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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 20/out/2011

Adiada sessão especial com diretoria da Caema

Viviane Menezes / Agência Assembleia
Foi adiada a sessão especial convocada para esta quinta-feira (20) com o objetivo de ouvir explicações da diretoria da Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão) sobre a proposta de reajuste nas tarifas de água e esgoto.
Em resposta à convocação, a Caema encaminhou ofício a Assembleia Legislativa alegando a “exigüidade do tempo da convocação”, bem como “imprevistos de ordem técnica na apresentação do plano”. A companhia sugeriu que a sessão seja remarcada para o próximo dia 25 (terça-feira).
A sessão especial foi convocada pelo deputado Marcelo Tavares (PSB) que quer explicações da diretoria da Caema sobre a proposta de reajuste de até 86,9%, aumento que ele avalia como abusivo.
“Vamos discutir o aumento absurdo que a governadora Roseana Sarney quer implantar nas contas de água dos consumidores da Companhia de Água e Esgoto do Maranhão em todo o Estado”, conclamou Marcelo Tavares.

  • Jorge Vieira
  • 20/out/2011

PDT sumiu do plenário na votação que estatizou a Fundação Sarney

Causou comentários maliciosos nos meios oposicionistas as ausências dos deputados pedetistas Carlos e Amorim e Valéria Macedo na sessão que aprovou a estatização da Fundação José Sarney, na última quarta-feira (19).
O deputado Edivaldo Holanda (PTC), que assumiu na vaga da deputada Graça Paz (PDT), que se licenciou para assumir a secretaria de Assuntos Políticos do município, também não compareceu.  
Carlos Amorim, que sempre manteve posição contra o governo, não compareceu e nem justificou a ausência na histórica sessão em que o Poder Legislativo ajudou a governadora Roseana legitimar uma ilegalidade que, certamente, será questionada na Justiça.
O não comparecimento da parlamentar, no entanto, não chegou a causar surpresa, a final, embora tenha sido eleita pela oposição, sempre vota com a bancada governista e sequer se articula com os deputados que criticam o governo.
Carlos Amorim, ao contrário de Valéria Macedo, é parlamentar articulado, sempre se posicionou como deputado de oposição e poderia ter dado sua contribuição para denunciar a imoralidade cometida pela governadora, que quer obrigar o Estado pagar as despesas da fundação do seu pai.   

  • Jorge Vieira
  • 20/out/2011

STF suspende aplicação do voto impresso nas eleições de 2014

Ministra Carmem Lúcia relatou o processo sobre voto impresso
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concederam nesta quarta-feira (19) uma medida cautelar que suspende, até o julgamento de mérito, a aplicação do voto impresso nas eleições de 2014. O voto impresso foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio da Lei 12.034/2009, conhecida como minirreforma eleitoral.

A decisão do STF, unânime, ocorreu na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4543, ajuizada pela Procuradoria Geral da República (PGR). O principal argumento da PGR é no sentido de que a impressão do voto fere o artigo 14 da Constituição, que garante o voto secreto.

“A garantia da inviolabilidade do eleitor pressupõe a impossibilidade de existir, no exercício do voto, qualquer forma de identificação pessoal, a fim de que seja assegurada a liberdade de manifestação, evitando-se qualquer tipo de coação”, argumentou a autora da ação.

Relatora

O julgamento de ontem foi conduzido pelo voto da relatora, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, que, ao concordar com os argumentos da PGR, afirmou que “o voto impresso, da forma como previsto, afronta, sim, o segredo do voto, o que é direito constitucional fundamental do cidadão nos termos do artigo 14, inciso II e do parágrafo 4º do artigo 60 da Constituição do Brasil”.

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou o esforço contínuo da Justiça Eleitoral para aperfeiçoar os sistemas de votação, incluindo a biometria, e afirmou que a adoção do voto impresso seria um retrocesso, do ponto de vista tecnológico, “absolutamente incompreensível”.

“Acoplar uma impressora eletro-mecânica às urnas eletrônicas equivaleria, a meu ver, a dotar um avião a jato de uma bússola a vapor”, disse ao destacar que a Justiça Eleitoral precisaria gastar cerca de R$ 1 bilhão para adquirir as impressoras, sem falar na manutenção periódica desse equipamento.

Minirreforma eleitoral

O voto impresso foi aprovado pelo Congresso Nacional em setembro de 2009, na ocasião da minirreforma eleitoral. De acordo com o texto contido na Lei nº 12.034, a urna eletrônica exibirá as telas referentes aos votos digitados e, após a confirmação do eleitor, a máquina deverá imprimir um número único de identificação do voto associado à sua própria assinatura digital.

A mesma regra também prevê que esse documento impresso seja depositado de forma automática, sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado e, posteriormente, passará por auditoria independente em audiência pública a ser realizada pela Justiça Eleitoral após o fim da votação. O objetivo desse procedimento é comparar o resultado apresentado na urna eletrônica com o resultado dos votos impressos.

Retrocesso

A Justiça Eleitoral posicionou-se de forma contrária ao voto impresso desde a sanção da lei 12.034, por considerar esse procedimento um retrocesso comparado aos tempos de votação manual.

Quando o projeto foi aprovado pelo Congresso, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ayres Britto, chegou a pedir ao presidente da República que vetasse o dispositivo da lei. Na opinião do ministro, não havia sentido ter o voto impresso uma vez que a mesma eficiência de checagem de votos pode ser alcançada por meio eletrônico, dispensando o gasto extra exigido na impressão de votos.

Dias Toffoli

Já o ministro Dias Toffoli, que também compõe o TSE, afirmou que a inclusão do voto impresso na Lei 12.034/2009 resultou de acordo político e era o desejo de uma minoria do Congresso Nacional. Isso porque, segundo ele, para que o texto fosse aprovado com a antecedência de um ano das eleições de 2010 havia uma necessidade de rapidez no processo de aprovação que seria atrasado por essa minoria, caso não fosse incluído o voto impresso.

Ainda de acordo com o ministro Dias Toffoli, a maioria dos partidos “tem absoluta confiança no sistema da urna eletrônica e no Judiciário Eleitoral brasileiro”. Para ele, são alguns casos isolados que se sentiram prejudicados com resultados de votações eletrônicas e que geraram dentro do Congresso Nacional essa idéia de se reintroduzir na legislação eleitoral a necessidade do voto impresso.

“Quem acompanhou a história do processo eleitoral brasileiro sabe que sempre houve apenas um partido político com restrições à urna eletrônica. O PDT, de Leonel Brizola, sempre se opôs a ela, por razões históricas: uma eleição ocorrida no Rio de Janeiro”, disse o ministro Toffoli. Ele citou “a total confiança da ampla e quase unanimidade dos partidos políticos no sistema da urna eletrônica, que foi um avanço histórico.

Tanto é verdade que há legitimidade, segurança e confiança na Justiça Eleitoral que são poucos os partidos que vão ao TSE no dia do lacre da urna (um dos procedimentos de segurança do sistema). Mesmo podendo indicar fiscais, apenas um ou dois partidos comparecem.”

Argumentos

Ao votar pela suspensão do voto impresso, a ministra Cármen Lúcia falou sobre vários aspectos que, a princípio, desaconselham o uso desse recurso. Segundo a relatora, “o segredo do voto constitui conquista destinada a garantir a inviolabilidade do querer democrático do eleitor e a intangibilidade do seu direito por qualquer forma de pressão”.

A ministra lembrou que na história do Brasil foram registrados vícios “não pequenos” nos processos eleitorais, pois a vulnerabilidade do voto era maior pela possibilidade de cobrança feita ao eleitor por candidatos que, imoralmente, cobravam esclarecimentos dos ilícitos acordos e a cobrança de escusos compromissos, o que somente deixou de ser possível com o sistema de votação eletrônica, que garante o sigilo total do voto.

“Não é livre para votar quem pode ser chamado a prestar contas sobre o seu voto”, afirmou a ministra ao destacar que “voto livre é voto secreto”.

Para ela, a urna é o meio de liberdade mais seguro do cidadão e não se pode exigir prova do que esse cidadão fez ou tenha deixado de fazer. “A cabine é o espaço de garantia do cidadão da sua escolha livre e inquestionável por quem quer que seja. A impressão do voto é prova do seu ato. Se o ato é próprio e inexpugnado, qual a necessidade de prova? Se não há de prestar contas, para que o papel?”, questionou a relatora sobre a função do voto impresso.

Em sua opinião, tem razão a PGR ao acentuar na ADI que “a garantia da inviolabilidade do eleitor pressupõe a impossibilidade de existir, no exercício do voto, qualquer forma de identificação pessoal a fim de que seja assegurada a liberdade de manifestação evitando-se qualquer tipo de coação”. Também citou a PGR ao dizer que o sigilo estará comprometido caso haja falha na impressão ou travamento do papel que imprimirá o voto, pois poderá ser necessária intervenção humana para resolver o problema e, dessa forma, os votos ficarão expostos ao servidor que fará a manutenção do equipamento.

“A urna eletrônica atualmente utilizada permite que os resultados sejam transmitidos às centrais sem a identificação do eleitor e com alteração seqüencial dos eleitores de cada seção, o que garante o segredo do voto e a confiabilidade do sistema”, destacou.

Risco de fraude

A ministra lembrou que a introdução de impressoras para cada voto dos mais de 135 milhões de eleitores potencializa falhas e impede o transcurso regular e eficiente dos trabalhos nas mais de 400 mil seções e zonas eleitorais do país. Além disso, destacou que “a porta de conexão do módulo impressor, além de apresentar problemas de impressão, abre-se a fraudes que podem comprometer a eficiência do processo eleitoral”.
Atraso na votação e divulgação dos resultados

Cármen Lúcia também destacou que o voto impresso causará uma demora significativa na divulgação dos resultados da eleição. Segundo ela, a média do tempo de votação na urna eletrônica é de um minuto e meio por eleitor, e, na ocasião dos testes do voto impresso ocorridos nas eleições de 2002 em alguns municípios, essa média subiu para até 10 minutos por eleitor.

O voto impresso já ocorreu no Brasil durante as eleições de 2002 em todas as seções eleitorais de Sergipe e do Distrito Federal e em mais 73 municípios de todas as unidades da Federação. Cerca de 7 milhões de eleitores votaram em urnas com impressão do voto, mas a experiência não foi positiva.

Entre outras desvantagens, o sistema apresentou grande número de falhas, impedindo o transcurso fluente dos trabalhos nas seções. Além disso, os custos de implantação foram muito altos, a demora na votação foi maior que nas seções onde não havia voto impresso, o número de panes foi expressivo nas impressoras e o procedimento na carga dos programas foi mais demorado.

A Lei nº 10.740/2003 substituiu o voto impresso pelo registro digital do voto utilizado atualmente.

Votação paralela

De acordo com a ministra, existem outras formas mais eficientes de fazer essa auditoria dos votos sem o retorno do voto impresso. Um exemplo é a votação paralela, que o TSE já utiliza. Nesse procedimento, o tribunal sorteia uma amostra de urnas que, em vez de serem transportadas para os locais de votação, são levadas a um espaço reservado pelo Tribunal Regional Eleitoral com câmeras de filmagem. Promotores de Justiça, representantes de tribunais e jornalistas são convidados a participar da votação, que é registrada também em um computador, para posterior conferência do resultado.

Todo esse processo é monitorado por uma empresa de auditoria interna e acompanhado pela imprensa, pelo Ministério Público, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e por fiscais dos partidos, além de ser aberto à sociedade civil e à imprensa.

Sistema de votação brasileiro é exemplo

Ao final do seu voto, a ministra Cármen Lúcia destacou que o sistema utilizado atualmente pela Justiça Eleitoral vem se mostrando seguro e eficiente e que o aperfeiçoamento é permanente e há de ser buscado continuadamente.

“O nosso sistema é reconhecido como superiormente adequado à garantia da moralidade e da eficiência das votações, sendo modelo brasileiro de votação eletrônica sem contestação”, afirmou ao lembrar que “a segurança, eficiência, impessoalidade e moralidade do sistema de votação eletrônica adotado no Brasil é, não apenas acatado e elogiado em todos os cantos do planeta, como testado em sua vulnerabilidade e comprovado em sua higidez sistêmica e jurídica”.

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2011

Uso de dinheiro público na Fundação Sarney ganha repercussão nacional

Como já era esperado, repercutiu de forma negativa, na mídia nacional, a aprovação do projeto de lei, de autoria da governadora Roseana Sarney, que transfere para o Estado do Maranhão os custos da Fundação José Sarney.  
Os grandes jornais que possuem sites na internet, como Estadão, Folha e demais portais de notícias deram destaque à aprovação da lei que, na prática, “estatiza” a Fundação José Sarney.
As matérias  informam a aprovação do projeto pela Assembleia Legislativa por uma maioria de 24 votos dos 32 deputados presentes em plenário, deixando para o leitor tirar suas próprias conclusões.
A Folha.com publicou a seguinte manchete: “Assembleia Legislativa aprova “estatização” da Fundação Sarney.
Na mesma linha, Estadão.com publicou em destaque: “Deputados aprovam estatização da Fundação José Sarney”.
Nos portais de informação, a decisão dos deputados governistas também mereceu destaque.O portal Terra repercutiu a publicação do Estadão.
“Estado assumirá Fundação José Sarney”, publicou o IG, alertando que “o dinheiro será usado para preservar documentos, cuidar da estátua e manter o túmulo do ex-presidente”.
Lamentavelmente, mas uma vez o Estado está sendo motivo de gozação nacional por conta do ato imoral da governadora Roseana Sarney
O pior de tudo é saber que a população maranhense está a mercê desta Assembleia Legislativa, dominada por gente sem nenhum compromisso com o Estado, que só serve para pactuar com as imoralidade de um governo comprovadamente corrupto.
Mas também esperar o que de uma Assembleia que teve que mudar seu regimento interno para permitir que um suplente pudesse assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, sem ter a menor noção de Direito ou civilidade, simplesmente por ser um pau mandado da oligarquia? Infelizmente nada, ou melhor só vexame.     

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2011

STF decide que Cássio Cunha Lima pode tomar posse como senador

Do UOL Notícias

  • Ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima teve seu mandato cassado por abuso de poder econômico 

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (19) que o senador eleito pelo Estado da Paraíba Cássio Cunha Lima (PSDB) pode tomar posse.

Ele havia sido barrado pela Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010), por ter tido seu mandato de governador cassado por abuso de poder econômico, mas entrou com recurso no STF –que já declarou a lei inválida para as eleições de 2010.

O plenário do Supremo determinou a imediata comunicação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da decisão do ministro Joaquim Barbosa –que é relator do caso e participou hoje da primeira sessão plenária desde que voltou da licença médica, em setembro.

Mesmo após a decisão sobre a Lei Ficha Limpa, em março desse ano, o senador ainda aguardava parecer do STF para tomar posse. Em maio deste ano, Joaquim Barbosa já havia determinado a posse do político, mas vários recursos de coligações rivais tentavam impedir o cumprimento da decisão.

Ao negar todos os recursos contra a posse de Cunha Lima, o ministro explicou que a inelegibilidade do ex-governador já teria esgotado seus efeitos.

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2011

Estatização da Fundação Sarney fere de morte a Constituição, diz Bira

O deputado estadual Bira do Pindaré (PT) condenou, nesta quarta-feira (19), o Projeto de Lei (PL 259/2011), que criou a Fundação da Memória Repubicana Brasileira na estrutura administrativa do Estado.
 O parlamentar repudiou o projeto por existir, na opinião dele, questões muito mais urgentes, e que não são tratadas com tamanho esmero. “A despeito de tantas questões relevantes para se resolver, como a situação dos professores, como a situação dos policiais, como a situação dos quilombolas, dos despachantes que estão aqui e de tantas lutas e tantas prioridades, mas o tema está posto e vamos debatê-lo”, esclareceu.
 Bira iniciou o discurso tratando da proposição do PL, por entender que não se trata de uma simples e inocente Fundação, que estaria a serviço do povo. Mas um órgão, que no seio do primeiro parágrafo avisa que o patrono será José Sarney. Uma pessoa viva, em pleno exercício de suas funções e presidente do Senado. Ao lembrar uma fala do, também deputado, Rubens Junior (PCdoB), sobre a composição do conselho, que propõe dois lugares por indicação do patrono, o deputado alertou sobre a indicação, por testamento, de dois dos três filhos do Presidente do Senado, que por sua vez transfere aos seus descendentes, fazendo perpetuar a oligarquia no Estado.
 “Estamos fazendo aqui uma inversão completa, esse é o verdadeiro patrimonialismo, que caracteriza conceitualmente aquilo que chamamos de oligarquia. O poder na mão de poucos. E como se não bastasse querem estender isso para a eternidade”, destacou ele.
 O petista disse não ter nada pessoal contra Sarney, e afirmou que a Lei que estava sendo proposta é uma violência contra a Constituição Federal. “É uma violência contra a dignidade do povo do Maranhão. Uma violência contra tudo aquilo que a gente reconheceu e reconhece em dizer quando denominamos este país uma República, porque isto aqui não é republicano. Devo dizer que essa proposição fere de morte a Constituição Federal, sobretudo no que diz respeito aos princípios da Administração Pública”, defendeu.
 Citando o Artigo 5° e o 37° da Constituição, no que o primeiro diz que “Todos são iguais perante a Lei, sem qualquer distinção de qualquer natureza”, e no segundo elenca os princípios da Administração Pública (Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência), o parlamentar concluiu que a Lei propõe um favoritismo, abominado pelo princípio da Impessoalidade por se constituir de favorecimentos de interesses privados.
 “É exatamente o que se tenta violar neste momento, pois essa proposição visa satisfazer não os interesses históricos do povo maranhense ou do povo brasileiro, mas único e exclusivamente o interesse privado do patrono. A Lei é muito clara, na Constituição Federal, não pode haver favoritismo. Não podemos tomar decisões políticas ou administrativos por simpatias ou mesmo por animosidades, sejam elas políticas, sejam elas ideológicas, sejam elas de natureza religiosa ou do quer que seja. A motivação do ato administrativo tem que ser o interesse público. E na forma em que está proposto só favorecerá uma família, que com os bens que tem não precisa do dinheiro suado do povo para fundar e manter uma instituição. Porque essa Instituição será nutrida com recursos públicos, o Orçamento do Estado e também mantida por servidores deste”, finalizou o parlamentar.

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2011

Deputados aprovam projeto imoral da governadora Roseana Sarney

Contra os votos da oposição, a Assembleia Legislativa aprovou, esta manhã, o projeto de lei da governadora Roseana Sarney (PMDB), que estatiza a Fundação José Sarney e transfere para o Estado do Maranhão os custos da manutenção do acervo do ex-presidente.
A matéria foi aprovada de afogadilho, sob protesto dos parlamentares oposicionista, que criticaram o que consideramm ilegal e imoral a governadora tranferir para o povo sofrido do Maranhão as despesas para a manutenção do acervo do ex-presidente José Sarney. 
Na tribuna, o deputado Bira do Pindaré, num discurso contundente, destacou que o projeto aprovado pela Assembleia fere princípios constitucionais. 
Para o líder da oposição, o Poder Legislativo teve “dia vergonhosos na sua história, ao votar um projeto extreamamente nocivo à população”.  
Rubéns Júnior alertou que o governo do Maranhão está dando uma capitania hereditária para a família Sarney.
A matéria foi votada de forma tão vergonhosa que nenhum dos líderes do governo teve coragem de defender a proposição. Coube ao folclórico suplente Magno Bacelar jogar loas no ex-presidente e defender a imoralidade.  

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