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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/nov/2022

Ex-aliado diz que Bolsonaro bate em Michelle

Ex-aliado de Jair Bolsonaro, o deputado Julian Lemos acusou Jair Bolsonaro de bater na primeira-dama Michelle Bolsonaro no palácio.

Julian Lemos disse que o casamento de Jair Bolsonaro com Michelle é de fachada e que “ela não aguenta nem ver ele”.

Lemos conta que nas primeiras férias de Jair Bolsonaro ele foi para uma ilha, ela foi colocar um silicone e ele deu uns tapas nela. O deputado não apresentou provas nem detalhou como ficou sabendo das supostas agressões.

Julian Lemos foi coordenador da campanha de Bolsonaro no Nordeste nas eleições de 2018, e não conseguiu se reeleger neste ano.

As informações foram publicadas no Radar da Veja e no UOL.

  • Jorge Vieira
  • 7/nov/2022

Deputado estadual Duarte Jr denuncia suspensão da ciclofaixa da pela Prefeitura de São Luís

O deputado estadual Duarte Jr (PSB) denunciou, em suas redes sociais, que a Prefeitura de São Luís suspendeu a ciclofaixa que ligava a Avenida Litorânea ao Centro Histórico. De acordo com o parlamentar, a suspensão tem ocorrido há alguns fins de semana.

A ciclofaixa exclusiva de esporte e lazer compreendia um trecho parcialmente interditado para veículos motorizados, totalizando um percurso de 8,2 KM que liga a Avenida Litorânea ao Centro Histórico, aos domingos e feriados, das 6h às 10h.

No entanto, conforme denúncia do deputado, há alguns fins de semana a ciclofaixa tem sido suspensa. “O último domingo (06) foi mais um fim de semana em que a Prefeitura de São Luís deixou os ciclistas sob risco de acidentes por causa da suspensão da ciclofaixa”, informou Duarte Jr.

O parlamentar também fez críticas ao prefeito Eduardo Braide por causa da medida. “Durante a campanha, diz que vai garantir a construção de ciclovias. No exercício do mandato, acaba com o pouco que já existe”, lamentou o deputado estadual.

A primeira ciclofaixa de São Luís foi criada em 2020 por meio da indicação nº 803/2020 feita à Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito (SMTT), pelo deputado estadual Duarte Jr.

Para a implantação e funcionamento da primeira ciclofaixa de São Luís, o deputado articulou junto à Equatorial Energia a doação de mil cones de sinalização para o órgão de modo que fossem colocados na extensão de todo o percurso, a fim de facilitar a sinalização e delimitar os espaços da via.

Com a doação dos cones de sinalização a implantação e funcionamento da ciclofaixa não gera nenhum custo adicional ao Município.

A ciclofaixa foi criada em atendimento à solicitação feita pelo grupo de ciclismo Pedal Bike Clube. No entanto, a iniciativa beneficiou demais ciclistas da capital, sejam profissionais ou amadores.

A reivindicação surgiu a partir das dificuldades existentes nas vias da capital, onde a falta de estrutura e sinalização, bem como os riscos de acidentes, inibe a locomoção de usuários de bicicletas.

  • Jorge Vieira
  • 7/nov/2022

“Me impressiona isso ter chegado ao posto de general”, diz Flávio Dino sobre Heleno

O ex-governador e senador eleito pelo Maranhão, Flávio Dino (PSB), criticou o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, por chamar o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “cachaceiro”, além de lamentar o fato do petista não estar internado. “O nível é tão baixo que me impressiona isso ter chegado ao respeitável posto de general. Vade retro”, escreveu Dino no Twitter.

“Esse negócio do Lula estar doente, não está, infelizmente”, afirmou Heleno a apoiadores, dizendo que havia acabado de receber um “desmentido”. “Vamos torcer para que tenhamos um futuro melhor”, disse ele ainda. “Na mão do cachaceiro, não vai”, completou em seguida.

  • Jorge Vieira
  • 7/nov/2022

Secretário diz que governo costura unidade em torno de Ivo Resende para presidente da Famem

A eleição para presidente da Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão), na avaliação do secretário de Assuntos Políticos do Governo, Rubens Pereira, deverá ser fruto de um grande entendimento entre os candidatos do grupo governista e neste contexto a articulação política costura um acordo em torno do nome do prefeito do município de São Mateus, Ivo Resende.

Em entrevista nesta manhã de segunda-feira ao Bom Dia Mirante, Rubens Pereira, destacado pelo governador para tratar da sucessão da Famem, convocada para o dia 21 próximo, deixou claro que está trabalhando para unificar em torno de Ivo e que vai conversar com os demais interessados em concorrer ao cargo ocupado atualmente por Erlânio Vaxier visando a unidade em torno do nome indicado.

Ao ser questionado sobre a eleição na entidade, Pereira disse que “hoje se encaminha para o prefeito de São Mateus ser o candidato único do grupo do governo, mas que ainda falta conversar com dois ou três companheiros que também colocaram seus nomes à disposição da Famem nesses próximos dois dias.

“Nós iremos chegar a um consenso de só sair um candidato do grupo do governador e eu acredito que esteja caminhando para isto acontecer. A eleição será agora dia 21 e eu acho que o Ivo, com a capacidade que ele tem de articular ele termina unindo tanto os prefeitos do governo, quanto com os prefeitos da oposição”.

A entidade, que esteve nos últimos anos esteve sob o comando de Erlânio, braço direito do senador Weverton Rocha (PDT), deverá mudar de mãos e tudo indica que será dirigida por Ivo Resende, o nome que está sendo trabalhado pela coordenação política do governo.

  • Jorge Vieira
  • 7/nov/2022

Márcio Jerry acha que Dino pode ajudar mais o governo Lula como ministro

Presidente estadual do PCdoB e deputado federal reeleito, Márcio Jerry, considerado o político mais próximo do senador eleito Flávio Dino (PSB), disse nesta manhã desta segunda-feira (7) ao ser entrevistado no programa Ponto Final, da Rádio Mirante AM, fazendo questão de afirmar trata-se de opinião pessoal, que o ex-governador do Maranhão pode ajudar muito mais o governo Lula atuando num Ministério.

Para o parlamentar do PCdoB, existem outros parlamentares em condições de assumir a defesa do governo dos ataques da oposição e citou como exemplo o senador eleito pelo estado do Piauí, Welington Dias (PT), hoje integrante da comissão de transição governamental, o senador Humberto Costa (PT), também cotados para fazer parte do primeiro escalão do governo. Jerry, no entanto, não adiantou em qual Ministério Flávio Dino se encaixaria melhor.

Com o nome badalado nacionalmente e apontado como provável ministro, Dino já foi especulado para o Ministério da Justiça e até para compor o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), porém o presidente eleito ainda não se manifestou se pretende contar com o aliado de primeira hora no Senado ou como ministro, mas é fato que o nome do ex-governador do Maranhão deverá ter papel de destaque na futura gestão de Lula.

Testado e aprovado como gestor, eleito senador sem tomar conhecimento do adversário bolsonarista com mais de dois milhões de votos, o mais votado da história do estado, Dino é hoje nome forte na política nacional, possui estatura para enfrentar grandes desafios, seja no governo ou no Senado e deverá ser voz atuante na defesa do governo que se instará a partir de primeiro de janeiro de 2023.

  • Jorge Vieira
  • 7/nov/2022

Melhor amigo? Weverton Rocha reassume mandato sem dizer se apoiará governo Lula

Após humilhante derrota em sua tentativa de chegar ao Palácio dos Leões e se esconder no segundo turno da eleição presidencial, o senador Weverton Rocha (PDT), reassumiu o mandato na sexta-feira (4), sem dizer uma única palavra sobre a postura que adotará em relação ao governo do presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva. Com o retorno do pedetista ao plenário, Robert Bringel (União Brasil) volta à condição de suplente.

No comunicado que fez através de sua rede social na sexta-feira (4), o ex-candidato do foguete sem marcha ré, que dizia na campanha ser o maior amigo de Luís Inácio Lula da Silva (PT) no Maranhão, mesmo com Lula fazendo campanha pela a reeleição de Carlos Brandão (PSB) e eleição de Flávio Dino (PSB) ao Senado, não parabenizou o presidente eleito e muito menos declarou apoio.

“Reassumo nesta sexta-feira minha cadeira no Senado. Me licenciei para dedicar mais tempo às eleições no Maranhão e retorno na segunda-feira com todo o gás para trabalhar pelo nosso estado e pelo nosso país nesse momento tão importante da nossa democracia”, disse Weverton.

Político de nova geração que enveredou pelo mesmo caminho do ainda senador Roberto Rocha (PTB), que após se eleger pelo grupo liderado por Dino e Brandão rompeu, se lançou candidato a governador e saiu humilhado das urnas, ainda não absorveu o duro golpe de ter ficado em terceiro lugar e perder até para Lahesio Bonfim (PSC).

Weverton volta ao Senado bem menor do que quando saiu para disputar o governo se pintado de favorito, ostentando poderio financeiro, político e escorado em pesquisas fake contratadas a um instituto de beira de rua, amplamente divulgadas por uma emissora de Rádio e TV especialmente preparada para dar sustentação ao projeto pessoal do candidato. De nada adiantou, perdeu até para o desconhecido ex-prefeito do minúsculo município de São Pedro dos Crentes.

Para quem se despediu do Senado mostrando força total e se vendendo como favorito, voltar derrotado de forma humilhante e sem ter a quem culpar não deve ser nada fácil. Mas é provável que, mesmo tendo se escondido no segundo turno, vá bater no gabinete do presidente que está de saída e pedir desculpas pelo que prometeu e não entregou para ter o apoio dos partidos bolsonaristas em sua campanha após romper com Dino e Brandão.

O povo não costuma perdoar traidores na política, Roberto Rocha está aí para servir de exemplo.

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2022

Largado na pista: Bolsonaristas dão como certo Bolsonaro fora de 2026 e têm outro nome

Por  – Revista Fórum – Um bolsonarismo sem Bolsonaro. A impressão que já existia no universo político de centro e de esquerda também se propaga dentro da própria extrema direita e, para muitos, a próxima eleição, em 2026, deve contar com outro nome como candidato do campo reacionário. É o que reporta a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

O séquito mais próximo do futuro ex-presidente, assim como “lideranças” bolsonaristas de diferentes segmentos, como igrejas evangélicas, ocupantes de ministérios da área ideológica e política e donos de veículos de comunicação alinhados ao seu ideário ultraconservador, pensam que o ideal seria tornar Jair Bolsonaro (PL) uma espécie de figura símbolo do movimento, um “presidente de honra”, como Fernando Henrique Cardoso se tornou para o PSDB, em que pese o abismo de diferença existente entre os dois. Alguns deliram e desejam que o chefe de Estado brasileiro mais caótico e isolado da história tenha uma aura de “estadista” construída em torno de si.

Mas os motivos, na realidade, seriam bem outros. Mesmo com uma votação estrondosa, sua toxidade eleitoral (rejeição e comportamento sistematicamente errático) tornam o ex-capitão expurgado de Exército por propor ataques a bomba em troca de aumento de salário um alvo fácil para os adversários, sobretudo após o vexatório mandato no Palácio do Planalto.

Para seguir liderando as alas mais raivosas da direita brasileira, desde que Bolsonaro aceite tornar-se um FHC com mais votos e investido de uma biografia totalmente fake de “estadista”, surge o nome do governador eleito de São Paulo, o ex-ministro Tarcísio de Freitas.

Lira e Centrão já propõem aliança com Lula para isolar bolsonarismo na Câmara
Diante disso, dizem aliados, o bolsonarista que assumirá o Palácio dos Bandeirantes em 1° de janeiro de 2023 precisa realizar um governo de fato bom, para que assim vá pouco a pouco suplantando o ex-chefe, de forma a se tornar uma liderança dessas falanges reacionárias, só que com um espectro mais civilizado e palatável, diferente do selvagem e truculento Jair Bolsonaro.

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