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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 13/out/2022

Caso Marajó: Documentos apresentados por Damares Alves não comprovam abuso sexual contra crianças

Estadão – Os documentos que a ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos), senadora eleita pelo Distrito Federal, apresenta para garantir a veracidade de denúncias que fez sobre violência sexual cometidas contra crianças da Ilha de Marajó, no Pará, não contêm registro do caso. O Estadão analisou o conteúdo das 2.093 páginas dos relatórios de três CPIs fornecidos pela assessoria da própria Damares como prova da denúncia e não encontrou os fatos que ela diz terem ocorrido na localidade paraense.

Durante um culto religioso realizado na igreja evangélica Assembleia de Deus Ministério Fama, em Goiânia (GO), Damares afirmou que havia imagens de crianças de 4 anos cruzando as fronteiras com os dentes arrancados “para não morderem na hora do sexo oral”.

Ex-ministra do governo Bolsonaro e senadora eleita pelo DF, Damares Alves terá três dias para comprovar as denúncias que fez e que medidas tomou a respeito
Ex-ministra do governo Bolsonaro e senadora eleita pelo DF, Damares Alves terá três dias para comprovar as denúncias que fez e que medidas tomou a respeito 

A assessoria da ex-ministra enviou ao Estadão relatórios da CPI da Pedofilia, de 2010, com 1.696 páginas. Também foi apresentado como suposta prova para atestar a veracidade das palavras da senadora eleita relatório de uma CPI da Assembleia Legislativa do Pará, que foi criada em 2010 para apurar práticas de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes no Estado, inclusive na Ilha de Marajó. As 284 páginas deste relatório também não trazem nenhuma citação do que foi dito pela ex-ministra.

O que resta claro da documentação é que, como ocorre em diversas regiões do País, os crimes de violência sexual estão presentes no Pará e em Marajó, mas nenhum documento enviado pela senadora eleita, até o momento, confirmou suas alegações.

Um terceiro documento entregue ao Estadão foi o relatório da CPI dos maus-tratos, concluída em 2018 pelo Senado. Em suas 113 páginas, não aparece nenhuma referência aos episódios.

A reportagem insistiu sobre quantos casos de violência relatados pela ministra ocorreram e quando. Primeiro, foi informado que seriam casos antigos, registrados em meados de 2019. Depois, foi informado que se trata de casos de 2020. O Estadão pediu entrevista com a ex-ministra para esclarecer o assunto, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. A assessoria de Damares argumentou ainda que seriam casos sigilosos.

Nesta terça-feira, 11, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) determinou que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informe detalhadamente, em até três dias, todos os casos de denúncias recebidas pela pasta entre 2016 e 2022 que envolvem tráfico de crianças e estupro de vulneráveis.

A PGR recebeu um pedido de investigação sobre possível “prevaricação” da ex-ministra. Advogados de Erika Hilton, vereadora paulistana pelo PSOL e eleita deputada federal, protocolaram uma “notícia de fato” na Procuradoria-Geral da República argumentando que cabia à então ministra Damares Alves “adotar providências” sobre denúncias que disse ter recebido sobre violências contra menores no Pará.

As declarações de Damares foram compartilhadas pelo senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ), que responsabilizou a gestão petista pela violência sexual. “Esse relato da senadora Damares é perturbador!!! Ainda há resquícios de PT pelo Brasil! O que acontece com nossas crianças em algumas regiões do nosso Brasil é monstruoso! Contra a abuso infantil vote 22!”.

Damares tem viajado com a primeira-dama, Michele Bolsonaro, por diversos Estados, para fazer campanha e pedir votos ao presidente Jair Bolsonaro. A ex-ministra tem utilizado as redes sociais para disseminar vídeos com suas declarações.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2022

PSB vai discutir infidelidade de Yglésio após o segundo turno; foco agora é eleição de Lula

O PSB somente vai sentar para avaliação a situação do deputado Yglésio Moyses, que se elegeu pelo partido, mas decidiu declarar apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), após o segundo turno da eleição presidencial. O parlamentar, que procurou abrigo no partido depois de ser recusado por várias legendas, usou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão da última terça-feira (11) para manifestar apoio à candidatura Bolsonaro e fazer severas críticas ao ex-governador e senador eleito Flávio Dino e ao PT.

Segundo um dirigente do PSB, que pediu para ter seu nome preservado a fim de evitar polêmica com Yglésio, o parlamentar quer sair do partido e procura uma desculpa que justifique a traição. “Na pré-campanha, todas as legendas que ele (Yglésio) procurou o rejeitaram. O PSB foi a única sigla que o aceitou, pois se não fosse nós nem candidato seria. Ele seria corajoso se dissesse que votaria em Bolsonaro quando foi se filiar não agora depois de reeleito”, disse a fonte.

Pelo discurso que fez contra o senador eleito Flávio Dino, presidente estadual licenciado do PSB, considerado hoje o maior líder político do Maranhão, Yglésio estaria decidido a não ficar no partido, mas o caso de infidelidade somente será avaliado após o segundo turno da eleição para presidente da Repúblico. “Nosso foco agora é a eleição de Lula, mas a situação do parlamentar, com certeza, será pautada após o pleito”, garante a fonte.

A atitude do deputado na tribuna do Poder Legislativo, onde acusou Flávio Dino de perseguição e manifestou apoio ao adversário de Lula foi considerada estranha pelos dirigentes socialistas justamente pelo fato de ter sido a única agremiação partidária a lhe socorrer quando ninguém queria sua filiação. “Ele deveria ter falando suas reais intenções quando nos procurou e lhe socorremos, não depois de reeleito vir com esse discurso traíra”, disse um importante dirigente socialista ao condenar a virada de casaca do parlamentar.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2022

PT teme ação política da PF contra Lula e aliados às vésperas do segundo turno

Dirigentes do Partido dos Trabalhadores receberam a informação de que uma operação da Polícia Federal poderia atingir aliados de Lula ou o próprio candidato a poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais.

“Recebemos informações de que setores do Estado aparelhados pelo bolsonarismo estariam buscando forjar fatos que justifiquem operações bizarras contra nosso campo democrático”, afirma o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, segundo a jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo. Marinho é coordenador da campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo do estado de SP e integra também a campanha de Lula.

Marinho afirma que o partido já estuda “medidas judiciais para evitar essa violência contra a democracia”.

O sinal de alerta soou forte no PT a partir da operação da PF contra o governador de Alagoas Paulo Dantas (MDB-SP). O emedebista apoia Lula e é aliado do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

  • Jorge Vieira
  • 12/out/2022

Remanescentes do grupo Sarney foram rejeitados; Roseana escapou por um triz

O resultado da eleição proporcional foi trágico para os remanescentes do grupo Sarney que tentaram voltar à vida pública. Não fosse a eleição pelas tabelas da ex-governador Roseana (MDB) que projetou 250 mil votos e foi surpreendida com apenas 97 mil, o que restou do grupo que mandou no Maranhão por quase cinco décadas seria definitivamente varrido do mapa político no estado.

Roseana, após vários apelos do deputado Roberto Costa, uma espécie de porta voz do MDB, e de um grupo de emedebistas para que disputasse o governo ou o Senado, decidiu lançar sua candidatura à Câmara Federal com o argumento de que alcançaria votação elevada, projetada entre 200 e 250 mil votos, o que seria suficiente para elevar a bancada do MDB de dois para até quatro parlamentares, mas a expectativa não vingou e ela quase não elege.

Ao contrário do que projetou, com apenas 97 mil votos conferido a Roseana, a bancada do maranhense do MDB reduziu de dois para um e logo veio a desculpa mais esfarrapada para justificar o desempenho pífio da candidatura: Não tinha dinheiro nem cesta básica. Na realidade Roseana se acostumou fazer política montada na máquina pública e achou que poderia ajudar o MDB só com o nome, sem meter a mão na bolsa; não funcionou.

Quem não ficou nada satisfeito com o fraco desempenho de Roseana foram os deputados Hildo Rocha e João Marcelo, que viam na ex-governadora a possibilidade de renovação dos seus mandatos, foram surpreendidos e ficarão sem mandato a partir de 31 de dezembro. Os dois serão substituídos pela ex-governadora, que antes mesmo de ser diplomada já plantou um factoide sobre a presidência da Câmara.

Além de Hildo e João perderem seus mandatos, Edilázio Júnior, outro nome muito ligado ao clã Sarney, é genro da desembargadora Nelma Sarney, também foi mandado de volta para casa. Edilázio perdeu a eleição para quem ele considerava bucha ao aceita-lo no PSD: o deputado Josivaldo PJ, suplente que se efetivou no mandato com a eleição do então deputado Eduardo Braide para prefeito de São Luís.

Mesmo chamuscada, Roseana ainda conseguiu se livrar e evitar decepção maior, porém Edinho Lobão foi simplesmente triturado nas urnas, saiu esbravejando contra um suposto derrame de dinheiro na campanha para justificar os mirrados 17 mil votos, logo ele que era projetado como favorito para assumir um mandato de deputado federal.

Na esfera estadual, Adriano Sarney decepcionou e o clã ficou sem representante na Assembleia Legislativa, porém o maior fiasco poder ser atribuído ao ex-todo poderoso Ricardo Murad, que tentou voltar à vida pública, mas foi sumariamente rejeitado, obtendo apenas pouco mais de 7 mil votos. E ainda existem aqueles bem próximos  que tentaram voltar, mas foram barrados, a exemplo de Manoel Ribeiro, Chico Coelho, entre outros menos notáveis.

  • Jorge Vieira
  • 11/out/2022

Governador participa da formatura da primeira turma de professores indígenas do Maranhão

O governador Carlos Brandão participou da cerimônia de colação de grau de professores indígenas pela Universidade Federal do Maranhão (Uema). A solenidade aconteceu nesta terça-feira (11), no auditório do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA), em São Luís.Mais de 50 indígenas se formaram pelo curso de Licenciatura Intercultural para Educação Básica Indígena, que integra o Programa de Formação de Docentes para a Diversidade Étnica (Proetnos). O programa foi criado em 2016 para formar professores indígenas para atuar em suas próprias comunidades.Acompanhado pelo vice-governador eleito, Felipe Camarão, Brandão destacou o pioneirismo do Maranhão na realização do programa com recursos próprios. “É um avanço muito grande estarmos hoje formando esses professores. Nos últimos 8 anos, já realizamos 1.500 obras educacionais, preparando os jovens para o futuro com condições físicas, materiais e pedagógicas. Com essas conquistas históricas estamos construindo um Maranhão com mais oportunidades para todos, inclusive para as nossas comunidades tradicionais. O próximo passo é ampliar esse programa para os quilombolas”, afirmou.O reitor da Uema, Gustavo da Costa, classificou a cerimônia como um encontro de todos os saberes e tradições. “Hoje é um dia de histórias e compromissos. Vemos a união entre a tradição milenar das universidades com a tradição dos povos primeiros, que nos ensinam diariamente a nos relacionarmos com a natureza e com nós mesmos”, disse.A formanda Evandra Viana Guajajara comemorou a formatura como uma conquista dos indígenas maranhenses. “Essa colação de grau pra gente é uma conquista, assim como outras que já tivemos. É uma conquista para a educação escolar indígena e para todos nós, povos indígenas”, comentou.O formando Sebastião Bento Guajajara também falou da importância de levar a educação formal para sua comunidade. “Somos a primeira turma indígena da Universidade Estadual do Maranhão e vamos levar para nossa comunidade os conhecimentos adquiridos durante esses cinco anos”, frisou.Com a colação, os formandos estão prontos para atuar como professores da educação infantil e dos anos iniciais e finais do ensino fundamental, unindo à educação formal aos conhecimentos tradicionais de seus povos. Diante das dificuldades dos estudantes, o governador Carlos Brandão assegurou ainda o fornecimento de uma bolsa aos próximos beneficiários do Proetnos, no valor de R$ 500.

  • Jorge Vieira
  • 11/out/2022

Othelino discute com o presidente do Tribunal de Justiça projetos do Judiciário

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), recebeu, nesta terça-feira (11), a visita de cortesia do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Paulo Velten. No encontro institucional, os chefes dos dois poderes conversaram sobre projetos do Judiciário em tramitação na Casa.

Othelino Neto afirmou que o Legislativo e o Judiciário têm um histórico de relacionamento harmônico, respeitoso e independente, que é fundamental para o Estado.

“Tramitam aqui na Casa projetos de lei importantes para o bom funcionamento do Judiciário. O presidente Paulo Velten nos apresentou esses projetos, que foram recentemente protocolados, e garantimos a tramitação célere que eles merecem”, disse.

O desembargador Paulo Velten agradeceu a disponibilidade do presidente Othelino Neto e destacou que essa relação institucional é a base do bom funcionamento da República e, no Maranhão, não poderia ser diferente.

“Essa visita está sendo uma oportunidade para reforçar a necessidade dessa harmonia. Pedimos atenção aos projetos de autoria do Judiciário, devido à importância das matérias, que visam aprimorar a qualidade do serviço não só judicial, mas extrajudicial, resultando em benefícios para a sociedade”, disse.

Também estiveram presentes os deputados estaduais eleitos Carlos Lula (PSB) e Rodrigo Lago (PCdoB), além do procurador-geral da Alema, advogado Tarcísio Araújo, e o juiz auxiliar Nilo Ribeiro Filho.

  • Jorge Vieira
  • 11/out/2022

Time de Lula no Maranhão mostra disposição e quer ampliar percentual de votação

Faltando pouco mais de duas semanas para o segundo turno da eleição presidencial, o time de Lula no Maranhão mobiliza para dar aos ex-presidente uma votação ainda maior do que a alcançada no primeiro turno quando o líder petista obteve 68,84% dos votos válidos e venceu em 214 dos 217 municípios maranhenses.

Na noite desta segunda-feira (10), o governador reeleito Carlos Brandão (PSB) ao participar do encontro com prefeito e vice-prefeitos, além de aproveitar o encontro para ouvir demandas dos chefes de Executivos municipais e continuar garantindo que sejam atendidas, reforçou seu apoio e do grupo ao ex-presidente Lula.

Presente na reunião de mobilização pela vitória ainda mais ampliada de Lula no segundo turno no estado, o presidente estadual do PCdoB, deputado reeleito Márcio Jerry, agradeceu a presenças dos convidados e os convocou “para batalha pela eleição de Lula com uma votação ainda maior no Maranhão”.

O melhor desempenho de Lula no primeiro turno foi obtido no Estado do Piauí onde o ex-presidente obteve 74% dos votos, ficando o Maranhão na segunda colocação, mas para esta nova rodada de votação os coordenadores da campanha de Lula no Maranhão esperam aumentar o percentual e se mobilizam neste sentido.

Ciente das dificuldades que enfrenta no Maranhão, estado onde só venceu em três cidades, o presidente Jair Bolsonaro, na esperança de reduzir a rejeição, deverá participar de motociata no próximo sábado (15) e está previsto para a sexta-feira (14) a presença da primeira dama Michele Bolsonaro e da senadora eleita pelo Distrito Federal Damares Alves numa tentativa desesperada de elevar o percentual de votos dos maranhenses ao presidente.

Com um eleitorado consolidado e com possibilidade de aumentar ainda mais a diferença para Balsonaro, o time de Lula no Maranhão, que fez governador e senador e conferiu uma das maiores votações ao petista, trabalha com determinação para amplia sua base de apoio e para isso conta com aliados firmes em suas determinações de eleger Lula.

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