guerreira” mais vazia que torcida de pelada e roubar uma foto da própria secom do governo Flávio Dino, a chapa do grupo sarneyzista só tem “peça boa”, já diria o maranhense.

Um é golpista (Michel Temer), a outra recebia mala de dinheiro no Palácio (Roseana Sarney), outro que nem aqui mora (Sarney Filho) e outro enrolado até a tampa na Lava jato, desesperado para manter o foro privilegiado e escapar de Moro (Lobão).

Uma equipe e tanto e pra lá de ruim. E o povo nem de longe quer este tipo de currículo.

 

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