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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/out/2022

”Estamos unidos porque o que está em jogo é o Brasil que precisa ser reconstruído”, diz Tebet

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) anunciou na tarde desta sexta-feira (07/10), em São Paulo (SP), que participará ativamente da campanha de segundo turno da Coligação Brasil da Esperança. Em pronunciamento ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-governador Geraldo Alckmin, Tebet disse que o Brasil precisa ser reconstruído e que as diferenças políticas e econômicas que existem são menores do que o amor pelo país, que os une, como o respeito incondicional à democracia e aos valores e princípios estabelecidos na Constituição.

“Com isso, o que estamos dizendo aqui é que pensamos da mesma forma o Brasil que queremos. Estamos unidos porque o que está em jogo é o Brasil que precisa ser reconstruído e novamente estar unido. Precisa ser reconstruído já, sob novas bases a partir de 2023”, enfatizou, acrescentando que o sonho é por um Brasil que seja generoso e inclusivo. “Um Brasil que inclua todos, não deixe ninguém para trás e que garanta igualdade de oportunidade para cada filho e filha de cada Maria, de cada João, de cada José desse país”, disse a ex-candidata à Presidência da República que já havia declarado voto no ex-presidente nesta semana.

Em fala direta a Lula, a senadora disse que ao aceitar as propostas sociais que ela apresentou, o ex-presidente entrega a ela o país que ela sonha não só para si e seus filhos, mas para as famílias de todo o Brasil. “Portanto, a partir de agora, o compromisso não é apenas do meu voto, mas do meu total apoio à sua campanha e a seu governo. Vamos juntos, até 30 de outubro, andar as ruas e praças do Brasil para mostrar que o país que nós queremos é um Brasil de todos nós, e só pode ser feito pelas mãos do presidente Lula e de Geraldo Alckmin.”

Brasil governado por todos

O ex-presidente Lula agradeceu o apoio e a generosidade da senadora e disse que as propostas são compatíveis com o programa de governo e serão colocadas em prática. E afirmou que Simone estará junto para ajudar a executar o que propõe. Lula destacou também que o apoio, mais do que um voto, representa o desejo de um Brasil reconstruído.

“Eu fiquei pensando na frase do Obama, quando ele disputou as eleições, ‘Nós podemos’, e eu queria te dizer, Simone, que o Brasil pode. Esse Brasil que você colocou no seu programa é possível de ser construído. É possível de a gente garantir que o povo brasileiro tenha esse país”.

O ex-presidente elogiou o desempenho de Tebet no primeiro turno e desejou que ela continue com forças para, independentemente de cargos políticos, continuar levando a bandeira da participação das mulheres na política. “Nós precisamos que essa sociedade seja mais justa, mais igualitária e, para isso, as mulheres têm que ser tratadas com dignidade e com respeito. Obrigado pela tua decisão, e eu espero que, junto com a Simone, a gente ganhe essas eleições dia 30 de outubro para que a gente faça voltar a reinar a democracia no nosso país”.

Lula destacou que, com a vitória da Coligação Brasil da esperança, quem governará o país não será só um partido político ou um agrupamento ideológico, mas todos. “Todos os brasileiros e brasileiras de bem, todas as pessoas que amam a democracia têm que participar desse processo”.

Adversário sem alma e sem coração

Lula afirmou que a tarefa não será fácil porque a candidatura Brasil da Esperança não está diante de um adversário qualquer nem de um político normal, mas de um homem sem alma e sem coração, incapaz, por exemplo de derramar uma lágrima pelas mais de 680 mil vítimas da Covid-19 no Brasil.

Sobre as provocações e mentiras proferidas pelo presidente Jair Bolsonaro, Lula disse que não entrará no jogo rasteiro do candidato. “Eu não estou preocupado em brigar com o Bolsonaro, estou preocupado em brigar contra a fome, contra o desemprego, contra o baixo nível educacional nesse país”.

  • Jorge Vieira
  • 7/out/2022

Roberto Rocha procura culpado para a derrota de Edilázio

O quase ex-senador Roberto Rocha (PTB), após a surra que levou nas urnas do ex-governador Flávio Dino (PSB) tenta encontrar justificativa para sua derrota e do aliado Edilázio Júnior (PSD), parlamentar que não conseguiu renovar o mandato, apesar dos 71.186 votos recebidos na eleição de 2 de outubro.

Roberto Rocha recorreu às redes sociais para tentar explicar o fracasso seu e do aliado Edilázio, que traiu o candidato a governador do seu partido, Edivaldo Holanda Junior e fez campanha na reta final da eleição no primeiro turno para o candidato Weverton Rocha (PDT), terceiro colocado na disputa.

“Lamentável a não reeleição de Edilazio, uma das maiores perdas nas eleições para deputado federal. Homem sério e grande representante do povo maranhense. Perdeu quando acreditou no candidato a governador do seu partido. Se tivesse coligado com qualquer outro, estaria reeleito”, disse Roberto Rocha em sua página no Twitter.

Mais uma vez o senador que encerra o mandato dia 31 de dezembro falta com a verdade. Edivaldo não foi responsável pela derrota de Edilázio, simplesmente o PSD só teve votos para eleger um deputado federal e Josivaldo JP, que poucos acreditavam na reeleição, teve mais votos e renovou o mandato, nada a ver com Edivaldo.

Edilázio pagou o preço da traição. Na condição de presidente do PSD levou o partido para coligar com Roberto Rocha sem combinar o candidato a governador Edivaldo, que havia colocado como condição para disputar a eleição pela legenda não lançar candidato ao Senado para focar apenas na eleição de governador. O deputado passou por cima desse compromisso e levou a legenda para rol de apoiadores da tentativa de reeleição do senador do PTB.

Edilázio deveria saber que a população não costuma ser complacente com traidores, bastava ver o exemplo do próprio senador, que após trair quem lhe ajudou chegar ao Senado se atirou nos braços do maior inimigo do Maranhão, o genocida Bolsonaro, e amarga hoje o isolamento.

  • Jorge Vieira
  • 6/out/2022

Após fala preconceituosa, Flávio Dino recomenda que Bolsonaro respeite o povo do Nordeste

O senador eleito Flávio Dino (PSB), ex-governador do Maranhão reagiu à fala preconceituosa do presidente Jair Bolsonaro contra o povo nordestino para justificar a acachapante derrota para o ex-presidente Lula na região.

Bolsonaro, o analfabetismo para tentar explicar o desempenho pífio nos estados nordestinos, ou seja, chamou os conterrâneos de Lula de analfabeto, atribuindo a nossa suposta ignorância ao seu fracasso nas urnas.

“Infelizmente o presidente da República mais uma vez estimulou preconceito contra o Nordeste. Isso não é postura de uma líder de nossa Nação. Nós aqui no Nordeste votamos de modo consciente, reconhecendo quem de fato investiu em infraestrutura, obras, em políticas sociais, melhoria das condições de vida no nosso povo”, observou o senador eleito.

Em vídeo publicado em sua rede social, Dino falas das obras realizadas por Lula e questiona:  “E Bolsonaro, o que fez nesses anos todos? Qual a grande obra que ele começou? Não vale ter terminado obras como a transposição do Rio São Francisco que já estavam quase no final, começadas exatamente que foram pelo presidente Lula”.

O ex-governador so Maranhão disse ainda que “Bolsonaro virou as costas para o Nordeste durante todo seu mandato. Lembremos que quando houve o vazamento de óleo nas praias do Nordeste, atingindo o meio ambiente e a economia da região, o que Bolsonaro fez? Lembremos que quando houve a enchente na Bahia, com danos materiais, perdas de vidas humanas Bolsonaro estava de férias, andando de jet ski numa praia paradisíaca”.

Bolsonaro tenha respeito, Bolsonaro tenha calma, a campanha está acabando e seu governo também. Pessoal, viva o Nordeste, viva o Brasil”.

  • Jorge Vieira
  • 6/out/2022

Candidatos ligados às famílias/Sarney/Murad/Lobão tiveram desempenho pífio

Apontado como um dos nomes da chapa federal do MDB que poderia elevar o percentual de votos e ajudar, juntamente com a ex-governadora Roseana Sarney, a forma uma bancada robusta na Câmara dos Deputados, o empresário Edinho Lobão foi um dos grandes fiascos da eleição proporcional concluída no domingo (2).

Com um pouco mais 17 mil votos, Edinho Lobão foi a grande decepção para quem esperava dele uma melhor performance para, pelo menos, brigar por uma das 18 cadeiras em disputa. Pelo volume da campanha do candidato imagina-se que estaria bem junto ao eleitorado, porém, a realidade das urnas foi cruel para empresário que afundou junto com o prestígio das famílias Sarney/Murad/Lobão.

Se pretendia ficar o pé na vida pública, o resultado da eleição mostrou a falta de compasso entre o empresário e o eleitorado do estado e ao mesmo tempo revelou que sobrenome tradicional já não empolga mais e nem é garantia de sucesso em pleitos eleitorais. Roseana Sarney, por exemplo, que pretendia conseguiu 200 mil votos, obteve mirrados 97 mil e quase não se elege deputada federal.

O que restou do grupo Sarney no Maranhão sofreu grave avaria nas eleições 2022. O deputado federal João Marcelo (MDB), filho do ex-senador João Alberto de Sousa, aliado histórico dos Sarney, não conseguiu renovar o mandato, assim como Hildo Rocha muito ligado a ex-governadora, ficou fora;  o genro da desembargadora Nelma Sarney, deputado federal Edilázio Júnior (PSD), não renovou o mandato.

Outra vítima que ajudou a afundar ainda mais o clã foi a não reeleição do deputado estadual Adriano Sarney (PV), uma espécie de menina dos olhos do ex-presidente José Sarney, que perdeu o mandato na federação PT/PCdoB/PV e deu adeus ao plenário da Assembleia Legislativa, onde, diga-se de passagem, é um parlamentar atuante.

Outro nome ligado ao clã Sarney que também decepcionou ao tentar voltar à vida pública foi o ex-deputado Ricardo Murad (PSC), que obteve apenas 7.902 votos e viu o sonho de retornar ao plenário do Poder Legislativo se transformar em decepção.

Pelo resultado da eleição, o Maranhão quer se livrar definitivamente do passado em que o sarneysismo reinou absoluto.

Dono das conduções políticas do Maranhão durante décadas, o clã Sarney chega ao seu quase que completo fim nas eleições de 2022. Dominantes nas bancadas de deputados federal e estadual sempre, este ano todos os maiores representantes do sarneyzismo foram expurgados nas urnas, com exceção de Roseana.A eleição de 2022 veio ratificar que, no jogo de equilíbrio de forças políticas, o sarneyzismo não tem mais vez. Como todo caso tem sua exceção, Roseana volta para a Câmara Federal. Mesmo com uma votação muito aquém do esperado.

  • Jorge Vieira
  • 6/out/2022

“O Maranhão escolheu Lula”, diz deputado reeleito Rubens Júnior

Parlamentar reeleito na federação PT/PCdoB/PV, o deputado federal Rubens Pereira Junior (PT) acredita que o ex-presidente Lula terá mais uma expressiva votação no Maranhão, estado em que o petista obteve um dos maiores percentuais no primeiro turno.

“Com 2,6 milhões de votos, o Maranhão escolheu LULA! O Presidente venceu no estado e nosso time já está em campo para garantir a vitória no 2º turno. Esta é a eleição mais importante desde a redemocratização do Brasil. Com a benção de Deus e a força do povo, venceremos!”, observa Rubens Jr.

Há um esforço redobrado dos líderes responsáveis pela campanha do líder petista no estado para aumentar ainda mais o percentual de votação no ex-presidente. No primeiro turno Lula obteve 68,86% dos votos válidos, mas os coordenadores do movimento lulista no Maranhão querem elevar para 80%.

Para alcançar esse objetivo, Lula conta com o esforço pessoal do governador reeleito Carlos Brandão (PSB) e do senador eleito Flávio Dino (PSB), do vice-governador eleito Felipe Camarão e dos parlamentares eleitos para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

O ex-presidente e candidata da aliança Brasil da Esperança possui forte identificação com o eleitorado maranhense, venceu em praticamente todos os municípios no primeiro turno e deve ampliar seu percentual neste segundo turno.

  • Jorge Vieira
  • 5/out/2022

Carlos Brandão, Felipe Camarão e Flávio Dino se reúnem com Lula e outras lideranças políticas em São Paulo

O governador Carlos Brandão participou, nesta quarta-feira (5), da reunião entre o ex-presidente e candidato à Presidência, Lula, e governadores, senadores e deputados das regiões Norte e Nordeste. A reunião aconteceu em São Paulo, com a presença também do candidato a vice Geraldo Alckmin, e tratou das estratégias que levem o presidenciável à vitória no segundo turno das eleições.Junto com o governador, estavam o vice-governador eleito, Felipe Camarão, e o senador eleito, Flávio Dino. Os líderes presentes destacaram a importância de resgatar os votos brancos, nulos e abstenções, além do esforço coletivo para mobilizar mais apoio popular à vitória de Lula, imprescindível para a segurança da democracia e das instituições do Estado brasileiro.O governador Carlos Brandão ressaltou o total apoio do Maranhão à vitória de Lula. “Dos 217 municípios, só perdemos em três municípios. O presidente teve 68% dos votos, só ficamos atrás do Piauí. Nosso desafio é bater esse recorde. É muito importante nesse segundo turno que cada um se empenhe o máximo possível para que a gente diminua a abstenção. No Maranhão, já fizemos a primeira grande caminhada na segunda-feira após as eleições, e vamos ter reuniões com prefeitos, ex-prefeitos e deputados. Pode contar com o Maranhão, que vamos mostrar pro Brasil que o Maranhão é Lula”, afirmou.O senador eleito pelo Maranhão, Flávio Dino, destacou propostas de encaminhamento para a reunião. “Quero acentuar que a diferença Norte e Nordeste tem um caráter decisivo. Ampliar no Norte-Nordeste é um dos vetores da nossa vitória. Segundo: mobilização. Eleição se ganha na rua, e militância vai pra rua quando o líder vai pra rua. Terceiro: transporte é um direito do eleitor que a Justiça Eleitoral precisa garantir. Quarto: eleição é emoção e sedução. Quinto: mobilizar as crianças, porque Lula é a esperança das crianças”, elencou.O candidato a vice pela chapa de Lula, Geraldo Alckmin, falou sobre o amplo apoio que tem recebido. “Tivemos uma expressiva vitória no primeiro turno e teremos uma vitória ainda maior no segundo turno. Os sete ex-presidentes do PSDB declararam apoio a Lula, incluindo o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Agora é campanha, pedir voto e percorrer o Brasil todo”, frisou.O ex-presidente Lula, candidato apoiado pelo governador Carlos Brandão, agradeceu o apoio dos presentes e prometeu um novo pacto pelo Brasil. “Feliz o candidato que tem a quantidade de companheiros que eu tenho nessa reunião. Eu quero ir pra rua conversar com esse povo. Conversar e prepará-lo. A gente sabe das dificuldades que a gente vai ter. Precisamos conversar com os governadores e com os prefeitos para discutir a relação entre os entes federados. Não é possível alguém achar que o país é rico se as cidades são pobres. Os prefeitos vão participar ativamente da política de governança que nós queremos fazer. É com essa força de vontade que eu vou ganhar as eleições e reconstruir esse país junto com vocês”, declarou.Também participaram da reunião as governadoras Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI). E os governadores Helder Barbalho (MDB-PA), Clécio Luís (Solidariedade-AP), Paulo Câmara (PSB-PE), Rafael Fonteles (PT-PI) e João Azevedo (PSB-PB).Estavam ainda presentes a senadora Katia Abreu (PP-TO) e os senadores Fabiano Contarato (PT-ES), Renan Calheiros (MDB-AL), Renan Filho (MDB-AL), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT-PA), Carlos Fávaro (PSD-MT), Jean Paul Prates (PT-RN), Veneziano Vital (MDB-PB), Jacques Wagner (PT-BA), Jader Barbalho (MDB-PA), Acir Gurgacz (PDT-RO), Camilo Santana (PT-CE), Welligton Dias (PT-PI), Marcelo Castro (MDB-PI) e José Amauri (Podemos-PI), além de deputados e outras lideranças políticas.

  • Jorge Vieira
  • 5/out/2022

Othelino é favorito para renovar o mandato na presidência da Assembleia

Conhecidos os 42 parlamentares que vão compor o plenário da Assembleia Legislativa a partir de 2023, todas as atenções da classe política se voltam agora para a eleição da Mesa Diretora marcada para o dia primeiro de fevereiro e tem no atual presidente, deputado Othelino Neto (PCdoB), o mais forte candidato para permanecer no comando da Casa.

Em entrevista a jornalistas que cobrem as atividades do Poder Legislativo nesta manhã de quarta-feira (5), Othelino informou que tem conversado com vários deputados sobre a sua reeleição e que tem tido boa receptividade, mas observou que eleição não se ganha com antecedência e que vai continuar conversando com todos.

No momento em que Othelino falava com a imprensa sobre a eleição interna da Casa, os deputados Welington do Curso (PSC) e Mical Damasceno (PSD), ambos reeleitos, interromperam a entrevista para declarar voto no presidente e a consequente renovação do mandato por mais dois anos à frente do legislativo.

Sobre uma pendência jurídica que existe no STF sobre a possibilidade dos atuais presidentes de legislativos renovarem os mandatos pelo fato de ser uma nova legislatura, Othelino explicou que tem uma decisão com transito em julgado, no Paraná, voto vencido do ministro Gilmar Mendes, que estabelece um marco temporal, que passa a valer a partir de abril de 2021, que esclarece que as Mesas empossadas anteriormente a essa data terão direito a uma nova renovação, o que se trata agora é que haja um entendimento para o Brasil todo.

“Eu estou muito confiante nesta questão jurídica e me dedicando mais agora a aquilo que é meu dever: conversar com os outros 41 deputados eleitos e discutir esse tema da Mesa Diretoras, da presidência, pois acho que esse é o caminho; conversar e eu tenho sentido muita receptividade dos colegas com que conversei sobre a possibilidade de minha recondução”, observou Othelino.

O presidente, ao ser questionado se, em caso de não poder renovar o mandato se já existiriam conversas sobre outro nome do grupo, disse que não porque tem muita confiança de que vai ser possível a reeleição. “Não adiantaria a gente especular sobre isso, sendo que a gente tem um cenário de muita confiança de que vai ser possível a renovação do mandato.

“Eu acredito que nós temos e teremos condições e ai é construir a condição política, ou seja, que a maioria dos colegas desejem isso. Não conferir quantos deputados já declararam voto, mas eu não recebi nenhum não dos muitos que eu conversei e isso é um bom sinal”, concluiu.

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