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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2022

Geração de emprego e renda será o foco do plano de governo, diz Edivaldo Holanda Junior

O candidato do PSD ao governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Junior, em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, com o jornalista Clovis Cabalau, fez uma espécie de prestação de conta sobre o trabalho desenvolvido nas duas gestões como prefeito de São Luís e disse que deseja aproveitar sua experiência como gestor público para fazer muito mais pela população maranhense que mais precisa.

Segundo Edivaldo o que motiva sua participação no pleito que vai definir o próximo governador do estado é o trabalho já desenvolvido na capital e a experiência adquirida ao longo de 18 anos de vida pública, começando como vereador, deputado federal e prefeito por dois mandatos de São Luís, onde desenvolveu um conjunto de obras de infraestrutura, que vão de drenagem profunda a revitalização do centro histórico.

Tranquilo e mostrando muita segurança em suas respostas sobre os mais diversos temas, disse ter bastante conhecimento sobre infraestrutura e que pretende, caso eleito, dar atenção especial a este setor. “Eu tenho dito que fui prefeito e sei como fazer, como governador vamos fazer muito mais. Conheço o Maranhão desde da implantação do PTC, voltamos a percorrer o estado na pré-campanha, conversamos com lideranças e colhemos informações valiosas para o nosso plano de governo”.

Segundo Edivaldo seu plano de governo terá como prioridade a geração de emprego e renda, olhar para quem mais precisam e que isso será possível através de programas que visem atrair empreendimentos empresariais para o estado, oferecendo condições necessárias, segurança jurídica e menos burocracia. Edivaldo se comprometeu também dar atenção especial às estradas que cortam o estado que, segundo ele, “estão em situação lamentáveis”.

“Eu entendo de infraestrutura, fizemos muito por São Luís e como governador vamos avançar na qualificação das estradas. Para concluir, o ex-prefeito de São Luís disse que quer ser governador para ser um agente das transformações.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2022

Com articulação de Othelino, prefeitos de Tuntum e Itaipava do Grajaú declaram apoio a Flávio Dino

Após articulação do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), o prefeito da cidade de Tuntum, Fernando Pessoa (PDT), declarou, na noite de terça-feira (09), apoia à candidatura do ex-governador Flávio Dino ao Senado Federal.“Mais uma adesão do PDT ao nosso time, que cresce a cada dia. Feliz com a declaração de Fernando Pessoa em reconhecimento à dedicação de Flávio Dino ao estado”, avaliou o chefe do Legislativo.Fernando Pessoa reconheceu o trabalho do ex-governador em Tuntum. “Dino ajudou bastante a nossa cidade como governador, contribuindo com várias obras e ações. Por isso, agora, pode contar com o nosso apoio para o Senado, onde, não tenho dúvidas de que continuará ajudando o nosso povo”, disse o pedetista, que estava acompanhado do vice-prefeito do município, Nelson.O ex-governador agradeceu o apoio e garantiu a continuidade dos serviços em prol da população tuntunense. “Honrado e feliz com mais esta parceira, que já esteve conosco em outras eleições. As portas estarão abertas para garantir que os recursos federais cheguem a Tuntum por meio do nosso mandato”, enfatizou.

Itaipava do Grajaú – O prefeito de Itaipava de Grajaú, Júnior do Posto (PDT), também anunciou, na noite de terça-feira (09), apoio à candidatura do ex-governador Flávio Dino (PSB) ao Senado Federal. A articulação foi feita pelo presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), candidato à reeleição.“O nosso grupo segue crescendo e isso é resultado do bom trabalho de Flávio Dino nos últimos sete anos à frente do Governo do Estado. Grande alegria contar com o prefeito Júnior do Posto”, disse o chefe do Parlamento estadual, que também coordena a campanha de Dino ao Senado.Júnior do Posto justificou seu apoio. “Para nós, é uma maneira de retribuir tudo que o Flávio fez na nossa cidade como governador, principalmente, esta grande obra, que foi o asfaltamento da MA, que ajudou a desenvolver nossa cidade. O povo de Itaipava é muito grato por isto”, enfatizou o pedetista.O candidato ao Senado agradeceu o apoio. “Já caminhamos juntos em outras eleições e estarmos juntos, mais uma vez, me enche de entusiasmo. Foram inúmeras obras, rodovia, restaurante popular, construção de Escola Digna, estádio de futebol. Tudo isso continuará comigo no Senado. Itaipava terá portas abertas para garantir que investimentos federais cheguem”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2022

Governador Carlos Brandão anuncia medidas para garantir segurança pública e alimentar

Em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, nesta quarta-feira (10), o governador Carlos Brandão (PSB) anunciou duas medidas que seu governo está adotando para garantir segurança alimentar e reforçar e segurança pública no estado. A informação também foi compartilhada nas redes sociais.

O governador e candidato a reeleição, com o apoio de Lula e Flávio Dino. anunciou que o estado passará a oferecer, de segunda-feira a sábado, café da manhã e feijoada aos sábados em todos os restaurantes populares.

A medida, conforme Brandão, “visa fortalecer a rede de segurança alimentar fornecendo alimentos de qualidade a um preço simbólico às famílias maranhenses”.

Já no campo da segurança pública, o governador anunciou que vai nomear mais 300 policiais militares, treze delegados de polícia, treze investigadores e treze escrivãs do cadastro de reserva. “Faremos um esforço orçamentários para ampliar a segurança das famílias maranhenses”, enfatizou.

Brandão disse que seu governo vai continuar avançando para aqueles que mais precisam e que seu grupo político possui o melhor projeto para continuar comandando o estado. O governador observou ainda que os os onze partidos que integram a coligação vão participar da nova administração, em caso da reeleição, e deve indicar seus representantes, mas que caberá a ele decidir se aceita ou não o nome indicado.

Quanto a participação nos debates que estão programados pelas emissoras de rádios, televisões e portais de notícia garantiu que se fará presente, mesmo sabendo que enfrentará perguntas maliciosas.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2022

Na despedida do TSE Fachin defende a democracia e manda recado a Bolsonaro

Em sua última sessão como presidente e integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Edson Fachin afirmou nesta terça-feira (9) ter a “certeza inabalável de que a democracia se verga, mas não se dobra, nem quebra com as fake news” e que “o povo brasileiro elegerá, com paz, segurança e transparência, um presidente da República”.

Fachin assumiu o TSE em fevereiro e encerra a presidência no próximo dia 16, quando toma posse o ministro Alexandre de Moraes.

“Encerro o relatório desta Gestão agradecido pela oportunidade de servir à minha República, na condição de Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e com duas certezas inabaláveis: A primeira delas é que a democracia é condição de possibilidade para coexistirmos em paz, no dissenso respeitoso, no canteiro de obras que é a própria democracia. E mais: Hoje tenho também a certeza inabalável que a democracia se verga, mas não se dobra, nem quebra com as fake news. Tenho ainda mais certeza que em outubro próximo o povo brasileiro elegerá, com paz, segurança e transparência”, disse Fachin.

Durante sua gestão à frente da corte eleitoral, Fachin fez defesa veemente do sistema eleitoral, em meio aos ataques de Jair Bolsonaro (PL) ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas, destaca reportagem do Globo. Foi também durante a gestão de Fachin que o Ministério da Defesa protagonizou uma troca de ofícios com o TSE, diante dos pedidos do ministro Paulo Sérgio Nogueira para que as Forças Armadas fossem recebidas para uma reunião exclusiva com técnicos do tribunal.

Em seu discurso de encerramento, Fachin fez um balanço de sua gestão e mencionou os trabalhos da Comissão de Transparência Eleitoral (CTE) e do Observatório de Transparência Eleitoral (OTE) criados durante a presidência do ministro Luís Roberto Barroso. Segundo Fachin, “não há dúvidas de que a transparência é um dos elementos mais relevantes para a aferição da qualidade de uma democracia”.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2022

Edivaldo anuncia criação do Auxílio Maranhão para o combate à extrema pobreza e reafirma prioridade aos que mais precisam

O ex-prefeito de São Luís e candidato a governador pelo Partido Social Democrático (PSD), Edivaldo Holanda Junior, usou as redes sociais, no início desta tarde, para anunciar que uma de suas ações ao tomar posse em janeiro de 2023 é a implementação do “Auxílio Maranhão”.
“O Maranhão é um estado com grande potencial de desenvolvimento, mas infelizmente figura entre os primeiros em todos os índices de pobreza e concentração de renda. A fome entrou na casa da nossa gente. Por não me conformar com essa situação, como governador, vou criar o Auxílio Maranhão”, anunciou o candidato.
O programa Auxílio Maranhão, conforme explicou Edivaldo, consiste na transferência de renda através de um cartão para aquisição de alimentos na rede de comércio local, movimentando e aquecendo a economia nos municípios maranhenses e gerando empregos e renda aos que mais precisam.
A meta, ainda segundo ele, é atender prioritariamente as cerca de 66 mil famílias em situação de extrema pobreza que atualmente estão na fila do Cadastro Único do governo federal para receber o Auxílio Brasil.
“Precisamos combater com urgência e eficiência esses índices alarmantes de pobreza no Maranhão e vamos fazer isso beneficiando, de imediato, as pessoas que mais precisam. Esses não têm como esperar”, afirmou, destacando que já colocou a sua equipe técnica para estudar e viabilizar a melhor forma de implantar a ação.
Ao anunciar o Auxílio Maranhão, Edivaldo reafirma que o foco essencial do seu governo terá ações que resolvam os problemas do estado, em especial, o combate à fome e fortalecimento das economias locais.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2022

Lula na Fiesp: “Esse país precisa se reindustrializar”

Em encontro com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta terça-feira, 9, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a criação de políticas que estimulem a reindustrialização do Brasil e disse ser fundamental que os empresários sinalizem em quais nichos de indústria o país pode ser competitivo e que devem ser estimulados.

“Nosso programa de governo passa por compreender que esse país precisa se reindustrializar”, destacou, afirmando ainda que a sociedade precisa discutir que tipo de emprego o país vai criar no contexto de indústria digital. Item presente nas diretrizes do programa de governo do Movimento Vamos Juntos pelo Brasil.

Ao lado de Josué Gomes, presidente da Fiesp e filho de José Alencar, que foi seu vice nos dois mandatos, Lula ressaltou a importância de o Estado atuar como agente do desenvolvimento. Também fez um panorama da situação do Brasil, com instituições desacreditadas, sem respeito internacional e com a volta da fome, e afirmou que nenhum governo pode dar certo se não tiver credibilidade, estabilidade e previsibilidade.

“Vou repetir três palavras que fazem parte do meu dicionário: credibilidade, estabilidade e previsibilidade. Qualquer governante, se não tiver essas três palavras permeando o comportamento dele, o governo não dará certo”. Ainda em panorama sobre a situação do Brasil, pior hoje do que em 2003, quando iniciou o primeiro mandato, Lula criticou os retrocessos promovidos pelo atual governo, disse ser preciso voltar à normalidade, com cada uma das instituições atuando na esfera que lhe cabe.

Ele lembrou do legado de seus governos, com redução da dívida, crescimento, fluxo de comércio exterior, investimento em educação e criação de emprego e de reservas e disse que, naquela época, o país deu um salto de qualidade. “Ninguém quer desmontar o que está dando certo. O que a gente quer é fazer com que as coisas que não estão certas fiquem certas”, completou.

Em discurso de abertura, o presidente da Fiesp sinalizou as demandas do setor. Afinado com o que já defende o ex-presidente Lula, Josué Gomes ressaltou a necessidade de reindustrialização, considerando os avanços tecnológicos, a digitalização dos processos, a inteligência artificial e a questão climática.

“A economia de baixo carbono é imperativa, tendo em vista a emergência climática que está aí a nos cobrar soluções. Não podemos ignorar tais mudanças e a esperada reindustrialziação do país passa por essas questões e pelo desenvolvimento tecnológico”, afirmou Gomes.

O dirigente da entidade empresarial defendeu também mudanças no sistema tributário, “anacrônico e burocrático”, para desafogar a indústria de transformação. “A indústria de transformação representa 30% dos impostos arrecadados e só 11% do PIB, já tendo representado mais de 27%”, afirmou, destacando também necessidade de investimentos em infraestrutura.

Maior programa de infraestrutura da história – Lula destacou políticas de seu governo, como a criação do maior programa de infraestrutura da história, o Programa de Aceleração do Crescimento, e ressaltou também a necessidade de o desenvolvimento respeitar a questão ambiental. “A economia de baixo carbono é uma necessidade para a competitividade e é um jeito de ganhar dinheiro também. Temos que discutir como tirar proveito das riquezas que a gente tem”

O ex-presidente lembrou que ouvia governadores, prefeitos e empresários, além de movimentos sociais e entidades sindicais na definição das políticas em seus governos, como fará num eventual novo mandato, e disse ter orgulho do que fez em suas gestões. Somadas, disse ele, as políticas públicas de seus governos deram vultoso investimento ao país.

“Nós fizemos aquilo que a sociedade nos incentivou a fazer. Muitas das políticas públicas foram deliberadas no Conselho de Desenvolvimento Econômico e social. Todas as políticas foram tiradas de 74 conferências nacionais. É por isso que o país deu certo”, afirmou, lembrando da importância da inclusão dos pobres no orçamento para dar jeito no país. “Nunca o país viveu um estágio de alegria coletiva como nesse período”.

Se eu for eleito, a primeira coisa que vou fazer é reunir os 27 governadores para reconstituir o pacto federativo e pensar um pacote de infraestrutura com as principais obras que precisam ser feitas em cada estado. E vou ajudar os governadores a buscarem investimentos.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2022

A favor da morte? Roberto Rocha mantém silêncio sobre Projeto de Lei que amplia cobertura de planos de saúde

O senador maranhense e pré-candidato à reeleição, Roberto Rocha (PTB), até o momento não se pronunciou sobre Projeto de Lei (PL 2033/22) que prevê ampliação na cobertura dos planos de saúde no Brasil.Já aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto prevê que as operadoras de planos de saúde do país serão obrigadas a cobrir novos procedimentos, tratamentos e remédios que tenham eficácia comprovada pela ciência e incorporação pelo Sistema Único da Saúde (SUS).O PL2033 derruba o chamado rol taxativo da Agência Nacional da Saúde (ANS). Decisão do STJ desobrigava os planos de saúde a bancarem procedimentos que estivessem foram da lista da ANS.Para vários especialistas em saúde pública, o rol taxativo atendia a lobby das operadoras e a medida judicial resultou na morte de vários pacientes Brasil afora.Parlamentares contra a vida – Nas redes sociais, internautas cobram posicionamento dos senadores sobre o PL2033. A jornalista e candidata à deputada estadual pelo PSB de São Paulo, Andréa Werner, revelou que do Maranhão, até agora apenas a senadora Eliziane Gama (Cidadania) se manifestou “a favor da vida” e contra o lobby dos planos de saúde.Roberto Rocha e o senador Roberth Bringel (União Brasil) – este último assumiu a cadeira de Weverton Rocha (PDT), candidato ao Governo do Maranhão – simplesmente trataram o tema com indiferença.Mas a população eleitora que precisa de serviços de saúde quer saber: e então, Roberto Rocha, você vai votar a favor da vida dos brasileiros ou em defesa dos multimilionários donos de planos de saúde?O Projeto de Lei deveria ser votado nesta terça-feira (9) sem mudanças no texto, mas a pauta foi adiada e o assunto só será apreciado pelo Senado no dia 29 de agosto.

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