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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

“Cada um que guarde suas convicções pessoais para seu voto em 2026”, diz Dino sobre militares bolsonaristas

247 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), afirmou que o governo Lula (PT) tem dois desafios no relacionamento comas Forças Armadas: levar à caserna a compreensão de que os deveres legais superam as opções políticas e, a longo prazo, estreitar a relação com as Forças Armadas. “Que ninguém confunda seu voto com seu dever constitucional. Infelizmente aconteceu isso. Vimos em imagens pessoas que deixaram de cumprir seus deveres legais em razão das suas opções ideológicas, políticas ou eleitorais. Isso não pode acontecer e essa é a posição que o governo está deixando bem evidenciada com esta atitude firme de combate em relação a esses atos terroristas e essa prevaricação que pode acontecer em alguns casos. Temos no futuro o desafio de estreitar essas relações, mostrando que nós temos uma plena compreensão quanto ao papel nobre das Forças Armadas, das forças policiais, e queremos uma relação produtiva, de diálogo, uma relação proveitosa, em favor da sociedade. O presidente Lula tem muita competência, habilidade política e com certeza o conjunto do nosso governo vai agir nessa direção. Aqueles que não quiserem entender o trilho da legalidade terão, obviamente, as punições que a lei manda”.

“Cada um que guarde suas convicções pessoais para seu voto em 2026, quando haverá nova eleição e cada um poderá votar livremente. Agora, nós queremos avançar muito no Ministério da Justiça com uma pauta em favor do Sistema Único de Segurança Pública, para reduzir indicadores de criminalidade, a violência, e claro que as polícias são fundamentais”, completou.

O ministro também comentou a troca no comando do Exército. O presidente Lula (PT) substituiu Júlio César de Arruda por Tomás Miguel Ribeiro Paiva. A troca, segundo ele, instaura “condições boas para um pleno diálogo que deve existir entre as instituições civis e militares. É o que nós desejamos, é o que a Constituição manda, que todos trabalhemos juntos, cada um dentro da sua missão. Eu mesmo tenho participado de várias reuniões, estiver em Roraima com o presiddente Lula, vi o empenho de muitos integrantes das Forças Armadas para prover alimentos aos indígenas vítimas de genocídio. Por isso, acredito que uma pauta de trabalho é essencial para que a gente possa avançar e, com isso, melhorar a vida do povo, sempre buscando essa parceria, inclusive com as Forças Armadas”.

Perguntado sobre uma discussão acalorada que teria tido com o general Arruda na noite do último dia 8, quando o militar impediu que os terroristas bolsonaristas fossem presos no acampamento golpista montado em frente ao quartel do Exército, Dino confirmou o diálogo, mas negou que esta tenha ocorrido “nestes termos” de briga. “De fato houve uma divergência, que é pública, sobre o modo como haveria o combate a esses terroristas. Eu diria que o final foi bom, no sentido de que as prisões foram executadas. Havia sim uma diferença de opinião, eu fiz ver naquele momento quanto à necessidade da realização de prisões em flagrante, uma vez que é um dever inscrito no Código Penal. Houve apenas uma mudança de horário em razão da tensão dessa reunião que houve, mas o principal foi atendido, ou seja, as prisões foram realizadas e o desmonte dos acampamentos. Página virada, vamos tratar para a frente”.

O ministro afirmou que o golpismo, que mostrou sua cara mais raivosa no dia 8 de janeiro, é “uma página em superação”. “Infelizmente houve um certo impulso no passado a essas manifestações exóticas. Graças a Deus é uma página em superação. Acredito que esse erro político, grave, nunca mais vai se repetir, porque as consequências foram terríveis, deletérias. Prefiro acreditar que é uma página virada e nós precisamos consolidar a democracia e cumprir a lei. Eram acampamentos ilegais, foram removidos. Agora precisamos cuidar do país, tratar de investimento, de produção e, obviamente, entregar ao poder Judiciário para o julgamento daqueles que cometeram crimes”.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

Sem ministério ou liderança, Roseana voltará ao congresso no baixo clero

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB), eleita deputada federal, após uma breve afastamento da vida pública, retorna a partir de primeiro de fevereiro à Câmara Federal, porém sem o brilho dos tempos do pai presidente ou quando anotou em sua agenda o número de parlamentares necessários para o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo.

Roseana até que se insinuou para governo do presidente Lula quando reclamou a presença de mais mulheres nos ministérios e criou fake News em torno do um suposto convite que teria recebido do petista para comandar a liderança do governo na Câmara dos Deputados, desinformação passada através de blog. O cargo acabou entregue por Lula ao deputado José Guimarães (PT-CE).

A parlamentar, que esperava obter uma enxurrada de votos, elevar a bancada federal do MDB e chegar no Congresso respaldada pelas urnas para reinar como antes, acabou se deparando com a triste realidade e, ao contrário do planejado, quase não se elege; por muito pouco não foi ultrapassada pelo deputado Hildo Rocha (MDB), o que seria um grande vexame para quem governou o Maranhão por quatro mandatos.

Filha de José Sarney, que já foi o maior político do Maranhão e do país, mas que foi colocado na aposentadoria pelo tempo e se tornou apenas conselheiro no partido, Rosena nem de longe lembrar a “guerreira” que tomou na marra o mandato perdido para Jackson Lago em 2006 e recuperado em 2009 no maior golpe judicial contra um governante legitimamente eleito.

Ao contrário da bancada robusta que seria fruto do caminhão de votos, algo em torno de 300 mil, que poderia ajudar a eleger Hildo Rocha, João Marcelo e até Edinho Lobão, Roseana não entregou o que prometeu e chegará à Câmara sozinha e sem nenhum emedebista maranhense a lhe fazer companhia na bancada.

Os ventos que sopram hoje em Brasília são outros.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

Com Iracema consolidada na presidência, cresce disputa por cargo na Mesa da Assembleia

Faltando pouco mais de uma semana para a eleição da deputada Iracema Vale (PSB) como nova presidente da Assembleia   Legislativa do Maranhão, cresce a disputa por cargo na Mesa Diretora. A primeira vice-presidência , por exemplo, está sendo disputada pelos deputados Rodrigo Lago (PCdoB), Ana do Gás (PCdoB) e Andrea Resende (PSB), todos da base de sustentação do governo Carlos Brandão (PSB), que já avisou que não se envolverá na composição dos demais cargos.

Ao todo são nove integrantes da Mesa, sendo que a presidência já está garantida para Iracema Vale, parlamentar de primeiro mandato que chega fazendo história por ser a primeira mulher que irá comandar a Casa. A ascensão da deputada ao posto máximo de comando do Palácio Manuel Beckman contou o apoio decisivo do Palácio dos Leões para a formação do consenso em torno do seu nome, o que inviabilizou o projeto do atual presidente Othelino Neto, que pretendia ficar mais um mandato.

Mesmo contando com a colaboração do Palácio dos Leões, a ex-prefeita de Urbano Santos mostrou muita habilidade para o convencimento dos seus futuros colegas de plenário, facilitado logicamente pelo apoio do governador Carlos Brandão, que se empenhou para formação do consenso em torno do seu nome e até no processo de articulação que proporcionou a retirada da candidatura do atual presidente, deputado Othelino Neto (PCdoB).

A cabeça da chapa está definida, porém os outros oitos cargos (quatro vice-presidente e quatro secretários) ainda estão por serem definidos e esta semana está sendo considerada fundamental para as definições por conta do pouco tempo que ainda resta. Por conta da proximidade da eleição, será dia primeiro de fevereiro,, os bastidores no legislativo estão fervilhando. Os maiores partidos desejam mais espaço na Mesa, mas o histórico indica que sempre sobra uma vaga para a oposição.

Se não chegarem a um acordo até o final desta semana, tudo indica que haverá concorrência para alguns cargos, principalmente após o governador afirmar que não pretende se envolver mais e ter dado por encerrada sua contribuição ao processo de formação da unidade que vai proporcionar a Iracema ser a primeira a presidir o Poder Legislativo do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2023

Dilma responsabiliza Bolsonaro pela tragédia dos Yanomami

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) foi ao seu perfil oficial no Twitter no domingo (22) para fazer a mais direta, clara, explícita e forte acusação contra o também ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em decorrência da tragédia humanitária da etnia indígena Yanomami, que circula o mundo desde o fim de semana, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitar o estado de Roraima e constatar a existência de um verdadeiro genocídio contra esse povo originário, que sofre com graves doenças, desnutrição em níveis brutais, contaminações e todo tipo de violência imposta por garimpeiros da região.

As fotos dos indígenas, sobretudo de mulher, crianças em idosos, com aspecto famélico e cadavérico, rodaram o mundo e desnudaram a face mais cruel e criminosa do governo que deixou o Planalto há menos de um mês. Dilma afirmou que Jair Bolsonaro é o autor do que classificou também como genocídio, cuja causa inicial seriam as políticas da antiga gestão extremista que privilegiou os desmandos nos garimpos da área.

“Foi preciso que Lula, um presidente da República humano, sério e ciente de seus deveres, visitasse um hospital indígena de Roraima para que viesse à luz em todo o seu horror a catástrofe humanitária a que estão sendo submetidos os Yanomami. O genocídio Yanomami tem provas – 570 crianças desta etnia morreram de fome e de contaminação por mercúrio. Tem motivação – a cobiça de garimpeiros que invadiram suas terras. E tem autor – Jair Bolsonaro, que defendeu a invasão e negou assistência médica aos indígenas. Um povo ancestral está sendo dizimado porque 21 ofícios denunciando a tragédia e pedindo ajuda foram ignorados pelo governo anterior. Lula vai garantir-lhes a necessária proteção. Todos os responsáveis, Bolsonaro inclusive, devem ser processados, julgados e punidos por genocídio”, disparou Dilma na rede. (Revista Fórum)

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2023

Dino diz que PF vai investigar indícios de genocídio do povo Yanomami

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que acompanhou o presidente Lula na visita à Roraima, estado onde se encontra locada a reserva do povo Yanomami, encaminha oficio nesta segunda-feira (23) à Polícia Federal no qual solicita seja investigado suposto crime de genocídio e outros crimes contra os indígenas.

“Em relação aos sofrimentos criminosos impostos aos Yanomamis, há forte indícios de crime de genocídio e outros crimes, que serão apurados pela Polícia Federal, conforme ofício que enviarei na segunda-feira (23)”, anunciou o ministro através de sua rede social, no sábado (21).

Dino, que acompanhou o presidente para verificar possíveis ações de emergência sanitária ao povo Yanomami, classificou como criminoso o sofrimento imposto aos indígenas e prometeu encaminhar nesta segunda-feira ofício para que a PF apure possível crime de genocídio, entre outros crimes.

O presidente Lula, após ver de perto a crise sanitária que se abateu sobre os yanomamis após quatro anos de abandono pelo governo do ex-presidente Bolsonaro, prometeu dar dignidade ao povo Yanomami. E a primeira providência anunciada pelo presidente foi levar médico à aldeia para atender a comunidade.

“Eu disse para a ministra que a saúde deve ir lá na aldeia e não esperar que eles venham aqui na cidade. Uma das formas para resolver isso é que a gente monte plantão da saúde nas aldeias”, afirmou o presidente.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, classificou a situação dos indígenas como uma emergência sanitária e confirmou que deve mandar médicos para a aldeia nesta segunda-feira.

Durante o pronunciamento, Lula também criticou a gestão do ex-presidente Bolsonaro “se ao invés de fazer tanta motociata, tivesse vergonha e viesse aqui, quem sabe esse povo não tivesse abandonado como está”, observou Lula.

  • Jorge Vieira
  • 21/jan/2023

Crise humanitária: Flávio Dino e Sonia Guajajara acompanharão Lula na visita aos Yanomamis

O ministro da Justiça e Segurança Pública, ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB) e ministra dos Povos Indígenas Sonia Guajajara vão acompanhar o presidente Lula na visita que fará hoje Roraima, estado em que o Ministério da Saúde decretou estado de emergência para combater a falta de assistência aos índios Yanomami, que enfrentam uma crise sanitária e humanitária.

“Acompanharei hoje (21) o presidente Lula em sua visita a Roraima, a fim de verificar possíveis ações em face de emergência sanitária atingindo a população yanomami”, informou o ministro em sua rede social. Lula terá também em sua companhia a ministra dos Povos Indígenas Sonia Guajajara para, seguindo ela uma ação emergencial interministerial.

Segundo o Ministério dos Povos Indígenas informou ao portal UOL, 570 crianças yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, destruição e fome por conta dos impactos do garimpo ilegal na região.

“Nos últimos quatro anos a população yanomami passou por desassistência e dificuldade de acesso aos atendimentos de saúde. Casos de desnutrição e insegurança alimentar, principalmente entre as mais de cinco mil crianças da região, foram registrados. Profissionais de saúde relatam falta de segurança e vulnerabilidade para continuar atendimentos, dificultando ainda mais a assistência médica aos indígenas”, afirma o Ministério da Saúde.

Para a senadora Eliziane Gama (Cidadania), através de sua rede social disse que “a fome e desnutrição das crianças yanomamis são reflexo direto da negligencia e da maldade do governo Bolsonaro com as populações indígenas. Fora quatro anos de falta de assistência e descaso do poder público. Sonia Guajajara e Lula contem comigo para mudar essa história”.

  • Jorge Vieira
  • 20/jan/2023

Brandão e demais governadores do Nordeste se unem na elaboração de projetos para a presidência da República

Nesta sexta-feira (20), no Centro de Convenções de João Pessoa, na Paraíba, o governador Carlos Brandão esteve reunido com os governadores do Consórcio Nordeste para discussão das principais ações estruturantes a serem apresentadas ao presidente da República, Lula da Silva, e que beneficiem a região em conjunto.Durante o diálogo, os governadores destacaram a necessidade de estratégias coordenadas do Nordeste no combate à fome, para a geração de emprego e renda, além de pautas como energias renováveis.Na oportunidade, além do relatório de atividades, estrutura e mecanismos de funcionamento do Consórcio Nordeste, foi apresentado aos governadores eleitos e reeleitos o Projeto Nordeste 2023-2033 pela especialista em desenvolvimento regional, economista e socióloga Tânia Bacelar.“Momento de priorizarmos e definirmos juntos as pautas fundamentais e estruturantes dos nove estados da nossa região, para levarmos ao presidente Lula, a exemplo da melhor utilização das energias renováveis, a recuperação e ampliação de ferrovias e rodovias, além de saúde, educação, segurança alimentar e regularização fundiária. Com união, vamos colaborar com o desenvolvimento do nosso país”, pontuou o governador Carlos Brandão.Eleito a presidir o Consórcio Nordeste em dezembro, o governador da Paraíba, João Azevêdo, ressalta que esta reunião trata de fortalecer relações republicanas e o desenvolvimento da região.“É uma oportunidade em que discutiremos as prioridades regionais e dos estados, que serão levadas ao presidente Lula no dia 27, fortalecendo as relações republicanas, construindo, de forma conjunta, ações positivas para o desenvolvimento regional”, avaliou o governador da Paraíba.O governador do Ceará, Elmano de Freitas, afirma que o momento é propício para a região devido a abertura de diálogo entre a presidência e os estados. “Nós temos um presidente que está aberto a discutir em conjunto com os governadores, e isso é muito importante para que possamos nos desenvolver”, afirmou.Em relação à temática do combate à fome, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirma que este tem sido o tema central dos diálogos, não só pelos estados nordestinos, mas por todo o Brasil, e destaca a importância da geração de empregos como medida auxiliar.“Trata-se de uma pauta que demanda políticas estruturantes para que possamos enfrentar a fome de forma definitiva e sustentável”, disse.Governadores do Nordeste – Além de Carlos Brandão (Maranhão), os estados nordestinos são governados por João Azevêdo (Paraíba); Raquel Lyra (Pernambuco); Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte); Paulo Dantas (Alagoas); Jerônimo Rodrigues (Bahia); Elmano de Freitas (Ceará); Rafael Fonteles (Piauí); e Fábio Mitidieri (Sergipe).

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