Em entrevista publicada no Estado do Maranhão, nesta terça-feira (14), o pré-candidato a prefeito de são Luís, o deputado federal Rubens Jr (PCdoB), comentou sobre as eleições de 2020 serem um termômetro para as eleições presidenciais e de governo, em 2020.
Rubens, que nunca escondeu seus posicionamentos, alertou que São Luís tem no seu horizonte o risco de um candidato que encarne o espírito de Bolsonaro e o seu jeito de governar.
“E isto não serve pra São Luís, nem para o Maranhão, como também não está servindo para o Brasil. Talvez este candidato não queira se revelar, mas é importante estarmos atentos e vendo quem representa Jair Bolsonaro nas eleições de 2020. São Luís não pode correr o risco de ter um prefeito que represente aqui o que Bolsonaro representa para o Brasil”, disse Rubens.
Principal nome da esquerda em São Luís, Rubens é filiado ao partido do governador Flávio Dino e o preferido do PT, partido de Lula, para uma aliança. Nos últimos dias várias lideranças da legenda declararam apoio ao comunista. O partido deve decidir pelo apoio formal a Rubens em encontro no próximo dia 02 de agosto.
Além do PCdoB e dos simpatizantes do PT, Rubens também já conta com apoio de quatro legendas: Progressistas, Cidadania, PMB e DC, formando, até o momento, a maior coligação partidária.
Braide vai esconder Bolsonaro – Matéria publicada na Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (13), revela a estratégia de Bolsonaro para as eleições municipais. Segundo a reportagem, o presidente da República não apoiará formalmente nenhum candidato à prefeito.
A tática beneficia Eduardo Braide, cujo partido é aliado de primeira hora do presidente na Câmara Federal, onde é responsável pela vice-liderança do governo.
Em São Luís, a popularidade do presidente é muito pequena, contrastando ao os altos índices de popularidade de seus principais adversários, Lula e Flávio Dino, que detém na capital mais de 65% de aprovação.
PSL e PTB, dois grandes partidos com representação no Congresso Nacional, tempo de televisão e fundo eleitoral, continuam sendo cortejados por diversos candidatos a prefeito de São Luís, mas até o momento apenas avaliam propostas para aliança sem dá pista com que pretendem coligar.
Alguns observadores do cenário político local se precipitam em afirmar que o PSL estaria fechado como DEM do deputado Neto Evangelista, mas o fato do presidente estadual da legenda, vereador Francisco Carvalho, manter silêncio e afirmar que apenas vai seguir a determinação da direção nacional, é um forte indicativo de que o assunto ainda não está resolvido.
As especulações em torno da aliança entre as duas siglas para disputar a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) cresceram ainda mais após a entrevista do presidente estadual do DEM, deputado Juscelino Filho, ao programa Ponto e Vírgula, da Rádio Difusora, quando afirmou que dirigentes dos dois partidos já estão conversando a alguns meses sobre essa possibilidade.
As conversações do presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, no entanto, não se limitaram aios dirigentes do DEM. O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, também esteve reunido com Bivar e conta com a simpatia do vereador Chico Carvalho para levar a legenda para uma coligação com o Republicanos, que tem como candidato o deputado estadual Duarte Júnior.
O mesmo ocorre com o PTB do deputado Federal Pedro Lucas, outra legenda tida com próxima ao candidato do DEM. Tudo caminhava nesta direção, no entanto, o blog do Jorge Vieira tomou conhecimento do surgimento de um fato novo que pode mudar todo o curso das conversações e levar o PTB para outro palanque que está sendo montado e que já dá siais de vitalidade.
As conversações prosseguem e deverão ter desfecho nos próximos dias. Chico Carvalho “mergulhou” e continua esperando a decisão de Bivar para anunciar o caminho a seguir, enquanto Pedro Lucas permanece conversando e analisado uma proposta tentadora que lhe foi colocada à mesa.
Em ampla reportagem com análise sobre o cenário das eleições municipais, o Jornal Folha de São Paulo destacou, nesta segunda-feira (13), o protagonismo da pré-candidatura do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) à prefeitura de São Luís.
Segundo o Jornal, a candidatura de Rubens figura entre as principais na disputa municipal, ao lado do também deputado federal Eduardo Braide (Podemos) e do estadual, Duarte Jr (PRB).
Principal nome da esquerda em São Luís, Rubens é filiado ao partido do governador Flávio Dino e o preferido do PT, partido de Lula, para uma aliança. Nos últimos dias várias lideranças da legenda declararam apoio ao comunista. O partido deve decidir pelo apoio formal a Rubens em encontro no próximo dia 02 de agosto.
Além do PCdoB e dos simpatizantes do PT, Rubens também já conta com apoio de quatro legendas: Progressistas, Cidadania, PMB e DC, formando, até o momento, a maior coligação partidária.
Braide vai esconder Bolsonaro – A matéria da Folha destaca, ainda, a estratégia de Bolsonaro para as eleições municipais. Segundo a reportagem, o presidente da República não apoiará formalmente nenhum candidato à prefeito.
A tática beneficia Eduardo Braide, cujo partido é aliado de primeira hora do presidente na Câmara Federal, onde é responsável pela vice-liderança do governo.
Em São Luís, a popularidade do presidente é muito pequena, contrastando ao os altos índices de popularidade de seus principais adversários, Lula e Flávio Dino, que detém na capital mais de 65% de aprovação.
“Juntamente com o prefeito Eudes, estamos entregando os respiradores, que vão ajudar no combate ao Novo Coronavírus. A cidade de São José de Ribmar já tem se preparado bastante no combate a esse danoso vírus, mas está aqui reforçando essas ações com esses 7 respiradores”, disse o deputado.
Vice-líder do PCdoB, o deputado federal Márcio Jerry ironizou a rotatividade de ministros e lamentou o descaso do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) com a educação brasileira. Na última sexta-feira (10), Bolsonaro indicou o pastor Milton Ribeiro como o novo chefe do ministério da Educação. Ele é o quarto a passar pela pasta em pouco mais de um ano e meio de gestão e chega ao cargo depois de inúmeras polêmicas envolvendo os nomes ligados ao MEC.
“A balbúrdia governamental do Jair Bolsonaro no quarto ministro da educação em 18 meses. Um ministro a cada 4 meses e meio. Isso mostra o nível de irresponsabilidade do governo com a educação”, definiu o parlamentar neste domingo.
Embora Ribeiro tenha assumido a tarefa há apenas três dias, já são muitas as polêmicas envolvendo suas falas, desde que vídeos antigos – alguns apagados – começaram a vir à tona após sua nomeação. Além de defender a adoção de “métodos severos” de aprendizagem, Ribeiro também minimizou o feminicídio ao falar do assassinato de uma adolescente de 17 anos por um homem de 33 anos, no interior de uma escola do Rio Grande do Norte, em 2013, e demonstrou ter posicionamentos semelhantes ao do ex-ministro Abraham Weintraub.
Em um vídeo publicado em novembro de 2018, ele diz que o existencialismo – filosofia que coloca o indivíduo como centro do pensamento – é algo que “estão ensinando na universidade” para incentivar uma “prática totalmente sem limites do sexo”. O vídeo foi retirado do ar no sábado (11).
A aliança PT/PCdoB está sacramentada, faltando apenas ser oficializada no encontro municipal do partido convocado para o final deste mês de julho. Líderes das principais correntes, inclusive o presidente do diretório municipal, vereador Honorato Fernandes, não escondem a preferência pela coligação entre as duas legendas.
Voz destoante no campo petista, o deputado federal Zé Carlos não tem força para fazer mudar o curso da articulação, que teve inicio entre as cúpulas nacionais das duas siglas e finalizou com as conversações entre os dirigentes locais. A proposta de Zé Carlos, que é considerado um estranho no petismo, de apoiar o pré-candidato do Republicanos Duarte Júnior, não foi sequer levada nem consideração.
Com a certeza da confirmação do PT na aliança, a pré-candidatura de Rubens Júnior começa ganhar musculatura e poderá encorpar ainda nos próximos dias, caso sejam concretizadas as conversações que estão em vias conclusão com outro partido de grande porte e que deve somar muito para o crescimento da candidatura.
A união entre as duas legendas está tão definida que o dirigente do PCdoB, Ricardo Cappelli, em mensagem postagem na rede social no final de semana parabenizou o candidato Rubens Júnior pela composição da ampla aliança PT, PCdoB, PP, Cidadania, DC e PMB. E este time ainda poderá receber reforço nos próximos dias.
O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), embora saiba sua importância nas eleições de novembro próximo, quando estará em jogo sua própria sucessão, mantém o foco na gestão para que seu sucessor não enfrente as mesmas dificuldades que enfrentou ao assumiu o comando do município em janeiro de 2013.
Quando Edivaldo tomou posse no primeiro mandato, São Luís enfrentava um inverno rigoroso e as chuvas torrenciais causaram enormes danos à cidade que ficou completamente esburacada com ruas sendo transformadas em verdadeira crateras e famílias desabrigadas. Como se não bastasse as intemperes da natureza, ainda sofria um covarde boicote da então governadora Roseana Sarney.
Edivaldo enfrentou os problemas da cidade em meio a uma crise financeira sem precedente. O prefeito João Castelo havia deixado como herança apenas dívidas com fornecedores, os salários dos servidores de dezembro e o décimo terceiro atrasado e ainda a folha de janeiro de 2013 por pagar. Foram tempos difíceis, porem superados com uma gestão eficiente e transparente.
Hoje o prefeito respira aliviado, transformou São Luís num canteiro de obras, que vão do Centro Histórico à Zona Rural para entregar ao seu sucessor uma cidade muito diferente daquilo que encontro logo após a vitoriosa campanha de 2012, quando começou a montagem do embrião da aliança que derrotou o grupo Sarney em 2014.
Edivaldo está concluindo seu segundo mandato com as finanças do município equilibrada, salários em dia, a primeira parcela do décimo terceiro já programada para ser pagar na próxima sexta-feira (17) e deve influenciar muito na campanha do candidato em que estiver no palanque.