O governador Flávio Dino segue colecionando feitos individuais que o colocam como um dos mais importantes do país. Ontem, ele foi o primeiro governador do Brasil a participar de uma reunião da Comissão Intergestores Tripartite, do Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).
Na ocasião, ele apresentou resultados exitosos das ações da política de combate à mortalidade materna e infantil implementadas pelo Governo do Maranhão nos últimos anos, dando destaque a experiência na região de Balsas, onde o Governo agiu conjuntamente com a OPAS/OMS, Conass e municípios.
Foram apresentados os resultados gerais do Maranhão e os números alcançados pela Regional de Saúde de Balsas – atualmente formada por 13 municípios do sul do estado. Com a parceria da OPAS/OMS e do Conass foi possível passar todo o ano de 2018 sem um caso de morte materna.
O resultado positivo na região foi alcançado após a adoção de estratégias e ações voltadas para a qualidade de vida da mulher, pré-natal, parto e puerpério, como a inauguração do Hospital Regional de Balsas, do Centro Sentinela de Planejamento Reprodutivo e a Planificação da Saúde.
O deputado federal Bira do Pindaré (PSB/MA) usou o grande expediente da Câmara, nesta quinta-feira (27), para debater uma questão importante para o Brasil, a reforma da Previdência. A discussão do texto, que acontece desde o início da 56ª Legislatura, está em fase final e foi amplamente analisado. Para Bira, o mercado financeiro é o principal e maior interessado nessa reforma. “Qualquer política pública pode ser ajustada e com a Previdência é a mesma coisa, não há nada que impeça isso, mas precisa ser feito da maneira correta, com responsabilidade e pensando nas pessoas”, frisou.
Na avaliação dele, o texto que chegou à Câmara é um verdadeiro desmonte. “É uma destruição do sistema público e solidário da Previdência no Brasil, ataca os direitos mais elementares da classe trabalhadora, direitos que foram conquistados com muita luta, disse. Bira ainda criticou a posição do ministro da Economia, Paulo Guedes. “O Governo quer tirar dinheiro da economia e ouvimos isso do Guedes, que representa os banqueiros, todos os dias. Muitos não conhecem a realidade do Brasil, não sabem o que é um município do interior do Maranhão. O Guedes representa apenas os banqueiros”, acrescentou.
O parlamentar afirmou que a movimentação do comércio nesses municípios, em grande parte, é feita pelo recurso dos benefícios da aposentadoria, da Previdência Social. “Tirem esse dinheiro da economia e vocês vão ver o impacto negativo que ocorrerá no Brasil inteiro. É óbvio que nós sabemos que existe uma crise no País, mas não se resolve uma crise econômica tirando investimentos, subtraindo recursos que movimentam o comércio, a indústria, que fazem gerar trabalho e renda, que fazem a roda da economia girar! Não é assim”, alertou.
O maranhense também mostrou preocupação com a subtração dos direitos fundamentais do trabalhador. Segundo ele, a PEC vai destruir ainda mais a economia do país, vai gerar desemprego e diminuir a renda do povo trabalhador brasileiro. Apesar de concordar com a necessidade de haver a reforma, o congressista reafirmou que essa, apresentada pelo Governo, “é pura perversidade contra o povo brasileiro”.
O Bira do Pindaré lembrou que o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL) condenava, durante a campanha presidencial de 2018, a Reforma da Previdência apresentada por Michel Temer (MDB), mas que foi capaz de apresentar uma proposta ainda pior. Segundo o deputado, se Bolsonaro tivesse apresentado medidas como essa durante a campanha, não teria sido eleito. “É por isso que sua popularidade cai todos os dias. A pesquisa de hoje divulgada pelo Datafolha mostra esse reflexo direto das medidas prejudiciais ao povo brasileiro que foram adotadas até agora”, comentou.
Em breve avaliação dos seis meses do Governo, o parlamentar sublinhou não poder anunciar nenhuma providência positiva para o Brasil. “Não houve nada que nos dê esperança. É só confusão, é gente presa em ministério, é cocaína em avião presidencial, é só o que vemos! É a família brigando, é ministro sendo demitido! Quando manda o projeto para cá, é para liberar armas, transformar o Brasil num faroeste, num bangue-bangue, vendendo ilusões, como se isso fosse resolver o problema da violência. Não é a solução!”, completou.
Em alusão à primeira grande propaganda do Governo federal sobre a Reforma da Previdência, Bira do Pindaré alertou para uma redundante mentira. “‘Quem ganha menos vai pagar menos e quem ganha mais vai pagar mais’ não pode ser verdade! Se fizermos uma conta simples de matemática podemos verificar que o trabalhador vai pagar mais e vai ganhar menos. A segunda grande propaganda enganosa é o combate aos privilégios”.
O Regime Geral, na explicação do congressista, é o feito pelos trabalhadores e trabalhadoras que tem carteira assinada. “E quem tem carteira assinada são os trabalhadores que estão na base, aqui mesmo no Congresso Nacional. É o garçom que está atrás daquele balcão. É o prestador de serviços gerais que está fazendo o asseio dos banheiros. É o porteiro. É o vigilante. É o motorista. É o gari. É o trabalhador rural. É o pedreiro. É essa gente que tem carteira assinada e ganha, em média, dois salários mínimos, no máximo. Essa é a realidade dessas pessoas”, continuou Bira do Pindaré.
Os trabalhadores e as trabalhadoras que fazem parte desse Regime Geral é quem devem contribuir, segundo a PEC da Previdência, com mais de 80% daquilo que o Governo que arrecadar na sua economia. “Portanto, ele não está combatendo privilégios. Ele está tirando o dinheiro dos pobres, para dar para os ricos e poderosos, que são os donos dos bancos, os grandes beneficiários dessa reforma da Previdência.”
Para concluir o discurso, Bira do Pindaré citou a lista de milionários feita pela revista Forbes no Brasil. “Eu li apenas os nomes dos 10 mais ricos! Então, a pergunta é: por que essas riquezas não são taxadas? Um grupo de 19 bilionários nos Estados Unidos assinou uma carta aberta em que defendem a criação de um imposto federal e estão se propondo a ajudar o próprio governo americano. Por que os bilionários daqui do Brasil não fazem o mesmo?”, concluiu o parlamentar ao defender que é esse exemplo que o presidente Bolsonaro, que beija a bandeira americana, tem que seguir.
Em mais um exemplo de planejamento com os gastos públicos e preocupação com os servidores, a Prefeitura de Paço do Lumiar paga antecipadamente os salários de junho aos servidores públicos municipais. O pagamento foi feito nesta quinta-feira, 27, e estará na conta dos servidores nesta sexta-feira, 28. Dessa forma, o prefeito Domingos Dutra (PCdoB) mantém o compromisso de efetuar o pagamento dos servidores do Município sempre em dia.
Recebem os servidores efetivos, comissionados, aposentados e pensionistas. O pagamento antecipado, que já aconteceu em vários outros meses dentro da gestão Domingos Dutra, apenas é possível graças ao bom planejamento dos gastos públicos, com prioridade e respeito aos servidores do Município.
*Responsabilidade* – Diferentemente de muitos municípios brasileiros, que atualmente estão sofrendo as consequências da crise econômica e atrasando o pagamento dos seus servidores, a Prefeitura de Paço do Lumiar tem driblado essa situação, mantendo sua folha de pagamento em dia e honrado seus compromissos.
O chefe do Executivo Municipal de Paço destacou a importância de os servidores municipais gastarem a remuneração no próprio município, como forma de dinamizar a economia local, aproveitando principalmente as atrações do São João 2019 na cidade.
“Estamos realizando um belíssimo São João, com atrações não apenas no Viva Maiobão, mas em várias comunidades de Paço do Lumiar que nunca haviam tido uma programação junina. Estamos fazendo tudo isso com recursos próprios e com muita alegria para que as pessoas não precisem sair da cidade em busca de diversões nesse período”, destacou o prefeito Dutra.
A secretária municipal de Planejamento, Nubia Feitosa, destacou o empenho de toda a equipe para sempre garantir o pagamento em dia dos servidores que, ao longo dos 30 meses de governo, nunca sofreu atraso.
“A nossa gestão nunca atrasou o pagamento dos servidores ao longo desses 30 meses. Isso é reflexo da competência da nossa equipe e o empenho de cada um dos nossos servidores. Atuamos sempre para garantir a valorização das pessoas. Esse é o nosso principal lema de trabalho”, pontuou Nubia Feitosa.
Por causa das redes sociais, as quintas-feiras agora são dias de postar fotos ou fatos do passado. Na tribuna da Assembleia nessa quinta-feira (27), também foi dia de recordar. O deputado estadual Duarte Jr. partiu para cima de Eduardo Braide.
Em seu discurso, Duarte tentou resgatar alguns fatos marcantes da atuação de Braide na Caema (2005/2006) e como secretário municipal na gestão de Castelo, entre 2009 e 2010, mas não achou.
“Alguém aqui lembra que Eduardo Braide foi secretário municipal na gestão do João Castelo em 2009/2010 da importante secretaria de orçamento participativo? Acredito que poucos lembram?”, questionou Duarte Jr. E completou: “foi uma gestão apagada, sem resultados”.
Sobre a Caema, Duarte alfinetou: “Eduardo Braide sequer conseguiu concluir a importante obra de duplicação do Italuís”.
O #TBT (though back thursday) é uma linguagem de internet que significa lembrar de algo que já aconteceu.
O mais legítimo representante do clã Sarney na Assembleia Legislativa do Maranhão, Adriano Sarney (PV), sumiu após o avô se encontrar com o governador Flávio Dino na tarde de quarta-feira (26), em Brasília, para tratar sobre a instabilidade política do país e a possibilidade de um retrocesso que possa representar perigo à democracia brasileira.
Considerado a única voz de oposição que sempre usa a tribuna para agredir o governador e criticar a administração, mesmo com os índices de popularidade de Flávio Dino na casa dos 60%, Adriano, que diga-se de passagem raramente falta às sessões, desligou até o telefone para não ser zoado pelos adversários.
Os apresentadores do programa Ponto Continuando, da Mais FM, tentaram por diversas vezes manter contato para saber sua opinião sobre a conversa civilizada que tiveram Dino e Sarney, mas o celular do parlamentar repetia sempre a mesma mensagem da operadora informando que o aparelho estava fora da área de serviço ou temporariamente desligado.
Adriano nem precisaria se esconder após o avô declarar que o “Maranhão vai bem”, a final o grupo do governador em nenhum momento mostrou qualquer interesse em cooptar o que restou do grupo, na prática, apenas o Adriano, visto que os demais (Roberto Costa e Arnaldo Melo) nunca fizeram discurso de oposição. Roberto Costa, por exemplo era só felicidade com o encontro de Dino com o velho coronel de Curupu.
Pesquisa do Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), publicada nesta tarde de quinta-feira (27), revela que a avaliação positiva (ótimo e bom) do governo do presidente direitista Jair Bolsonaro caiu de 35% em abril para 32% em junho. Já a avaliação negativa (ruim e péssimo) subiu de 27% para 32% no mesmo período.
Conforme os números disponibilizados pelo Ibope, 32% dos entrevistados consideram o governo regular (eram 31% na pesquisa anterior). Desde o início do governo, em janeiro, o porcentual de pessoas que consideram o governo ótimo ou bom caiu 17 pontos, de 49% para 32%, mostra a série histórica do Ibope. Já a avaliação negativa subiu 21 pontos nesse período, de 11% para 32%.
A pesquisa detectou também que piorou a avaliação dos brasileiros sobre a maneira do presidente Jair Bolsonaro governar o País. O índice de pessoas que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar subiu de 40% em abril para 48% em junho. A aprovação, por sua vez, caiu de 51% para 46% no mesmo período. Na série história, esta é a primeira pesquisa em que o porcentual de entrevistados que desaprovam o governo Bolsonaro é marginalmente maior do que a quantidade de pessoas que aprovam a gestão.
Em outro quesito do levantamento, 51% dos entrevistados dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro. O índice era de 45% em abril. Já os que confiam caíram de 51% para 46% entre um mês e outro.
O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 20 e 26 de junho. O levantamento anterior havia sido realizado de 12 a 15 de abril. O nível de confiança do levantamento é de 95%. (Com informações do Estadão)
A base do Governo de Jair Bolsonaro precisou se mobilizar, nesta quarta-feira (26), para barrar a aprovação de pedidos de convocações do ministro Sérgio Moro à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Parlamentares do PSL, PP, PL, PRB, DEM, PTB e Podemos tiveram que pedir a obstrução da sessão e encaminhar um ofício, assinado pelo Gabinete de Moro, garantindo que ele compareceria à reunião anunciada pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), deputado Felipe Francischini (PSL-PR), no próximo dia 2 de julho, para que a oposição não avançasse com a medida que garantiria a obrigatoriedade da presença do número 1 da Justiça, sob pena de infringir a Constituição Federal.
Os pedidos foram apresentados pelo vice-líder do PCdoB, Márcio Jerry (MA), e pelo deputado Túlio Gadelha (PDT-PE). Ambos pretendiam garantir esclarecimentos de Moro sobre a troca de mensagens reveladas pelo site ‘The Intercept Brasil’ durante a Operação Lava Jato, após o ministro ter burlado um convite feito pela Casa na semana anterior e viajado aos Estados Unidos. Sem agenda programada e sem apresentar justificativa de ausência para a reunião agendada para a tarde de hoje, Moro ainda deverá enfrentar alguns desafios no retorno da turnê americana.
É que além de comparecer ao encontro que será organizado pela CCJC, junto com a CDHM e a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) na próxima terça-feira, Márcio Jerry (MA) também protocolou na Casa um requerimento para que Moro dê mais informações sobre o que realmente o levou aos Estados Unidos.
No documento, o parlamentar maranhense pede que sejam esclarecidas as razões de Estado para o “ministro cancelar compromisso com quatro Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados sem prévio aviso e empreender viagem “repentina aos Estados Unidos da América”. Além disso, o documento solicita informações como a “relação de assessores e outros convidados que integraram a comitiva do Ministro, as despesas efetuadas durante a viagem e os resultados práticos da visita do Ministro para o Estado brasileiro e sua pasta ministerial, em particular”.
Durante a sessão desta quarta, o presidente da CDHM, deputado Hélder Salomão (PT-ES), chegou a dizer que o não comparecimento de Moro era uma demonstração do desrespeito do ministro. “Foi um desrespeito não ter vindo, não ter comunicado oficialmente e eu espero, mesmo, ansiosamente, porque se ele não vier, nós teremos um impasse institucional muito grande entre o ministro e este Parlamento”, comentou.