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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Pré-candidato ao governo, Simplício aposta na unidade do grupo de Flávio Dino e mantém o foco na geração de emprego

Pré-candidato ao Governo do Estado pelo partido Solidariedade, o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, que trabalha para se viabilizar como representante do grupo do governador Flávio Dino (PSB),  aposta na iniciativa privada com agente gerador de desenvolvimento  e fonte de emprego e renda para a população.

Em conversa com o titular deste blog nesta manhã de terça-feira (17), Simplíco mostrou entusiásmo com a possibilidade de unidade do grupo em torno de sua candidatura, com a pré-campanha que desenvolve, como os apoios que tem recebido e principalmente pelo reconhecimento do seu trabalho como gestor.

O secretário, que defende o consenso e trava uma disputa interna com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o senador Weverton Rocha (PDT) e deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) observa que seu perfil está dentro dos critérios a serem observados pelo governador, que já é do conheicmento dos pré-candidatos do grupo.

“Existe um acordo com os quatro pré-candidatos, onde será avaliado adesão popular. Existe candidaturas, eu não vou citar o nome, que já estão a dois anos e ainda não decolaram, então nós precisamos que o povo entre no processo, que aponte para o governador quem de nós verdadeiramente tem mais condições de ser o seu sucessor. Outro ponto é o legado, as coisas importantes que o governador fez, e quem representar melhor esse caminho

“Caso eu seja o governador do Estado do Maranhão eu jamais tiraria da pauta o programa escola digna, a ampliação dos restaurantes populares, os IEMAS, a série de programas importantes que o governado tá deixando, focado principalmente em que mais precisa. As classes média e alta sempre buscam a sua saída, mas os pobres precisam realmente do governo para que seguir suas vidas”.

O pré-candidato acredita que não haverá briga no grupo e que caso seja o escolhido dará total a geração de emprego e renda. “Nós fizemos durante o governo Flávio Dino uma gestão do segumento relacionado ao comério, indústria, prestação de serviço e energia no estado e hoje acreditamos muito nesse potencial, a gente precisa de muita geração de empregos e isso só será possível pela classe empreendedora do estado”.

Segundo Araújo, a inicitiva privada movimenta a economia três vezes mais que os poderes públicos e que é essa iniciativa privada que pode gerar emprego, desenvolvimento e o crescimento do Estado. “É nisso que eu estou apostando é com esse segumentos que eu estou conversando mais nesse momento porque eu entendo que não é  apenas com aclasse política que a gente precisa conversar”.

Para o secretário, o Governo do Maranhão, como de qualquer outro estado, é uma prioridade da população, é que vai definir quem será o próximo governador e ele quer se apresentar porque tem histótia de vida, de gestão de resultados e está sendo incentivado para que seja um dos pré-candidatos. “Eu sou um dos pré-candidatos da base do governador Flávio Dino, respeito muito o senador Weverton, o vice-governador Carlos Brandão e o deputado federal Josimar, mas eu também estarei colocando o meu nome para apreciação e julgamento da população do Maranhão”.

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  • Jorge Vieira
  • 17/ago/2021

Edivaldo mantém intensa agenda com políticos e prepara maratona ao interior do estado

O ex-prefeito de São Luís, Edivado Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado, mantém uma intensa agenda de conversações com lideranças políticas do interior do Estado e aproveita o restante do mês de agosto para articular o roteiro de visitas aos municípios a partir de setembro.

Edivaldo tem recebido manifestações de apoio de lideranças de várias regiões, o que tem lhe deixado muito animado com o início de sua pré-campanha rumo ao Palácio dos Leões. O ex-prefeito tem recebido muitos convites e já trabalha na montagem do roteiro de viagens.

Bem avaliado e respaldado pela administração transparente e eficiente que lhe concederam expressivos índices de aprovação ao final dos seus dois mandatos como chefe do Executivo da capital, Edivaldo tem conversado com a classe política e diz está preparado para colocar o Maranhão no caminho do desenvolvimento.

Considerado hoje a terceira via com amplas possibilidade de chegar ao segundo turno, Edivaldo conta com a estrutura do PSD, tereiro partido em termos de representação na Câmara Federal, o que que lhe garante um tempo extraordinário no horário eleitoral no rádio e na televisão, dois veículos essenciais para divulgação de suas propostas.

Dono de um carisma incomum e cativante, o ex-prefeito de São Luís entra na disputa pelo governo bem situado no maior colégio eleitoral, conversando com lideranças de todas as regiões do Maranhão e tendo a retaguarda de um partido com estrura nacional que o coloca como prioridade para as  eleições de 2022.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Em defesa da democracia e contra a ameaça de Bolsonaro, Flávio Dino e mais 13 governadores assinam manifesto solidariedade ao STF

O governador Flávio Dino (PSB), outros doze chefes de Executivos estaduais e mais o Distrito Federal lançaram manifesto de solidariedade ao Supremo Tribuna Federal (STF) e seus ministros em ração às ameaças do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra a Corte.

“14 governadores assinam nota em defesa do Supremo Tribunal Federal, dos seus ministros e das suas famílias, diante de ameaças e agressões. Não será por falta de proteção policial que vão acabar com a independência do Judiciário no Brasil”, disse Dino em sua rede social. O govrnador postou também a carta.

Conforme o documento, “o Estado Democrático de Direito só existe com Judiciário independente, livre para decidir de acordo com a Constituição e com as leis”.

“No âmbito dos nossos Estados, tudo faremos para ajudar a preservar a dignidade e a integridade do Poder Judiciário. Renovamos o chamamento à serenidade e à paz que a nossa Nação tanto necessita”, diz o texto.

Assinam o documento os governadores do DF, de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Amapá.

Alvo de mais de cem pedidos de impeachment, Jair Bolsonaro anunciou que irá ao Senado entregar pedido de impeachment dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. A iniciativa foi uma resposta à determinação de Moraes para a prisão do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, acusado de participação em um esquema de milícias digitais.

Bolsonaro tem colocado em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas e criticado o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como uma demonstração de que não aceitará uma derrota em 2022. A possibilidade de um golpe vem acontecendo em contexto de alta da rejeição dele e liderança isolada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pesquisas eleitorais.

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Weverton Rocha subestima força e liderança do governador Flávio Dino

O lançamento da pré-candidatura do senador Weverton Rocha ao Governo do Estado, com tom acima do que era previsível, além de confirmar que seu projeto político para 2022 não tem recuo, mostrou arrogância e menosprezo  à força política e liderança do governador Flávio Dino, principal responsável pela sua eleição em 2018.

O discurso foi interpretado por quem acompanha a pré-campanha como um recado nada amistoso ao chefe do Executivo estadual e pré-anúncio de um rompimento caso não seja ele o escolhido para representar o grupo que se reuniu em 5 de julho e resolveu entregar ao governador a missão de construir a unidade.

Weverton praticamente comunicou ao governador, ao público presente e a quem acompanhou o ato pelas redes sociais, que não pretende cumprir o pacto assinado por ele, dirigentes partidos, parlamentares e lideranças que apoiam o governo no ato realizado no Palácio dos Leões se não for o indicado.

“Gosto muito do Flávio Dino, é meu amigo, ele tem o reconhecimento de todos nós pelo trabalho que ele fez no Maranhão. Só que eu quero ser candidato de baixo para cima. Eu quero o apoio dele, mas na verdade quem vai me apoiar e me eleger é o povo do Maranhão”, disse para a platéia de políticos.

O senador pedetista já havia sugerido que não pretende recuar da candidatura quando foi perguntado sobre a possibilidade de desistir e responder de forma jocosa: “Vocês já viram foguete dando marcha ré? Então vamos para frente, que o Maranhão tem pressa e quer ser feliz”.

Na nota dos partidos divulgada no início de julho, além de firmar o compromisso de dar continuidade as ações do governo, diz que o “Pacto pela União se baseia no compromisso com a pré-candidatura ao Senado do governador Flávio Dino, na busca de entendimento quanto a governador e vice, sempre com base no diálogo com os partidos e líderes, e na construção de chapas vitoriosas para a Câmara e Assembleia”.

A postura do senador do PDT, de confirmar que seu projeto para 2022 não tem retorno, porém, faz coro à afirmativa do presidente nacional do partido, Carlos Lupi que, em entrevista à TV Meio Norte, disse que ele será candidato com ou sem o apoio do governador.

Para deixar claro que não pretende cumprir o pacto que assinou, em entevista à TV Mirante na sexta-feira (13), véspera do ato em Imperatriz, Weverton disse que o  fato de Dino esta sentado na cadeira de governador não daria a ele o direito de indicar o candidato.

O governador, com uma popularidade que chega 70%, considerado a maior liderança política do estado e com potencial para influenciar muito na eleição do seu sucessor, no entanto, mantem a agenda de trabalho e entrega da obras em todas as regiões do Maranhão. Sabe o momento certo de entrar em cena.

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Senadores indicam veto às coligações proporcionais e contrariam deputados

O Globo — Senadores governistas e da oposição criticam a volta das coligações proporcionais, em consonância com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e sinalizam que votarão contra a medida, se ela entrar em pauta. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada em primeiro turno pela Câmara na semana passada e a votação em segundo turno está marcada para amanhã. Para valer nas eleições do ano que vem, o texto precisa ser chancelado pelo Senado até outubro. A disposição dos senadores em não dar seguimento à medida promete ser mais uma fonte de atrito entre as duas Casas.

Derrubada pelo Congresso em 2017, a coligação proporcional permite, em sistema de aliança partidária, que candidatos menos votados, e muitas vezes sem afinidade ideológica, se elejam na esteira dos votos computados pelo conjunto de legendas que integram o bloco. Ao acabar com essa possibilidade, o objetivo dos parlamentares foi, junto com a aprovação da cláusula de barreira, reduzir o número de partidos, sobretudo os de aluguel.

Líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF) afirma que o apoio à volta das coligações proporcionais na Câmara não encontra eco no Senado, e diz que o modelo privilegia o “cálculo eleitoral” em vez da “afinidade programática”:

— Os parlamentares (da Câmara) pensaram primeiro neles próprios. Qual a forma mais fácil de se reeleger? Com coligação. Ocorre que, pelo sistema de coligação, os partidos fazem aliança com base no cálculo de quantos deputados podem eleger, e não com base em conteúdo programático. São interesses eleitorais. Na Cidade Ocidental, em Goiás, o DEM fez coligação com o PCdoB em 2016. Ou seja, o eleitor vota em um liberal e acaba elegendo um comunista. Ou o contrário.

Na semana passada, o presidente do Senado disse considerar a retomada das coligações proporcionais um “retrocesso”. Sobre a tramitação no Senado, afirmou que consultará os colegas para definir um encaminhamento. Logo após a votação, em um jantar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pediu a Pacheco que paute o projeto assim que recebê-lo.

Líder do PT, o senador Paulo Rocha (PA) disse que o partido está unificado, no Senado, contra a medida. Na Câmara, os petistas fizeram parte do acordo para aprovar a proposta, apresentado como alternativa à adoção do distritão, também criticado por especialistas.

No distritão, a eleição para os legislativos seria majoritária, ou seja, os mais votados de cada estado seriam eleitos, sem levar em conta os votos nos partidos, como é hoje no sistema proporcional. Críticos do distritão afirmam que ele enfraquece os partidos e dificulta a renovação de vagas.

— Nós, do PT, somos contra (a volta das coligações proporcionais). É um retrocesso. Seria um retorno dos partidos cartoriais, que existem só para fazer coligação. Partidos que não têm força nenhuma pegam carona naqueles que têm força política e organização perante a sociedade — disse Paulo Rocha.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), mostrou-se contrário à aprovação da medida às pressas, o que faria com que já vigorasse no ano que vem:

— Causa suspeita quando se faz reforma política de dois em dois anos. Fica parecendo que o Congresso fez de cobaia os vereadores na eleição de 2020. Sou favorável à análise de uma reforma política, inclusive com a questão das coligações, mas sou contra aprovar qualquer mudança às pressas, até outubro deste ano, para que já entre em vigor no pleito do ano que vem. Acho que para haver reforma política tem que ter diálogo e sintonia entre Câmara e Senado.

Após a eleição municipal do ano passado, a primeira sem coligações proporcionais, a fragmentação partidária diminuiu nas Câmaras de Vereadores. Levantamento feito pelo GLOBO apontou que isso aconteceu em sete de cada dez cidades.

Também alinhado ao Palácio do Planalto, o senador Jorginho Melo (PL-SC) endossou as crítica à proposta:

— Isso não tem a menor chance de ser aprovado no Senado.

Sem alinhamento

A disposição dos senadores de derrubar ou engavetar a volta das coligações proporcionais deve piorar ainda mais o clima entre as duas Casas, que não têm mostrado alinhamento na pauta legislativa.

O Senado, por exemplo, deu um freio na nova Lei de Segurança Nacional (LSN) que havia sido aprovada em maio pela Câmara sob críticas por ter tido uma tramitação rápida. A proposta só foi chancelada pelos senadores na semana passada, três meses depois.

Outro episódio girou em torno da PEC do voto impresso. Enquanto Arthur Lira, em um gesto incomum, levou para o plenário a proposta, mesmo após ser rejeitada em comissão especial, Pacheco descartou ressuscitar iniciativa semelhante engavetada no Senado.

Relatora da reforma na Câmara, a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), já reagiu à sinalização contrária do Senado, afirmando que essa postura “vai gerar uma crise institucional”.

  • Jorge Vieira
  • 14/ago/2021

Domingos Dutra deverá coordenar a campanha de Lobato a deputado federal

De volta ao Partido dos Trabalhadores, legenda que ajudou a construir no Maranhão no início da década de 1980, o ex-deputado estadual e federal, ex-prefeito de Paço Lumiar, Domingos Dutra, praticamente recuperado de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que o afastou do comando do município vizinho a São Luís, retorna à rena política e deverá coordenar a campanha do presidente estadual do PT, Augusto Lobato, a deputado federal nas eleições de 2022.

Lobato deixará a presidência do PT em março de 2022, passará a integrar o Diretório Nacional, assume como vice do futuro presidente estadual Francimar Melo e vai se dedicar integralmente à sua campanha, tendo na coordenação a experiência de Dutra. O retorno do ex-prefeito de Paço do Lumiar ao partido foi uma articulação de Lobato pelo histórico dele na legenda, sendo que ambos defendem o mesmo posicionamento em relação a sucessão estadual.

O presidente do PT costura com habilidade sua pré-candidatura, inclusive, é um dos convidados para o jantar que o governador Flávio Dino vai oferecer ao ex-presidente Lula dia 18 no Palácio dos Leões e já organizou uma agenda do provável próximo presidente da República com o PT local. Lula receberá representantes dos movimentos sociais a pedido de Lobato no hotel em que ficará hospedado.

O dirigente estadual petista, que trabalha internamente para compor aliança com o pré-candidato do PSDB, Carlos Brandão, esteve com ele na última quinta-feira (12), em companhia de Domingos Dutra e do secretário de Educação Felipe Camarão, deixando o encontro bastante animado com a possibilidade de receber o apoio do vice-governador.

O secretário Felipe Camarão, que já anunciou sua pré-candidatura de deputado federal, mas é cotado para ser vice na chapa de Brandão, caso se confirme sua presença na chapa majoritária, também teria o compromisso de apoiar a candidatura de Lobato. Camarão, segundo fonte do blog, estaria pronto para aceitar o convite caso este seja o desejo do PT.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2021

Câmara de Imperatriz concede Titulo de Cidadão a Othelino por serviços à cidade

A Câmara Municipal de Imperatriz homenageou, nesta sexta-feira (13), o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), com o Título de Cidadão Imperatrizense. A comenda foi um reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo chefe do Parlamento Estadual à cidade, que já foi beneficiada com diversas ações do parlamentar para a execução de benfeitorias à população.

Na solenidade, Othelino Neto afirmou que tornar-se cidadão imperatrizense só reforça o seu compromisso e o vínculo afetivo que tem com o a cidade. “Fico muito grato por esse momento importante na minha vida. Esse título muito me honra e reforça a minha disposição para trabalhar a favor dos interesses da cidade”, disse o parlamentar, ao lado de sua esposa e vice-prefeita de Pinheiro, Ana Paula Lobato.

O chefe do Legislativo maranhense lembrou, ainda, algumas ações em prol do município, como a destinação de emendas, de sua autoria, para a execução de obras de infraestrutura, a exemplo da pavimentação de ruas, além do seu permanente apoio na discussão e aprovação de projetos, na Assembleia Legislativa, pertinentes não só a Imperatriz, mas a toda Região Tocantina.

“Em todos os momentos que a cidade de Imperatriz precisou, a bancada de deputados do município, como os deputados Marco Aurélio, Rildo Amaral e Antônio Pereira, sempre contou com a solidariedade de todos os colegas, reconhecendo a importância que Imperatriz tem para o Maranhão”, completou Othelino.

A honraria foi proposta pelo vereador Carlos Hermes (PCdoB) e entregue em sessão solene, no Palácio Dorgival Pinheiro de Sousa, sede do Poder Legislativo Municipal. A cerimônia, conduzida pelo presidente da Casa, vereador Alberto Sousa (PDT), contou com a presença de vereadores de Imperatriz, de deputados estaduais, do senador Weverton Rocha (PDT), do deputado federal Juscelino Filho (DEM), além de outras autoridades.

Reconhecimento – O vereador Carlos Hermes disse que a entrega do Título de Cidadão Imperatrizense a Othelino Neto foi um reconhecimento à grande liderança que ele exerce no Maranhão e a atenção que dispensa a Imperatriz. “Ele é sempre muito presente na nossa cidade, destinando emendas e apoiando os deputados que são da região para que os recursos cheguem e beneficiem o povo de Imperatriz”, afirmou o autor da proposição.

O presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, vereador Alberto Sousa, falou que a aprovação por unanimidade da comenda demonstra a gratidão dos imperatrizenses com o chefe do Parlamento Estadual. “É um gesto de gratidão, que aumenta a responsabilidade para que ele possa continuar olhando com muito carinho para a Região Tocantina e, em especial, para Imperatriz”, destacou.

O deputado Marco Aurélio (PCdoB), que tem forte atuação no município, também frisou o trabalho de Othelino Neto em Imperatriz. “Ele  não só destinou emendas para importantes obras de infraestrutura, mas também estimulou para que os representantes daqui tivessem mais força política para ajudar a cidade”, disse.

O senador Weverton Rocha, também filho de Imperatriz, afirmou que o deputado Othelino tem se destacado com muita responsabilidade na sua atuação parlamentar. “Imperatriz o recebe com muito carinho, pois ele já ajudou muito a região”, finalizou.

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