Pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSD, o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior acompanha com preocupação a situação de famílias que estão desabrigadas em decorrência das enchentes provocadas pelas fortes chuvas que continuam castigando várias regiões e diz que quer trabalhar pelo Maranhão da mesma forma que fez na capital, onde promoveu uma verdadeira transformação urbana.
“Quero trabalhar pelo Maranhão com muita determinação, coragem e muito amor, da mesma maneira que trabalhei pela população de São Luís, contribuindo com o desenvolvimento do estado e o bem-estar e melhoria de vida das pessoas”, diz o ex-prefeito da capital em mensagem postada em sua rede social, reafirmando sua candidatura ao Palácio dos Leões.
Líder disparado nas pesquisas feitas na Região Metropolitana da Grande São Luís e aparecendo sempre em terceiro lugar nas sondagens feitas junto ao eleitorado do Estado, Edivaldo conta a seu favor o legado deixado como prefeito de dois mandatos que transformou a cidade num verdadeiro canteiro de obras e ainda entregou para seu sucessor uma prefeitura saneada e com todos os serviços funcionando.
Lançado pré-candidato a governador pelo presidente nacional do PSD, ex-ministro Gilberto Kassab, contando com o aval do presidente estadual do partido, deputado federal Edilázio Júnior, Edivaldo tem se movimentado, conversado com lideranças da capital e interior e vem mostrando muito otimismo quanto ao sucesso da candidatura.
Edivaldo deixou a prefeitura com índice de aprovação da gestão superior aos 70% e com a popularidade nas alturas pela urbanização realizada em vários bairros, recuperação de ruas a avenidas, asfalto na Zona Rural, revitalização do Centro Histórico, uma série de obras que deixaram a cidade mais bela, além dos serviços essenciais funcionando plenamente.
Por tudo que fez por São Luís, o ex-prefeito Edivaldo tem hoje uma candidatura consolidada e em condições de disputar em pé de igualdade com a concorrência.
Os entendimentos para o ingresso do vice-governador Carlos Brandão no PSB estão bastante adiantados e somente ainda não aconteceu por conta de conversações que visam manter o PSDB na aliança que apoiará sua candidatura ao Governo do Estado.
A declaração do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, sobre o partido ter candidato no Maranhão, segundo fontes do blog, estaria relacionada à futura filiação de Brandão na legenda socialista. Esta mediação estaria sendo feita pelo governador Flávio Dino (PSB).
O ex-governador José Reinaldo Tavares, um dos principais articuladores da pré-campanha de Brandão, tem comunicado aos mais próximos a decisão do vice mudar de partido visando facilitar composições com outras legendas, inclusive com o PT.
A confusão é grande nos bastidores da sucessão. Brandão ainda não migrou para o PSB porque quer ter a garantia que não perderá o controle do PSDB. Para isso está sendo discutida a possibilidade de vários parlamentares que apoiam sua candidatura a migrarem para o PSDB como forma de segurar o partido na aliança, após seu desligamento do ninho dos tucano.
A preocupação do vice faz sentido, pois segundo apurou o blog, o pré-candidato do PDT, Weverton Rocha, estaria colocando em marcha uma articulação para atrair os tucanos para o seu palanque, tão logo seja feita a migração de Brandão para o PSB, oferecendo em troca a filiação do deputado federal Gil Cutrim e até a senadora Eliziane Gama (Cidadania).
O jogo é bruto, como diria o repórter Álvaro Luis, “o repórter feliz”, e ninguém quer perder terreno. Caso Brandão consiga convencer seus aliados parlamentares filiarem-se no PSDB e segurar o tucano pelo bico, o caminho para ter Lula e o PT no seu palanque estará pavimentado.
O ex-presidente Lula em nenhum momento descartou Brandão, como tentaram passar apoiadores de Weverton na blogosfera, apenas disse que teria dificuldade em apoiar um candidato do PSDB, deixando transparecer que o problema é com o partido, não com o candidato que deverá está filiado ao PSB.
O posicionamento de Lula, na avaliação de experiente analista políticos que pediu preservar seu nome, tem uma certa lógica, pois não faria sentido ele convencer o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sair do PSDB para ser seu vice e apoiar um candidato tucano no Maranhão.
O presidente Carlos Siqueira disse na entrevista ao Correio Brasiliense, ao ser questionado sobre as eleições deste ano, que cinco estados (São Paulo, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Acre) são prioridades do partido, mas adiantou que poderão surgir outros candidatos prioritários e citou o Maranhão “onde provavelmente o PSB terá candidato”.
E o candidato do PSB no Maranhão, já lançado pelo governador Flávio Dino, provavelmente é Carlos Brandão com o apoio do PT e da grande maioria dos partidos que integram a aliança governista.
O deputado estadual Duarte Júnior, diante da declaração do ex-presidente Lula sobre a dificuldade do PT apoiar o candidato do PSDB no Maranhão, usou a rede social para sugerir a transferência da filiação do tucano Carlos Brandão para o PSB como forma de facilitar a aliança com os petistas.
Para o parlamentar socialista, a melhor forma de resolver o impasse seria Brandão se filiar ao PSB e o PT indicar o candidato a vice na chapa que terá ainda o governador Flávio Dino como candidato ao Senado. Duarte usou inclusive slogan de sua campanha para prefeito de São Luís em 2020 defender sua tese: “borá resolver?”.
E aí, bora resolver?!@LulaOficial não apóia candidato do PSDB.@carlosbrandaomavem para o@PSBNacional40e@ptbrasilindica o próximo vice-governador do Maranhão. Tá resolvido!”, postou o deputado logo após começar a circular um vídeo em que Lula fala das dificuldade de apoiar Brandão, embora tenha deixado claro seu apoio a Flávio Dino.
“Nós defendemos a candidatura do Flávio Dino. Agora o companheiro Flávio Dino tem o candidato dele, que é o vice, que é do PSDB. Ele sabe que é difícil para gente apoiar o PSDB. E temo lá a candidatura do Weverton. Então eles vão ter que se acertar lá para facilitar a nossa vida”, disse o ex-presidente.
A declaração de Lula foi vista nos bastidores da sucessão como mais uma ingratidão do PT nacional com o governador do Maranhão, algo que ocorre desde 2010 quando interviram no Diretório Estadual para retirar o partido do palanque de Flávio Dino e colocá-lo na aliança com a ex-governadora Roseana Sarney (MDB). O mesmo ocorreu em 2014 quando apoiaram a candidatura do então suplente de senador Edinho Lobão (MDB) contra o próprio Dino. Ainda assim o governador maranhense esteve ao lado Lula nos piores momentos de sua tragetória e o defendeu com argumetos jurídicos contra a arbitrariedade de sua prisão pela Lava Jato.
A afirmação do petista, no entanto, em nada muda a posição do governador em apoiar a candidatura do seu vice. Ainda nesta quarta-feira (19), ao ser questionado sobre a disputa interna em seu grupo, Dino foi taxativo: “Como eu manifestei na última oportunidade, eu tenho uma posição muito clara, muito nítida de apoio de apoio a pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão”.
Brandão ainda não se manifestou sobre a possbilidade de mudança partido para facilitar a participação do PT na aliança, mas curiosamente, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, em entrevista ao jornal Correio Brasiliense, deixou muita gente com a pulga atrás da orelha ao afirmar que quer apoiar Lula para presidente, mas quer o apoio do PT para seus candidatos a governdor em alguns estados e citou o Maranhão. Como não existe um nome do Partido Socialista na disputa, logo começaram as especulações em torno da possibilidade de transferência de Brandão do PSDB para o PSB.
Dirigentes do Partido dos Trabalhadores têm se movimentado nos bastidores da sucessão visando definições sobre as eleições que se aproximam, principalmente a majoritária. Nesta quarta-feira o presidente estadual do PT Francimar Melo esteve reunido com o ex-presidente Lula e com a presidente nacional da legenda, deputada Gleise Hoffmann tratando de assuntos relacionados à política local e nacional.
Segundo mensagem que Francimar postou em redes sociais, o trio dialogou “sobre o cenário político atual, tanto no âmbito estadual, como nacional”, mas sem citar especificamente o que conversaram sobre sucessão estadual uma vez que o partido faz parte da aliança liderada por Flávio Dino (PSB) que está próximo de fechar questão em torno do nome do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).
“O presidente do PT Maranhão, Francimar Melo, se reuniu hoje com o ex-presidente Lula, em São Paulo. Na ocasião, eles dialogaram a respeito do cenário político atual, tanto no âmbito estadual quanto no nacional”, se limitou a informar a nota publicada na página do partido no Twitter.
O PT maranhense está literalmente rachado nesta questão, a maioria da executiva estadual defende aliança com Brandão e essa vinha sendo a posição do PT sob a presidência de Augusto Lobato, porém com a posse de Francimar que pertence a outro grupamento político, zerou o jogo e agora depende da direção nacional decidir se aceita apoiar o tucano, leva a legenda para outra candidatura. Candkdato próprio próprio está praticamente descartado.
Em entrevista à imprensa, o ex-presidente Lula, ao falar sobre candidaturas nos estados, falou sobre os candidatos que terão apoio do PT e citou o Maranhão, onde o governador Flávio Dino apóia o candidato tucano, como um caso ainda a ser resolvido e recomendou que os grupos que atuam no mesmo campo se entendam.
“Nós defendemos a candidatura do (Marcelo) Freixo, no Rio de Janeiro, nós defendemos a candidatura do Flávio Dino (Senado), agora o companheiro Flávio Dino tem o candidato dele que é o vice, que é do PSDB. Ele sabe que é difícil nós apoiar o PSDB. Nós temos a candidatura do Weverton, então eles têm que se acertar lá para facilitar a nossa vida”, disse o Lula.
Pré-candidato ao Governo do Estado pelo PDT, o senador Weverton Rocha, pelo teor das declarações que fez durante entrevista nesta terça-feira (18) ao programa Ponto Final, da Rádio Mirante AM, anda querendo evitar a reunião dos dirigentes de partidos que integram a base de sustentação da administração Flávio Dino (PSB), com a desculpa de que suas atenções estão voltadas para a assistência ás vítimas das cheias que assolam várias regiões do Maranhão, algo que o governo já vem fazendo sem ajuda do parlamentar.
O senador pedetista, que de bobo não tem nada, quer usar o argumento das cheias provocadas pelas fortes chuvas porque sabe que a reunião do 31 próximo será para bater o martelo e oficializar a pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), saber quais partidos seguirão o governador e forçar uma tomada de posição do presidente do PDT, legenda que faz parte da base governista, mas que insiste em afirmar que será candidato com ou sem o apoio do chefe do Executivo estadual.
“Minha expectativa é que nós possamos concentrar nossas forças em ajudar os maranhenses atingidos pelas enchentes, estou concentrado nessa agenda. Nessa reunião do dia 31 de janeiro, se ela acontecer, estaremos lá, mas eu tenho dito claramente que não quero ser candidato de um ou outro, mas sim o apoio, quero ser candidato do povo do Maranhão”, afirmou.
Pura balela. O senador do PDT sabe que sem Flávio Dino do lado puxando ele pelo braço não vai lugar nenhum. Se fosse o líder que diz que é não estaria chorando desde que Dino reuniu os partidos para anunciar que Brandão será seu candidato. A partir daí “Meu Preto” não parou mais de chorar por ter sido preterido. E vai continuar chorando e tentando se fazer de vítima, quando na verdade está desempenhando papel de vilão.
Bom, se o que o senador quer é apenas apoio e este apoio já lhe foi negado quando Dino, na presença de todos os dirigentes da aliança, declarou sua preferência pelo vice-governador e deve confirmar na reunião do dia 31, o que o senador do PDT está esperando para tomar seu caminho, se afastar do governo e entregar os cargos que o partido ocupa?
Dos pré-candidatos que se apresentaram, Brandão foi o que reuniu todos os critérios para ser alçado à condição de candidato do grupo, sendo os principais, lealdade aos programas e projetos em execução pela atual gestão e maior apóio da classe política. Brandão conhece como ninguém todo mecanismo de funcionamento da maquina administrativa e seus programas, ajudou a construir, tem a seu lado o maior número de partidos da aliança, deputados e prefeitos, ou seja, venceu a disputa interna de forma limpa e transparente.
O senador quer se impor como candidato de um grupo que fez opção por outro nome com passado limpo e sem problemas com a justiça por conta de escândalos de corrupção. Mas nada impede ele ser candidato, a final tem partido e legitimidade para concorrer ao cargo, porém terá que formar seu próprio grupo.
Pelo que tem visto e ouvido nos bastidores da sucessão, a reunião do final deste mês será para marcar o rompimento, pois o representante do PDT sabe que não será escolhido, que o grupo já tem candidato e caberá a ele apenas decidir se aceita ou não. Como ele diz que não aceitará outro nome que não seja o dele, tudo indica que o rompimento é questão de dias.
De acordo com o Datafolha, 81% dos entrevistados são a favor da exigência do “passaporte de vacina” para que seja liberada a entrada em locais fechados, como bares, restaurantes e órgãos públicos, entre outros. Ainda segundo a pesquisa, 18% são contra a exigência do comprovante e 1% não soube responder.
O chamado “passaporte” é o certificado que comprova que o cidadão já concluiu o esquema de vacinação contra a Covid-19. No Brasil, o documento é emitido pelo ConecteSUS ou por sites e aplicativos estaduais.
A pesquisa Datafolha foi feita por telefone nos dias 12 e 13 com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais de todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Passaporte Vacinal – O Projeto de Lei 001/2022, do deputado Othelino Neto, que trata sobre a obrigatoriedade do Passaporte Vacinal, tem como objetivo proteger não só a população, mas, também, a atividade econômica.
O parlamentar destaca que é cientificamente comprovado que pessoas vacinadas, quando contaminadas pela Covid-19, apresentam quadro sintomático mais leve e carga viral muito menor, o que faz com que o risco de transmissibilidade e de internação hospitalar também seja reduzido.
O chefe do Parlamento Estadual maranhense afirma ainda que a medida visa conter o aumento de novos casos de infecção pelo coronavírus e evitar que ações mais restritivas sejam tomadas, a exemplo do que vem acontecendo em outros países, principalmente na Europa, onde restrições a pessoas não vacinados já estão em vigor. No Brasil, pelo menos 19 cidades já adotaram a obrigatoriedade do passaporte vacinal.
De acordo com a proposição do parlamentar, o documento físico ou eletrônico comprovando a vacinação deverá ser exigido por bares, restaurantes, hotéis, pousadas, academias e eventos em geral a todos os cidadãos que, de acordo com a sua idade, já estejam autorizados a tomarem o imunizante contra a Covid-19.
O PL 001/2022 foi publicado no Diário Oficial da Casa, no dia 12 de janeiro, e passará ainda pelas comissões temáticas de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e Saúde para receber parecer antes de ir à votação no Plenário, em fevereiro, no retorno dos trabalhos.
Em reposta ao prefeito Eduardo Braide (Podemos), que reuniu nesta segunda-feira (17) treze vereadores em apoio à candidatura de Gutemberg Araújo (PSC) à presidência da Câmara Municipal de São Luís, o ex-presidente da Casa, Astro de Ogum (PCdoB), reuniu nesta manhã de terça-feira (18) num café da manhã em sua residência os dezessete parlamentares que fecharam com Paulo Victor (PCdoB).
Nesta acirrada disputa pelo comando do Palácio Pedro Neiva de Santana, Paulo Victor vai levando vantagem por desenvolver sua campanha exclusivamente junto aos seus companheiros de plenário, certamente pautado no histórico de eleições anteriores onde quem procurou se escorar no prefeito ou governador do Estado não conseguiu obter êxito em seu projeto de dirigir a Câmara Municipal.
O ex-governador Epitácio Cafeteira, em pleno exercício da governança entre 1987 e 1990, moveu mundos e fundos para tentar eleger o sogro Hilton Rodrigues, mas perdeu para o saudoso vereador Raimundo Assub que se movimentou no calado, conquistou a simpatia da maioria de Casa e foi a grande surpresa quando abriram as urnas. Portanto, numa eleição reduzida a 31 votos, ajuda externa nunca foi um bom negócio.
Reduzida a apenas dois candidatos, a eleição na Câmara parece bem encaminhada para PV, mas todo cuidado é pouco, até porque trairagem em processo eleitoral em qualquer parlamento é considerado algo tentador, ainda mais quando o voto é secreto.
Aliados de PV, no entanto, afirmam que ele está atento a todos os movimentos internos e externos, mas que sua garantia mesmo é a confiança que deposita em seus companheiros de parlamento, que nesta manhã reafirmaram o compromisso de eleger o candidato do PCdoB.