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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2011

Irmão de Jackson Lago chama Sarney de covarde

É COVARDIA, SIM
Por: Zeluis Lago*

Em entrevista publicada no jornal Correio Brasiliense, o velho oligarca maranhense, José Sarney, coloca como responsáveis pelos baixos indicadores sociais do Maranhão os Governos Zé Reinaldo e Jackson Lago. 

 Tudo mentira, como de costume, do velho cacique que comandou o Maranhão durante todo o período do golpe militar 64 a 85 e depois “Presidente” biônico para infelicidade do povo brasileiro, que lutou nas ruas pelas eleições diretas. O velho senador pelego arenista lutou contra e por ironia do destino ou dos tambores de Bita do Barão tornou-se o pior presidente biônico da história republicana, deixando o cargo com 80% de inflação ao mês.
As três vezes que o povo de São Luis fez de Jackson seu Prefeito as suas administrações foram marcadas por grandes avanços no ensino público, na saúde pública, na urbanização da cidade, principalmente nos bairros mais humildes. Tanto que institutos como Datafolha ligado ao jornal Folha de São Paulo o colocou como o melhor prefeito de capital do país.
Jackson foi “cassado” pelos tapetes dos tribunais de Brasília, os quais o velho oligarca trafega com maestria. Os dois anos e três meses do governo Jackson, interrompido pelo golpe foram marcados por obras estruturantes na região Tocantina e outras regiões do interior do estado. Porém, tudo que programara para a nossa querida São Luís, como grande Socorrão, vias expressas, viadutos, infraestrutura asfáltica em todos os bairros, escola de tempo integral, escolas profissionalizantes, enfim tudo que a cidade merecia e precisava estava na sua programação de governo da cidade que fez de Jackson tudo que ele foi e continuará sendo nas páginas da história.
Sarney, que roube os portais do cemitério de Alcântara e as imagens sacra das igrejas de São Luis, que tenha enriquecido com sua família e apaniguados às custas da miséria do povo do Maranhão. Mas por dever de irmão, de militante social e companheiro de Jackson de todas as suas campanhas (74 a 2010), lhe peço: respeite aquele que já não está presente nesta vida, não pode se defender. É covardia, sim!
*Médico Radiologista pela universidade de São Paulo (USP) e militante social das lutas populares de São Luis e do Maranhão, e membro fundador do PPS no Brasil e no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2011

José Sarney e Roseana dizem que vão largar a política em 2014

Foto: Agência Brasil

Presidente do Senado e governadora do Maranhão afirmam que não vão mais disputar cargos públicos

Wilson Lima, iG Maranhão | 18/07/2011 20:56
Durante o lançamento no Maranhão do livro “Sarney, a Biografia”, escrito pela jornalista Regina Echeverria, em um shopping de São Luís, tanto o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), quanto sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), afirmaram que não pretendem mais se candidatar a cargos eletivos nas próximas eleições.
Sarney afirmou que o mandato atual como senador é o seu último. Após a vida política, o presidente do Senado pretende dedicar seu tempo à literatura. “Não vou participar de nenhuma eleição. Vou assistir como espectador às eleições”, disse Sarney.
Desde o ano passado, Roseana vem afirmando que o mandato atual como governadora será o último. Ela pretende se dedicar mais à família e aos filhos. Questionada sobre o fato de ser uma eventual sucessora do presidente do Senado, Roseana apenas afirmou. “Não falo sobre isso. Eu também vou me retirar da política”.

Não vou participar de nenhuma eleição. Vou assistir como espectador às eleições”, disse Sarney
No caso de Roseana, isso não significa que a filha do senador Sarney irá deixar as articulações do grupo político no Estado. Para as eleições do ano que vem, já existem conversas do grupo político ligado à governadora com o intuito de lançar um candidato tanto à Prefeitura de São Luís quanto de outras cidades importantes no Estado.
Dos três membros da família Sarney que ainda detém mandato eletivo, nesse momento apenas Sarney Filho (PV) não fala em aposentadoria. Apesar disso, ele afasta qualquer comentário sobre uma eventual “herança política” do presidente do Senado.
“Primeiro lugar, em política não tem herança. Política não é um bem. Política você tem que ter votos. Agora, enquanto tiver confiança do povo, eu acho que tenho um serviço a prestar ao Brasil. A minha causa é a causa do desenvolvimento sustentável. É a causa do meio ambiente e tenho ainda muito o que fazer. Se o povo do Maranhão desejar, ainda continuarei sendo o representante do povo”, disse Zequinha Sarney.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2011

Notas do cotidiano político

Fora de cena
O senador José Sarney confirmou hoje em entrevista à TV Mirante que não pretende mais disputar cargo eletivo e que irá se dedicar, após a conclusão do atual mandato conquistado pelo Estado do Amapá, à literatura.
O ex-presidente falou sobre o livro “Sarney, uma Biografia” comentou o longo período em que está na vida pública, mas omitiu os verdadeiros motivos que estão levando ele a pendurar as chuteiras: a perda do controle político do Estado do Amapá e distância da classe política do Maranhão.  
Fora do ninho
O empresário Manuel Lima, membro da executiva estadual do PSDB está transferindo sua filiação para o PPS, legenda pela qual pretende disputar uma cadeira na Câmara Municipal em 2012.
Lima vinha mostrando descontentamento com o partido desde as eleições municipais de 2008, entrou em rota de colisão com o comando tucano e decidiu trocar de partido. A filiação deve acontecer na próxima quinta-feira.  
Sem problema
O prefeito de Santo Antonio dos Lopes, Eunelio Macedo Mendonça, respira aliviado após a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negar, ontem, denúncia do Ministério Público Estadual, que pedia sua condenação por descumprimento de decisão judicial.
Ao relatar o processo, o desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, não encontrou justa causa para condenar o réu e se manifestou pela rejeição da denúncia do MPE, sendo seu voto seguido pelos demais desembargadores.     
Abrindo caminho

O vice-governador Washington Luís esteve no último final de semana em Imperatriz pavimentado caminho para uma possível candidatura petista a prefeito da segunda maior cidade do Estado.

Almoçou com o empresário Ribamar Cunha, pai do deputado Leo Cunha, com quem trocou impressões sobre o quadro político da região e participou das comemorações de 20 anos da Vila Conceição a convite do ex-deputado estadual Valdinar Barros.
Valdinar, que era vereador em Imperatriz quando sofreu um atentado a bala e escapou milagrosamente da morte, é tido como provável candidato do partido à sucessão do prefeito Sebastião Madeira e contaria com a simpatia de Washington.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2011

Tribunal de Justiça rejeita denúncia contra prefeito de Santo Antonio dos Lopes

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça rejeitou esta manhã denúncia do Ministério Público Estadual contra o prefeito de Santo Antonio dos Lopes, Eunelio Macedo Mendonça, acusado de descumprir decisão judicial.

A denúncia do MPE narrava que o gestor municipal havia desobedecido a liminar do juízo da comarca, que determinou o fornecimento de cópias das folhas de pagamento dos servidores do município.

Posteriormente, foi concedido prazo para o cumprimento da ordem, com fixação de multa diária de R$ 1 mil, novamente descumprida e majorada para R$ 2 mil.

A ordem teria sido cumprida quatro meses após a liminar, com a justificativa do prefeito de problemas em programas de computador.
O relator, desembargador Joaquim Figueiredo, rejeitou a denúncia, entendendo que o cumprimento da ordem, mesmo em atraso, foi justificado pelo prefeito. Ele considerou ausente justa causa para recebimento da denúncia, pois a ordem foi acompanhada de multa diária, que já consistiria numa forma de sanção.
Os desembareadores acompanharam o parecer da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) e recusaram a denúncia.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2011

Recesso servirá para acalmar os ânimos no Palácio Manoel Bequimão

O parlamento estadual, oficialmente, está de recesso a partir de hoje, após um período de muita confusão e pouca produção.  Foram cinco meses em que governo e a oposição tradicional se confrontaram em plenário, sem apresentar nada de novo à sociedade ou qualquer resultado prático.
Os deputados governistas, que deveriam ter aproveitado o início da legislatura para passar a limpo uma série de denúncias de corrupção que pairam sobre a administração Roseana Sarney (PMDB), preferiram jogar o lixo para debaixo do tapete.
Embora o nível de comparecimento às sessões tenha ficado acima das expectativas, os debates em plenário se limitaram a troca de acusações entre governo e a oposição tradicional comandada por Marcelo Tavares (PSB) e Gardênia Castelo (PSDB).
Digo oposição tradicional porque Marcelo Tavares e Gardênia Castelo são frutos da oligarquia que agora dizem combater, nasceram com ela, são patrimonialistas e defendem apenas os interesses dos grupos ao qual pertencem. Não são movidos por ideologias, mas por interesses pessoais.
Na verdade, esses dois grupos apenas trocaram insultos e agressões verbais. Todas as vezes que o “esforçado” Marcelo Tavares subiu à tribuna para denunciar corrupção no governo, seus ex-companheiros de oligarquia lembravam do seu passado nos braços da família Sarney.
“V.Ex não serve para esse papel de oposição, V.Ex foi criado só no Nescau, no Todinho”, reprovou Tatá Milhomem (DEM), amigo da família Tavares e para quem o figurino oposicionista não veste bem em Marcelo.       
Sem levar a sério o discurso da oposição tradicional, a bancada do governo fechou questão e não permitiu que auxiliares da governadora comparecessem ao plenário para dar explicações sobre os sucessivos escândalos ocorridos ao longo do semestre.
Colocaram o bisonho suplente Magno Bacelar (PV), o popular “Nota de Dez”, que não diz coisa com coisa e faz a alegria de quem freqüenta a Assembleia todas as vezes que sobe à tribuna pelo excesso de baboseiras pronunciadas, para responder a Tavares.
Os dois conseguiram transformar o parlamento num espetáculo circense. Todas as vezes que o líder da oposição tradicional levantou a voz para falar de falcatruas na atual administração, Magno Bacelar foi à tribuna perguntar de onde Marcelo veio e a qual governo serviu. Nunca respondeu uma acusação.
A discussão limitou-se a um acusar o outro, ou seja, um sujo falando do mal lavado. Já quase no encerramento do período legislativo Manoel Ribeiro recordou os bacanais no Palácio dos Leões onde cerveja era gelada em banheiras. Esse foi o nível dos debates entre governo e a oposição tradicional.
Louve-se o esforço do deputado Bira do Pindaré (PT), que mesmo sendo forçado a fazer parte da base de sustentação do governo, atuou com independência e desenvoltura denunciando desmandos do governo, crimes de violência contra trabalhadores rurais, quilombolas e mantendo-se fiel à sua história de vida e de lutas.  
O semestre, no entanto, não foi apenas circo (com todo respeito aos palhaços) protagonizado por quem deveria dar exemplo, serviu para apresentar ao Estado o esforço de jovens parlamentares de primeiro mandato para não decepcionar seus eleitores.
Eduardo Braide (PMN), por exemplo, revelou-se um grande tribuno e articulador competente. Jota Pinto (PR) e Roberto Costa (PMDB) idem. Já Bira do Pindaré (PT), apesar do primeiro mandato, mostrou desenvoltura de veterano, enquanto Neto Evangelista (PSDB) expôs a verve política herdada do pai. Rogério Cafeteira não decepcionou e até André Fufuca, o deputado mais jovem do País, apresentou serviço e afinidade com a política.
Mas teve parlamentar de primeiro mandato que, apesar da pouca idade, já chegou apresentando tendência ao servilismo.
O desconhecido Alexandre Almeida (PTdoB), cuja eleição custou alguns milhões de reais, chegou tropeçando nas próprias pernas e já querendo derrubar Manoel Ribeiro (PTB) da liderança do governo. Levou um puxão de orelha e recolheu-se à sua condição de bajulador do irmão da governadora.    
Por incrível que pareça, foi o próprio líder do governo quem provocou estragos na administração Roseana ao denunciar falta de infra-estrutura para receber turistas em Barreirinhas e cobrar investimentos no setor da chamada indústria sem chaminé.
Os fatos positivos aconteceram extra plenário: as audiências públicas onde foram debatidos e esclarecidos assuntos importantes, como a questão da telefonia móvel, o consumo de drogas e a Frente Parlamentar da Baixada, que pela primeira vez discutiu com seriedade os problemas da região mais pobre do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2011

Revisão pelo teto do INSS dará aumento médio de R$ 240

Os segurados que têm direito à revisão que o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai pagar após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) irão receber, em média, um aumento de R$ 240.

Terão direito a esse aumento cerca de 117 mil aposentados e pensionistas que começaram a receber o benefício entre 5 de abril de 1991 e 1º de janeiro de 2004 e que tiveram o benefício limitado ao teto da época.

O INSS pagará retroativo de revisão do teto a partir de outubro

Os segurados também terão direito a, em média, R$ 11.586 de valores retroativos –nesse caso, o pagamento irá beneficiar 131 mil aposentados e pensionistas.

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