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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2011

Parque Estadual do Bacanga pede socorro

 Criado pelo Decreto Estadual nº 7.545/80, o Parquer Estadual do Bacanga  é a única UC – Unidade de Conservação de Proteção Integral dentro de São Luís. Com 2.634 hectares, fica localizado no eixo rio Bacanga, Maracanã e Br-135. Contribui com a qualidade ambiental da Ilha de São Luís, principalmente preservando as nascentes naturais que alimentam a represa do Batatã, abastecedora de água potável para mais de cem mil habitantes. O Parque constitui-se no santuário (em extinção) do que sobrou da floresta pré-amazônica, com sua fauna e flora, além de ricos sítios históricos e pré-históricos.
O Parque foi declarado em 1944, pelo presidente Getúlio Vargas, como floresta protetora dos mananciais abastecedores da cidade de São Luís, com a denominação de “Floresta do Sacavém”. Em 1980, o então Governador João Castelo, ao criar o Parque Estadual do Bacanga, originalmente com cerca de 4.600 hectares, fixou como finalidade a exploração de água e a conservação de ambientes naturais favoráveis ao desenvolvimento de atividades humanas de caráter científico, educacional e recreativo.
Do ponto de vista da conservação e exploração de seus recursos hídricos, a represa do Batatã é de valor vital para a cidade, porquanto recebe a precipitação de cerca de 2.000 mm de chuva por ano, com a infiltração no seu aqüífero de 30% (306mm – Estudo da ACQUAPLAN, 1972) do total de águas precipitadas na área do sistema, produzindo e distribuindo água suficiente para abastecer mais de cem mil habitantes.
 Do ponto de vista dos recursos da flora, a reserva funciona como pulmão da ilha, alimentando a oxigenação do meio ambiente, deixando-o mais saudável. Geograficamente se apresenta como desafio, pois o parque serve como equilíbrio entre a poluição industrial e as áreas residenciais, uma vez que, no entorno do Parque, estão os complexos viário, portuário, aeroviário, penitenciário, o distrito industrial, a universidade federal, a escola agrícola, o sistema de energia da Eletronorte e mais de 400 mil habitantes, incluindo o eixo Itaqui-Bacanga-Centro-Zona Rural.
De acordo com a Lei 9985/00, toda unidade de conservação tem uma área de entorno ou amortecimento (um raio de dez km), onde podem existir atividades produtivas, desde que restritas e previamente disciplinadas, de maneira a não comprometer sua integridade ambiental, pois, tal entorno, é considerado rural. Ora, o Parque Estadual do Bacanga não possui essa área de amortecimento, uma vez que os seus limites se encontram em processo aceleradíssimo de urbanização. Estudos acadêmicos demonstram que num período de dez anos (1991 e 2001), a sua população mais que triplicou, passando de 18.240 para 60.564 habitantes. Tal fato exerce forte pressão sobre o Parque, com tendência à sua total destruição, visto que, hoje, conta com uma população beirando a casa dos cem mil.
Entre os anos de 1994 e 2004, segundo estudo de Pinheiro Júnior, o Parque sofreu uma grande descaracterização da sua vegetação. Houve uma significativa perda da área da floresta de mangue e uma grande diminuição das capoeiras altas. Vários impactos geraram inúmeros desdobramentos históricos na degradação do Parque, dentre eles, temos: o sistema de manutenção da linha de transmissão da Eletronorte; a construção de estradas e acessos diversos.
Os impactos sobre a flora, com conseqüências diretas sobre a fauna, associados a esses aspectos são perda de área de vegetação nativa, perda de cobertura vegetal, perda de espécies, fragmentação da vegetação, isolamento e efeito de borda na vegetação nativa. Atualmente, mesmo com o Batalhão de Polícia Ambiental e seu Comando dentro da área, a devastação, invasões e construções irregulares se aceleram, com desmatamentos, exploração ilegal de jazidas de areia e pedras, poluição de rios e córregos, e caça de animais silvestres.
A Segurança e a Cidadania – No início dos anos 2000, o pólo Coroadinho viveu o auge da violência e criminalidade. Havia cerca de 40 gangues juvenis. O índice de homicídios e crimes contra o patrimônio alcançou taxas alarmantes. Em alguns locais, as pessoas pagavam “pedágio” para circular e terem acesso às suas residências. As drogas invadiram os lares. Mas, a certa altura, a Comunidade reagiu. Construiu e cedeu uma sede ao Quartel da 1ª Companhia de Polícia Militar, e mais três postos policiais. Formulou-se uma inteligente abordagem com os infratores das gangues. As gangues sumiram, a violência diminuiu e a comunidade chegou a celebrar cem dias sem homicídio.
Nos últimos dois anos, a política de segurança com cidadania para a região, tem sido relegada a um segundo plano, e, com isto, o quadro vem se deteriorado crescentemente. De acordo com o SIOPS, em 2010 houve 30 assassinatos na região do Pólo Coroadinho. Neste ano de 2011, em apenas quatro meses,  aconteceram 14. Registre-se, ainda, que o Pólo Coroadinho se encontra atualmente em 3º lugar em homicídios, num ranking de 600 bairros na capital.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2011

Dissidência do PR, o novo PDN já tem logomarca e manifesto

Partido não é ‘coisa de político’, mas movimento de caminhoneiro e taxista que quer condição melhor das estradas, diz deputado
Adriano Ceolin, iG Brasília
O deputado Diego Andrade (PR-MG) já tem pronto o manifesto de criação do Partido do Desenvolvimento Nacional (PDN), sigla lançada ontem. O iG conseguiu o documento que tem sido distribuído a simpatizantes da ideia. Uma logomarca provisória também foi criada.

Segundo Andrade, já existem 50 assinaturas de apoio à nova sigla. “É o movimento que começou na base. Não é coisa de político. É caminhoneiro, taxista que quer melhor condição das estradas e de infraestrutura em geral para o Brasil continuar crescendo”, afirmou o deputado à reportagem hoje.

Para ser criado, um partido precisa reunir 500 mil assinaturas com representação de nove unidades da Federação. Além disso, em cada uma delas é necessário a participação de 0,1% dos eleitores.

O deputado disse que o governo PSDB conseguiu melhorar a situação econômica do País e o PT a situação social. “Agora precisamos de um partido que brigue pelo desenvolvimento, pela infraestrutura”, afirmou. Andrade reconhece que será difícil criar o partido a tempo para se disputar a eleição de 2012.

Tio de Diego, o senador Clésio de Andrade (PR-MG) afirma que “está assistindo” à criação da sigla, mas não estará à frente da proposta. A criação do PDN surgiu no momento em que o PR, partido de Clésio e Diego, passa por uma crise por causa de denúncias no Ministério dos Transportes.

O PR surgiu a partir da fusão do Prona com o PL, sigla que comanda a pasta dos Transportes desde 2003. No começo deste mês, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) demitiu-se do cargo de ministro após denúncias de cobrança de propina na pasta e no Departamento de Infra Estrutura de Tranportes (Dnit), que é vinculado ao ministério.

Então diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot foi indicado para o posto pelo senador Blairo Maggi (PR-MT). Com a saída de Nascimento, ele foi convidado para assumir os Transportes. Blairo, no entanto, recusou a oferta. Como é empresário e tem negócios ligados à pasta, alegou haver “impedimentos legais”.

Diante da recusa de Blairo, Dilma promoveu o então secretário-executivo Paulo Sérgio Passos a ministro dos Transportes. Num primeiro momento, a indicação causou desconforto no PR. Caciques do partido não veem Passos como um legítimo representante do PR. Isso porque ele é novato na sigla.

Confira a íntegra do manifesto do PDN:

MANIFESTO DO PARTIDO DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL – PDN
O Brasil atual se revela um país de oportunidades. Rico em potencialidades pelo seu tamanho, posição geográfica, crescimento demográfico, recursos minerais e biodiversidade, além de indicadores econômicos setoriais positivos.

É neste momento encorajador, que surge o Partido do Desenvolvimento Nacional – PDN, com o propósito de colaborar para o efetivo crescimento do Brasil apontando para estratégias sólidas de desenvolvimento, a fim de criarmos uma sociedade mais justa e igualitária.

O Partido do Desenvolvimento Nacional – PDN oferece uma alternativa de crescimento e desenvolvimento tendo, como foco principal, a pessoa humana.

De uma visão humanista nasce um Programa de Transformação Social, tendo, como eixo, a erradicação da pobreza e da miséria, mediante a universalização das políticas públicas de educação e saúde, do incentivo às políticas de geração de emprego e renda e do desenvolvimento das infra-estruturas de base, como energia, comunicação e transporte.

O crescimento econômico deverá ser um meio para a promoção da Igualdade, da Justiça Social e do Desenvolvimento Sustentável.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2011

Dissidência do PR, o novo PDN já tem logomarca e manifesto

Partido não é ‘coisa de político’, mas movimento de caminhoneiro e taxista que quer condição melhor das estradas, diz deputado
Adriano Ceolin, iG Brasília
O deputado Diego Andrade (PR-MG) já tem pronto o manifesto de criação do Partido do Desenvolvimento Nacional (PDN), sigla lançada ontem. O iG conseguiu o documento que tem sido distribuído a simpatizantes da ideia. Uma logomarca provisória também foi criada.

Segundo Andrade, já existem 50 assinaturas de apoio à nova sigla. “É o movimento que começou na base. Não é coisa de político. É caminhoneiro, taxista que quer melhor condição das estradas e de infraestrutura em geral para o Brasil continuar crescendo”, afirmou o deputado à reportagem hoje.

Para ser criado, um partido precisa reunir 500 mil assinaturas com representação de nove unidades da Federação. Além disso, em cada uma delas é necessário a participação de 0,1% dos eleitores.

O deputado disse que o governo PSDB conseguiu melhorar a situação econômica do País e o PT a situação social. “Agora precisamos de um partido que brigue pelo desenvolvimento, pela infraestrutura”, afirmou. Andrade reconhece que será difícil criar o partido a tempo para se disputar a eleição de 2012.

Tio de Diego, o senador Clésio de Andrade (PR-MG) afirma que “está assistindo” à criação da sigla, mas não estará à frente da proposta. A criação do PDN surgiu no momento em que o PR, partido de Clésio e Diego, passa por uma crise por causa de denúncias no Ministério dos Transportes.

O PR surgiu a partir da fusão do Prona com o PL, sigla que comanda a pasta dos Transportes desde 2003. No começo deste mês, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) demitiu-se do cargo de ministro após denúncias de cobrança de propina na pasta e no Departamento de Infra Estrutura de Tranportes (Dnit), que é vinculado ao ministério.

Então diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot foi indicado para o posto pelo senador Blairo Maggi (PR-MT). Com a saída de Nascimento, ele foi convidado para assumir os Transportes. Blairo, no entanto, recusou a oferta. Como é empresário e tem negócios ligados à pasta, alegou haver “impedimentos legais”.

Diante da recusa de Blairo, Dilma promoveu o então secretário-executivo Paulo Sérgio Passos a ministro dos Transportes. Num primeiro momento, a indicação causou desconforto no PR. Caciques do partido não veem Passos como um legítimo representante do PR. Isso porque ele é novato na sigla.

Confira a íntegra do manifesto do PDN:

MANIFESTO DO PARTIDO DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL – PDN
O Brasil atual se revela um país de oportunidades. Rico em potencialidades pelo seu tamanho, posição geográfica, crescimento demográfico, recursos minerais e biodiversidade, além de indicadores econômicos setoriais positivos.

É neste momento encorajador, que surge o Partido do Desenvolvimento Nacional – PDN, com o propósito de colaborar para o efetivo crescimento do Brasil apontando para estratégias sólidas de desenvolvimento, a fim de criarmos uma sociedade mais justa e igualitária.

O Partido do Desenvolvimento Nacional – PDN oferece uma alternativa de crescimento e desenvolvimento tendo, como foco principal, a pessoa humana.

De uma visão humanista nasce um Programa de Transformação Social, tendo, como eixo, a erradicação da pobreza e da miséria, mediante a universalização das políticas públicas de educação e saúde, do incentivo às políticas de geração de emprego e renda e do desenvolvimento das infra-estruturas de base, como energia, comunicação e transporte.

O crescimento econômico deverá ser um meio para a promoção da Igualdade, da Justiça Social e do Desenvolvimento Sustentável.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2011

Lula teme que Dilma se isole da base governista

Ex-presidente diz a aliados que pode haver retaliação contra demissões

Integrantes da corrente majoritária do PT dizem que rito sumário coloca em risco as alianças que sustentam o governo

CATIA SEABRA
NATUZA NERY

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou a interlocutores sua preocupação com o estilo de Dilma Rousseff na condução da crise dos Transportes.
 
Nas conversas, Lula disse ter medo de que o rito sumário nas demissões e o temperamento de Dilma imponham riscos à governabilidade, levando-a ao isolamento.
 
O ex-presidente tem avaliado que, graças à aliança de 15 partidos, Dilma ainda possui capital político para tomar medidas drásticas, como a exoneração em massa de dirigentes nos Transportes.
 
Sua apreensão está na hipótese de desperdiçar esse ativo agora: ele teme que o troco aconteça num momento de fragilidade do governo.
 
Para descartar mal-estar com a ideia de que Dilma esteja tendo problemas com seu legado, Lula faz questão de repetir que o novo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, comandava a pasta no fim de sua gestão.
 
Petistas afirmam que Lula apoia o rigor de Dilma, mas discorda dos métodos, sobretudo do tratamento dado ao PR. Após as denúncias, a sigla foi excluída do processo de sucessão na pasta que comanda há quase nove anos.
 
“Ela criou um rito [de demissão]. Em caso de suspeita, vai ter que valer para todos, até mesmo para o PT”, afirma o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG).
 
A inquietação de Lula se estende ao PT: “Aplaudimos o rigor dela”, disse o líder do partido na Câmara, Paulo Teixeira (SP). “A administração desse processo tem que ser feita, na minha opinião, com diálogo com o PR, tendo em vista a necessidade da governabilidade e a relação com os partidos”, disse.
 
Integrantes da corrente majoritária do partido (Construindo um Novo Brasil, de Lula) reclamam que a fórmula de Dilma contraria o princípio da ala de costurar um amplo arco de alianças. A crítica é feita veladamente por várias tendências.
 
A mensagem é de alerta: Dilma diz que privilegiará técnicos no governo, então afasta-se da classe política.

PERSONALIDADE
 
Na opinião de petistas, a personalidade de Dilma contribuiu para esse distanciamento. Dizem que ela se aborrecia tanto quando ventilavam pela mídia nomes cotados para o ministério que sacramentou o convite a Paulo Passos num rompante.
 
Colaboradores constantemente se queixam dos arroubos de Dilma a ponto de temê-la. No PT, diz-se que Dilma é pouco aberta a críticas. Também confia em poucos.
 
Segundo a Folha apurou, Dilma ouve poucos aliados antes de tomar decisões.
 
O grupo de ministros do Planalto -Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil)- adotou um procedimento atípico até aqui: ensaiar um discurso comum para tentar convencer.

  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2011

Procuradoria do MA quer que bancos abram sigilo à PF

O Ministério Público Federal do Maranhão entrou com ação civil pública para obrigar que o Banco do Brasil e o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) forneçam, sempre que solicitados, informações relativas a qualquer operação financeira que tenha utilizado recursos públicos.
A ação foi solicitada pela Polícia Federal para facilitar a fiscalização de crimes cometidos pelos gestores dessas verbas.
Segundo a Superintendência Regional do órgão no Estado, os bancos se recusavam a repassar as informações de transações referentes a convênios que não autorizavam, no contrato firmado, o acesso requisitado pela PF ou pela Procuradoria.
Ainda de acordo com a PF, cerca de 20% dos inquéritos policiais do órgão no Maranhão envolvem a má utilização do dinheiro público.
Caso sejam condenados judicialmente, os bancos podem receber multas diárias caso neguem o acesso aos dados requisitados.

  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2011

Câmara Criminal do TJ recebe denúncia contra prefeito de Grajaú

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado, recebeu nesta terça-feira denúncia contra o prefeito de Grajaú, Mercial Arruda, movida pelo Ministério Público Estadual (MPE), por descumprir ordem judicial do juiz titular da 1ª Vara da comarca de Grajaú, Holidice Barros, ao não realizar a imediata nomeação e posse do concursado Jonaton Alves Silva Júnior, aprovado para o cargo de antropólogo.

A decisão de 1º Grau foi prolatada nos autos do Mandado de Segurança impetrado por Alves, que mesmo conseguindo aprovação em concurso público realizado, em 2007, pela Prefeitura de Grajaú, não foi integrado ao quadro de servidores daquele município. O gestor municipal não apresentou qualquer justificativa em relação ao procedimento adotado.

Intimado em julho de 2010, Arruda se manteve inerte, e só informou o cumprimento da sentença em fevereiro deste ano, quando apresentou cópias dos termos de nomeação e lotação do candidato aprovado no mencionado concurso.

O prefeito pediu a rejeição da denúncia e alegou em sua defesa já ter cumprido a decisão judicial, ainda que tardiamente, o que afasta o dolo e torna atípica a sua conduta.

Voto – O desembargador José Luiz Almeida recebeu a denúncia conforme parecer ministerial e observou que o prefeito não comprovou de forma satisfatória os motivos que o levaram a cumprir, tardiamente, a determinação judicial.

Ação Penal – Na mesma sessão, foi julgada a Ação Penal contra o prefeito do município de Bernardo do Mearim, Izalmir Vieira. Consta no processo, que ele encaminhou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), em 12 de abril de 2006, a prestação de contas da prefeitura referente ao exercício financeiro de 2005, informando, ainda, ter disponibilizado cópia da documentação à Câmara de Vereadores do município. Fato que o presidente da casa legislativa, Oriasvaldo Viana, negou.

Decisão – A 1ª Câmara Criminal absolveu Vieira e o desembargador José Luiz Almeida, em seu voto vista, acompanhou o relator do processo, desembargador Bayma Araújo, destacando que o dever de prestação de contas no prazo legal, por parte do chefe do executivo, direciona-se apenas ao TCE, não configurando sua conduta no delito previsto no Decreto Lei 201/67, vez que a prestação de contas ao referido Tribunal foi enviada no prazo determinado. Quanto à falsidade ideológica afirma não ter se caracterizado, pois não foi comprovado o dolo na conduta do gestor.

  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2011

Roseana não se conforma em ser reconhecida só como filha de Sarney

A governador Roseana (PMDB), ao participar do lançamento do livro “Sarney, a Biografia”, no início da noite de ontem, confessou que está de saída da vida pública porque a população não a reconhece como uma grande líder política, mas apenas como a filha do senador José Sarney.
Pelo que revelou a chefe do Executivo estadual, complexo de inferioridade, na verdade, seria o verdadeiro motivo que a estaria a levando afastar-se da vida pública, a partir de 2014, quando termina o atual mandato. Roseana não suporta ver vista apenas coadjuvante. 
Segundo a governadora, Sarney quer “encerrar enquanto está bem de saúde” e quer mais “paz para conviver com a família” depois de ter “prestado um serviço à nação”, e que ela resolveu seguir o mesmo caminho porque não suportaria mais ser vista apenas como a filha do oligarca.
 
Roseana afirmou que não concorrerá mais a mandatos tanto para o Executivo como para o Legislativo. Ela reclama da falta de reconhecimento em relação à sua carreira política:
 
“Vou fazer o melhor governo da minha vida e vou ficar também de assistente. Cansei de não me reconhecerem. Sempre sou filha de alguém, ou então é a tal oligarquia [do Sarney no Maranhão].”

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