O secretário de Estado da Saúde (SES), Carlos Lula, usou as redes sociais para corrigir uma matéria veiculada pelo jornal O Globo sobre como a crise tem afetado serviços de saúde por todos os estados. Segundo a reportagem, o Maranhão estaria entre esses entes que tiveram diminuição dos serviços, o que foi refutado por Lula.
De acordo com Lula, ninguém ouviu a SES/MA acerca da análise equivocada do relatório disponível no site do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), na base DataSUS.
“Não houve fechamento de unidades na rede da SES/MA, pelo contrário, nós expandimos serviços (tem mais para 2020)”, disse o secretário, completando: “Os dados disponíveis no site do CNES apresentam que, em 2019, a rede da SES/MA cadastrou dois novos serviços: o Centro de Hemodiálise São Luís e o Centro de Reabilitação da Cidade Operária”.
Ele explicou ainda que A SES/MA também incorporou os serviços dos 02 CEMESPs (Centros de Medicina Especializada) ao atendimento do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, em Imperatriz, e ao Centro de Especialidades Médicas do Diamante, em São Luís.
“Além destes serviços, o CIAMS e a UPA de Chapadinha voltaram a ser geridos por seus órgãos competentes, a Polícia Militar do Maranhão e a Prefeitura de Chapadinha, respectivamente”, esclareceu.
Lula disse que Diferente do divulgado, o Maranhão tem muita notícia boa para a saúde. “Aguardamos a retificação do jornal”, frisou.
Pelo menos três pré-candidatos a prefeito de São Luís correm sério risco de ficar fora do pleito por falta de legendas fortes dispostas a bancar seus projetos de suceder o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT): Duarte Júnior (PCdoB), Wellington do Curso (PSDB) e Yglésio Moisés (sem partido).
Duarte Júnior é um parlamentar filiado ao PCdoB, mas a direção comunista tem preferência pelo secretário de Cidades Rubens Júnior (PCdoB). O deputado, no entanto, pode ser acomodado no PRB se a estratégia do grupo governista for optar pelo lançamento de várias candidaturas. Caso contrário, estará fora do pleito.
Duarte enfrenta o mesmo problema de Wellington, ou seja, é filiado a um partido, mas não tem apoio dos seus dirigentes para concorrer e nem autorização para sair.
Filiado ao PSDB, comandado no estado pelo senador Roberto Rocha, que não garante a sua candidatura e faz movimentos para consolidar aliança com o candidato do Podemos, Eduardo Braide, apontado como favorito, do Curso é considerado praticamente carta fora do baralho sucessório.
Wellington encontra-se em situação bastante delicada porque não tem autorização para mudar de legenda e nem desfruta da confiança da cúpula tucana, que vê com desprezo a tentativa do parlamentar insistir na pré-candidatura.
Apesar da falta de confiança, WC não passa recibo e continua se comportando como candidato, fazendo discurso de candidato, embora saiba que dificilmente terá o apoio dos dirigentes do PSDB para disputar o pleito.
Se quiser concorrer, do Curso terá que buscar uma sigla nanica, sem fundo eleitoral e tempo de televisão, visto que os grandes partidos já estão comprometidos, mas mesmo assim ainda dependeria de autorização do PSDB para sair, o que se torna mais um complicador.
Já Yglésio Moisés conseguiu autorização do PDT para mudar de partido, flertou, sem sucesso, com várias legendas, esteve próximo de ser anunciado pelo Solidariedade, mas as conversas esfriaram e ele continua sem legenda para concorrer.
Analistas que acompanham a evolução do quadro sucessório na capital acreditam que, como os grandes partidos já anunciaram ou estão prestes a oficializar seus representantes na sucessão, só vai restar siglas inexpressivas, sem recursos ou tempo de TV.
A pergunta que fica a seguinte: será que o parlamentar Yglésio está dispostos a concorrer por uma sigla nanica e enfrentar uma campanha que promete ser bastante acirrada sem os mesmos instrumentos da concorrência?
A Câmara Municipal de São Luís aprovou, por unanimidade, Projeto de Lei nº 295/19 de autoria do vereador Pavão Filho (PDT), que dispõe sobre a instalação de dispositivo eletrônico de segurança do tipo botão do pânico nas escolas públicas e privadas da Cidade de São Luís.
Segundo o vereador, o botão do pânico, tem como objetivo interligar as escolas com centrais de monitoramento da Policia Militar do Maranhão e da Polícia Municipal de São Luís, instituindo assim, medidas de segurança que visam prevenir a violência nas escolas da cidade, garantindo proteção aos professores, alunos, pais e funcionários.
Para Pavão Filho, a violência tem origem na natureza humana e consequência na sociedade, sendo preciso criar mecanismos de combate a criminalidade. Para tanto, com a implantação do botão do pânico cria-se uma ferramenta tecnológica para uma melhor eficiência do sistema de segurança pública.
Veículos de comunicação de diversas regiões têm noticiado um marco no ensino brasileiro: a primeira escola pública bilíngue do país. E ela fica no Maranhão.
A escola começa a funcionar neste ano, com cerca de 100 estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental I, na capital maranhense. A iniciativa é do Governo do Estado.
“Maranhão abriga primeira escola pública bilíngue do Brasil”, publicou o portal R7, da TV Record. A reportagem disse que “a novidade faz parte da meta do grande investimento em educação que vem sendo feito pelo governador Flávio Dino. No estado, os professores que trabalham 40 horas têm o piso salarial de R$ 5.751,00 desde 2018, o maior do país”.
“A implantação da escola servirá como projeto piloto para a rede de ensino do Maranhão, que pensa em expandir o modelo e experiência posteriormente para outras escolas”, acrescentou o texto.
O blog Meio Norte também deu a notícia e trouxe uma declaração do secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão: “Apesar da oferta do Ensino Fundamental não ser responsabilidade do Estado, iniciaremos essa experiência com a oferta da educação bilíngue pelo Fundamental menor, exatamente por esse ser o momento adequado para alfabetização das crianças, inclusive em um idioma estrangeiro”.
“Será uma experiência inédita, que estamos trabalhando com muito cuidado no projeto pedagógico, que poderá, posteriormente, servir de modelo para outras redes públicas e até para expansão na rede estadual de ensino”, complementou o secretário.
O perfil no Facebook do Quebrado o Tabu também publicou a notícia, assim como o site Somos Notícia.
Em entrevista à TV Difusora, nesta manhã (13), o deputado federal licenciado e secretário Estadual das Cidades, Rubens Junior (PCdoB), hoje pré-candidato a prefeito de São Luís, defendeu enfaticamente que a discussão política não se dê em torno da “lacração”, tirando a debate do campo das propostas e levando para a busca por “likes” na redes sociais.
Rubens Júnior destacou que ao colocar sua pré-candidatura para avaliação, apresentou o “movimento diálogos por São Luís”, que tem como objetivo debater dentro dos bairros ludovicenses a realidade da cidade guiando a elaboração do plano de governo, que terá a efetiva participação popular.
“Esse plano de governo terá quatro grandes eixos, além da saúde e educação. O primeiro é: Primeira Infância. Está na hora de cuidamos de nossas crianças de zero a seis anos. O segundo será o Combate a Pobreza. São Luís é uma cidade que tem sua periferia muito pobre, temos de colocar isso na ordem do dia ou infelizmente não teremos êxito”, disse.
Ainda segundo Rubens, o terceiro ponto é Desenvolvimento Urbano Sustentável. “Nós temos que ter uma cidade inteligente, uma cidade com melhores condições de mobilidade urbana, com mais equipamentos públicos que isso gera mais segurança, melhorando os índices de habilitação e saneamento”.
O quarto e último eixo trata da Inovação. Ele explicou que não apenas a questão tecnológica, mas novas formas de fazer cultura, esporte, se fazer turismo e trazer também indústrias voltadas para a área de tecnologia, mirando a São Luís do futuro.
O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) começou a semana cumprindo mais um compromisso assumido com a população. Foram iniciadas as obras de drenagem profunda e pavimentação na região da Divinéia.
O sistema de drenagem que será implantado na região da Divinéia terá cerca de 11,5 km de extensão de rede. A obra compreende a implantação de tubulação, galerias e a retificação de um trecho do canal do Planalto Turu.
Esta é mais obra de infraestrutura realizada na gestão do pedetista que vai solucionar problemas estruturais na cidade. O bairro Divinéia sofre com os alagamentos durante o período chuvoso devido à falta de rede de escoamento da água das chuvas.
O trabalho vai garantir o desenvolvimento urbano, social e econômico da região, valorizando o local e proporcionando mais bem-estar para a população, que aguarda por esta obra há pelo menos 20 anos.
O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), em postagem em sua página no Twitter, anunciou que que a bancada maranhense no Congresso Nacional vai cobrar do governo federal, nesta terça-feira (14), providências por melhorias na manutenção das BRs que cortam o estado.
“Bancada maranhense no Congresso Nacional voltará ao Dnit @DNIToficial na terça p/ cobrar as providências prometidas e não adotadas na manutenção das BRs que cortam o MA”, diz a mensagem do parlamentar comunista.
O dirigente do PCdoB adverte ainda que “com as chuvas situação ficando precária em vários trechos importantes, a exemplo de São Mateus-Miranda,na 135”.