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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 30/jan/2023

Juscelino Filho usou orçamento secreto para beneficiar a própria fazenda no Maranhão

Estadão – O ministro das Comunicações do governo Lula, Juscelino Filho, direcionou R$ 5 milhões do orçamento secreto para asfaltar uma estrada de terra que passa em frente à sua fazenda, em Vitorino Freire (MA). A propriedade também abriga uma pista de pouso para seu avião particular e um heliponto. Faltava uma boa estrada para levar à Fazenda Alegria.

Estadão mapeou o caminho do dinheiro. Todo o percurso liga pessoas da intimidade do ministro. A pedido de Juscelino, os recursos foram parar na cidade que tem a irmã dele como prefeita. A empresa contratada pelo município para tocar a obra é de um amigo de longa data. E o engenheiro da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) que assinou o parecer autorizando o valor orçado para a pavimentação foi indicado por seu grupo político.

Politica – Cinco meses após a assinatura do contrato, em julho de 2022, o empresário Eduardo José Barros Costa, conhecido como Eduardo Imperador, foi preso pela Polícia Federal, acusado de pagar propina a servidores federais para obter obras na cidade e de ser sócio oculto da Construservice. O engenheiro da Codevasf, estatal controlada pelo União Brasil, partido do ministro, foi afastado sob suspeita de receber R$ 250 mil em propina de Imperador. Juscelino admite que ele e o empresário beneficiado com recursos de sua emenda secreta são “conhecidos há mais de 20 anos”.

Escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comandar uma das principais pastas do governo, com orçamento de R$ 3 bilhões, Juscelino era até o ano passado um deputado federal do baixo clero, eleito para o terceiro mandato. Nunca teve influência nas discussões nacionais, muito menos no setor de radiodifusão. Tinha, porém, força no Centrão, o bloco de partidos que dá as cartas do poder. Nos últimos quatro anos, apresentou seis projetos de lei, entre eles o que estabelece o Dia Nacional do Cavalo, animal criado em suas terras.

A proximidade com o grupo que apoiou o então presidente Jair Bolsonaro, em troca do orçamento secreto, não só alçou Juscelino à condição daqueles políticos que mais manejaram recursos do esquema como o levou ao primeiro escalão de Lula.

Foi nessa época que Vinícius Aurélio Rezende, avô de Juscelino, iniciou a dinastia no município. Juscelino Rezende, pai do ministro, também comandou a prefeitura por dois mandatos. Sua família tem dezenas de fazendas, e ao menos oito foram beneficiadas pela estrada que ele mandou asfaltar com verba pública.

Empresário conhecido como 'Eduardo Imperador' foi preso pela Polícia Federal acusado de fraudar licitações no Maranhão
Empresário conhecido como ‘Eduardo Imperador’ foi preso pela Polícia Federal acusado de fraudar licitações no Maranhão Foto: Reprodução

Esquema

Vitorino Freire é uma cidade pobre, com 31 mil habitantes, na zona rural do Maranhão, com saneamento básico precário e onde 42% da população não tem calçamento na frente de casa. Metade dos moradores vive com meio salário mínimo. A prioridade do ministro, porém, foi usar o orçamento secreto para pavimentar a estrada que atende suas propriedades e de sua família.

A obra foi orçada em R$ 7,5 milhões, dos quais R$ 5 milhões são para fazer um trecho de 19 km em frente às suas terras e o restante atende 11 ruas em povoados da cidade. Juscelino indicou a verba do orçamento secreto para fazer a estrada em 2020, quando era deputado federal. Às vésperas da eleição, no ano passado, mais R$ 1,5 milhão foi liberado.

Na campanha, Lula disse que o orçamento secreto era o maior esquema de “bandidagem” da República.

“O Orçamento é chamado de secreto porque o destino desses recursos é mantido em segredo. Mas todo mundo sabe para onde esse dinheiro vai: fraudes e desvios de verbas”.

Lula, durante a campanha eleitoral

Então governador do Maranhão, o atual ministro da Justiça, Flávio Dino, classificou a prática como “o momento de maior corrupção da história política”. O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o orçamento secreto, revelado pelo Estadão, e mandou pôr fim à distribuição de recursos sem critérios.

Antes disso, no entanto, a Corte determinou aos deputados e senadores que se beneficiaram do esquema que informassem quanto de verba haviam direcionado. Juscelino, agora ministro de Estado, omitiu as informações do STF. O Estadão encontrou suas digitais na nota de empenho dos R$ 7,5 milhões.

Fiança – A empresa Construservice, contratada pela prefeitura para fazer o asfalto, pertence a Eduardo Imperador. Ele chegou a ficar quatro dias preso e foi solto após pagamento de fiança. Na investigação, a Polícia Federal indicou que Imperador usou os nomes de Rodrigo Gomes Casanova Junior e Adilton da Silva Costa como laranjas. Não foi a primeira vez que recursos direcionados pelo ministro foram para a Construservice. O valor totaliza R$ 9 milhões.

Quando se reelegeu deputado federal, em outubro, Juscelino informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 4,4 milhões. Entre seus bens estão um avião Piper PA-34-220T Seneca V no valor de R$ 550 mil. O ministro divide a propriedade do avião com um tio, o ex-deputado estadual Stênio dos Santos Rezende.

De 2019 a 2022, pediu à Câmara reembolso de R$ 122 mil em combustível de aviação. O Congresso permite esse tipo de despesa, desde que a viagem esteja ligada ao mandato.

  • Jorge Vieira
  • 30/jan/2023

Eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia pode ter candidaturas avulsas ; consenso só existe para presidente

A Assembleia Legislativa do Maranhão realizará, na quarta-feira (1°), a partir das 9h30, as Sessões Preparatórias de Posse dos Deputados Estaduais e de Eleição da Mesa Diretora da Casa. Num esforço do governador Carlos Brandão (PSB), os parlamentares eleitos e reeleitos formaram em torno da deputada Iracema Vale (PSB) para presidir a Casa no biênio 2023/2024, mas pode haver disputa para alguns cargos, sendo a principal delas para primeiro vice-presidente onde a deputada Ana do Gás (PCdoB) mantém decisão de lançar candidatura avulsa contra Rodrigo Lago (PCdoB), indicado pelo partido.

Faltando 48 horas para a sessão de posse e eleição da Mesa, articuladores encarregados de tentar o consenso em torno da chapa e evitar disputas na base governista estariam enfrentando dificuldade em convencer Ana do Gás seguir a decisão do partido e desistir de bater chapa com o colega de legenda. A parlamentar, porém, estaria firme em manter a decisão de concorrer ao cargo de primeiro vice-presidente. Além de Ana, a deputada Andréa Resende (PSB) também pretende colocar o nome da disputa.

Nos bastidores da eleição são fortes os comentários de que o deputado eleito Carlos Lula (PCdoB) estaria de olho da segunda secretaria prometida para o deputado Roberto Costa (MDB), partido que esteve na base de sustentação da aliança que elegeu Carlos Brandão. O governador, por sua vez, após conseguir formar o consenso em torno de Iracema Vale para presidente, já anunciou que não pretende se envolver na escolha dos demais cargos.

A missão de presidir as sessões que marcarão o início da 20ª Legislatura ficará a cargo do deputado Arnaldo Melo (PP), decano da Casa. Na primeira, ele convidará dois parlamentares para compor a Mesa, conduzindo a leitura do compromisso de posse que será firmado pelos parlamentares.

Em seguida, na Sessão Preparatória de Eleição da Mesa Diretora, Arnaldo Melo também convidará dois deputados para a Mesa. O primeiro secretário fará a leitura das chapas (havendo candidaturas para os cargos da Mesa, como vice-presidente e secretários, a eleição será em separado). Ao fim da escolha, o deputado decano declara os membros eleitos, dá posse e convida os novos presidente e secretários para comporem a Mesa Diretora.

Na sequência, será realizada a escolha da titular da Procuradoria da Mulher da Assembleia. Logo após, os membros da Mesa Diretora participarão de entrevista coletiva.

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2023

Brandão apresenta demandas prioritárias do Maranhão em reunião com Lula

Demandas prioritárias foram apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (27), em Brasília, durante reunião dos governadores dos estados e do Distrito Federal. A exemplo de todos os chefes do Executivo estadual, Carlos Brandão apresentou três projetos estruturantes para o Maranhão que requerem apoio do governo federal.

“Cada governador ou governadora tem uma obra na cabeça que é a obra dos seus sonhos, que é a obra principal para um estado e uma região. E nós queremos compartilhar com vocês a possibilidade de repartir o sacrifício de fazer uma obra dessa”, afirmou o presidente Lula.

Brandão explicou que também foram apresentadas ao presidente demandas regionais elaboradas por consórcios de governadores, como é o caso dos Consórcios Brasil Central, do Nordeste e da Amazônia Legal – blocos interestaduais que o Maranhão integra.

“Levamos propostas do nosso Governo, demandas essenciais na área de Desenvolvimento Econômico, que gera emprego e renda; na área Social, de segurança alimentar e também propostas na área de Infraestrutura. Precisamos melhorar nossa malha rodoviária e precisamos fazer grandes projetos na área de infraestrutura”, sublinhou Brandão.

Pacto Federativo  – Essa é a segunda reunião do presidente do Lula com os chefes das unidades federativas em menos de um mês de gestão do novo governo federal – a primeira foi um dia após os atentados às sedes dos Três Poderes, no último dia 8 de janeiro. Esse retorno das relações institucionais e federativas da União com estados e municípios, o chamado Pacto Federativo, também foi ponto focal do encontro.

“Estamos muito otimistas porque o governo federal abriu as portas do Palácio do Planalto para receber essas demandas tão importantes para o desenvolvimento do nosso estado e para a geração de emprego e renda”, pontuou Carlos Brandão.

O presidente Lula adotou um tom de pacificação durante o encontro com o Fórum de Governadores. Ele afirmou que a “disseminação do ódio acabou” e que está aberto ao diálogo com todos os governos estaduais, independentemente de bandeiras partidárias.

“Não há, da parte do governo, nenhum veto a qualquer companheiro que queira conversar. A porta deste Palácio estará aberta para todo governador e governadora que tiver uma demanda que precisa ser discutida com o governo federal”, disse o presidente.

Conselho de Federação – Após o encontro, o governador Carlos Brandão recebeu uma carta da Presidência da República, reafirmando o compromisso do governo Lula com a democracia, com o diálogo e o pacto federativo.

“O encontro de hoje ratificou o desejo de todos para que o pacto federativo funcione em um ambiente cooperativo e eficiente para superarmos os entraves econômicos e para lidarmos com as grandes necessidades do povo brasileiro”, diz a carta.

O governo Lula também se posiciona em defesa do uso de consórcios públicos para “resgatar as ferramentas que facilitem uma gestão compartilhada dos recursos públicos entre a União, Estados e municípios”.

Também foi anunciada a criação do Conselho da Federação, por meio do qual será definida uma agenda permanente de diálogo e pactuação dos temas prioritários dos estados.

“Todos os nossos esforços serão orientados pela agenda do desenvolvimento para superarmos o desemprego, a inflação, a fome e a pobreza em uma agenda integrada e negociada permanentemente”, afirma a carta.

Recomposição de receitas estaduais – A reposição das perdas de arrecadação com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre combustíveis, energia elétrica, serviços de comunicação e transporte público, também foi pauta priorizada pelos governadores durante a reunião com Lula.

O Projeto de Lei Complementar n° 18, de 2022, aprovado durante a gestão Bolsonaro, em junho do ano passado, limitou a alíquota do ICMS sobre os combustíveis; medida adotada à época para tentar conter os aumentos da gasolina e do diesel.

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2023

“A autoridade da Lei é maior do que os extremistas”, diz Dino ao anunciar nova operação da PF

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, ao anunciar a nova fase da operação da Polícia Federal contra os golpistas que aterrorizaram a capital federal no fatídico 8 de janeiro e vandalizaram as sedes do legislatvio, executivoa e judiciário, disse que “a autoridade da lei é maior do que os extremistas”.

Nesta sexta-feira, a Polícia Federal está nas ruas na terceira fase da Operação Lessa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou incentivaram os atos antidemocráticos que culminaram com a tentativa fracassada de golpe contra o presidente Lula.

“Hoje estão sendo cumpridos, pela Polícia Federal, mais 11 mandados de prisões preventivas e 27 de busca e apreensão contra golpistas e terroristas. A autoridade da lei é maior do que os extremistas”, disse Flávio Dino em sua rede social.

Conforme tem sido divulgado pela imprensa, os fatos investigados, em tese, constituem crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição ou inutilização de bem especialmente protegido

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2023

Polícia Federal deflagra a 3ª fase da Operação Lesa Pátria para identificar participantes dos ataques no dia 8/1

A Polícia Federal deflagra, na manhã desta sexta-feira (27/1), a terceira fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8/1, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por pessoas que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas instituições.

Ao todo estão sendo cumpridos 11 mandados de prisão preventiva e 27 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal, nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Distrito Federal.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria se torna permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas.

Caso tenha informações sobre a identificação de pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8/1, em Brasília/DF, solicitamos que as encaminhe para o e-mail denuncia8janeiro@pf.gov.br.

Mandados de busca e apreensão

SC – 1
DF – 4
RJ – 9
PR – 1
ES – 8
MG – 4

Mandados de prisão

SC – 1
DF – 2
RJ – 1
PR – 1
ES – 4
MG – 2

Fonte: Polícia Federal

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2023

Roberto Rocha encerra o mandato sem mostrar para que serve um senador

Eleito em 2014 pelo PSB, partido de centro-esquerda, após esforço pessoal do então candidato a governador pelo PCdoB, Flávio Dino, que venceu a eleição no primeiro turno e encerrou o ciclo de dominação do grupo Sarney no Maranhão, que durou por cinco décadas, o senador Roberto Rocha está se despedindo do mandato filiado ao PTB, uma sigla de direita cujo presidente de honra é o extremista presidiário, ex-deputado Roberto Jefferson.

Rocha se elegeu prometendo mostrar para que serve um senador da República, mas ao longo do mandato se limitou a cumprir  ordens do Palácio dos Planalto, comportou-se como um pau mandado do ex-presidente fugitivo e acusado de promover genocídio dos povos indígenas, Jair Bolsonaro. O senador está concluindo o mandato como apoiador de um ex-presidente que elegeu o Maranhão como inimigo e tudo fez para prejudicar o Estado.

Movido pela vaidade e achando que os votos recebidos em 2014 eram seus e não produto do esforço dos dezesseis partidos que se unirem para varrer o grupo Sarney do comando da política local, Roberto Rocha resolveu testar sua liderança em 2018 lançando sua candidatura a governador, mas o resultado foi devastador: obteve apenas dois por cento dos votos. Flávio Dino se reelegeu no primeiro turno.

Rocha teria nova decepção ao tentar a reeleição para o Senado com o apoio de Bolsonaro, de quem se tornou fiel escudeiro, e novamente sentiu o gosto amargo da derrota. Foi triturado nas urnas e está se despedindo do Senado com futuro político incerto, com pecha de traidor e militante da extrema direita comandada por Roberto Jefferson, o delinqüente que recebeu a Polícia Federal a balas e granadas.

Filiado ao PTB, legenda nanica, sem menor expressão no Maranhão e sendo ele identificado com o bolsonarismo num Estado que concedeu a Lula mais de 71 por cento dos votos, elegeu Carlos Brandão no primeiro turno e o ex-governador Flávio Dino ao Senado, o já quase ex-senador terá muita dificuldade de se reposicionar na vida pública, até porque político sem mandato, segundo o dito popular, nem vento bate nas costas.

Apesar das condições adversas, ainda existe quem acredite na possibilidade do senador tentar um mandato de deputado federal em 2026, embora sujeito a colher mais um fiasco eleitoral, a exemplo de 2018 e 2022 quando simplesmente foi ignorado nas urnas, o que só serviu para expor sua frágil liderança, pois a população abomina os traidores. E Roberto Rocha exemplifica bem o que significa um traíra.

  • Jorge Vieira
  • 26/jan/2023

Dino apresenta a Lula pacote de medidas contra atos antidemocráticos e propõe criar Guarda Nacional

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), apresentou nesta quinta-feira, 26, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um pacote de propostas legislativas para endurecer as punições e o cerco aos golpistas que atentaram contra o estado democrático de direito, num movimento de resposta à tentativa de golpe realizada por bolsonaristas no último dia 8 de janeiro. No rol de medidas organizadas pelo Ministério está a criação de uma Guarda Nacional para proteger os prédios públicos da capital federal.

No pacote consta ainda proposta de uma Medida Provisória que pretende exigir das plataformas digitais a criação de mecanismos mais rigorosos de monitoramento e remoção de publicações com ataques à democracia. A proposta de supressão de conteúdo das redes sociais vem sendo defendida pelo governo Lula e gera polêmica sob receio de que a medida possa vir a ser utilizada como forma de censura.

“Estive com o presidente da República, entreguei a ele um breve resumo dos projetos que nós estamos debatendo no âmbito do pacote da democracia. Haverá um aprofundamento posterior para que já no início do período legislativo o presidente possa conversar com os outros poderes e ver o destino desses projetos que foram elaborados no Ministério da Justiça”, disse Dino.

As medidas sugeridas por Dino precisam do aval de Lula para serem encaminhadas ao Congresso, onde devem ser discutidas no formato de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), Medida Provisória (MP) e dois projetos de lei (PLs). O ministro batizou o conjunto de propostas como “pacote da democracia”.

A proposta que exige mais esforço do governo é justamente a criação da Guarda Nacional por meio de uma PEC. O órgão ficará responsável pela proteção ostensiva dos prédios dos Três Poderes e pela contenção de manifestações e ataques contra as instituições. O ministro da Justiça enfatizou que “não há nenhuma ideia de federalização da segurança pública” do Distrito Federal. Segundo ele, o novo órgão não pretende substituir a Polícia Militar do DF. As duas corporações devem coexistir com atribuições diferentes.

Os dois PLs elaborados pela equipe de Dino propõem estrangular a base de financiamento de atos antidemocráticos. Um dos projetos busca agilizar a perda de bens de empresas e pessoas físicas que participem de ataques à democracia. No outro texto, o Ministério da Justiça busca aumentar as penas por crimes contra o estado democrático de direito, o que inclui punições mais rígidas aos financiadores. Esse PL ainda busca criar uma nova tipificação no Código de Processo Penal (CPC) para punir com mais rigidez quem atentar contra a vida dos presidentes de Poderes. (Estadão)

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