Visando fortalecer cada vez mais o seu nome como pré-candidato ao governo nas eleições deste ano, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), cumpre intensa agenda política em municípios das regiões Vale do Pindaré, Tocantina e Sul Maranhense.
O primeiro compromisso de Edivaldo foi em Bom Jesus das Selvas, sexta-feira (8), onde, acompanhado do deputado federal e presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD), Edilázio Júnior, recebeu o apoio da ex-prefeita do município, Cristiane Damião, e do seu grupo político.
Damião, que também já presidiu o Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão (Comefc), reuniu centenas de aliados da cidade e de municípios vizinhos, como Buriticupu e Açailândia, em grande ato político, onde declarou aos presentes apoio para Edivaldo na disputa eleitoral deste ano.
“O Edivaldo foi um excelente prefeito, tanto que foi reeleito. Ele é um homem de respeito, cristão, dedicado à família e, acima de tudo, um homem que trabalha pelos mais necessitados”, destacou a ex-prefeita confirmando o seu apoio ao pessedista para chegar ao governo do estado.
Em sua fala, além de agradecer a adesão ao seu projeto, Edivaldo destacou a importância de percorrer o estado, como vem fazendo, buscando formar uma grande aliança com as lideranças de cada município e a população e, assim, construir conjuntamente, por meio do diálogo, um projeto forte para o Maranhão.
“É uma alegria poder fortalecer a nossa pré-candidatura com pessoas como você e de todo o seu grupo, Cristiane, que caminha na vida pública com o mesmo propósito que o nosso, que é o de trabalhar para promover as transformações que são necessárias para melhorar a vida das pessoas”, afirmou Edivaldo.
Além de lideranças locais, o ato pró-Edivaldo em Bom Jesus das Selvas foi prestigiado por lideranças de Buriticupu e Açailândia, municípios do entorno.
De Bom Jesus das Selvas, Edivaldo seguiu para compromissos nas regiões Tocantina e Sul, onde permanece até domingo. Nesses dois dias, ele reúne com lideranças políticas e religiosas em Balsas, Tasso Fragosso, São Raimundo das Mangabeiras, Loreto, entre outras cidades.
Forte sobretudo em São Luís e região metropolitana, maior colégio eleitoral do Maranhão, Edivaldo Holanda Junior tem percorrido todo o estado desde o ano passado, quando anunciou a sua pré-candidatura ao governo. Desde então, tem conseguido reunir importantes apoios – dos mais diversos segmentos – ao seu projeto de chegar ao Palácio dos Leões.
Do Diário98 – O jornal O Globo deste sábado (9) apurou que o senador Weverton Rocha (PDT) foi um dos três parlamentares que retirou, a pedido do governo Bolsonaro, seu nome na lista de apoiadores da CPI do MEC. Temendo que a investigação parlamentar vire alvo de desgaste para Bolsonaro em ano eleitoral, o Palácio do Planalto escalou seu líder no Senado, Carlos Viana (PL-MG), para convencer senadores que retirem apoio à investigação.
A CPI do MEC no Senado tem sido articulada por Randolfe Rodrigues (Rede-AP) após matérias dos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo apontarem que os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, amigos de Bolsonaro, mantinham um gabinete paralelo no ministério. Eles são acusados por dezenas de prefeitos de pedirem propina para destravarem agendas e recursos no MEC.
“Já comuniquei o líder Randolfe para não colocar meu nome. Até onde eu saiba, não tem assinatura nenhuma ainda lançada no sistema. O que havia era a intenção de fazer. Não se pode falar em retirar o que não está colocado“, afirmou Weverton ao Globo, tentando justificar o sumiço de seu apoio à investigação.
Assim que a suspeita de corrupção no MEC explodiu, Weverton Rocha correu para apagar um vídeo no qual ele estava ao lado de um dos protagonistas do esquema.
Apesar da desistência de alguns senadores de retirar assinaturas e evitar que a investigação avance, Randolfe afirmou nesta sexta que conseguiu atingir as 27 assinaturas mínimas necessárias para abrir a CPI do MEC.
O prefeito de Luís Domingues (MA) Gilberto Braga confirmou em audiência no Senado que o pastor Arilton Moura pediu 1 kg de ouro para conseguir a liberação de recursos no Ministério da Educação para construção de creches e escolas no município.
Assessor de Assuntos políticos da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil (CONIMADB), Arilton Moura é suspeito de montar ao lado do presidente da entidade, Gilmar Sila dos Santos, um gabinete paralelo especializado em liberação de recursos do Fundo Nacional de Educação – FNDE, sob pagamento de propina.
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O novo Secretário de Estado do Turismo (Setur) é Paulo Matos, que assume a pasta em substituição a Catulé Júnior. A posse ocorreu no final da tarde de quarta-feira (6), em solenidade comandada pelo novo governador Carlos Brandão.
A Setur, que foi desmembrada da Secretaria de Cultura em fevereiro de 2019, tem por finalidade formular, implementar, coordenar, acompanhar, supervisionar, avaliar e controlar políticas públicas, programas, projetos e ações de turismo, articulando com órgãos de outras esferas de governo, visando à sustentabilidade do turismo e a promoção do desenvolvimento local e regional, com geração de emprego e renda.
O novo gestor estadual do turismo comentou sobre a missão recebida. “Agradeço o convite feito pelo governador Carlos Brandão. Tenham certeza que darei meu máximo para construir ações e políticas públicas para desenvolver ainda mais esse importante segmento” afirmou Paulo Matos.
BIOGRAFIA – Paulo Henrique Campos Matos, 53 anos, é graduado em Administração de Empresas, membro da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes -AILCA, foi professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no Programa de Qualificação de Docentes (PQD).
O novo secretário de turismo já foi gerente de Estado de Desenvolvimento da Região do Pindaré (2003-2004), secretário de Estado da Coordenação das Gerências do Maranhão (2005-2006), secretário Adjunto de Estado da Educação do Maranhão (2007-2009), secretário Municipal de Orçamento Participativo da cidade de São Luís, em 2010, e foi eleito em 2014 suplente de senador (2015-2023).
A juíza aposentada e advogada Graça Carvalho é a mais nova filiada do partido Cidadania e deverá concorrer a uma vaga no Congresso Nacional nas eleições deste ano.
Conhecida pela postura firme e corajosa na defesa dos direitos, Dra. Graça disputará pela segunda vez uma eleição.
Natural de Barra do Corda, ela tem forte atuação política em Imperatriz, onde reside e tem se dedicado às causas justas, através da advocacia e do controle social.
“Nossa cidade, nosso estado e o nosso país precisam de pessoas em Brasília que possam trabalhar efetivamente pelo desenvolvimento nacional, com melhoria da qualidade de vida do povo. Política é para servir o povo e não para enriquecer, não é profissão, é ideal que forma o caráter, inspira o coração e ilumina o espírito”, diz a juíza.
Candidata a deputada federal em 2018, ela foi bem avaliada, sendo também pré-candidata a vice-prefeita de Imperatriz nas últimas eleições.
De mudança para o Cidadania, a magistrada aposentada teve a ficha abonada pelo presidente estadual do partido, Eliel Gama, sendo recebida com alegria por todos.
“Dra. Graça é uma fonte moral do meio jurídico do nosso estado. Uma mulher de pulso firme, que nunca se intimidou mesmo em um ambiente tradicionalmente masculino. Filha de um casal humilde, transformou a educação em sinônimo de vitória. O nosso partido cresce ainda mais tendo a magistrada enfileirando nossas trincheiras”, destacou o presidente.
Quando magistrada, Dr. Graça virou referência na luta em defesa de um sistema prisional mais humanizado, criando a APAC – Associação de Proteção e Assistência aos condenados de Imperatriz. Ao aposentar-se, integrou o governo Jackson Lago e foi responsável pela aquisição do terreno, convênio, projeto e início da construção da unidade prisional do Itamar Guará, em Imperatriz, o segundo maior do estado, com 210 vagas.
Atualmente é uma liderança política no sul do Maranhão.
247 – O ex-presidente Lula, em evento nesta sexta-feira (8) que marca a indicação do nome do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) para ser candidato a vice-presidente, afirmou que a chapa com o ex-tucano visa não somente vencer a eleição presidencial, mas também garantir a governabilidade após o pleito.
Lula afirmou que governar o país após a eleição deverá ser mais difícil do que se eleger. “Aos companheiros do PT, queria dizer que esse acordo é uma demonstração do seu esforço [Gleisi Hoffmann, presidente do PT] para construir o melhor da política brasileira para que a gente possa ganhar essas eleições em 2022. Vamos estabelecer um critério de relação entre mim e o Alckmin. Daqui para frente você [Alckmin] não pode ser tratado como ex-governador e eu não posso ser tratado como ex-presidente, você me chama de companheiro Lula e eu te chamo de companheiro Alckmin. Isso signifca a gente tentar esclarecer a opinião pública de uma coisa que muita gente não percebia e agora está percebendo. Feliz era este Brasil quando a polarização se dava entre PSDB e PT, entre Lula e Serra, Alckmin, entre Suplicy e Fernando Henrique Cardoso, entre Dilma e Serra. Era uma política civilizada. Essa chapa [Lula-Alckmin], se for formalizada, não é só para ganhar as eleições. Talvez ganhar as eleições seja mais fácil do que a tarefa que nós teremos para recuperar esse país. Vamos conversar com toda a sociedade brasileira, com grandes, médios e pequenos empresários e vamos conversar muito com o povo trabalhador. Vamos tratar com o mesmo respeito o catador de papel e o empresário. Vamos tratar com o mesmo respeito o trabalhador sem-terra e um grande fazendeiro. Queremos governar esse Brasil para todos, e nosso coração estará voltado para as pessoas que mais necessitam”.
Se dirigindo à militância do PSB, Lula lembrou: “nossa relação é histórica, e nós conseguimos demonstrar às forças políticas do Brasil que é plenamente possível duas forças que têm projetos diferentes, que têm princípios iguais, podem se juntar no momento em que o interesse é do povo brasileiro. Fica minha gratidão ao PSB”.Parte superior do formulário
Ele também destacou que o PSB, quando a chapa estiver formalizada, participará do plano de governo. “É importante o PSB saber que na hora que for selado o Alckmin como vice, vocês vão participar da montagem do governo, e antes disso vamos ter que combinar como ganhar as eleições”.
Presidente do Cidadania e pré-candidato a deputado federal, o pastor Eliel Gama tem sido um dos principais articuladores políticos da pré-campanha do governador Carlos Brandão (PSB) e também um exímio estrategista na formação das alianças para a disputa eleitoral no Maranhão. Pelos movimentos de Eliel, que defendeu a federação do Cidadania com o PSDB, os dois partidos estarão na chapa de Brandão nas eleições de outubro.Até o fim do ano passado Weverton liderava firme a pré-campanha ao Governo do Maranhão e contava em seu palanque com o apoio do presidente Othelino Neto (PCdoB), da senadora Eliziane Gama (Cidadania) e dava como certa a aliança com os partidos Cidadania e PSDB. O pedetista só esqueceu de combinar com o habilidoso presidente do Cidadania.Em Brasília, Eliel teve a garantia do presidente nacional do Cidadania Roberto Freire que o partido tinha total liberdade de se movimentar no Maranhão. De forma democrática, com muito diálogo, a maioria dos militantes optaram pela adesão ao projeto de Brandão. Detalhe: antes mesmo da federação o Cidadania foi o primeiro partido a declarar apoio ao governador.O segundo movimento veio com o PSDB. Após encontro em Brasília com Bruno Araújo, presidente nacional dos tucanos, foi traçada uma estratégia que culminou com o desembarque da Federação Cidadania-PSDB ao lado de Carlos Brandão.Ainda faltava uma última missão: trazer a senadora Eliziane Gama ao projeto. Depois de muitos diálogos, ponderações e análise de conjuntura para o futuro administrativo do estado a senadora seguiu o irmão e pelas redes sociais anunciou que também está com Brandão para o governo e Flávio Dino ao Senado.Nos bastidores, sem alarde, mas com muita capacidade de articulação Eliel mostrou protagonismo e liderança para fortalecer ainda mais o grupo político ligado ao governador.
Embora tenha sofrido enormes perdas em sua base de sustentação, o senador Weverton Rocha (PDT) mantém a pré-candidatura ao governo e vem usando as redes sociais para reafirmar seu projeto pessoal de poder, já bastante enfraquecido após a retirada dos apoios do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB) e da senadora Elziane Gama (Cidadania).
Nesta quinta-feira, em meio a forte repercussão da declaração de Eliziane favorável a candidatura do governador Carlos Brandão, o senador do PDT recorreu as redes sociais para responder a um apelo feito pela senadora para desistir da candidatura e reafirmou a intenção de levar adiante seu projeto, que passou a ser pessoal com o esvaziamento do grupo
“Em 2022, apareceram dois caminhos claros para mim. Um era o mais fácil: aceitar todo tipo de acordo em nome de um projeto de poder pelo poder. Outro é o de seguir lutando e representando um povo que não está totalmente satisfeito com a atual situação do Maranhão e quer mais”, disse o senador que ficou com a segunda opção.
Mesmo que leve seu projeto adiante sem os dois pilares de sua candidatura, as perdas sofridas vem provocando abalos. Já desembarcaram do foguete do senador pedetista, além da senadora Eliziane e o presidente da Assembleia Legislativa, Othelnio Neto, os deputados federais André Fufuca (PP) e Pedro Lucas (União Brasil), dezenas de prefeitos e lideranças e comentam nos bastidores da sucessão que os próximos serão os deputados federais Juscelino Filho (União Brasil) e Cleber Verde (Republicanos).
Weverton que entrou na pré-campanha com todo gás, provocando o governador com frases do tipo “foguete não dá ré”, uma forma dizer que seu projeto não teria recuo e que não iria se submeter à vontade da maioria dos dirigentes partidários que optou pela candidatura de Carlos Brandão, se vê agora sem aliados e isolado, correndo o risco de ir para aventura eleitoral somente com o apoio do PROS, comandado pelo seu fiel escudeiro, o suplente de deputado estadual Marcos Caldas.
Foi uma semana muito ruim para o senador do “foguete não dá ré”; o abandono do que era contabilizado como aliados e com a perdas dos dois principais bastiões, a candidatura, que já estava estagnada, perde força, dá sinais de declínio e somente se mantém por conta de birra do senador em não querer reconhecer que perdeu o embate interno no grupo governista para Brandão.
Farras homéricas em mansão em Barreirinhas e passeio de lancha no Rio Preguiça regada a churrasco e muita bebida, patrocinada pelo senador, conforme disse ao blog um experiente político, nunca foi o melhor caminho na construção de candidatura. E Weverton deveria saber disso.