Com o período de pré-campanha afunilando, mas que serviu para a concretização de acordos, alianças e federações, o quadro para a disputa presidencial no Maranhão está praticamente definido. Dos quatros principais pré-candidatos que já tiveram seus nomes confirmados pelas suas respectivas legendas, Weverton Rocha (PDT) e Lahésio Bonfim (PSC) caminharão com o presidente Jair Bolsonaro (PL); Carlos Brandão (PSB) receberá o ex-presidente Lula em seu palanque e Edivaldo Holanda Junior (PSD) deve se manter neutro.
Líder de uma aliança de centro esquerda que conta com onze partidos, o governador Carlos Brandão, terá ao seu lado a companhia de Lula e Flávio Dino, favoritos nas eleições para presidência e Senado, além da militância aguerrida do PSB, PT e PCdoB, partidos acostumados com movimentos de massa e que estão com a missão de dar continuidade à gestão iniciada por Dino em 2015 e que vem apresentando resultados satisfatório.
O candidato ao PDT, por sua vez, após ser rejeitado pelos partidos do campo popular democrático, se aproximou dos partidos que integram a base de sustentação do governo Bolsonaro e se constituiu em mais um soldado do bolsonarismo no Maranhão. Montou sua chapa com o senador Roberto Rocha (PTB), candidato a reeleição, e Hélio Soares (PL) de vice e tende a ignorar o candidato do seu partido, Ciro Gomes, e colocar seu palanque a serviço do Capitão.
Considerado bolsonarista raiz, Lahésio vê no neobolsonarista Weverton um sério concorrente em sua estratégia de servir de palanque oficial da campanha de Bolsonaro no Maranhão, Aqui na terrinha o presidente enfrentar um índice elevado de rejeição, mas possui um nicho de eleitores que podem ajudá-lo a ultrapassar o pedetista na corrida ao Palácio dos Leões. Lahésio, inclusive já denunciou que o neobolsonarista não tem pudor com dinheiro público.
Dos quatro principais pré-candidatos, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD) mantém silêncio sobre sucessão presidencial, foca unicamente em sua pré-campanha, defende suas propostas para colocar o Maranhão no caminho do desenvolvimento e não declara apoio a nenhum pré-candidato ao Senado. Uma de suas exigências ao aceitar o convite para ser candidato a governador pelo PSD foi não lançar candidato ao Senado.
Pelo o que a pré-campanha produziu até agora, as chapa majoritárias dos principais candidatos deverá ficar assim constituídas: Lula presidente/Brandão governador/ Felipe Camarão vice/Flávio Dino senador. No campo da direita Bolsonaro presidente/ Weverton governador, Hélio Soares vice e Roberto Rocha senador ou Bolsonaro presidente/Lahésio governador (falta definir o vice) e Roberto Rocha senador. Já o candidato do PSD já decidiu não lançar candidato ao Senado e tende se manter neutralidade na disputa presidencial.
“Titular da Corregedoria do Senado, responsável por promover o decoro entre os parlamentares, o senador Roberto Rocha (PTB-MA) pegou uma carona com Bolsonaro até São Paulo para emendar o feriado de Finados em 2020”, diz a nota da Veja.
E agora? Que moral tem Roberto Rocha pra criticar alguém?

O governo do Estado, através da Secretaria de Turismo, articula voos charters para o Maranhão partindo de Portugal pela TAP. As negociações foram abertas após reunião com a direção da companhia aérea, o secretário de turismo, Paulo Matos, e o secretario adjunto de turismo, Hugo Veiga.
“A ideia é termos voos direto de São Luís para Lisboa até o final do ano”, disse o secretário de Turismo, Paulo Matos, que realizou as tratativas em reunião presencial em São Luís.
O voo charter é um voo comercial, não incluído em Horário de Transporte – HOTRAN, para o transporte de passageiros ou carga.
Douglas Lima, gerente regional da TAP, pontua que apesar de não ter disponibilidade de novas aeronaves para os próximos meses que a companhia irá prospectar voos charters para em um futuro breve disponibilizar ao Maranhão.
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Francimar Melo, confirmou através de rede social que o Encontro Estadual de Tática Eleitoral para o pleito de 2022 está confirmado para os dias 04 e 05 de junho, no Hotel Abeville, em São Luís.
Na noite deste quarta-feira, a Executiva Nacional do PT deu razão aos critérios estabelecidos pela direção estadual para a indicação dos delegados que definirão a posição do partido em relação a aliança ao governo estadual, ao senado e a câmara federal e estadual.
Segundo fontes do partido, cerca de 80% das forças que compõem o PT no Maranhão são favoráveis a aliança com o PSB e consequente apoio à pré-candidatura de Carlos Brandão ao governo e Felipe Camarão como vice.
Diante da nova realidade, líderes de correntes que apoiam o deputado estadual Zé Inácio para compor como vice de Brandão devem reunir nas próximas horas para decidir se manterão o nome do parlamentar para ser avaliado no encontro ou não.
Segundo apurou o blog, é provável que o parlamentar se retire da disputa em nome da unidade.
Pelo critério de indicação de delegados, as forças que apoiam Felipe Camarão são majoritárias e deverão confirmar a chapa Brandão, Camarão e Flávio Dino senador.
No discurso que encerrou o ato em defesa da soberania nacional na noite de quarta, 1º, em Porto Alegre (RS), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se emocionou ao falar das cenas de pobreza que viu nas ruas da capital gaúcha e destacou a necessidade de uma união para melhorar a vida do povo. Lula lembrou programas e ações que beneficiaram a população do Rio Grande nos governos dele e de Dilma, como o Minha Casa, Minha Vida, a ampliação da educação e outros programas nacionais, e que a ONU havia retirado o país do Mapa da Fome em 2014.
“A gente, que acredita no humanismo, na fraternidade e na solidariedade, que acredita na necessidade de estender a mão para quem tem menos do que a gente. Eu não sei como vocês se sentem quando vocês passam na rua de Porto Alegre e vêem mulheres e crianças dormindo na rua, como é possível? Não tinha mais gente passando fome neste país”, falou ele, lembrando o reconhecimento da ONU.
O ex-presidente pediu a união dos partidos aliados no Rio Grande do Sul para que, juntos, trabalhem para dar mais dignidade ao povo gaúcho. “Não custa nada sentarem mais uma vez na vida e dar esse povo de presente a unidade, é o mínimo que o povo espera de nós. Vamos nos juntar para fazer esse povo feliz e ganhar as eleições.”
Ele também lembrou o legado deixado pelos governos do PT no estado ao longo de 13 anos. A lista inclui importantes obras de infraestrutura, programas sociais, incentivos à agricultura e novas universidades.
“Eu queria que pesquisassem: qual foi o governo em qualquer tempo na história que fez mais investimento no estado do Rio Grande do Sul do que os governos Lula e Dilma
Procurem saber ao longo da história quem fez mais casa popular, inclusive com subsídios para os mais pobres”, disse Lula. O programa Minha Casa Minha Vida entregou 212 mil unidades habitacionais e deixou outras 78 mil contratadas até março de 2016.
“Perguntem quem criou mais empregos neste estado do que nós ao longo de 13 anos”, declarou o ex-presidente. Entre janeiro de 2003 e março de 2016, o mercado de trabalho Rio Grande do Sul ganhou 1 milhão de vagas formais, com carteira assinada, um aumento de 50%.
“Quem é que fez mais universidades, colocou mais gente, quem criou mais escolas técnicas nesse estado”, questionou ele. O estado ganhou duas novas universidades, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e dois institutos federais, o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), o Instituto Federal do Sul-rio-grandense (IFSul) e o Instituto Federal Farroupilha (IF FAR), com dezenas de campi cada. Cerca de 246 mil alunos foram beneficiados pelo Prouni e pelo Fies.
Outros projetos de peso – A lista ainda inclui obras viárias importantes, como a conclusão da duplicação da BR-101, ligando o RS a Santa Catarina e ao restante do país e a construção e entrega da BR-448, a Rodovia do Parque, na região metropolitana de Porto Alegre.
Outro programa importante, o Luz Para levou energia elétrica para cerca de 91,6 mil famílias. O Bolsa Família chegou a atender até 455 mil famílias no estado. O Mais Médicos levou 1.285 profissionais de saúde para 381 municípios gaúchos.
O Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) chegou a levar R$ 5,7 bilhões para o campo no Rio Grande do Sul durante a safra 2014/2015, com 269,7 mil contratos com pequenos produtores. No auge de seu funcionamento, em 2012, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) comprou 47 toneladas de alimentos de 17,5 mil agricultores familiares, no valor de R$ 117,8 milhões.
Um dos investimentos que teria mais peso para o povo gaúcho, no entanto, se perdeu com a quebradeira promovida pela Operação Lava Jato. O pólo naval de Rio Grande, que tinha três estaleiros onde foram construídas duas plataformas de petróleo e diversos navios para a Petrobras e chegou a gerar 30 mil empregos diretos, foi paralisado.
Boletim médico expedido pelo Hospital Beneficiência Portuguesa de São Paulo atesta que o governador Carlos Brandão (PSB) se recupera satisfatoriamente do procedimento cirúrgico de retirada de um cisto renal.
A informação da hospital diz que o pós operatório corre dentro da normalidade esperada e que o governador se recupera bem, com quadro de saúde estável evoluindo satisfatoriamente. Veja a baixo o vídeo gravado por Brandão.
A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo informa que o governador do Maranhão, Carlos Orleans Brandão Júnior, se internou na unidade hospitalar BP Mirante em 17 de maio de 2022, para um procedimento cirúrgico de retirada de cisto renal.
Devido a um forte estado gripal apresentado pelo paciente na chegada à instituição, o procedimento cirúrgico foi realizado após alguns dias de sua internação para garantir uma melhor condição clínica do paciente durante a cirurgia.
A cirurgia foi realizada em 22 de maio de 2022 e o pós-operatório ocorre dentro da normalidade esperada. Carlos Orleans Brandão Júnior se recupera bem, com quadro de saúde estável e evoluindo satisfatoriamente.
Ao tomar posse nesta manhã de quarta-feira (1º) como governador interino do Maranhão, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Paulo Velten, disse que o objetivo é garantir o ambiente de “normalidade institucional” e dar sequência àquilo que foi projetado pelo governador Carlos Brandão, que se afastou do governo para se submeter a um procedimento cirúrgico.
O desembargador se disse honrado com a missão de substituir interinamente Brandão e desejou pronta recuperação ao governador.
“Aqui nós estamos cumprindo um papel institucional, que é de dar face à representatividade governamental, mas assegurando a normalidade e a continuidade das ações governamentais do governador Carlos Brandão, a quem a gente aguarda que retorne muito brevemente, não tão brevemente, mas que ele retorne com saúde e com grande disposição e ânimo para cumprir a tarefa delegada a ele pela população do Maranhão”, observou.