O governador Flávio Dino (PSB) criticou o discurso do presidente Jair Bolsonaro na 76ª Assembleia Geral da Organzação das Nações Unidas (ONU). Para o chefe do Executivo estadual, Bolsonaro mentiu e foi desleal ao criticar governdores e prefeitos no enfretamento da pandemia do novo coronavírus.
Em um dos trechos do seu discurso lido, Bolsonaro voltou a criticar medidas de distanciamento social adotada por dirigentes estaduais e municipais sem citar que tais medidas foram respaldada pela comunidade científica do mundo todo, porém ignorada por ele seus seguidores.
“Bolsonaro foi para a ONU fazer discurso de “cercadinho”, recheado de fake news e de agressões. Ele realmente quer o Brasil como “pária internacional”, isolado e sem voz ativa no mundo. Imenso prejuízo para a nossa economia e para a imagem do Brasil”, disse o governador em sua rede social.
Para Dino “é muita deslealdade de um chefe de Estado usar a tribuna da ONU para atacar governadores e prefeitos do seu país. E para insistir em mentiras sobre a pandemia. Esse é o Bolsonaro “moderado?”, questinou em outra postagem.
No discurso na ONU, Bolsonaro disse que as pessoas mais humildes do Brasil foram obrogada s a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos, o que prejudicou a renda, sem citar que a grande maioria dos países tiveram o mesmo proecedimento em momentos mais críticos, ou seja, omitiu a verdade.
O Partido dos Trabalhadores repete sua trajetória de rachas em eleiçõe majorotárias no Maranhão. Desde 2010, seus dirigentes não conseguem se entender sobre política de aliança e travam acirradas disputas em defesa de suas teses, mesmo sabendo que a palavra final sobre tática eleitoral seja de competência da executiva nacional, que avocou para si o direito de bater o martelo.
A história recente da legenda é recheada de polêmica. Em 2010, a maioria dos delegados do congresso estadual do PT aprovou aliança com o então candidato do PCdoB, Flávio Dino, após acirrada discussão, mas a direção nacional acabou intervindo e colocando o partido no palanque da candidata Roseana Sarney (MDB), apresentando o sindicallista Washington Oliveira como candidato a vice.
Os petistas foram para campanha rachados. Os militantes contrários a aliança com a filha de José Sarney se recusaram apoiá-la e se engajaram na campanha de Dino. A história de repetiu em 2014, quando o PT rachou novamente por conta da determinação da executiva nacional de aliar o partido à campaha do empresário Edinho Lobão (MDB). Unidade interna veio ocorrer apenas em 2018, na reeleição do governador Flávio Dino.
Para 2022, ao que tudo indica, a história vai se repetir. O racha já começa na executiva estadual: o presidente Augusto Lobato, membro do Diretório Nacional, já deu várias declarações de apoio à pré-candidatura do vice-governdor Carlos Brandão (PSDB), enquanto o vice-presidente Genilson Alves não apenas declarou apoio Weveton (PDT) como tem participado dos atos públicos do pré-candidato pedetista.
A exemplo de Genilson, o presidente do Diretório Municipal do PT, Honorato Fernandes, também declarou apoio a Weverton. Neste clima de disputa por posições, caberá a direção nacional decidir qual o caminho a seguir. Até porque as candidaturas estão postas e sem possibilidade de recuo.
Observadores do cenario político local acreditam que, devido a aproximidade de Lula com Dino, o PT oficial do Maranhão deve está no palanque apoiado pelo governador, restando saber quem será o candidato. Como Josimar de Maranhãozinho se excluiu do grupo, ainda estão no páreo Carlos Brandão, Weverton e Simplício Araújo.
São fortes as evidência de que Brandão deverá ser o indicado do gurpo do governador e como o projeto de Weverton, conforme ele faz questão de airmar, não tem recuo, tudo indica que o PT segurá sua sina de participar de pleitos majoritários rachado.
As alas lideradas por Genilson, Honorato e Márcio Jardim deverão manter o apoio ao candidato do PDT, enquando Augusto Lobato, entre outros dirigentes, deverão acompanhar Carlos Brandão se ele for confirmado como candidato do grupo do governador.
Como o jogo está somente começando, melhor aguardar a posição da direção nacional para saber qual será o comportamento dos petistas locais. Pelo histórico, tudo indica que o PT mais uma vez deverá ir rachadinho às urnas, apesar dos esforços da direação estadudal pela unidade.
Vinte governadores assinam uma nota em que apontam o aumento dos preços dos combustíveis como um problema nacional. “Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam os gestores.
“Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, prosseguem eles.
O texto, datado desse domingo (19/9), foi divulgado na manhã desta segunda-feira (20/9).
Não assinam a nota os governadores do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL); do Amazonas, Wilson Lima (PSC); de Rondônia, Marcos Rocha (sem partido); de Roraima, Antonio Denarium (PP); de Tocantins, Mauro Carlesse (PSL); e do Acre, Gladson Cameli (PP).
O comunicado é divulgado quase uma semana após o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, ir ao Plenário da Câmara dos Deputados para explicar o preço dos combustíveis.
Na terça-feira (14/9), Luna e Silva alegou que os impostos estaduais, em particular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), são aqueles com maior impacto no preço da gasolina.
Ao apresentar gráfico com a composição do preço, Silva e Luna apontou que a parte que corresponde à Petrobras representa R$ 2 no custo de quase R$ 7 vendido hoje na bomba. A explicação repete o discurso do presidente Jair Bolsonaro.
“Aí entra a parcela que cabe à Petrobras para cobrir custos de produção e refino do óleo. E, dependendo, é de até 10 anos esse percurso para poder chegar até a refinaria, investimentos, juros da dívida. Vamos lembrar que a empresa está bastante endividada, até curto prazo, em participações governamentais”, disse. (Metrópoles)
As principais alterações estão relacionadas à garantia de manutenção da transparência do voto dos parlamentares, trazida pelo sistema de votação remoto.
“Hoje operamos num Sistema de Deliberação Remoto (SDE), com voto e deliberação à distância, em função da pandemia. Esse momento vai passar, ou pelo avanço da vacina ou pelo avanço da medicina, o certo é que nós vamos superar essa fase, então precisamos estar preparados para retomar as atividades no pós-pandemia”, explica Rubens Jr.
Durante a pandemia, o Regimento Interno da Câmara passou a permitir o voto por meio de aplicativo, inscrições através de e-mail e protocolo eletrônico. Esses mecanismos permitiram o distanciamento necessário para a prevenção da transmissão da Covid-19 no Congresso Nacional e aumentou o quórum das votações.
“Hoje, praticamente todas as votações são nominais. O cidadão pode saber como cada parlamentar tem votado. E aí fica essa discussão, o que é mais importante? A presença física do parlamentar dentro do plenário ou a sociedade ter a transparência necessária para acompanhar tudo que está sendo votado na Câmara? Eu entendo que é o segundo modelo”, disse Rubens, ao defender a manutenção da transparência no Sistema de Votação.
O desafio agora é encontrar um modelo que permita o retorno dos acalorados debates presenciais e preserve, ao mesmo tempo, o dinamismo e transparência nas deliberações. O Sistema híbrido é avaliado como uma possibilidade de implantação permanente. “Nós queremos um Regimento Interno que possa trazer a Câmara Federal para o século XXI. Nosso regimento é muito antigo e o uso de ferramentas tecnológicas é fundamental para garantir velocidade e transparência nas votações. Parece algo trivial, mas é fundamental para o avanço da Democracia e para que as votações reflitam os interesses da sociedade”, completou o deputado.
O prazo para que a Câmara encerre os estudos para atualização do Regimento Interno é de 90 dias, prorrogáveis por igual período. O objetivo é que ele entre em vigor a partir de 2023. “Não sabemos quem vai ganhar a eleição no ano que vem, quem vai ser governo e quem vai ser oposição. Portanto, na hora de elaborar o regimento, vamos trabalhar com senso de justiça e com o maior equilíbrio possível, atualizando um regimento que seja bom para o Poder Legislativo e para o povo brasileiro”, finalizou Rubens Jr.
O ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior, pré-candidato ao governo do estado, reúne nesta segunda-feira (20) com a direção estadual do PSD para discutir extratégia para a pré-campanha, que deverá iniciar a partir de outubro com uma maratona de visitas ao interior do Maranhão.
O encontro contará com a presença do presidente estadual do partido, deputado federal Edilázio Júnior, um dos principais coordenadores da pré-candidatura, e servirá para ouvir o planejamento do candidato para o período eleitoral, assim como iniciar a debate sobre composição de chapa para a eleição proporcional.
Edivaldo, desde que aceitou o desafio de representar a legenda na sucessão estadual, vem reunindo com lideranças do interior do estado e da capital e estabeleceu o mês de outubro para intensificar a pré-campanha com incursões aos municípios.
Será o primeiro encontro para discutior extratégia. Uma fonte do partido adiantou ao blog que intenção é ouvir a explação do candidato sobre como pretende desenvolver a campanha rumo ao Palácio dos Leões. Edivaldo tem sido vitorioso em todas as campanha que se envolveu e deve falar sobre sua experíência.
“A ideia e seguir a experiência exitosa de Edivaldo em campanhas eleitorais. Se der certo para 2022 vamos aplaudir, caso contrário devemos reavaliar mais na frente, mas nossa intenção é deixar que ele, com sua experiência, nos conduza à vitória”, disse a fonte.
O ex-prefeito tem observado aos mais próximos que vai entrar na campanha no momento certo e que está aproveitando para estreitar relações com lideranças antes de colocar o pé na estrada.
No encotro desta segunda-feira de Edivaldo com a direção ao PSD, deverá constar na pauta o início da pré-campanha e por onde começar. Convite é o que não falta e o ex-prefeito cada vez mais consolida sua candidatura com um otimismo contagiante.
Sucesso de público no Shopping da Ilha, a central de atendimento do Programa Dívida Zero será aberta, nesta segunda-feira (20), no Pátio Norte Shopping, facilitando o acesso aos consumidores de São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar.
Qualquer cidadão com idade a partir de 18 anos e dívidas decorrentes de relação de consumo poderá participar da ação. Para isso, deverá comparecer na central de atendimento, portando RG e CPF, comprovante de residência, comprovante de renda e algum documento que identifique a dívida.
As negociações podem ser feitas com um ou mais credores, com parcelamento em até cinco anos e plano de quitação de dívidas de, no máximo, 35% de comprometimento da renda mensal dos interessados.
Idealizado com base na Lei nº 14.181/21 (Lei do Superendividamento), o Dívida Zero é fruto de indicação parlamentar do deputado estadual Duarte Jr.
A Central de Atendimento no Pátio Norte funcionará até 30 de outubro, de segunda a sábado, das 12h às 20h, como emissão de senha até às 19h.
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), reforçou o seu apoio à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Estado, durante o quarto encontro de pré-campanha “O Maranhão mais feliz”, ocorrido na noite de sexta-feira (17), em Pinheiro.
A vice-prefeita do município e presidente do Diretório Municipal do PDT, Ana Paula Lobato, foi uma das organizadoras do encontro, que contou também com a participação da senadora Eliziane Gama (Cidadania), do secretário estadual de Segurança, Jefferson Portela, deputados, vereadores, prefeitos e lideranças políticas de toda a Baixada Maranhense.
No ato, Othelino Neto afirmou que, há quase sete anos, sob a gestão do governador Flávio Dino, o Maranhão passou a viver um novo momento com uma gestão voltada, sobretudo, àqueles que mais precisam e ao crescimento do estado. Ele destacou que, nesse momento, o projeto, que defende o nome de Weverton, tem o compromisso de continuar esse desenvolvimento.
“Estamos levando para o Maranhão um projeto muito importante com uma forte união de forças políticas para que o nosso estado permaneça no caminho do desenvolvimento. E o senador Weverton representa esse grande movimento para que o Maranhão continue crescendo. E eu tenho muita confiança de que nós vamos conseguir juntar todo o nosso grupo em torno desse projeto”, disse Othelino.
A vice-prefeita Ana Paula Lobato afirmou que a caravana do “Maranhão mais feliz” tem ganhado força a cada município que passa. “É uma felicidade muito grande receber a quarta edição dessa caravana, que vem ganhando mais adesões a cada edição. Esse grande número de lideranças e apoiadores mostra o fortalecimento desse belo projeto liderado pelo senador Weverton”, assinalou.
O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, também presente, disse que a realização do evento no município de Pinheiro fortalece a Baixada Maranhense, que vem se desenvolvendo muito com a união dessas forças. “Esse é o melhor projeto para fazer a nossa Baixada crescer”, frisou.