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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Deputado Bira manda Bolsonaro trabalhar

O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) denunciou, na sessão desta terça-feira (17), o descaso do presidente Bolsonaro com o Brasil. O parlamentar ressaltou que há uma inversão de prioridades discrepante e sugeriu ao chefe do executivo que vá trabalhar.

“Eu queria pedir ao presidente Bolsonaro que pare de confusão e pelo menos por um instante fizesse algo pela população. Ao invés de ficar criando falsas polêmicas, ele se concentre naquilo que a população precisa. Nós estamos enfrentando um momento muito difícil, a população está precisando de emprego, de renda, de comida. Ele destruiu a economia”, frisou.

Segundo ele, o caso atinge também as estradas, que estão em estado de abandono e cada vez mais intrafegáveis. “A situação é tão grave que o governador Flávio Dino se colocou à disposição e pediu a autorização do Governo Federal para ajudar nos reparos das rodovias; e pasmem o governo não deu nenhuma resposta. Que dizer, não faz, nem deixa fazer”, completou.

Mais cedo nas redes sociais, Bira mostrou o print de uma pesquisa e afirmou que a avaliação do governo Bolsonaro só piora. “Reflexo da corrupção na compra de vacinas, da inflação, do genocídio, da destruição de empregos, da destruição de direitos sociais e trabalhistas, da destruição do meio ambiente e da confusão generalizada e beligerância permanente”.

Uma reportagem da revista Crusoé revelou os gastos do governo no cartão corporativo. “Imagine apenas uma família brasileira gastar R$ 5,8 milhões em oito meses. Irreal, né?! A família Bolsonaro gastou e gastou usando dinheiro público, eles passaram tudo no cartão corporativo da Presidência da República. O Brasil em crise, o povo sem dinheiro para o gás e a mamata bate recorde”, comentou o parlamentar.

  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Pesquisa XP desta terça mostra Lula com 16 pontos à frente de Bolsonaro se eleição fosse hoje

A nova rodada da pesquisa XP/Ipespe para a eleição presidencial de 2022, divulgada pelo instituto nesta terça-feira (17),registra a continuidade da tendência de cresceimento das intenções de voto no ex-presidente Lula (PT). No levantamento de agosto, ele aparece com 40%, dois pontos percentuais a mais que na pesquisa anterior, enquanto Jair Bolsonaro (sem partido) tem 24%, dois pontos a menos que na última sondagem.

Esta é a quinta pesquisa em que o ex-presidente repete a tendência de alta – ele tinha 25% em março, quando seu nome voltou a ser testado. Atrás dele e de Bolsonaro aparecem Ciro Gomes (10%), Sérgio Moro (9%), Mandetta e Eduardo Leite (4%). O petista também lidera cenário alternativo, em que João Doria (5%) é testado no lugar de Leite e em que são incluídos Datena (5%) e Rodrigo Pacheco (1%) e é excluído Sérgio Moro.

Nesse cenário, Lula tem 37% e Bolsonaro, 28%. Lula também continua registrando crescimento no levantamento espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado ao entrevistado: ele passou de 25% para 28%, enquanto Bolsonaro segue estável com 22%.


Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (sem partido) são os dois nomes melhor colocados na chamada “terceira via” / XP

No principal cenário de segundo turno, Lula ampliou vantagem sobre Bolsonaro. O petista oscilou dois pontos para mais, e Bolsonaro, três para menos. Agora o ex-presidente venceria com 51% contra 32% do atual presidente. O interesse em relação ao pleito está em alta. Hoje são 49% os que dizem estar muito interessados na eleição, contra 46% na pesquisa anterior.

Avaliação de governo Bolsonaro segue em queda

A rodada de agosto da pesquisa XP/Ipespe mostra continuidade na tendência de crescimento das avaliações negativas do governo Jair Bolsonaro. No levantamento atual são 54% os que dizem considerar o governo ruim ou péssimo contra 52% no mês passado.

O crescimento na rejeição é constante desde outubro de 2020, quando 31% diziam considerar a gestão ruim ou péssima. Na outra ponta, os que veem o governo como bom ou ótimo somam 23%, dois pontos a menos que na pesquisa de julho. Os dois números são os piores para o governo desde o início da série.

A visão contrasta com outros indicadores sobre a situação econômica: a percepção sobre as chances de manutenção de emprego, por exemplo, segue em tendência de alta desde maio. O grupo que vê possibilidade grande ou muito grande de continuar empregado chega a 56%.

A pesquisa registrou também estabilidade sobre o sentimento da população em relação à pandemia: o grupo dos que dizem estar com muito medo do surto oscilou de 38% para 39% — esta é a primeira vez desde abril que essa fatia dos entrevistados não reduz seu tamanho. No mesmo assunto, a soma das pessoas que já se vacinaram com as que dizem que vão se vacinar com certeza atingiu seu maior patamar, chegando a 96%

Foram realizadas 1.000 entrevistas, de abrangência nacional, de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. (Brasil de Fato)

  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Pré-candidato ao governo, Simplício aposta na unidade do grupo de Flávio Dino e mantém o foco na geração de emprego

Pré-candidato ao Governo do Estado pelo partido Solidariedade, o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, que trabalha para se viabilizar como representante do grupo do governador Flávio Dino (PSB),  aposta na iniciativa privada com agente gerador de desenvolvimento  e fonte de emprego e renda para a população.

Em conversa com o titular deste blog nesta manhã de terça-feira (17), Simplíco mostrou entusiásmo com a possibilidade de unidade do grupo em torno de sua candidatura, com a pré-campanha que desenvolve, como os apoios que tem recebido e principalmente pelo reconhecimento do seu trabalho como gestor.

O secretário, que defende o consenso e trava uma disputa interna com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o senador Weverton Rocha (PDT) e deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) observa que seu perfil está dentro dos critérios a serem observados pelo governador, que já é do conheicmento dos pré-candidatos do grupo.

“Existe um acordo com os quatro pré-candidatos, onde será avaliado adesão popular. Existe candidaturas, eu não vou citar o nome, que já estão a dois anos e ainda não decolaram, então nós precisamos que o povo entre no processo, que aponte para o governador quem de nós verdadeiramente tem mais condições de ser o seu sucessor. Outro ponto é o legado, as coisas importantes que o governador fez, e quem representar melhor esse caminho

“Caso eu seja o governador do Estado do Maranhão eu jamais tiraria da pauta o programa escola digna, a ampliação dos restaurantes populares, os IEMAS, a série de programas importantes que o governado tá deixando, focado principalmente em que mais precisa. As classes média e alta sempre buscam a sua saída, mas os pobres precisam realmente do governo para que seguir suas vidas”.

O pré-candidato acredita que não haverá briga no grupo e que caso seja o escolhido dará total a geração de emprego e renda. “Nós fizemos durante o governo Flávio Dino uma gestão do segumento relacionado ao comério, indústria, prestação de serviço e energia no estado e hoje acreditamos muito nesse potencial, a gente precisa de muita geração de empregos e isso só será possível pela classe empreendedora do estado”.

Segundo Araújo, a inicitiva privada movimenta a economia três vezes mais que os poderes públicos e que é essa iniciativa privada que pode gerar emprego, desenvolvimento e o crescimento do Estado. “É nisso que eu estou apostando é com esse segumentos que eu estou conversando mais nesse momento porque eu entendo que não é  apenas com aclasse política que a gente precisa conversar”.

Para o secretário, o Governo do Maranhão, como de qualquer outro estado, é uma prioridade da população, é que vai definir quem será o próximo governador e ele quer se apresentar porque tem histótia de vida, de gestão de resultados e está sendo incentivado para que seja um dos pré-candidatos. “Eu sou um dos pré-candidatos da base do governador Flávio Dino, respeito muito o senador Weverton, o vice-governador Carlos Brandão e o deputado federal Josimar, mas eu também estarei colocando o meu nome para apreciação e julgamento da população do Maranhão”.

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  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Edivaldo mantém intensa agenda com políticos e prepara maratona ao interior do estado

O ex-prefeito de São Luís, Edivado Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado, mantém uma intensa agenda de conversações com lideranças políticas do interior do Estado e aproveita o restante do mês de agosto para articular o roteiro de visitas aos municípios a partir de setembro.

Edivaldo tem recebido manifestações de apoio de lideranças de várias regiões, o que tem lhe deixado muito animado com o início de sua pré-campanha rumo ao Palácio dos Leões. O ex-prefeito tem recebido muitos convites e já trabalha na montagem do roteiro de viagens.

Bem avaliado e respaldado pela administração transparente e eficiente que lhe concederam expressivos índices de aprovação ao final dos seus dois mandatos como chefe do Executivo da capital, Edivaldo tem conversado com a classe política e diz está preparado para colocar o Maranhão no caminho do desenvolvimento.

Considerado hoje a terceira via com amplas possibilidade de chegar ao segundo turno, Edivaldo conta com a estrutura do PSD, tereiro partido em termos de representação na Câmara Federal, o que que lhe garante um tempo extraordinário no horário eleitoral no rádio e na televisão, dois veículos essenciais para divulgação de suas propostas.

Dono de um carisma incomum e cativante, o ex-prefeito de São Luís entra na disputa pelo governo bem situado no maior colégio eleitoral, conversando com lideranças de todas as regiões do Maranhão e tendo a retaguarda de um partido com estrura nacional que o coloca como prioridade para as  eleições de 2022.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Em defesa da democracia e contra a ameaça de Bolsonaro, Flávio Dino e mais 13 governadores assinam manifesto solidariedade ao STF

O governador Flávio Dino (PSB), outros doze chefes de Executivos estaduais e mais o Distrito Federal lançaram manifesto de solidariedade ao Supremo Tribuna Federal (STF) e seus ministros em ração às ameaças do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra a Corte.

“14 governadores assinam nota em defesa do Supremo Tribunal Federal, dos seus ministros e das suas famílias, diante de ameaças e agressões. Não será por falta de proteção policial que vão acabar com a independência do Judiciário no Brasil”, disse Dino em sua rede social. O govrnador postou também a carta.

Conforme o documento, “o Estado Democrático de Direito só existe com Judiciário independente, livre para decidir de acordo com a Constituição e com as leis”.

“No âmbito dos nossos Estados, tudo faremos para ajudar a preservar a dignidade e a integridade do Poder Judiciário. Renovamos o chamamento à serenidade e à paz que a nossa Nação tanto necessita”, diz o texto.

Assinam o documento os governadores do DF, de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Amapá.

Alvo de mais de cem pedidos de impeachment, Jair Bolsonaro anunciou que irá ao Senado entregar pedido de impeachment dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. A iniciativa foi uma resposta à determinação de Moraes para a prisão do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, acusado de participação em um esquema de milícias digitais.

Bolsonaro tem colocado em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas e criticado o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como uma demonstração de que não aceitará uma derrota em 2022. A possibilidade de um golpe vem acontecendo em contexto de alta da rejeição dele e liderança isolada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pesquisas eleitorais.

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Weverton Rocha subestima força e liderança do governador Flávio Dino

O lançamento da pré-candidatura do senador Weverton Rocha ao Governo do Estado, com tom acima do que era previsível, além de confirmar que seu projeto político para 2022 não tem recuo, mostrou arrogância e menosprezo  à força política e liderança do governador Flávio Dino, principal responsável pela sua eleição em 2018.

O discurso foi interpretado por quem acompanha a pré-campanha como um recado nada amistoso ao chefe do Executivo estadual e pré-anúncio de um rompimento caso não seja ele o escolhido para representar o grupo que se reuniu em 5 de julho e resolveu entregar ao governador a missão de construir a unidade.

Weverton praticamente comunicou ao governador, ao público presente e a quem acompanhou o ato pelas redes sociais, que não pretende cumprir o pacto assinado por ele, dirigentes partidos, parlamentares e lideranças que apoiam o governo no ato realizado no Palácio dos Leões se não for o indicado.

“Gosto muito do Flávio Dino, é meu amigo, ele tem o reconhecimento de todos nós pelo trabalho que ele fez no Maranhão. Só que eu quero ser candidato de baixo para cima. Eu quero o apoio dele, mas na verdade quem vai me apoiar e me eleger é o povo do Maranhão”, disse para a platéia de políticos.

O senador pedetista já havia sugerido que não pretende recuar da candidatura quando foi perguntado sobre a possibilidade de desistir e responder de forma jocosa: “Vocês já viram foguete dando marcha ré? Então vamos para frente, que o Maranhão tem pressa e quer ser feliz”.

Na nota dos partidos divulgada no início de julho, além de firmar o compromisso de dar continuidade as ações do governo, diz que o “Pacto pela União se baseia no compromisso com a pré-candidatura ao Senado do governador Flávio Dino, na busca de entendimento quanto a governador e vice, sempre com base no diálogo com os partidos e líderes, e na construção de chapas vitoriosas para a Câmara e Assembleia”.

A postura do senador do PDT, de confirmar que seu projeto para 2022 não tem retorno, porém, faz coro à afirmativa do presidente nacional do partido, Carlos Lupi que, em entrevista à TV Meio Norte, disse que ele será candidato com ou sem o apoio do governador.

Para deixar claro que não pretende cumprir o pacto que assinou, em entevista à TV Mirante na sexta-feira (13), véspera do ato em Imperatriz, Weverton disse que o  fato de Dino esta sentado na cadeira de governador não daria a ele o direito de indicar o candidato.

O governador, com uma popularidade que chega 70%, considerado a maior liderança política do estado e com potencial para influenciar muito na eleição do seu sucessor, no entanto, mantem a agenda de trabalho e entrega da obras em todas as regiões do Maranhão. Sabe o momento certo de entrar em cena.

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Senadores indicam veto às coligações proporcionais e contrariam deputados

O Globo — Senadores governistas e da oposição criticam a volta das coligações proporcionais, em consonância com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e sinalizam que votarão contra a medida, se ela entrar em pauta. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada em primeiro turno pela Câmara na semana passada e a votação em segundo turno está marcada para amanhã. Para valer nas eleições do ano que vem, o texto precisa ser chancelado pelo Senado até outubro. A disposição dos senadores em não dar seguimento à medida promete ser mais uma fonte de atrito entre as duas Casas.

Derrubada pelo Congresso em 2017, a coligação proporcional permite, em sistema de aliança partidária, que candidatos menos votados, e muitas vezes sem afinidade ideológica, se elejam na esteira dos votos computados pelo conjunto de legendas que integram o bloco. Ao acabar com essa possibilidade, o objetivo dos parlamentares foi, junto com a aprovação da cláusula de barreira, reduzir o número de partidos, sobretudo os de aluguel.

Líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF) afirma que o apoio à volta das coligações proporcionais na Câmara não encontra eco no Senado, e diz que o modelo privilegia o “cálculo eleitoral” em vez da “afinidade programática”:

— Os parlamentares (da Câmara) pensaram primeiro neles próprios. Qual a forma mais fácil de se reeleger? Com coligação. Ocorre que, pelo sistema de coligação, os partidos fazem aliança com base no cálculo de quantos deputados podem eleger, e não com base em conteúdo programático. São interesses eleitorais. Na Cidade Ocidental, em Goiás, o DEM fez coligação com o PCdoB em 2016. Ou seja, o eleitor vota em um liberal e acaba elegendo um comunista. Ou o contrário.

Na semana passada, o presidente do Senado disse considerar a retomada das coligações proporcionais um “retrocesso”. Sobre a tramitação no Senado, afirmou que consultará os colegas para definir um encaminhamento. Logo após a votação, em um jantar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pediu a Pacheco que paute o projeto assim que recebê-lo.

Líder do PT, o senador Paulo Rocha (PA) disse que o partido está unificado, no Senado, contra a medida. Na Câmara, os petistas fizeram parte do acordo para aprovar a proposta, apresentado como alternativa à adoção do distritão, também criticado por especialistas.

No distritão, a eleição para os legislativos seria majoritária, ou seja, os mais votados de cada estado seriam eleitos, sem levar em conta os votos nos partidos, como é hoje no sistema proporcional. Críticos do distritão afirmam que ele enfraquece os partidos e dificulta a renovação de vagas.

— Nós, do PT, somos contra (a volta das coligações proporcionais). É um retrocesso. Seria um retorno dos partidos cartoriais, que existem só para fazer coligação. Partidos que não têm força nenhuma pegam carona naqueles que têm força política e organização perante a sociedade — disse Paulo Rocha.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), mostrou-se contrário à aprovação da medida às pressas, o que faria com que já vigorasse no ano que vem:

— Causa suspeita quando se faz reforma política de dois em dois anos. Fica parecendo que o Congresso fez de cobaia os vereadores na eleição de 2020. Sou favorável à análise de uma reforma política, inclusive com a questão das coligações, mas sou contra aprovar qualquer mudança às pressas, até outubro deste ano, para que já entre em vigor no pleito do ano que vem. Acho que para haver reforma política tem que ter diálogo e sintonia entre Câmara e Senado.

Após a eleição municipal do ano passado, a primeira sem coligações proporcionais, a fragmentação partidária diminuiu nas Câmaras de Vereadores. Levantamento feito pelo GLOBO apontou que isso aconteceu em sete de cada dez cidades.

Também alinhado ao Palácio do Planalto, o senador Jorginho Melo (PL-SC) endossou as crítica à proposta:

— Isso não tem a menor chance de ser aprovado no Senado.

Sem alinhamento

A disposição dos senadores de derrubar ou engavetar a volta das coligações proporcionais deve piorar ainda mais o clima entre as duas Casas, que não têm mostrado alinhamento na pauta legislativa.

O Senado, por exemplo, deu um freio na nova Lei de Segurança Nacional (LSN) que havia sido aprovada em maio pela Câmara sob críticas por ter tido uma tramitação rápida. A proposta só foi chancelada pelos senadores na semana passada, três meses depois.

Outro episódio girou em torno da PEC do voto impresso. Enquanto Arthur Lira, em um gesto incomum, levou para o plenário a proposta, mesmo após ser rejeitada em comissão especial, Pacheco descartou ressuscitar iniciativa semelhante engavetada no Senado.

Relatora da reforma na Câmara, a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), já reagiu à sinalização contrária do Senado, afirmando que essa postura “vai gerar uma crise institucional”.

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