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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 4/maio/2026

Com apoio do PT nacional e do presidente Lula, candidatura de Felipe Camarão está confirmada

Em vídeo publicado nesta segunda-feira (4) nas redes sociais, o vice-governador Felipe Camarão (PT), exaltou a decisão da direção nacional do PT e do presidente Luís Inácio Lula da Silva de confirmar sua pré-candidatura ao Governo do Maranhão.

Segundo o vice-governador a chapa majoritária contará com a senadora Eliziane Gama (PT), que será candidata à reeleição. A parlamentar, que é vice-líder do governo no Senado, foi bastante exaltada por Felipe Camarão ao fazer o anúncio da sua pré-candidatura.

“Vai ter candidatura sim. Após decisão do PT nacional e com o apoio do presidente Lula, me coloco à disposição da população maranhense para debater o Maranhão e melhorar o nosso estado. Convido todos e todas para essa caminhada comigo”, ressaltou Camarão.

Pelo tom do discurso, Felipe Camarão será oposição ferrenha ao governo de Carlos Brandão. Ele não poupou crítica ao chefe do Executivo estadual, a quem acusou de tentar consolidar um projeto oligárquico no estado, numa clara referência à pré-candidatura de Orleans Brandão (MDB).

Conforme o vice-governador, essa não foi a decisão de um homem só, não foi a decisão pessoal, muito menos um desejo familiar. “A gente tomou essa decisão ouvindo a base aliada, deputados, senadoras, amigos e amigos, depois de ouvir de perto as necessidades desses municípios por onde passei nesse últimos anos, a gente sebe que nosso estado precisa de uma nova mudança na política”,

Após a decisão tomada pela direção nacional, segundo Felipe Camarão,  agora é hore de reforçar as alianças locais com os partidos do campo progressistas, como PSB, PCdoB e PV, PSOL, Rede.

  • Jorge Vieira
  • 4/maio/2026

Lula lança hoje pacote para aliviar dívidas da população

O governo lança nesta segunda-feira (4), um novo pacote para renegociar dívidas, com foco em débitos junto a bancos e operadoras de crédito, além da possibilidade de uso de parte do FGTS para amortizar valores em aberto.

O Novo Desenrola foi definido após uma série de reuniões entre integrantes do governo e representantes do setor financeiro.

Entre os principais pontos do programa está a renegociação de débitos contraídos com bancos e operadoras de crédito. O programa deverá contemplar pessoas com renda de até cinco salários mínimos, o equivalente a cerca de R$ 8 mil mensais, conforme apuração do G1.

Segundo o presidente Lula, os juros cobrados nas operações serão de, no máximo, 1,99% ao mês. Ele também afirmou que os descontos sobre o valor principal da dívida poderão variar de 30% a 90%.

Outro ponto previsto no pacote é a possibilidade de o trabalhador utilizar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para amortizar dívidas. A medida dependerá de autorização do próprio trabalhador.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, explicou na última quarta-feira que a operação será feita entre instituições financeiras. Nesse modelo, a Caixa Econômica Federal deverá transferir o dinheiro do FGTS diretamente para o banco onde a dívida estiver registrada, após autorização do titular da conta.

O pacote também estabelece uma restrição para quem aderir à renegociação. O consumidor ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online.

“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet”, declarou Lula.

A medida integra a tentativa do governo de reduzir o endividamento das famílias e criar condições para que consumidores retomem acesso ao crédito. O desenho final do Novo Desenrola foi construído em diálogo com o setor financeiro e deve detalhar os critérios de adesão, os tipos de dívida contemplados e as condições para aplicação dos descontos.

  • Jorge Vieira
  • 30/abr/2026

Congresso derruba veto ao PL da Dosimetria e abre caminho para reduzir pena de Bolsonaro

A Câmara dos Deputados derrubou nesta quinta-feira (30) o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o PL da Dosimetria, que redefine o cálculo das penas e altera as regras de progressão penal para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Foram 318 votos pela derrubada, 144 votos pela manutenção do veto e 5 abstenções. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra a derrubada.

Eram necessários pelo menos 257 votos entre deputados federais e 41 dos senadores para derrubar o veto. O PL da Dosimetria prevê aplicação apenas da pena mais grave quando crimes como tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático ocorrem em conjunto, o que elimina a soma das punições.

O projeto também modifica dispositivos da Lei de Execução Penal e reduz os percentuais exigidos para a progressão de regime. A proposta determina que a Justiça aplique apenas a pena mais grave quando o réu pratica simultaneamente crimes de tentativa de golpe e de abolição do Estado Democrático de Direito. A regra evita a soma das penas nesses casos e reduz o tempo total de punição.

A proposta altera o cálculo da progressão de pena ao redefinir os percentuais mínimos de cumprimento em regime fechado. Atualmente, réus primários podem avançar de regime após cumprir 16% da pena, desde que o crime não envolva violência ou grave ameaça.

O novo texto autoriza a aplicação desse percentual mesmo quando o crime inclui violência ou grave ameaça, o que amplia o alcance da regra para casos como tentativa de golpe.

O projeto também define novos percentuais para reincidentes. O texto fixa em 20% o tempo mínimo de cumprimento da pena em regime fechado para esse grupo.

Sem a proposta, a legislação exige percentuais mais altos. Réus primários precisam cumprir 25% da pena em regime fechado, enquanto reincidentes precisam cumprir 30%.

  • Jorge Vieira
  • 30/abr/2026

PT vai com Camarão já sinalizando apoio a Orleans no segundo turno

A direção nacional do Partido dos Trabalhadores bateu o martelo pela candidatura de Felipe Camarão ao governo, mas pelo visto não mostra convicção quanto a viabilidade do projeto político do vice substituir Carlos Brandão no comando do Palácio dos Leões.

Segundo a orientação que o presidente nacional do PT, Edinho Silva, passou aos petistas do Maranhão, caso Camarão não passe para o segundo turno, o apoio do partido será dado ao candidato do MDB, Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, cujo a presença no segundo turno parece mais provável.

É difícil imaginar que numa eleição que já começa polarizada entre o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Brande (PSD), líder nas pesquisas para governador do Maranhão, e Orleans Brandão, com apoio da estrutura do governo, o representante do PT tenha condições de ultrapassá-los, ainda que tenha como reforço em seu palanque o presidente Lula.

A estratégia do PT agradar uma ala do partido e de aliados (PCdoB e PSB) que desejam ter um palanque de centro esquerda, mas já tendo como indicativo o apoio ao candidato do MDB no segundo turno, acaba por passar a ideia de que o candidato já entra derrotado, que não passa de um figurante no pleito.

Para complicar ainda mais a candidatura de Camarão, os petistas que ocupam cargos no governo estão livres para continuarem em seus cargos, ou seja, apoiar o candidato do governador sem o menor risco de serem chamados na “catraca”. Pelo visto, a candidatura de Felipe Camarão interessa mais ao PCdoB e ao PSB que aos próprios petistas, principalmente parte dos históricos que pretendem disputar mandatos.

Partido sujeito a centralismo democrático, sem autonomia para tomar decisões localizadas, o PT continua sendo o mesmo de eleições passadas, isto é, rachado e com parte dos seus dirigentes olhando apenas para o próprio umbigo, mesmo tendo que atropelar os próprios companheiros.

O que estão fazendo com Felipe Camarão é o mesmo que jogá-lo num fogueira, com efeitos devastadores para suas pretensões políticas futuras. Com os próprios petistas jogando contra, não tem como competir, mas pode contribuir para levar a eleição para um segundo turno, embate que provavelmente acontecerá entre Braide e Orleans. Será essa a estratégia do PT que deixou Carlos Brandão animado após reunião que teve com Edinho Silva, a tal “conversa muito boa”,

Um vídeo que Lula venha gravar apresentando ele como seu candidato não será suficiente para torná-lo competitivo, corre o risco de sair da campanha menor do que entrou, o que será uma grande perda, pois trata-se de um quadro político novo, bastante preparado, só precisa ser melhor orientado

  • Jorge Vieira
  • 29/abr/2026

Direção nacional do PT confirma candidatura de Camarão ao governo

Agora é oficial. O vice-governador Felipe Camarão será candidato ao Governo do Maranhão pelo PT. A direção nacional do PT já comunicou aos petistas maranhenses e aos partidos que fazem parte da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV)

Segundo informou o presidente estadual do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, em sua página na plataforma X, antigo Twitter, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, confirmou a decisão pela candidatura de Felipe Camarão.

“O presidente nacional do PT, companheiro Edinho Silva, confirmou mais uma vez à direção nacional do PCdoB a pré-candidatura do vice-governador Felipe Camarão ao governo do Maranhão. Seguiremos firmes em defesa do Maranhão de todos nós. Avante”, anunciou Jerry.

A definição ocorre poucos dias após a realização do Congresso Nacional do PT e da reunião que o governador Carlos Brandão teve com o dirigente petista em Brasília, de onde saiu afirmando que a conversa teria sido muito boa, mas sem explicar se havia conseguido o apoio do partido ao pré-candidato do MDB, Orleans Brandão, seu sobrinho.

Com a confirmação da pré-candidatura de Camarão, a senadora Eliziane Gama será candidata à reeleição na chapa.

  • Jorge Vieira
  • 29/abr/2026

Relator da indicação de Messias ao STF, Weverton prevê aprovação com 45 votos

O senador Weverton Rocha (PDT-MA), responsável pelo relatório da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), estima que o advogado-geral da União obterá 45 votos favoráveis no plenário do Senado. Segundo Rocha, pelo menos 16 senadores devem apoiar Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com a maior parte dos votos concentrada no plenário. “Diria pelo menos 16 votos na CCJ e 45 no plenário”, afirmou o relator, acrescentando que a base do governo tentará reduzir o tempo de sabatina para minimizar possíveis desgastes para o indicado, informa o jornal O Globo.

Messias, que chegou ao Senado nesta quarta-feira (29) acompanhado pelo ministro da Defesa, José Múcio, e pelo ex-ministro Jader Filho, preferiu não comentar a expectativa sobre sua votação e seguiu diretamente para a sala da CCJ. Antes de sua chegada, o presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou acreditar em um ambiente favorável à aprovação. “Acredito em uma votação favorável tanto na CCJ quanto no plenário do Senado”, disse Alencar. Já o ministro Múcio destacou as qualidades de Messias para o cargo de ministro do STF: “Ele é um homem preparado. Vai ser sabatinado e provar seus conhecimentos. Bom para o Brasil”.

A expectativa de aprovação por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus aliados existe, mas a margem de votos ainda é considerada apertada, dependendo do comportamento de senadores que ainda não se manifestaram publicamente sobre a indicação. Essa votação será observada de perto como um termômetro da relação entre o Planalto e o Senado para o restante do ano. O processo de indicação de Messias abriu uma nova tensão entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Apesar da projeção positiva, a condução da votação revelou ruídos no relacionamento entre os dois, o que reforçou no Planalto a percepção de que o apoio de Alcolumbre não se estende automaticamente à agenda do Executivo.

No Senado, a maioria dos senadores acredita que a indicação será aprovada, mas com um placar apertado e sujeito a mudanças de última hora. A falta de um apoio público de Alcolumbre ainda mantém a indecisão entre vários parlamentares. De acordo com levantamento do jornal O Globo, Messias conta com 25 votos favoráveis, enfrenta 22 contrários e outros 34 senadores estão indecisos ou não se posicionaram. Para garantir a aprovação, Messias precisa conquistar pelo menos 16 desses senadores indecisos.

O governo acredita que a projeção de apoio pode chegar a 44 ou até 49 votos, apostando que alguns indecisos poderão mudar seu voto durante a votação secreta. Em paralelo, o histórico recente de indicações no Senado tem gerado cautela, visto que a indicação de Flávio Dino, aprovada em 2023, teve uma diferença de votos menor do que o esperado. Aliados do governo trabalharam para fortalecer o ambiente na CCJ, promovendo a troca de alguns membros da comissão para garantir uma maioria favorável.

A estratégia de Messias também inclui uma aproximação direta com senadores decisivos. Nos últimos dias, o indicado intensificou conversas reservadas, utilizando canais como telefone e WhatsApp. Além disso, procurou ajustar seu discurso para aliviar as resistências dentro do Senado, defendendo a autonomia do Legislativo e um perfil institucional menos intervencionista no Supremo. Em temas sensíveis, como o aborto, Messias indicou que defenderá as hipóteses já previstas em lei, deixando mudanças em temas como esse para o Congresso.

Porém, o maior ponto de tensão segue sendo a postura de Alcolumbre. Embora tenha garantido um processo institucional sem sobressaltos, o presidente do Senado não se posicionou publicamente nem orientou sua base. Nos bastidores, a revelação de um encontro reservado entre Messias e Alcolumbre na semana passada gerou desconforto e uma diminuição na disposição de Alcolumbre para assumir um compromisso público. O governo tentou que um compromisso formal fosse firmado, mas isso não se concretizou, o que manteve a incerteza quanto à definição da votação.

O impacto da votação será crucial para o governo, servindo como indicativo da relação futura com o Senado e a viabilidade de outras pautas importantes, como a PEC da Segurança Pública e o Redata. Por outro lado, a postura de Alcolumbre será decisiva para a condução das pautas prioritárias do governo nas semanas seguintes. A condução do processo é vista como um reflexo do futuro da relação entre o Executivo e o Legislativo, e uma possível rejeição histórica teria um impacto profundo nas relações políticas.

  • Jorge Vieira
  • 29/abr/2026

Ex-deputada dispara contra Flávio Bolsonaro e o acusa de ser o “mais corrupto” do clã

A jornalista e ex-deputada federal Joice Hasselmann fez novas declarações públicas com críticas ao senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em fala recente, ela voltou a abordar acusações envolvendo o parlamentar e outros integrantes da família.

Durante a manifestação, Joice afirmou: “Ê o mais corrupto dos filhos de Jair Bolsonaro”, ao se referir a Flávio. Na sequência, ela ampliou as críticas ao dizer que, em sua avaliação, todos os filhos do ex-presidente estariam envolvidos em irregularidades.

A ex-deputada também mencionou episódios já investigados anteriormente, como o caso das chamadas “rachadinhas”, além de questionar a origem de recursos utilizados na compra de imóveis. Segundo ela, há falta de explicações convincentes sobre a aquisição de uma mansão.

Em tom contundente, Joice reforçou as acusações: “é um ladrão, o mais corrupto dos filhos de Bolsonaro, ele é o Flávio da rachadinha, da fábrica mágica de chocolate, a ponto de conseguir comprar uma mansão em Brasília, todos sabem que ele é corrupto, não existe esse discurso de honestidade, faz me rir”.

As declarações ocorrem em meio a um histórico de embates políticos entre a ex-parlamentar e a família Bolsonaro. Flávio Bolsonaro já foi alvo de investigações relacionadas a movimentações financeiras de assessores quando era deputado estadual no Rio de Janeiro, caso que teve desdobramentos na Justiça.

Até o momento, não há posicionamento atualizado do senador sobre as falas recentes de Joice Hasselmann. Em ocasiões anteriores, ele negou irregularidades e afirmou ser alvo de perseguição política.

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