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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 15/fev/2022

Deputada Daniella denuncia ataques pessoais e violência psicológica

A deputada Daniella (DEM) utilizou a tribuna, na sessão plenária desta terça-feira (15), para denunciar que está sendo vítima de ataques pessoais e de violência psicológica por parte do ex-marido.

“Eu não me preparei para passar por tudo o que eu tenho passado. Vou continuar buscando o meu propósito, principalmente agora, por tudo o que eu estou vivendo, que é defender todas as mulheres maranhenses. Ao me defender, acredito que eu estou sendo voz de muitas mulheres vítimas de violência psicológica como eu tenho sofrido nos últimos dias”, afirmou.

A parlamentar mencionou que decidiu se pronunciar em respeito à filha, de 10 anos, após a publicação de inúmeras notícias sobre o fim de seu casamento e de questionamento sobre sua integridade.

Daniella assegurou que, a partir de agora, usará a tribuna para denunciar os ataques e, assim, encorajar outras mulheres a romperem o silêncio. “Eu tenho certeza de que a minha dor, hoje, não é uma dor só minha. Tenho certeza de que muitas mulheres vivem essa dor. Eu sei que os ataques vão continuar, mas, agora, eu não vou mais silenciar”, finalizou.

Solidariedade – Em aparte, o deputado Wellington do Curso (PSDB) solidarizou-se com o discurso da parlamentar. “O rompimento do silêncio, na manhã de hoje, conta com nosso apoio incondicional ao seu mandato e à senhora como mulher. Que outras mulheres, neste momento, possam se sentir representadas e capazes de também romper o silêncio diante da angústia e do medo”.

O deputado Duarte Júnior (PSB) enfatizou a importância do pronunciamento na tribuna sobre uma situação tão pertinente à vida das mulheres. “Os maranhenses lhe conhecem como uma mulher forte e você merece receber todo o acolhimento que for necessário dentro e fora desta Casa. Essas causas merecem toda essa visibilidade e lhe parabenizo pela coragem”.

  • Jorge Vieira
  • 15/fev/2022

Para Lula, o Brasil está ‘moribundo’ e precisa de alguém experiente para consertá-lo

Durante a entrevista à Rádio Banda B, de Curitiba (PR) na manhã desta terça-feira (15), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil foi destruído nos últimos anos e criticou as reformas adotadas após o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, que só beneficiam aos empresários e a quem quer comprar e desmontar o Estado brasileiro. Lula citou o processo de venda da Eletrobras, em andamento, e o enfraquecimento da Petrobras, com redução de milhares de postos de trabalho.

O ex-presidente destacou que o país precisa de uma pessoa experiente para consertá-lo. “Quando eu deixei a presidência, este país era a sexta economia do mundo, tinha 74% de aumento real do salário mínimo e realizado o maior programa social da história. Agora o Brasil está moribundo, tem uma crise sanitária jamais vista, uma crise social onde temos 19 milhões de pessoas passando fome, mais de 116 milhões em insegurança alimentar, inflação de 10,5%, desemprego alto. É preciso alguém que tenha experiência, que tenha maturidade, para consertar o Brasil e gerar melhoria da qualidade de vida ao povo brasileiro”.

Reformas para quem?

Perguntado por que as reformas, como a administrativa, a trabalhista, da Previdência, etc, não andaram no seu governo – algumas foram aprovadas após o golpe de 2016 – Lula questionou a quem interessava e qual o objetivo das reformas e das novas leis. Ele lembrou que em 2014 a Previdência Social era superavitária e destacou que nenhum trabalhador nem sindicalista fala de reformas, apenas empresários e aqueles que querem comprar os interesses do povo brasileiro.

“Quem disse que o Brasil precisava das reformas? Quem disse isso era um setor empresarial que queria se desfazer do país inteiro, como se desfizeram no Paraná da fábrica de fertilizantes (Fafen), da usina de xisto (SIX), querem vender a Repar. Isso não é reforma. A reforma que algumas pessoas desejam é desmontar o Estado brasileiro”, afirmou Lula.

O ex-presidente também relembrou que, durante o seu governo, uma proposta tributária foi discutida entre diversos setores da sociedade e do poder público, mas não andou dentro do Congresso Nacional. A última proposta foi enviada ainda em setembro de 2007.

“Mandamos duas propostas de reforma tributária, que foram aprovadas pelos 27 governadores, por entidades empresariais e sindicatos. No Congresso ela simplesmente não andou, porque não quiseram que ela andasse. E precisamos discutir reforma tributária. Precisamos colocar o pobre no orçamento e o rico no imposto de renda, para pagar sobre lucros e dividendos”, continuou.

Lula também criticou os resultados da reforma trabalhista, que classificou como “uma destruição do que a gente tinha conquistado desde os anos do Getúlio Vargas”.

“O que sobrou no lugar? Nada. Se criou a ideia de que o cidadão ia deixar de ter carteira assinada e ia ser microempreendedor, ia trabalhar com Uber, ia trabalhar entregando comida, uma série de serviços. Essas pessoas estão descobrindo agora que ficaram escravas, porque trabalham, não têm direito a férias, não têm direito à seguridade social, a descanso semanal remunerado, se fica doente não tem nada que dê sustentação. Precisamos discutir uma lei trabalhista que dá o direito ao trabalhador de ser tratado com respeito. Queremos repor o direito do trabalhador ser tratado com decência”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 15/fev/2022

Recurso que revoga decisão da Mesa Diretora sobre comissões ainda será analisado pelo presidente da Assembleia

Ao contrario do que parecia ser, a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado não discutiu e muito menos deliberou sobre o requerimento em que 23 parlamentares questionam a decisão da Mesa Diretora que entregou a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ao deputado do PDT Márcio Honaiser, fiel escudeiro do senador e pré-candidato ao governo, Weverton Rocha.

O recurso foi lido pelo presidente Othelino Neto (PDT), mas não foi colocado à deliberação do plenário, conforme pretendia o líder do governo, deputado Rafael Leitoa (PDT). O parlamentar chegou a cobrar a apreciação da matéria, mas o presidente da Casa informou que caberia a ele analisar o documento antes de tomar qualquer decisão.

Um suposto confronto que estava sendo esperado entre apoiadores do vice-governador Carlos Brandão e do senador Weveton Rocha não se concretizou e nenhum deputado usou a tribuna para tratar sobre o assunto que vem provocando mal estar e até ameaça de judicialização, caso não seja colocado à deliberação do plenário.

Na sexta-feira (11), um grupo de 23 parlamentares protocolou requerimento para revogar a decisão da Mesa Diretora relacionada a formação das comissões permanentes da Casa argumentando que a Mesa Diretora teria rasgado o regimento e usado de suposta manobra para montar a CCJ à revelia da maioria dos deputados.

Nesta manhã de terça-feira, antes da sessão plenária, a CCJ tentou reunir sob o comando de Márcio Honaiser, mas não houve quórum.

  • Jorge Vieira
  • 15/fev/2022

Pesquisa Exata mostra cenário indefinido para o governo; Brandão cresce

Pesquisa do Instituto Exata publicada nesta terça-feira (15) pelo jornal O Imparcial mostra um cenário completamente indefinido na disputa pelo Governo do Estado. Weverton Rocha (PDT) tem 24% de intenção de votos, seguido por Carlos Brandão (PSB) 17%, Roberto Rocha (sem partido) 13%, Edivaldo Holanda Junior (PSD) 10%, Lahérsio Bonfim Agir36) 9%, Josimar de Maranhãozinho (PL) 6% e Simplício Araújo  (SD)1%. Enilton Rodrigues (PSOL) não pontuou. O Exata encontrou ainda 8% que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 12% que não souberam ou não quiseram responder. A pesquisa ouviu 1.413 eleitores em todo o estado, tem margem de erro de 3,3%, confiabilidade de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número 02686/22.

Mais que números, a sondagem feita junto ao eleitorado, mostra o pré-candidato do PDT estagnado, crescimento do vice-governador Carlos Brandão, que já encosta e ao que tudo indica com muito fôlego na corrida ao Palácio dos Leões e injetou ânimo nos pré-candidatos Roberto Rocha (sem partido), Edivaldo Holanda Junior e Lahérsio que continuam vivo na disputa que promete ser uma das mais emocionantes da história política do estado, pois será a primeira em que não terá um representante direto da família Sarney e o seu grupo que mandou no Maranhão ao longo de quase cinco décadas disputando cargo majoritário. Já Simplício permaneceu na casa do 1% e sem poder de reação.

O ex-prefeito de São Luís, dentro da margem de erro está empatado tecnicamente com o senador Roberto Rocha, enquanto Lahérsio também mostra que está vivo e empata também dentro da margem de erro, com Edivaldo, ou seja, o segundo pelotão está embolado, enquanto Weverton e Brandão, no universo pesquisado, continuam favoritos para passar ao segundo turno, embora um boa fatia do eleitorado ainda não decidiu o voto e tudo ainda esteja na fase da intenção, que pode mudar ao longo da campanha que só começa para valer após as convenções. Já Josimar de Maranhãozinho, Simplício e Enilton não decolam, sendo que o representante do Solidariedade sem mantém na casa de 1%.

Ainda liderando as pesquisas, mas já apresentando declínio, o candidato do PDT parece ter atingido o teto, o que é péssimo para que quem ainda está em pré-campanha e tende a enxugar ao longo da refrega eleitoral. Na última sondagem Weverton obteve 27% dei intenção de voto, agora enxugou para 24% e a tendência é perder terreno ainda mais com as definições partidárias a favor de Brandão e da entrada do governador Flávio Dino e do ex-presidente Lula na campanha. Weverton sofre ainda esvaziamento político e, assim como perdeu o PT, deve ter nova baixa em seus apoiadores. O PP, do deputado federal André Fufuca, deverá ser o próximo a abandonar a barca pedetista e declarar apoio ao vice-governador.

Sem a ex-governadora Roseana Sarney no páreo, o quadro de candidatos começa ficar mais nítido, embora ainda não definitivo. Rorbeto Rocha ainda não decidiu se será candidato, assim como existe muita desconfiança da classe política quanto ao projeto de Maranhãozinho.

Os números do Exata neste momento das articulações, segundo aliados de Brandão, deu novo ânimo ao vice-governador que vê a distância do pedetista reduzir ao mesmo tempo em que descola do segundo pelotão.  A pesquisa revela ainda que e tendência de Weverton é cair ainda mais, o que aumenta as possibilidades de Edivaldo está presente no provável segundo turno.

  • Jorge Vieira
  • 14/fev/2022

Presidente do PSB anuncia filiação de Brandão “nos próximos dias”

O presidente em exercício do PSB, deputado federal Bira do Pindaré, através de sua rede social, anuncia para os próximos dias a filiação do vice-governador Carlos Brandão ao partido. Bira esteve reunido nesta segunda-feira com Brandão tratando sobre o assunto.

Sem informar a data em que acontecerá a solenidade de recepção ao novo filiado e pré-candidato ao Governo do Estado, Bira, que vem comando as ações do partido enquanto Flávio Dino não se desincompatibiliza do cargo, apenas anunciou para os próximos dias.

“Reuni com o vice-governador Carlos Brandão, pré-candidato a governador do Maranhão, para tratar sobre a filiação dele ao PSB, que deve acontecer nos próximos dias”, informou o dirigente socialista sobre sem dar maiores detalhes.

Carlos Brandão esta saindo do PSDB para ser candidato ao governo do estado pelo PSB em aliança com vários partidos que integram a base de sustentação da administração, entre os quais o PT, e contando com o apoio dos dois políticos de maior densidade eleitoral no Maranhão: Flávio Dino e Lula.

A confirmação do dirigente socialista só confirma o que já era conhecimento geral: Brandão está se mudando para o PSB numa articulação para ter o PT em seu palanque.

  • Jorge Vieira
  • 14/fev/2022

Maranhãozinho diz em entrevista que mantém a pré-candidatura ao governo

Tido com carta fora do baralho sucessório, o polêmico deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) confirmou em entrevista à TV Mirante nesta manhã de segunda-feira (14) que mantém sua pré-candidatura a governador do Estado e que vai apresentar nos próximos dias seu plano de governo.

Investigado pela Polícia Federal por suposto desvio de emendas parlamentares destinadas à saúde pública dos municípios onde desenvolve atividade política, Maranhãozinho disse que a questão da pré-candidatura já um assunto superado no seu partido, ainda que seus adversários insistam a dizer o contrário.

Embora tenha afirmado que seu projeto é irreversível, nos bastidores da sucessão as apostam são de que o parlamentar esteja apenas querendo se valorizar para sentar à mesa tendo como trunfo a retirada de sua candidatura em troca de posições num futuro governo já que corre o risco de ser transformado em ficha suja por conta das investigações da Polícia Federal que o acusa de comandar uma organização criminosa.

O parlamentar diz que não existe nenhuma denúncia formal contra ele e que quando houver vai se defender nas instâncias competentes. É fato que ainda não existe denúncia porque a investigação ainda não foi concluída, mas provavelmente, pela forma como a operação da PF se desenvolveu, o parlamentar terá que dar muitas explicações sobre a origem dos maços de dinheiros filmados em seu escritório político em São Luís.

Na entrevista que concedeu ao quadro Bastidores da TV Mirante, o parlamentar, embora seja presidente estadual do PL não garantiu apoio automático a Jair Bolsonaro. Josimar disse que seu projeto nasceu antes de Bolsonaro entrar no PL e que vai analisar se o projeto do presidente que encontra dificuldades para garantir a reeleição bate com o que pretende para o Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 14/fev/2022

‘Decepção’ e ‘vergonha’ são os sentimentos mais relacionados ao governo Bolsonaro, diz pesquisa

Uma pesquisa da Genial/Quaest a que a Coluna teve acesso com exclusividade mapeou o sentimento da população em relação ao governo de Jair Bolsonaro e mostrou que “decepção” é o sentimento mais relacionado ao governo, para 36% dos entrevistados.

Vergonha e desapontamento aparecem na sequência entre os sentimentos negativos, com 30% e 19%. A pesquisa foi feita com 2 mil entrevistados em todo o País no início do fevereiro.

Entre os sentimentos positivos sobre o governo, “esperança” foi citada por 28% dos entrevistados. “Confiança” (14%) e “admiração” (13%) vieram na sequência.

“O governo Bolsonaro é sinônimo de vergonha para os eleitores de Lula, sinônimo de decepção para eleitores do Moro e do Doria, e sinônimo de otimismo e esperança para os eleitores de Bolsonaro. Sentimentos divergentes, que vão do otimismo eleitoral à frustração de quem acreditou no projeto”, disse Felipe Nunes, cientista político e diretor da Quaest. (Coluna do Estadão)

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