As campanhas eleitorais começam para valer nesta terça-feira (16) e as opiniões sobre o desfecho do pleito que se aproxima afloram sobre a possibilidade da eleição para governador do Maranhão ser decidida logo no primeiro turno.
Para o deputado estadual Ariston Ribeiro (PSB), candidato a reeleição, por exemplo, o pleito pode ser definido em turno único a partir do momento que o eleitor conhecer melhor o perfil de cada candidato e constatar que Brandão é a melhor opção para o Maranhão por tudo que tem feito em benefício do estado.
O parlamentar chegou a fazer uma comparação entre os dois principais candidatos, para chegar à seguinte conclusão: a diferença de Brandão para Weverton é o governador tem presente, futuro e credibilidade, enquanto Weverton só tem futuro incerto e ainda padece de confiança.
“Acho que quando a militância dos partidos que integram a aliança que apoia Carlos Brandão for às ruas, a possibilidade de vitória logo no primeiro turno é grande”, acredita o parlamentar socialista, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado.
Começa nesta terça-feira (16) a fase decisiva da campanha eleitoral que definirá o próximo governador do estado, o vice, um senador, dezoito deputados federais, 42 estaduais e o presidente da República. Os candidatos terão 45 dias para convencer o eleitor de que possui as melhores propostas para melhorar a vida dos maranhenses e consequentemente conquistar a confiança do eleitor na hora de definir o voto.
São nove candidatos a governar o Maranhão pelos próximos quatro anos: Carlos Brandão (PSB), Weverton Rocha (PDT), Edivaldo Holanda Unior (PSC), Lahesio Bonfim (PSC), Simplício Araújo (SD), Enilton Rodrigues (PSOL), Hertz Dias (PSTU), Joás Moraes (DC) e Frankle Costas (PCB). O governador Brandão, que tenta a reeleição, lidera a corrida ao Palácio dos Leões e as últimas pesquisas indicam que ele tem presença garantida no segundo turno.
O mesmo não se pode dizer do seu principal oponente até o momento, o senador Weverton Rocha (PDT), que iniciou a pré-campanha liderando as pesquisas, porém com um percentual baixo, foi ultrapassado pelo governador e agora se vê ameaçado pelo candidato do PSC, Lahesio Bonfim, que segundo a última sondagem do Instituto Econométrica, encontra-se em situação de empate técnico com o senador pedetista.
A campanha ao governo do Maranhão vai iniciar oficialmente com as atenções também voltadas para o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, que mesmo sendo vítima de fake News que colocavam em dúvida sua candidatura de governador, manteve-se estável nas pesquisas e espera crescer na preferência do eleitorado, se constituindo em mais uma ameaça ao representante do PDT.
Pelos números apresentados pelos institutos, são esses quatro candidatos que entram na campanha por uma vaga no segundo turno, sendo que uma praticamente garantida ao governador Carlos Brandão e outra para ser disputada entre Weverton, Edivaldo e Lahesio. E nesta corrida, enquanto o pedetista perde fôlego, Lahesio se aproxima e Edivaldo tende a crescer com a confirmação de sua candidatura.
No pelotão mais a baixo Simplício, Enilton, Hertz, Joás e Frankle devem aproveitar os espaços (debates, sabatinas, entrevistas e horário eleitoral) oferecidos pela campanha para marcar posições, pois segundo os últimos levantamentos sobre a preferência do eleitorado, provavelmente não terão condições de virar o jogo.
Entre os que disputam para valer o governo do estado, merece atenção a situação do senador Weverton Rocha, o candidato que se apresentou montado num foguete, afirmando que “foguete não dá ré”, liderou o processo nas primeiras pesquisas, mas foi perdendo fôlego mesmo com o governador impedido de percorrer o estado por conta de problemas de saúde ao longo de 45 dias e agora se vê ameaçado de perder a segunda posição e não passar sequer para o segundo turno.
Weverton, segundo publicaram aos alguns blogs, já teria sido aconselhado pelo amigo José Dirceu, ex-ministro Chefe da Casa Civil no governo Lula, a esquecer Brandão e se preocupar com o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, que ameaça tomar seu lugar na segunda colocação.
E ainda tem o fator Edivaldo, que fez pré-campanha discreta, mas agora com a campanha na rua seus aliados acreditam que a tendência da candidatura é crescer e se constituir em mais uma dor de cabeça para o senador pedetista que pode sair da eleição muito menor do que entrou.
Na corrida pela única cadeira em disputa no Senado Flávio Dino tem enorme vantagem sobre o senador Roberto Rocha, candidato à reeleição apoiado por Weverton e pelos partidos da base bolsonarista, mas enfrenta resistência até entre os candidatos cujos os partidos declararam apoio.
O ex-prefeito de São Luís e candidato ao Governo do Maranhão pelo Partido Social Democrático (PSD), Edivaldo Holanda Junior, destacou nesta sexta-feira (12), durante participação em Sabatina do Portal Imirante.com que uma de suas medidas para fortalecer a rede de saúde estadual será a reativação e ampliação de serviços especializados nos hospitais macrorregionais.
Quando questionado que medidas adotaria para resolver o problema da demanda nos dois maiores hospitais da rede municipal de São Luís (Hospitais Socorrões I e I), Edivaldo fez questão de destacar a importância das duas unidades para a população de todo o estado.
“Os Socorrões I e II são dois hospitais de referência e que contam com os melhores profissionais da área em nosso estado, por isso, recebem pacientes vindos de todo o Maranhão. Em nossa gestão como prefeito contabilizamos que 60% dos atendimentos feitos eram em pacientes de outras cidades maranhenses”, disse Edivaldo, destacando que esse problema só será possível de ser resolvido com a reativação e ampliação de serviços nos hospitais macrorregionais.
“Vamos fortalecer os hospitais macrorregionais, reativar serviços e retomar o atendimento de especialidades médicas no interior do estado para que a população possa cuidar da saúde no seu próprio município ou em uma cidade vizinha, evitando o deslocamento para a capital ou para cidades distantes das suas”, garantiu.
Ainda na área de saúde, Edivaldo informou que pretende fortalecer o curso de medicina da Uema para ampliar a oferta de profissionais na rede estadual de saúde.
Durante o programa ele respondeu a perguntas sobre Cultura, Saúde, Turismo e Desenvolvimento Econômico, temas que foram sorteados ao vivo ao longo da entrevista.
Os onze partidos que integram a aliança liderada pelo ex-governador Flávio Dino (PSB), Lula e pelo governador Carlos Brandão (PSB) mantém a unidade em torno da eleição para o Senado, já no grupo comandado Bolsonaro/Weverton/Roberto Rocha é só discórdia. O candidato bolsonarista Lahesio Bonfim (PSC), por exemplo, faz campanha como se não existisse candidato a senador.
Segundo as últimas pesquisas de intenção de voto (Escutec, Econométrica), Dino lidera a preferência do eleitorado com uma larga distância do seu principal oponente, o senador Roberto Rocha (PTB), bolsonarista assumido, mas que não conta da simpatia do também bolsonarista e candidato ao governo, ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.
Os dois só se cumprimentam por conveniência quando estão em público ou até posar para fotografia, mas, segundo corre nos bastidores, não se suportam e que o candidato a governador, que não simpatizava com Rocha, se afastou ainda mais do senador após a pressão que recebeu do presidente do PSC, deputado federal Aluísio Mendes, que o forçou a declarar apoio a Roberto sob pena de expulsão do partido e ficar fora da eleição.
Enquanto o clima nas hostes bolsonaristas é de desconfiança com o senador que tenta a reeleição tendo fama de traidor, o que se ver na aliança dinista é a concentração de esforços para eleger Lula presidente, Brandão governador, Flávio Dino senador e manter a gestão iniciada em janeiro de 2015 e que resgatou o Maranhão de um atraso secular.
Nesta quinta-feira, por exemplo, o governador Carlos Brandão postou em suas redes sociais um registro fotográfico do momento de descontração com Dino e Felipe Camarão, candidato a vice, abraçados e mostrando muita afinidade para a disputa do pleito que se aproxima; as campanhas oficiais começam dia 16 desde mês, ou seja, semana que vem.
Na legenda da foto o governador escreveu a seguinte mensagem: “Esse é mais um registro de um dia em que caminhamos pelo Maranhão, ouvimos, abraçamos muitas pessoas que ainda esperam melhorias em sua realidade. União e lealdade sempre estiveram presentes entre nós. E é dessa forma que vamos continuar para avançar mais”.
Enquanto a mensagem do governador mostra a perfeita sintonia com Dino e Camarão, entre os bolsonaristas o clima é de discórdia. Lahesio não suporta Roberto, que tem apoio de Weverton, que abre fogo contra o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes na disputa pelo governo, de forma que, segundo comentam nos bastidores da eleição, o ambiente entre ele é insuportável.
O candidato de Lahesio, inclusive anunciado publicamente, era o Pastor Bel, porém foi obrigado a declarar apoio a Roberto Rocha sob ameaça de perder a legenda e não participar da eleição. Depós de muita dificuldade convenceram Bel a desistir da disputa e aceitar uma das suplências de Rocha. Lahesio só aceitou para não ser expulso do partido, mas não mexe uma palha em favor do candidato a senador apoiado pelo PSC.
E neste jogo de traições e desconfiança, Roberto vai ficando cada vez mais sem chances diante do ex-governador Flávio Dino, líder em todas as pesquisas e cuja liderança tem sido fundamental para manter o governador Brandão também favorito na disputa pela reeleição.
O ex-decano do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou em entrevista à coluna da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, que o ato em defesa da democracia, realizado nesta quinta-feira (11), na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), representa um marco contra o “obscurantismo retrógrado de um ditador travestido de político” e que Jair Bolsonaro possui uma “absurda” e “horrenda” visão de mundo.
Na entrevista, o ex-ministro do STF também disse que Jair Bolsonaro (PL), que age como um “monarca absolutista”, se torna o “o Sumo Sacerdote que desconhece tanto o valor e a primazia da vida, dos livros e da cultura em geral” ao afirmar que se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for eleito no pleito de outubro irá transformar clubes de tiro em bibliotecas.Parte inferior do formulário
Ainda segundo ele, a declaração do atual ocupante do Palácio do Planalto sobre o tema “demonstra que o presidente de nosso País revela supina ignorância quanto a antigo [e sábio] adágio, de formulação atribuída a diversos autores, segundo o qual ‘A pena é mais poderosa do que a espada’”.
Apesar de aposentado, Celso de Mello ainda exerce forte influência sobre o STF, em função da sua atuação em defesa da democracia, das minorias e dos direitos fundamentais, além de atuar como conselheiro de outros integrantes da Corte, como a ministra Rosa Weber. (Brasil 247)
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), recebeu, na noite desta quarta-feira (10), a “Medalha Mérito Literário Graça Aranha”, em comemoração aos 114 anos da Academia Maranhense de Letras (AML). A cerimônia foi conduzida pelo presidente da Casa de Antônio Lobo, desembargador e escritor Lourival Serejo.“Razão de alegria estar aqui, participando desta homenagem e também sendo homenageado com a Medalha Graça Aranha. Dedico esta condecoração a todos aqueles que contribuem com a cultura e a literatura maranhense”, enfatizou o chefe do Legislativo, que estava acompanhado da sua esposa Ana Paula Lobato, vice-prefeita de Pinheiro.O ex-presidente da República, José Sarney; o governador Carlos Brandão; o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, Paulo Velten; além de personalidades dos campos das artes e da cultura também foram homenageados.“Nossa literatura e memória estão preservadas nesse espaço, que é essencial para inspirar as atuais e futuras gerações. Parabenizo todosos envolvidos nesse momento marcante”, ressaltou Brandão.Entre os agraciados está também José Graça Aranha, bisneto do escritor maranhense Graça Aranha. “Foi com imensa alegria que recebi o convite para estar aqui e receber a medalha. Sinto-me honrado com esta importante honraria que leva o nome do meu bisavó”, enfatizou.A data de fundação da AML coincide com o aniversário de nascimento do poeta Gonçalves Dias.
O candidato Weverton acolheu a sugestão de sumir com seus aliados que o seu comando acha que tiram voto.O vice Hélio Maranhaozinho , o senador Roberto Rocha, o deputado Josimar e os prefeitos Erlanio e Assis estão entre os riscados.Weverton resolveu fazer uma caminhada em Imperatriz e deseja que somente Janaína, candidata a deputada estadual e esposa do prefeito Assis, participe.O prefeito Assis teria uma viagem de emergência ou alegaria agenda de trabalho para não comparecer. Agora a assessoria de Assis está divulgando a caminhada e Weverton não sabe o que fazer com o aliado incômodo.A coordenação de Weverton vai usar mão de ferro para esconder Assis de qualquer jeito. A dúvida é se o prefeito vai aceitar.