Revelações de ex-aliado de Bolsonaro, nesta terça (8), envolvem denúncia de violência doméstica de Jair contra a esposa, Michelle Bolsonaro. Não é a primeira vez que o ainda presidente é acusado de agredir mulheres. Quando deputado, em um programa de TV, Bolsonaro inclusive admitiu que bate em mulher. Essa violência se traduziu também no desmonte das políticas públicas para mulheres que aconteceu em seu governo: cortes de mais de 90% no orçamento das principais políticas, e nenhuma previsão orçamentária para o combate à violência contra as mulheres em 2022 e 2023. Por que será?
O candidato derrotado, ao longo de sua campanha, tentou enganar o povo brasileiro se vendendo como alguém dedicado à família e respeitoso para com as mulheres. No entanto, o histórico de agressões de Bolsonaro às mulheres sempre foi longo e de conhecimento público. Ele nunca fez questão de esconder seu machismo e sua misoginia.
Bolsonaro praticamente zerou o orçamento de 2023 para 47 políticas públicas para mulheres, o que inclui verba para creches e educação infantil (corte de 97,5% em relação a 2022). Jair cortou em 99,6% os subsídios para projetos de interesse social em áreas ruais. Não há nenhuma previsão orçamentária para Políticas de Igualdade e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres
Vale lembrar também que a obrigatoriedade da elaboração do Orçamento Mulher foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias em 2021 pelo Congresso Nacional. Bolsonaro vetou dizendo que isso “contraria o interesse público”, mas os parlamentares derrubaram o veto presidencial.
Relembre as agressões de Bolsonaro a mulheres, que incluem pelo menos dois casos de agressão física (admitidos por ele) e inúmeros comportamentos desrespeitosos e ofensivos contra jornalistas e parlamentares no exercício de suas funções.
O comportamento agressivo e ameaçador de Bolsonaro vem de muito tempo. Episódios ocorridos há muitos anos ajudam a compreender a formação do caráter do homem que hoje governa o país. Durante campanha eleitoral para se reeleger deputado federal, em 1998, Bolsonaro esmurrou por trás a cabeça de Conceição Aparecida, então funcionária da Planajur, empresa de consultoria jurídica que prestava serviços para o Exército. Conceição discutiu com uma apoiadora de Bolsonaro e acabou esmurrada pelo então deputado. Na época, o Jornal do Brasil noticiou a agressão, e o próprio Bolsonaro admitiu ao jornal ter cometido a violência.

Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, e mãe do quarto filho do presidente, Jair Renan, também foi vítima de ameaça. Em 2011, a Embaixada do Brasil na Noruega entrou em contato com Ana Cristina para questionar porque ela havia se mudado para o país europeu com o filho, então adolescente, sem uma autorização expressa do pai. Ela, então, disse que havia sido ameaçada de morte por Bolsonaro e questionou se poderia pedir asilo na Noruega. A afirmação de Ana Cristina foi registrada em uma comunicação diplomática e noticiada por diferentes jornais, como a Folha de S. Paulo e o Correio Braziliense.
Para muitos, uma piada. Para quem enxerga a mulher com um ser digno de respeito, um ato nojento, reprovável em todos os níveis. O presidente da República, sem a mínima vergonha, deu a um jargão jornalístico conotação sexual para insultar a jornalista Patrícia Campos Mello por ter publicado reportagens sobre um esquema de disparo de mensagens em massa contra o PT para favorecer Bolsonaro nas eleições de 2018.
Ele foi condenado em primeira e segunda instâncias. Uma vitória de Patrícia e de todas as mulheres.
Em 2003, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em frente às câmeras de uma emissora de televisão, o então deputado federal, Jair Bolsonaro, não demonstrou nenhum constrangimento ao insultar a também deputada Maria do rosário, do PT. A parlamentar afirmou que, com seus discursos e posições políticas, Bolsonaro promovia a violência contra a mulher.
O que foi de pronto comprovado. Em resposta, Bolsonaro disse: “Eu sou o estuprador agora? Não vou estuprar você porque você não merece”. Ele ainda chamou a parlamentar de “vagabunda” e a empurrou. Bolsonaro bate em mulher.
Onze anos depois, em 2014, no Plenário da Câmara ele repetiu o ato. Maria do Rosário acabara de fazer um discurso defendendo que os torturadores da ditadura militar fossem responsabilizados. Bolsonaro, que sempre defendeu torturadores, tomou a palavra em seguida e se dirigiu à deputada de maneira agressiva: “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.
No dia seguinte, em entrevista ao Jornal Zero Hora, ele repetiu mais uma vez: “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar porque não merece”.
Por três vezes o então deputado, ao afirmar que a parlamentar “não merece ser estuprada”, admitiu que outras mulheres podem ser. Pela atitude, após recursos que chegaram até o Supremo Tribunal Federal, ele foi condenado a indenizar e se desculpar com Maria do Rosário.
Talvez de todas as falas machistas de Bolsonaro, a que mais causa repulsa é a em que ele agride a própria filha. “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. A frase mostra que o seu desprezo não se direciona a uma ou outra mulher de quem ele eventualmente discorde ou que seja de espectro político contrário ao dele, mas a todas as mulheres.
Bolsonaro odeia mulheres. Na sua visão, mulheres são fracas, são frutos de um erro, um deslize. À época, Laura, sua filha caçula, tinha apenas seis anos. E já foi alvo da “piada” do pai. Seus irmãos não reprovaram a fala, pelo contrário, consideraram apenas mais uma “brincadeira” do pai.
Em entrevista também durante a campanha presidencial em 2018, Bolsonaro protagonizou um embate com Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional. Questionado pela jornalista sobre declarações anteriores em que minimizou a importância da desigualdade salarial entre homens e mulheres, tentou constranger a profissional insinuando que ela receberia menos que o outro apresentador, Willian Bonner, apesar de exercerem a mesma função.
Antes e depois de eleito Bolsonaro deu inúmeras declarações contra a igualdade de remuneração entre homens e mulheres. Para ele, arranjar emprego pode se tornar “quase impossível” para as mulheres, caso sancione o Projeto de Lei 130/2011, que amplia a multa contra empresas que praticam discriminação salarial contra trabalhadoras. O projeto foi aprovado pelo Senado e tramita agora na Câmara.
Ao jornal Zero Hora, em 2014, disse achar justo uma mulher ganhar menos que um homem para fazer o mesmo trabalho, pois pode engravidar e tirar licença maternidade.
Os argumentos do presidente só reforçam a desigualdade, atacam um direito das mulheres e ameaçam anos de luta por isonomia.
Por vezes Bolsonaro direcionou sua fúria e preconceito de gênero contra jornalistas, numa clara tentativa de inibir o exercício da imprensa no país.
Em junho de 2021, em Guaratinguetá, questionou pelo fato de ter chegado ao local sem usar máscara, conforme exigia a lei estadual, o presidente mandou a repórter Laurene Santos, da TV Vanguarda, afiliada da Globo, “calar a boca”.
Dias depois, perdeu o controle novamente. Ao ser indagado sobre o atraso de vacinas contra a Covid-19 e o escândalo dos contratos do imunizante indiano Covaxin, o presidente mandou Victoria Abel, da Rádio CBN, voltar para a faculdade, e que ela “deveria na verdade voltar para o ensino médio, depois para o jardim de infância e aí nascer de novo”.
Em outra ocasião, furioso, dirigiu gritos em tom ameaçador à Adriana de Luca, da CNN Brasil. Ele disse: “Você está empregada aonde? (sic). “Pare de fazer perguntas idiotas”. Durante conversa com apoiadores na entrada do Palácio Planalto, Jair Bolsonaro xingou a jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, de “quadrúpede”.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, esteve em Brasília, nesta terça-feira (8), para acompanhar de perto o processo de transição do governo de Jair Bolsonaro para o de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente eleito do país.
O objetivo da agenda institucional na capital federal foi levar o Maranhão para a pauta da transição de governo, disse Carlos Brandão após reunião com o senador Marcelo Castro (PI), relator do Orçamento Geral da União de 2023.
“É um momento de transição. Vim fazer uma visita ao senador Marcelo Castro, uma pessoa que conheço há muito tempo, para entender o que está acontecendo nessa transição, e, naturalmente, trazer o Maranhão para esse debate, para que a gente possa inserir o Maranhão em benefícios que poderão ser definidos”, ressaltou o governador.
Programas sociais e PEC emergencial
Também participaram da reunião com Marcelo Castro, os deputados federais Rubens Pereira Jr. (MA) e João Bacelar (BA) e o senador Wellington Fagundes (MT). Um dos temas centrais do encontro foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “emergencial de transição”, que visa garantir espaço para programas sociais que perderam recursos.
A ideia é repor recursos para programas como o Farmácia Popular e a Merenda Escolar, que sofreram cortes na previsão orçamentária elaborada pelo governo Jair Bolsonaro.
“Estamos acompanhando de perto, a gente vê muita dificuldade na questão orçamentária. Nós apoiamos o presidente Lula, nosso campo todo apoiou e estamos muito esperançosos para que a gente possa realmente levar essas políticas públicas que não estavam chegando”, apontou Brandão.
“Esse momento de transição é do novo governo tomar conhecimento do que está disponível para o ano que vem. A prioridade é que essa PEC seja aprovada para garantir esses compromissos. Esse é um momento de transição e estamos aqui para dar apoio”, completou o governador.
Bancada maranhense: emendas impositivas
O encontro com o senador Marcelo Castro precedeu reunião do governador Brandão com parlamentares da bancada maranhense no Congresso Nacional.
Na reunião com parlamentares maranhenses, Carlos Brandão ouviu as propostas dos deputados para a aplicação de investimentos no Maranhão em 2023.
Um dos assuntos em pauta foi qual será a destinação das chamadas Emendas Impositivas, garantia constitucional que permite que deputados, senadores, Comissão ou a bancada estadual indiquem ações, projetos e obras que o governo é obrigado a executar.
“É lógico que a gente tem as nossas propostas e estamos discutindo aqui não só com o relator da Comissão de Orçamento, mas discutindo também com a nossa bancada”, sublinhou Carlos Brandão.
Para o governador, o momento é de união de esforços entre os poderes constituídos e os debates devem superar as divergências ideológicas e partidárias.
“Estamos em uma relação institucional, democrática, independentemente daqueles que estiveram do nosso lado ou daqueles que estiveram contra a gente. O momento é de unir todo mundo. Esse é um papel que nós estamos fazendo com os prefeitos do Maranhão, com os deputados estaduais e vamos conduzir dessa mesma forma com os deputados federais e senadores”, explicou.
A meta foi ouvir os parlamentares e apresentar as propostas de investimento do Executivo maranhense para 2023.
Com a ausência de apenas dois parlamentares da bancada maranhense, várias entidades e órgão estiveram representados durante o encontro, apresentando pleitos, como a Fundação Antônio Dino, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ministério das Comunicações, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Embrapa Cocais, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), dentre outros.
“A gente sabe que esse recurso é dos parlamentares. Nós vamos ouvir o que eles pretendem fazer para depois nós colocarmos nossas sugestões. Têm recursos na área da Saúde, Infraestrutura, Segurança Alimentar e para o Social. Vamos ver primeiramente o que eles estão pensando. Temos uma cesta de projetos que vamos discutir com eles, mas precisamos saber primeiro o que eles estão querendo destinar para o Maranhão, para a gente sinalizar a nossa posição”, afirmou Brandão.
Saúde é prioridade
Carlos Brandão defendeu o amplo debate para garantir que recursos das emendas impositivas cheguem “na ponta”, ou seja, à população. Ele ouviu as sugestões dos parlamentares e ressaltou a importância da destinação de verbas para a Saúde. “O que vocês puderem nos ajudar, estamos à disposição”, disse o governador, lembrando que a estrutura de saúde pública do Maranhão foi sensivelmente requalificada nos últimos sete anos, com a entrega de 17 Policlínicas, 31 Hospitais Macrorregionais e dezenas de obras em hospitais municipais.
Governadores e Lula
Ainda de acordo com Carlos Brandão, apesar dos debates já iniciados sobre a destinação do orçamento público para o próximo ano, o presidente eleito sinalizou interesse em reunir com os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal.
“O presidente Lula falou que irá fazer uma reunião com todos os governadores, independente da questão político-partidária e ideológica, para que cada um dos governadores apresente quatro ou cinco projetos estruturantes e debatamos de que forma a gente pode fazer essa parceria”, finalizou.
Um grande encontro de chefes de executivos municipais aliados do governo Carlos Brandão (PSB) ocorrido na noite desta terça-feira (8) numa casa de eventos em São Luís para o lançamento da candidatura do prefeito de São Mateus à presidente da FAMEM (Federação dos Municípios do Maranhão) mostrou a força do grupo e a confirmação de que a eleição, dia 21 próximo, acontecerá por aclamação.
Com as presenças do secretário Chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, do articulador da eleição de Resende, secretário de Articulação Política, Rubens Pereira, do vice-governador eleito Felipe Camarão e parlamentares eleitos ou que ainda estão no mandato, o encontro deu a largada para concretização do consenso que está sendo articulado. O prefeito de São Mateus saiu do encontro praticamente consagrado como novo presidente da entidade.
Segundo Sebastião Madeira, tudo caminha para o consenso. A opinião também é compartilhada por Rubens Pereira, que vem comandando reuniões do grupo e costurando a unidade. Pereira, inclusive, recepcionou os prefeitos que atenderam o convite e compareceram em massa para prestigiar o candidato que será eleito, pois até o momento não há concorrente.
O grupo que comandava a Famem, liderado pelo prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, braço direito do senador Weverton Rocha (PDT), derrotado na eleição para governador, ficando em terceiro lugar, se esfacelou ao ponto de não ter condições sequer de indicar um nome para participar do pleito.
Sem concorrência e com um grupo coeso, a chapa liderada por Ivo será aclamada. Segundo o vice-governador eleito, Felipe Camarão, o evento de lançamento da candidatura do prefeito de São Mateus mostra que o momento é de união e parceria. E este foi o tom dos discursos da solenidade que encaminhou o consenso em torno da chapa “É Tempo de Unidade” liderada por Ivo.
A nova Mesa Diretora que será eleita para biênio 2023/2024 somente tomará posse no início de 2023, mas o processo eleitoral está sendo realizado para facilitar a transição e garantir que mais prefeitos possam participar, uma vez janeiro é um mês no qual muitos gestores tiram suas férias.
O edital de convocação datado de 27 de outubro é assinado pelo atual presidente da Famem, prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier, que designou os membros da comissão eleitoral. Todas as normas referentes às eleições estão publicadas no website e no Diário Eletrônico da instituição.
Senador eleito pelo Maranhão, o ex-governador Flávio Dino (PSB) tem usado as redes sociais para condenar o que considera esdruxulo movimento de bolsonaristas que insistem em tentar contra a democracia e se recusam a aceitar o resultado das urnas. Um desses supostos patriotas acabou virando piada internacional ao se agarrar no limpador de parábrisa de um caminhão vestido de amarelo e mais recente criminosos travestidos de militantes chegaram a agredir policiais rodoviários federais.
“Estamos diante da esdrúxula situação de supostos patriotas não respeitarem e agredirem o Poder Judiciário e a Polícia. É hora de restaurar a autoridade da lei contra criminosos”, observou Dino diante da insistência de bolsonaristas em não respeitar o resultado das urnas e quere se impor mesmo sendo minoria.
A manifestação de Flávio Dino rendeu muitos comentários, todos condenando o movimento de extrema direita quer fazer prevalecer seus objetivos na base da força e da intimidação. “São patriotas que escrevem suas faixas em inglês… Para a piada internacionalizar mais facilmente”, disse um internauta.
Outro seguidor do ex-governador do Maranhão enfatizou que “eles querem criar uma situação para justificar a loucura de querer as Forças Armadas nas ruas. E as forças de segurança estão assistindo passivamente. O grande lance é que nós, que não somos força de segurança e nem fascistas, ficarmos de fora e deixar eles se resolverem.
Ex-aliado de Jair Bolsonaro, o deputado Julian Lemos acusou Jair Bolsonaro de bater na primeira-dama Michelle Bolsonaro no palácio.
Julian Lemos disse que o casamento de Jair Bolsonaro com Michelle é de fachada e que “ela não aguenta nem ver ele”.
Lemos conta que nas primeiras férias de Jair Bolsonaro ele foi para uma ilha, ela foi colocar um silicone e ele deu uns tapas nela. O deputado não apresentou provas nem detalhou como ficou sabendo das supostas agressões.
O deputado estadual Duarte Jr (PSB) denunciou, em suas redes sociais, que a Prefeitura de São Luís suspendeu a ciclofaixa que ligava a Avenida Litorânea ao Centro Histórico. De acordo com o parlamentar, a suspensão tem ocorrido há alguns fins de semana.
A ciclofaixa exclusiva de esporte e lazer compreendia um trecho parcialmente interditado para veículos motorizados, totalizando um percurso de 8,2 KM que liga a Avenida Litorânea ao Centro Histórico, aos domingos e feriados, das 6h às 10h.
No entanto, conforme denúncia do deputado, há alguns fins de semana a ciclofaixa tem sido suspensa. “O último domingo (06) foi mais um fim de semana em que a Prefeitura de São Luís deixou os ciclistas sob risco de acidentes por causa da suspensão da ciclofaixa”, informou Duarte Jr.
O parlamentar também fez críticas ao prefeito Eduardo Braide por causa da medida. “Durante a campanha, diz que vai garantir a construção de ciclovias. No exercício do mandato, acaba com o pouco que já existe”, lamentou o deputado estadual.
A primeira ciclofaixa de São Luís foi criada em 2020 por meio da indicação nº 803/2020 feita à Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito (SMTT), pelo deputado estadual Duarte Jr.
Para a implantação e funcionamento da primeira ciclofaixa de São Luís, o deputado articulou junto à Equatorial Energia a doação de mil cones de sinalização para o órgão de modo que fossem colocados na extensão de todo o percurso, a fim de facilitar a sinalização e delimitar os espaços da via.
Com a doação dos cones de sinalização a implantação e funcionamento da ciclofaixa não gera nenhum custo adicional ao Município.
A ciclofaixa foi criada em atendimento à solicitação feita pelo grupo de ciclismo Pedal Bike Clube. No entanto, a iniciativa beneficiou demais ciclistas da capital, sejam profissionais ou amadores.
A reivindicação surgiu a partir das dificuldades existentes nas vias da capital, onde a falta de estrutura e sinalização, bem como os riscos de acidentes, inibe a locomoção de usuários de bicicletas.
O ex-governador e senador eleito pelo Maranhão, Flávio Dino (PSB), criticou o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, por chamar o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “cachaceiro”, além de lamentar o fato do petista não estar internado. “O nível é tão baixo que me impressiona isso ter chegado ao respeitável posto de general. Vade retro”, escreveu Dino no Twitter.
“Esse negócio do Lula estar doente, não está, infelizmente”, afirmou Heleno a apoiadores, dizendo que havia acabado de receber um “desmentido”. “Vamos torcer para que tenhamos um futuro melhor”, disse ele ainda. “Na mão do cachaceiro, não vai”, completou em seguida.