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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 12/dez/2022

Após humilhante derrota para o governo, Weverton quer distância da eleição da Mesa da Assembleia

Derrotado na eleição para governador do Maranhão de forma humilhante após campanha ostentação regada, segundo a Revista Piauí, a orçamento secreto, o senador Weverton Rocha (PDT), sem menor possibilidade de interferir na eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, disse hoje que não pretende se envolver na disputa pelo comando da Casa. Quer evitar novo vexame, com certeza e ficar ainda menor depois de medir forças com Carlos Brandão e Flávio Dino e sair das urnas do tamanho de um pigmeu.

Já sem a arrogância da véspera da eleição, quando imaginava ter se constituído em nova liderança sem levar em conta o esforço pessoal do então governador Flávio Dino para elegê-lo senador em 2018, Weverton, desta vez prefere não pagar para ver outro revés e comprometer ainda mais seu futuro político, pois terá na próxima eleição a provável concorrência do governador Carlos Brandão e a senadora Eliziane Gama (Cidadania) disputando a reeleição, provavelmente em companhia de Brandão, já que serãp duas cadeiras em disputa.

Político que abriu dissidência e se afastou do grupo liderado pelo governador reeleito e pelo senador eleito Flávio Dino, já anunciado com ministro da Justiça do futuro governo de Luís Inácio Lula da Silva a partir de primeiro de janeiro, o senador do PDT, partido que elegeu apenas quatro parlamentares, mesmo somado aos cinco deputados eleitos pelo PL, legenda comandada no estado pelo polêmico Josimar de Maranhãozinho, não tem a menor condição de meter o bedelho na eleição da Mesa Diretora da Assembleia, que caminha para renovação do mandato de Othelino Neto (PCdoB).

Numa entrevista concedida hoje ao Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, das TV Mirante, disse que não se envolverá em apoio a nenhum dos candidatos. A decisão serve mais para evitar um novo fracasso, já que a bancada que apoia o governo de Carlos Brandão tem maioria suficiente para reconduzir Othelino Neto a um novo mandato ou apontar um outro nome do grupo, como vem sedo ventilado nos bastidores do legislativo.

O senador, que já sentiu o peso da pata dos leões, não quer arriscar, pois já deve ter sentido que sua liderança é restrita ao PDT, legenda que tomou da família Lago e a transformou numa sigla nanica, sem menor relevância na política estadual.

  • Jorge Vieira
  • 12/dez/2022

Já anunciado como ministro da Justiça, Flávio Dino deve fechar o cerco contra grupos golpistas

O ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) foi anunciado como o futuro ministro da Justiça no novo governo Lula (PT). Em suas primeiras declarações, Dino deixou claro que uma de suas prioridades é o combate aos crimes contra o Estado Democrático de Direito e que deve fechar o cerco contra grupos golpistas.

“Há grupos financiando a tentativa de cometimento desse tipo de delito. Estamos diante de uma situação concreta que não sabemos por quanto tempo ele vai alongar”, disse Flávio Dino ao UOL.

Indicação de Flávio Dino para a Justiça é festejada por delegados da Polícia Federal
Uma das estratégias pensadas por Flávio Dino é utilizar as informações do inquérito sobre os grupos antidemocráticos elaborada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “É uma possibilidade que depende de decisão do relator no STF (ministro Alexandre de Moraes). Se ele autorizar, certamente serão informações muito importantes para a Polícia Federal executar suas atribuições legais”, explicou Dino.

Revogaço – Dino afirmou ainda que proposta técnica de revogação do conjunto de legislações que flexibilizaram o acesso a armas e munição estará pronta na próxima segunda (12), data da diplomação dos candidatos eleitos em 2022. A partir de então, diz que a missão dada por Lula é de elaborar uma nova regulamentação. Em seguida defendeu o estabelecimento de uma cultura da paz, argumentando que o armamentismo propicia crimes de ódio, violência nos lares e escolas. “Todas as pessoas serão desarmadas? Não. Todos os clubes de tiro serão fechados? Também não. O que o presidente Lula determinou é o fim dos abusos, é o fim do liberou geral”, detalhou.

Durante a entrevista coletiva, Lula disse que há intenção de desmembrar a pasta comandada pelo ex-governador do Maranhão, criando o Ministério da Segurança Pública separado do Ministério da Justiça, mas deixou claro que não será no início do governo. “Vamos primeiro arrumar a casa”, disse. Para Flávio Dino, isso será uma questão a ser debatida durante a gestão, em diálogo com estados e municípios. Fez questão de destacar diretrizes fixadas pelo presidente eleito para o ministério em seu anúncio, como a retomada do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP).

Perguntado por um jornalista se a segurança pública permanecerá sendo feita pela Polícia Federal, como tem sido atualmente, ou se passará “para o Gabinete de Segurança Institucional do General Heleno”, Dino foi taxativo: “primeiro que o GSI não é do general Heleno, ele sairá no dia 31 de dezembro e é claro que a instituição continua”.

Ele ainda afirmou que a Polícia Federal está pronta para seguir fazendo a segurança de Lula, como o delegado Andrei Rodrigues tem feito, e deixou claro que a definição compete ao próprio presidente da república. Rodrigues foi anunciado para assumir o comando da Polícia Federal na própria gestão. Em seguida, o futuro ministro disse que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) será “recuperado no que se refere aos seus compromissos legais, ou seja, essa politização indevida irá cessar”. (Revista Fórum)

  • Jorge Vieira
  • 12/dez/2022

Diplomação de Lula nesta segunda-feira encerra processo eleitoral de 2022

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta segunda-feira (12), a partir das 14h, a cerimônia de diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). O diploma garante, perante ao Congresso Nacional, que Lula e Alckmin estão habilitados a tomar posse e exercer o mandato determinado pelas eleições democráticas, a partir de primeiro janeiro de 2023.

Com a espinha dorsal do governo praticamente montada, Lula assumirá pela terceira vez o comando do país em janeiro, mas a emoção de comandar o país continua sendo a mesma de 2002 quando foi eleito pela primeira vez. “Eu me emocionei muito na minha primeira diplomação como presidente em 202. Amanhã (hoje) viveremos juntos essa emoção mais uma vez”, disse o novo presidente em sua rede social neste domingo.

A grande expectativa dos maranhenses que concederam a terceira maior votação a Lula é presença senador eleito Flávio Dino, que assumirá o Ministério da Justiça e já anunciou que terá como uma de suas prioridades o combate ao crime contra o Estado Democrática de Direito. Atualmente, ainda por conta do resultado da eleição, um grupo antidemocrático continua concentrado nas portas dos quarteis defendendo golpe militar, numa verdadeira afronta à democracia.

Segundo Dino declarou ao jornalista Chico Alves, do portal UOL, há grupo financiando cometimento desse tipo de delito e deverão ser tratados de acordo com que rege a Constituição no Estado Democrático de Direito. Dino disse que não descarta a possibilidade de procurar o Supremo Tribunal Federal para solicitar informações sobre organizações criminosas com fins antidemocráticos.

O Brasil da esperança, que venceu o ódio de um governo golpista que recolocou o país no mapa da fome, desdenhou da população no momento mais crítico da pandemia da Covid19, negou vacina, acabou com os órgãos de fiscalização do meio ambiente e permitiu a destruição da floresta amazônica, começa se materializar a partir de hoje com a diplomação de Lula e Alckmin.

A diplomação é o reconhecimento do resultado das urnas, da vontade soberana do povo brasileiro que elegeu Lula, e marca o fim do processo eleitoral de 2022, que varreu do país Jair Bolsonaro e seu governo incompetente, marcado pelo ódio destilado dos seus apoiadores e que nada fez de positivo pelo Brasil.

  • Jorge Vieira
  • 10/dez/2022

PCdoB faz balanço das eleições 2022 e bancada estadual reafirma compromisso com a recondução Othelino na Assembleia

O Comitê Estadual do PCdoB reuniu neste sábado (10), em São Luís, sob o comando do presidente estadual do partido, deputado federal reeleito Márcio Jerry para fazer um balanço sobre o resultado das eleições de 2022, fazer avaliação sobre a atual conjuntura e planejar a legenda para 2023.

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), participou do evento, que ainda contou com a presença da secretária Nacional de Organização do PCdoB, Nádia Campeão, além do vice-governador eleito Felipe Camarão (PT), os deputados estaduais Ricardo Rios (PCdoB), Ana do Gás (PCdoB) e os eleitos Rodrigo Lago (PCdoB) e Júlio Mendonça (PCdoB).

Othelino Neto falou sobre o desempenho do PCdoB nas últimas eleições e a contribuição que o partido tem dado ao Maranhão para a continuidade das boas políticas públicas.

“Um encontro muito positivo, no qual fizemos um balanço do resultado das eleições em que o PCdoB, além de ter sido muito importante para a vitória do governador Carlos Brandão e do senador Flávio Dino, ainda elegeu uma bancada de cinco deputados estaduais e reelegeu o presidente do partido, deputado federal Márcio Jerry. Também discutimos os desafios para o próximo ano, as eleições municipais de 2024 e fizemos uma análise daquilo que é o principal: continuarmos influenciando nas boas políticas públicas para o nosso estado”, ressaltou o chefe do Legislativo maranhense.

O presidente do Diretório Estadual do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, destacou a atuação do partido no Maranhão, no último pleito. “Essa é uma reunião muito importante, na qual também preparamos todo o processo que culminará com a renovação da direção do partido ao longo de 2023. Portanto, um momento para discutirmos os temas da política do nosso estado, reforçando sempre a caminhada e a luta do PCdoB no Maranhão”, completou.

Presente ao encontro, a secretária Nacional de Organização do PCdoB, Nádia Campeão, também falou sobre o desempenho da legenda nas eleições.

“Viemos celebrar com o nosso partido no Maranhão a belíssima vitória que obtivemos. Tivemos resultados muito bons nas últimas eleições. Mas, além disso, estamos aqui para discutir esse momento novo que o nosso país vai viver a partir de 1º de janeiro, que é muito animador, mas também de muitos desafios”, disse Nádia Campeão.

Recondução de Othelino à presidente da Assembleia

A bancada estadual do PCdoB, composta de cinco deputados, fechou questão e reafirmou compromisso em torno da recondução do deputado Othelino Neto à presidência da Assembleia Legislativa.

Segundo publicou em sua rede social o deputado estadual eleito Rodrigo Lago, durante a reunião do Comitê Estadual, realizada neste sábado, a bancada do partido reafirmou a unidade em torno de Othelino.

“Excelente reunião da bancada do PCdoB na Assembleia durante encontro do Comitê Estadual do partido! Reafirmamos a unidade no legislativo, com todos os cinco deputados estaduais, em torno da recondução do presidente Othelino Neto ao comando da Casa e apoio ao governo de Carlos Brandão”, disse Rodrigo Lago.

  • Jorge Vieira
  • 10/dez/2022

Deputado Neto Evangelista tem contas de campanha aprovadas pelo TRE-MA

O deputado estadual eleito Neto Evangelista (União Brasil) teve as suas contas de campanha aprovadas por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), conforme parecer divulgado na quarta-feira (7).
De acordo com o órgão, os custos de campanha de Evangelista, foram analisados e aprovados pela justiça eleitoral, permitindo a diplomação do parlamentar que acontecerá no próximo dia 17, no Centro de Convenções, no Multicenter Sebrae, em São Luís.
“Vou para o meu quarto mandato e a responsabilidade fiscal sempre foi uma preocupação ao longo de toda minha trajetória política. A aprovação das minhas contas só demonstra que sigo conduzindo todos os pleitos com muita lisura e retidão”, afirmou.
Neto Evangelista foi reeleito em outubro deste ano com mais de 50.000 votos, que o consagraram como um dos dez parlamentares mais votados no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 10/dez/2022

Mesmo com entrada de Iracema Vale no páreo, Othelino mantém favoritismo na disputa pelo comando da Assembleia

A eleição para presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa que caminhava para o consenso em torno do atual presidente Othelino Neto (PCdoB), teve mudança brusca com a entrada oficial da deputada eleita Iracema Vale (PSB) na disputa e uma série de declarações de apoio de parlamentares da base governistas, inclusive do líder, deputado Rafael (PSB), que desistiu da candidatura e manifestou apoio à ex-prefeita de Urbano Santos em rede social.

Embora a confirmação da candidatura da parlamentar tenha gerada forte repercussão nos bastidores da sucessão da Assembleia e especulação de que o Palácio dos Leões estaria incentivando-a, é fato que atual presidente da Casa avançou muito em suas articulações e disse em entrevista à TV Mirante nesta sexta-feira (8) que conta com o apoio de 25 parlamentares e espera mais três.

Muito se  tem falado em consenso e o próprio governador já manifestou o desejo de ocorrer na eleição da Assembleia o mesmo que aconteceu na eleição para presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) quando o prefeito de São Mateus Ivo Resende (PSB), com ajuda do Palácio dos Leões, conseguiu fazer a unidade e ser eleito por unanimidade, mas pelo visto, desta vez o processo será mais complicado.

Othelino tem falado aos mais próximos que não tem e menor intenção de desistir de lutar por mais dois anos no comando da Casa, assim como diz ter em mãos uma carta com a assinatura de 25 parlamentares apoiando sua candidatura, mas a história das eleições no Poder Legislativo apontam que o Palácio dos Leões sempre ajudou fazer o presidente mobilizando sua base.

É verdade que o governador Carlos Brandão ainda não se manifestou sobre apoio a candidatura e, ao que tudo indica, não desistiu de uma candidatura de consenso, mas o fato do deputado Rafael, líder do governo, ter desistido da disputa e declarado apoio a Iracema Vale deixou a suspeita de que o governador entrou no jogo sucessório a favor da parlamentar e teria incentivado.

Apesar do movimento firme da parlamentar na sucessão da Mesa Diretora e manifestações de apoio de deputados em redes sociais, o presidente Othelino continua confiante, favorito e busca ampliar sua base de apoio. Resta saber se construirá o consenso em torno do seu nome ou vai bater chapa.

Othelino, pelo tom da entrevista que deu ao Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, não se sentiu ameaçado pela confirmação da candidatura da deputada, reagiu com tranquilidade, disse que já contar com o apoio de 25 parlamentares, espera ampliar para 28 e ainda acredita num grande entendimento em torno do seu nome para mais um biênio no comando do Poder Legislativo.

  • Jorge Vieira
  • 9/dez/2022

Dino anuncia a indicação de Andrei Rodrigues à chefia da Policia Federal

Estadão – Anunciado ministro da Justiça, o senador eleito Flávio Dino anunciou na manhã desta sexta-feira, 9, a indicação do delegado Andrei Rodrigues como novo chefe da Polícia Federal. Dino disse que a escolha para diretoria-geral da PF levou em consideração a ‘necessidade de restauração da plena autoridade e legalidade’ na corporação e a experiência profissional do delegado, que já foi Secretário Extraordinário de Grandes Eventos.

“Conversei longamente com o delegado Andrei e levei ao presidente Lula. Claro que ele reiterou a autorização para que eu fizesse o anúncio, assim como haverá anúncios de outros cargos, buscando a compreensão da experiência profissional, da capacidade de liderar contingentes e de fazer com que a hierarquia e disciplina voltem como valores fundantes de uma polícia da legalidade e do Estado democrático de direito. Essa foi a razão pela qual o presidente Lula autorizou que eu prosseguisse com essa indicação do delegado Andrei”, afirmou durante a divulgação dos primeiros ministros pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

O delegado escolhido foi chefe da segurança de Lula na campanha, faz parte da equipe de transição e também atuou na segurança da ex-presidente Dilma Roussef. O trabalho de Andrei Rodrigues durante a segurança de Lula nestas eleições, além de sua atuação como delegado da PF, foram destacados por Dino.

“Nós levamos em conta, sobretudo, a necessidade de restauração da plena autoridade e da legalidade nas polícias, também a experiência profissional comprovada, inclusive, na Amazônia brasileira, uma vez que o delegado Andrei exerceu as suas funções na Amazônia, que é uma área estratégica”, comentou Dino. “O delegado Andrei participou do diálogo com os Estados e municípios, foi secretário extraordinário de grandes eventos, participou da preparação da Copa e da Olimpíada.”

Dino também procurou destacar que o governo federal terá diálogo com toda a categoria. “Eu quero consignar aos policiais, suas famílias e a todos os profissionais de segurança pública que o presidente Lula determinou que, na transição e também no exercício de governo, nós estejamos muito próximos. Não há nenhuma razão para não haver amplo diálogo com todos os profissionais da segurança pública e isso vai ocorrer, por determinação do presidente Lula.”

Dino disse que caberá ao presidente eleito definir como ficará sua segurança pessoal. Há preocupações com a atuação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), atualmente sob o comando do general Augusto Heleno, e que tem entre suas funções dar segurança ao presidente da República. Indagado sobre o tema, Dino assegurou que o futuro governo pretende recuperar a instituição. “O GSI não é do general Heleno. Ele sairá no dia 31 de dezembro. Temos certeza que o GSI será recuperado e que a politização indevida irá cessar”, disse o futuro ministro.

Repercussão

O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Marcos Camargo, parabenizou Dino e Adnrei, destacando que ‘ambos possuem as qualidades necessárias para exercer as funções’.

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