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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 10/nov/2022

Duarte Jr entrega ao presidente Lula carta que pede compromisso com políticas voltadas para a juventude

O deputado federal eleito Duarte Jr esteve em Brasília, na quarta-feira (9), onde encontrou-se com o presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva (PT), para junto com outros deputados eleitos entregar carta que pede comprometimento com políticas voltadas para a juventude. Duarte Jr também participou de reunião com a bancada do PSB que irá compor a próxima legislatura da Câmara Federal.

Duarte Jr assinou uma carta, junto com outros deputados, que pede o comprometimento do próximo governo com políticas voltadas para as juventudes. Um dos compromissos solicitados na carta é o avanço na elaboração do Plano Plurianual 2023-2027, olhando para programas e para a reestruturação da Secretaria Nacional de Juventude.

A carta foi entregue ao presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva. “Junto com outros deputados que representam a juventude brasileira estamos pedindo, desde já, o comprometimento do próximo governo com políticas voltadas para as juventudes. Queremos ensino público de qualidade e inserção no mercado de trabalho, pois entendemos que isto será fundamental para a retomada do crescimento do Brasil a partir do próximo ano”, destaca Duarte Jr.

No Brasil, os jovens representam 23% da população, sendo a maior geração de jovens da história do país. Por isso, os deputados e deputadas que assinaram a carta pedem que esse tema seja tratado com o protagonismo e urgência a partir de 2023.

Outro compromisso de Duarte Jr em Brasília foi uma reunião geral com a bancada do PSB que assume a partir de 1º de fevereiro de 2023. Os deputados e deputadas federais eleitos e reeleitos se reuniram com o atual líder do partido na Câmara, o deputado Bira do Pindaré, para dialogar sobre os trabalhos da Casa.

Bira do Pindaré lembrou que o PSB agora se prepara para uma nova fase de contribuição na reconstrução do Brasil. “É hora da retomada dos caminhos da esperança e da fé”, disse.

Esta foi a segunda viagem de Duarte Jr a Brasília desde que foi eleito deputado federal nas eleições deste ano. Em outubro, ele visitou a Câmara dos Deputados e reuniu-se com lideranças e a direção nacional do PSB, incluindo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

  • Jorge Vieira
  • 10/nov/2022

Cumprimento de Brandão a Weverton foi gesto de civilidade

Derrotado de forma humilhante no primeiro turno da eleição para governador do Maranhão, o senador Weverton Rocha (PDT), que não parabenizou o vencedor e só reapareceu dia 4 de novembro quando anunciou seu retorno às atividades parlamentares no Congresso Nacional, levou um tapa de luva do governador Carlos Brandão (PSB) esta semana no corredor de acesso ao plenário da Câmara Federal.

Brandão o cumprimentou de forma cordial, mostrou civilidade ao trocar algumas palavras com ele, mostrando ao seu ex-oponente que a eleição ficou para trás e o que interessa agora são os interesses do Maranhão, daí sua presença em Brasília para conversar com a bancada maranhense sobre as emendas impositivas que vão garantir ao estado execução de obras para benefício da população.

Fruto da boa relação com a classe política, Brandão conseguiu com a bancada federal a destinação de R$ 25 milhões das emendas impositivas ao estado para dar início às obras de construção do centro de convenções da UEMA e auxílio ao custeio da saúde, benefício este que mereceu o agradecimento do governador pelo esforço dos deputados e senadores.

Eleito em 2018 com o esforço do grupo liderado pelo senador eleito Flávio Dino, o pedetista disse ao reassumir sua cadeira no Senado que havia se licenciado para dedicar mais tempo à campanha para governador e estava retornando com todo gás “para trabalhar pelo nosso estado e pelo nosso país nesse momento tão importante da nossa democracia”. De fato, é isso que se espera dele ao longo do mandato.

Embora não tenha sido parabenizado pela vitória logo no primeiro turno, o que é até protocolar, o governador fez um gesto civilizado ao cumprimenta-lo e espera-se que o ranço por conta da derrota seja diluído em nome dos interesses do Maranhão, ainda que seu oponente no pleito passado tenha feito opção por apoiar o candidato Jair Bolsonaro, da extrema direta com tendência golpista.

Ambicioso, Weverton quis impor um projeto pessoal de poder, achou que já era uma liderança com peso igual a Flávio Dino e Carlos Brandão, se aliou a direta golpista e foi rejeitado nas urnas. Agora, com Lula presidente eleito, tenta se reaproximar e até o parabenizou pela vitória, gesto que não fez em relação ao governador.

Arrogante após ter sido eleito senador, espera-se que o pedetista tenha aprendido a lição.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2022

Deputado Rafael repercute candidatura de Ivo Rezende à presidência da Famem

Em pronunciamento na sessão plenária desta quarta-feira (9), o deputado Rafael (PSB) repercutiu a candidatura do prefeito de São Mateus, Ivo Rezende, à Presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem). De acordo com o parlamentar, o gestor tem aprovação de mais de 90% dos cidadãos são-mateuenses.

“Pelo menos 123 prefeitos demonstraram apoio à candidatura dele à Presidência da Famem. Isso mostra que os gestores estão em sintonia com o governo estadual e que vamos trabalhar com muito mais firmeza para o desenvolvimento do Maranhão”, destacou Rafael.

Bom Lugar – Ainda em seu discurso, o parlamentar parabenizou o município de Bom Lugar pelos seus 28 anos de emancipação política. “Minha gratidão eterna aos bom-lugarenses que acreditam no nosso trabalho. Lá, eu obtive mais de 65% dos votos válidos. Isso nos dá uma responsabilidade muito maior ainda para continuarmos levando mais benefícios à cidade”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2022

Acusado de bater em mulher, Bolsonaro zera orçamento de políticas de combate à violência

Revelações de ex-aliado de Bolsonaro, nesta terça (8), envolvem denúncia de violência doméstica de Jair contra a esposa, Michelle Bolsonaro. Não é a primeira vez que o ainda presidente é acusado de agredir mulheres. Quando deputado, em um programa de TV, Bolsonaro inclusive admitiu que bate em mulher. Essa violência se traduziu também no desmonte das políticas públicas para mulheres que aconteceu em seu governo: cortes de mais de 90% no orçamento das principais políticas, e nenhuma previsão orçamentária para o combate à violência contra as mulheres em 2022 e 2023. Por que será?

O candidato derrotado, ao longo de sua campanha, tentou enganar o povo brasileiro se vendendo como alguém dedicado à família e respeitoso para com as mulheres. No entanto, o histórico de agressões de Bolsonaro às mulheres sempre foi longo e de conhecimento público. Ele nunca fez questão de esconder seu machismo e sua misoginia.

Bolsonaro praticamente zerou o orçamento de 2023 para 47 políticas públicas para mulheres, o que inclui verba para creches e educação infantil (corte de 97,5% em relação a 2022). Jair cortou em 99,6% os subsídios para projetos de interesse social em áreas ruais. Não há nenhuma previsão orçamentária para Políticas de Igualdade e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres

Vale lembrar também que a obrigatoriedade da elaboração do Orçamento Mulher foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias em 2021 pelo Congresso Nacional. Bolsonaro vetou dizendo que isso “contraria o interesse público”, mas os parlamentares derrubaram o veto presidencial.

Relembre as agressões de Bolsonaro a mulheres, que incluem pelo menos dois casos de agressão física (admitidos por ele) e inúmeros comportamentos desrespeitosos e ofensivos contra jornalistas e parlamentares no exercício de suas funções.

Murro e ameaças

O comportamento agressivo e ameaçador de Bolsonaro vem de muito tempo. Episódios ocorridos há muitos anos ajudam a compreender a formação do caráter do homem que hoje governa o país. Durante campanha eleitoral para se reeleger deputado federal, em 1998, Bolsonaro esmurrou por trás a cabeça de Conceição Aparecida, então funcionária da Planajur, empresa de consultoria jurídica que prestava serviços para o Exército. Conceição discutiu com uma apoiadora de Bolsonaro e acabou esmurrada pelo então deputado. Na época, o Jornal do Brasil noticiou a agressão, e o próprio Bolsonaro admitiu ao jornal ter cometido a violência.

Bolsonaro bate em mulher

Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, e mãe do quarto filho do presidente, Jair Renan, também foi vítima de ameaça. Em 2011, a Embaixada do Brasil na Noruega entrou em contato com Ana Cristina para questionar porque ela havia se mudado para o país europeu com o filho, então adolescente, sem uma autorização expressa do pai. Ela, então, disse que havia sido ameaçada de morte por Bolsonaro e questionou se poderia pedir asilo na Noruega. A afirmação de Ana Cristina foi registrada em uma comunicação diplomática e noticiada por diferentes jornais, como a Folha de S. Paulo e o Correio Braziliense.

“Ela queria dar um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”.

Para muitos, uma piada. Para quem enxerga a mulher com um ser digno de respeito, um ato nojento, reprovável em todos os níveis. O presidente da República, sem a mínima vergonha, deu a um jargão jornalístico conotação sexual para insultar a jornalista Patrícia Campos Mello por ter publicado reportagens sobre um esquema de disparo de mensagens em massa contra o PT para favorecer Bolsonaro nas eleições de 2018.

Ele foi condenado em primeira e segunda instâncias. Uma vitória de Patrícia e de todas as mulheres.

“Dá que eu te dou outra. Vagabunda. Chora agora”.

Em 2003, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em frente às câmeras de uma emissora de televisão, o então deputado federal, Jair Bolsonaro, não demonstrou nenhum constrangimento ao insultar a também deputada Maria do rosário, do PT. A parlamentar afirmou que, com seus discursos e posições políticas, Bolsonaro promovia a violência contra a mulher.

O que foi de pronto comprovado. Em resposta, Bolsonaro disse: “Eu sou o estuprador agora? Não vou estuprar você porque você não merece”. Ele ainda chamou a parlamentar de “vagabunda” e a empurrou. Bolsonaro bate em mulher.

Onze anos depois, em 2014, no Plenário da Câmara ele repetiu o ato. Maria do Rosário acabara de fazer um discurso defendendo que os torturadores da ditadura militar fossem responsabilizados. Bolsonaro, que sempre defendeu torturadores, tomou a palavra em seguida e se dirigiu à deputada de maneira agressiva: “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.

No dia seguinte, em entrevista ao Jornal Zero Hora, ele repetiu mais uma vez: “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar porque não merece”.

Por três vezes o então deputado, ao afirmar que a parlamentar “não merece ser estuprada”, admitiu que outras mulheres podem ser. Pela atitude, após recursos que chegaram até o Supremo Tribunal Federal, ele foi condenado a indenizar e se desculpar com Maria do Rosário.

Fraquejada

Talvez de todas as falas machistas de Bolsonaro, a que mais causa repulsa é a em que ele agride a própria filha. “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. A frase mostra que o seu desprezo não se direciona a uma ou outra mulher de quem ele eventualmente discorde ou que seja de espectro político contrário ao dele, mas a todas as mulheres.

Bolsonaro odeia mulheres. Na sua visão, mulheres são fracas, são frutos de um erro, um deslize. À época, Laura, sua filha caçula, tinha apenas seis anos. E já foi alvo da “piada” do pai. Seus irmãos não reprovaram a fala, pelo contrário, consideraram apenas mais uma “brincadeira” do pai.

Discriminação

Em entrevista também durante a campanha presidencial em 2018, Bolsonaro protagonizou um embate com Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional. Questionado pela jornalista sobre declarações anteriores em que minimizou a importância da desigualdade salarial entre homens e mulheres, tentou constranger a profissional insinuando que ela receberia menos que o outro apresentador, Willian Bonner, apesar de exercerem a mesma função.

Antes e depois de eleito Bolsonaro deu inúmeras declarações contra a igualdade de remuneração entre homens e mulheres. Para ele, arranjar emprego pode se tornar “quase impossível” para as mulheres, caso sancione o Projeto de Lei 130/2011, que amplia a multa contra empresas que praticam discriminação salarial contra trabalhadoras. O projeto foi aprovado pelo Senado e tramita agora na Câmara.

Ao jornal Zero Hora, em 2014, disse achar justo uma mulher ganhar menos que um homem para fazer o mesmo trabalho, pois pode engravidar e tirar licença maternidade.

Os argumentos do presidente só reforçam a desigualdade, atacam um direito das mulheres e ameaçam anos de luta por isonomia.

Cala a boca

Por vezes Bolsonaro direcionou sua fúria e preconceito de gênero contra jornalistas, numa clara tentativa de inibir o exercício da imprensa no país.

Em junho de 2021, em Guaratinguetá, questionou pelo fato de ter chegado ao local sem usar máscara, conforme exigia a lei estadual, o presidente mandou a repórter Laurene Santos, da TV Vanguarda, afiliada da Globo, “calar a boca”.

Dias depois, perdeu o controle novamente. Ao ser indagado sobre o atraso de vacinas contra a Covid-19 e o escândalo dos contratos do imunizante indiano Covaxin, o presidente mandou Victoria Abel, da Rádio CBN, voltar para a faculdade, e que ela “deveria na verdade voltar para o ensino médio, depois para o jardim de infância e aí nascer de novo”.

Em outra ocasião, furioso, dirigiu gritos em tom ameaçador à Adriana de Luca, da CNN Brasil. Ele disse: “Você está empregada aonde? (sic). “Pare de fazer perguntas idiotas”. Durante conversa com apoiadores na entrada do Palácio Planalto, Jair Bolsonaro xingou a jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, de “quadrúpede”.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2022

Em Brasília, governador acompanha transição e debate com a bancada federal investimentos para o MA em 2023

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, esteve em Brasília, nesta terça-feira (8), para acompanhar de perto o processo de transição do governo de Jair Bolsonaro para o de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente eleito do país.

O objetivo da agenda institucional na capital federal foi levar o Maranhão para a pauta da transição de governo, disse Carlos Brandão após reunião com o senador Marcelo Castro (PI), relator do Orçamento Geral da União de 2023.

“É um momento de transição. Vim fazer uma visita ao senador Marcelo Castro, uma pessoa que conheço há muito tempo, para entender o que está acontecendo nessa transição, e, naturalmente, trazer o Maranhão para esse debate, para que a gente possa inserir o Maranhão em benefícios que poderão ser definidos”, ressaltou o governador.

Programas sociais e PEC emergencial

Também participaram da reunião com Marcelo Castro, os deputados federais Rubens Pereira Jr. (MA) e João Bacelar (BA) e o senador Wellington Fagundes (MT). Um dos temas centrais do encontro foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “emergencial de transição”, que visa garantir espaço para programas sociais que perderam recursos.

A ideia é repor recursos para programas como o Farmácia Popular e a Merenda Escolar, que sofreram cortes na previsão orçamentária elaborada pelo governo Jair Bolsonaro.

“Estamos acompanhando de perto, a gente vê muita dificuldade na questão orçamentária. Nós apoiamos o presidente Lula, nosso campo todo apoiou e estamos muito esperançosos para que a gente possa realmente levar essas políticas públicas que não estavam chegando”, apontou Brandão.

“Esse momento de transição é do novo governo tomar conhecimento do que está disponível para o ano que vem. A prioridade é que essa PEC seja aprovada para garantir esses compromissos. Esse é um momento de transição e estamos aqui para dar apoio”, completou o governador.

Bancada maranhense: emendas impositivas

O encontro com o senador Marcelo Castro precedeu reunião do governador Brandão com parlamentares da bancada maranhense no Congresso Nacional.

Na reunião com parlamentares maranhenses, Carlos Brandão ouviu as propostas dos deputados para a aplicação de investimentos no Maranhão em 2023.

Um dos assuntos em pauta foi qual será a destinação das chamadas Emendas Impositivas, garantia constitucional que permite que deputados, senadores, Comissão ou a bancada estadual indiquem ações, projetos e obras que o governo é obrigado a executar.

“É lógico que a gente tem as nossas propostas e estamos discutindo aqui não só com o relator da Comissão de Orçamento, mas discutindo também com a nossa bancada”, sublinhou Carlos Brandão.

Para o governador, o momento é de união de esforços entre os poderes constituídos e os debates devem superar as divergências ideológicas e partidárias.

“Estamos em uma relação institucional, democrática, independentemente daqueles que estiveram do nosso lado ou daqueles que estiveram contra a gente. O momento é de unir todo mundo. Esse é um papel que nós estamos fazendo com os prefeitos do Maranhão, com os deputados estaduais e vamos conduzir dessa mesma forma com os deputados federais e senadores”, explicou.

A meta foi ouvir os parlamentares e apresentar as propostas de investimento do Executivo maranhense para 2023.

Com a ausência de apenas dois parlamentares da bancada maranhense, várias entidades e órgão estiveram representados durante o encontro, apresentando pleitos, como a Fundação Antônio Dino, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ministério das Comunicações, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Embrapa Cocais, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), dentre outros.

“A gente sabe que esse recurso é dos parlamentares. Nós vamos ouvir o que eles pretendem fazer para depois nós colocarmos nossas sugestões. Têm recursos na área da Saúde, Infraestrutura, Segurança Alimentar e para o Social. Vamos ver primeiramente o que eles estão pensando. Temos uma cesta de projetos que vamos discutir com eles, mas precisamos saber primeiro o que eles estão querendo destinar para o Maranhão, para a gente sinalizar a nossa posição”, afirmou Brandão.

Saúde é prioridade

Carlos Brandão defendeu o amplo debate para garantir que recursos das emendas impositivas cheguem “na ponta”, ou seja, à população. Ele ouviu as sugestões dos parlamentares e ressaltou a importância da destinação de verbas para a Saúde. “O que vocês puderem nos ajudar, estamos à disposição”, disse o governador, lembrando que a estrutura de saúde pública do Maranhão foi sensivelmente requalificada nos últimos sete anos, com a entrega de 17 Policlínicas, 31 Hospitais Macrorregionais e dezenas de obras em hospitais municipais.

Governadores e Lula

Ainda de acordo com Carlos Brandão, apesar dos debates já iniciados sobre a destinação do orçamento público para o próximo ano, o presidente eleito sinalizou interesse em reunir com os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal.

“O presidente Lula falou que irá fazer uma reunião com todos os governadores, independente da questão político-partidária e ideológica, para que cada um dos governadores apresente quatro ou cinco projetos estruturantes e debatamos de que forma a gente pode fazer essa parceria”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2022

Caminha para aclamação eleição de Ivo Resende para presidente da  Famem

Um grande encontro de chefes de executivos municipais aliados do governo Carlos Brandão (PSB) ocorrido na noite desta terça-feira (8) numa casa de eventos em São Luís para o lançamento da candidatura do prefeito de São Mateus à presidente da FAMEM (Federação dos Municípios do Maranhão) mostrou a força do grupo e a confirmação de que a eleição, dia 21 próximo, acontecerá por aclamação.

Com as presenças do secretário Chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, do articulador da eleição de Resende, secretário de Articulação Política, Rubens Pereira, do vice-governador eleito Felipe Camarão e parlamentares eleitos ou que ainda estão no mandato, o encontro deu a largada para concretização do consenso que está sendo articulado. O prefeito de São Mateus saiu do encontro praticamente consagrado como novo presidente da entidade.

Segundo Sebastião Madeira, tudo caminha para o consenso. A opinião também é compartilhada por Rubens Pereira, que vem comandando reuniões do grupo e costurando a unidade. Pereira, inclusive, recepcionou os prefeitos que atenderam o convite e compareceram em massa para prestigiar o candidato que será eleito, pois até o momento não há concorrente.

O grupo que comandava a Famem, liderado pelo prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, braço direito do senador Weverton Rocha (PDT), derrotado na eleição para governador, ficando em terceiro lugar, se esfacelou ao ponto de não ter condições sequer de indicar um nome para participar do pleito.

Sem concorrência e com um grupo coeso, a chapa liderada por Ivo será aclamada. Segundo o vice-governador eleito, Felipe Camarão, o evento de lançamento da candidatura do prefeito de São Mateus mostra que o momento é de união e parceria. E este foi o tom dos discursos da solenidade que encaminhou o consenso em torno da chapa “É Tempo de Unidade” liderada por Ivo.

A nova Mesa Diretora que será eleita para biênio 2023/2024 somente tomará posse no início de 2023, mas o processo eleitoral está sendo realizado para facilitar a transição e garantir que mais prefeitos possam participar, uma vez janeiro é um mês no qual muitos gestores tiram suas férias.

O edital de convocação datado de 27 de outubro é assinado pelo atual presidente da Famem, prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier, que designou os membros da comissão eleitoral. Todas as normas referentes às eleições estão publicadas no website e no Diário Eletrônico da instituição.

  • Jorge Vieira
  • 8/nov/2022

Atos antidemocráticos: Flávio Dino defende aplicação da lei contra criminosos

Senador eleito pelo Maranhão, o ex-governador Flávio Dino (PSB) tem usado as redes sociais para condenar o que considera esdruxulo movimento de bolsonaristas que insistem em tentar contra a democracia e se recusam a aceitar o resultado das urnas. Um desses supostos patriotas acabou virando piada internacional ao se agarrar no limpador de parábrisa de um caminhão vestido de amarelo e mais recente criminosos travestidos de militantes chegaram a agredir policiais rodoviários federais.

“Estamos diante da esdrúxula situação de supostos patriotas não respeitarem e agredirem o Poder Judiciário e a Polícia. É hora de restaurar a autoridade da lei contra criminosos”, observou Dino diante da insistência de bolsonaristas em não respeitar o resultado das urnas e quere se impor mesmo sendo minoria.

A manifestação de Flávio Dino rendeu muitos comentários, todos condenando o movimento de extrema direita quer fazer prevalecer seus objetivos na base da força e da intimidação. “São patriotas  que escrevem suas faixas em inglês… Para a piada internacionalizar mais facilmente”, disse um internauta.

Outro seguidor do ex-governador do Maranhão enfatizou que “eles querem criar uma situação para justificar a loucura de querer as Forças Armadas nas ruas. E as forças de segurança  estão assistindo passivamente. O grande lance é que nós, que não somos força de segurança e nem fascistas, ficarmos de fora e deixar eles se resolverem.

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