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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2012

Crise pode afastar Clay Lago do PDT

A crise que envolve o PDT, desde que o ex-deputado Julião Amim e o suplente de deputado Weverton Rocha resolveram conspirar junto a executiva nacional do partido para afastar do comando da legenda no Estado o médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, terá mais um capítulo nesta manhã de segunda-feira (27), quando a ex-primeira dama do Estado, Clay Lago, concederá entrevista para se posicionar sobre a decisão do ex-ministro Carlos Lupi entregar o comando da sigla no Maranhão ao adversários internos da família Lago.
Enquanto Clay estiver falando à imprensa sobre o posicionamento da família em relação a entrega do comando do PDT à Julião Amim/ Weverton Rocha e Renato Dionísio, a nova comissão provisória estará ultimando os preparativos para tomar posse e ser apresentada aos pedetistas, hoje, às 18h, na sede do partido   
Clay concederá entrevista coletiva para anunciar seu posicionamento sobre a decisão do presidente da executiva nacional, ex-ministro Carlos Lupi, que trocou Igor Lago por Julião no comando do partido no Maranhão.
A família do ex-governador não aceita a mudança e pode abandonar a legenda.  Os Lagos não aceitaram a troca de Igor por Julião Amin no comando da comissão provisória e podem anunciar o desligamento da legenda que, segundo comentários de bastidores, estaria servindo apenas para resolver interesses pessoais dos novos dirigentes. 

  • Jorge Vieira
  • 25/fev/2012

Roseana Sarney tenta outra vez adiar audiência de cassação do mandato

O Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Arnaldo Versianni, relator do processo de cassação da governadora Roseana Sarney (PMSB), determinou expressamente  que o juiz do TRE, Sérgio Muniz, cumpra a ordem para concluir as oitivas das testemunhas até o dia 10 de março, sendo que até esta data, de uma forma ou de outra, seja devolvida imediatamente a carta de ordem ao TSE.

Diante da contundência do despacho do Ministro Versianni, que atendeu aos pedidos dos advogados Rodrigo Lago e Rubens Junior, Sérgio Muniz designou a audiência para o dia 05 de março, ocasião em que determinou que Roseana Sarney e Washington Macaxeira, se quiserem, apresentem suas testemunhas na audiência, como manda a Lei.
  
Roseana Sarney tenta, no entanto, adiar pela quarta vez a audiência, e entrou com um recurso (agravo regimental), nesta sexta-feira, 24 de fevereiro, no TRE do Maranhão, para que o juiz Sérgio Muniz determine que as testemunhas de defesa sejam intimadas pelos Correios, através de aviso de recebimento, em vez de apresentadas na audiência do dia 05 de março. Ou seja, a governadora não quer nem mesmo levar suas testemunhas de defesa para a audiência. Coisa inédita, os acusados não querem que suas testemunhas, na sua quase totalidade auxiliares do governo e aliados políticos de Roseana e Washington, compareçam espontaneamente à audiência, mas que sejam intimadas.
Esse recurso deverá ser julgado novamente pelo plenário do TRE, o mesmo que retirou o juiz federal Nelson Loureiro do processo e retornou o juiz Sérgio Muniz, filho de auxiliar da governadora, para a condução da carta de ordem. Novo tumulto criado por Roseana e Washington visa mais um adiamento.
Segundo os advogados de acusação, “a Lei Eleitoral é bem clara quando diz que as partes do processo é quem devem apresentar suas próprias testemunhas na audiência. O que, aliás, ocorreu no caso Jackson Lago. Mas Roseana não quer se submeter à Lei que todos estão obrigados a cumprir”, denunciam.
A intenção de Roseana Sarney e Washington Macaxeira é apenas criar impasses, tumulto processual, chincanas, pois intimação das 10 testemunhas de defesa, pelos Correios, algo inédito em se tratando de processo eleitoral, levaria meses, até, para concluir todas as intimações.
Tudo leva a crer que o Ministro Arnaldo Versianni, do TSE, atenda ao pedido dos advogados de José Reinaldo, autor do processo de cassação, para que venha pessoalmente em São Luís realizar a audiência.
Pelo visto o temor de cassação do mandato de Roseana deixou de ser um fantasma ou mera hipótese para se tornar algo real. Antes, a Oligarquia desdenhava do processo movido pelo ex-governador José Reinaldo, mas, agora, é motivo de agonia diária para o clã Sarney. E tudo fazem desesperadamente para que o processo não ande e empaque na esperança de ganhar alguns meses a mais no governo. A cassação bate às portas de Roseana Sarney.

  • Jorge Vieira
  • 10/fev/2012

Notas sobre o cotidiano político

Apoio a César
O novo líder do governo, deputado César Pires, disse hoje ao blog que espera contar com o apoio do Palácio dos Leões para desenvolver sua liderança à altura das expectativas.
Na avaliação do parlamentar, líder sem apoio do governo não consegue manter a unidade das bancadas nas questões que são levadas a plenário, por isso espera ter as condições necessárias para manter o grupo unido.
Pires adiantou que exercerá a liderança do governo sem descer ao nível nos embates com a oposição. 
“Vamos manter a postura, nada de agredir familiares de adversários, debateremos no campo das idéias”, enfatizou.  
Tenda de campanha
Diante da tanta reclamação contra a inércia da bancada federal do Maranhão, em relação a conclusão das obras do Aeroporto Marechal da Cunha Machado, o deputado Simplício Araújo fez esta semana contundente pronunciamento na Câmara criticando  a ineficiência da Infraero na administração dos aeroportos do país.
Para Simplício, o estado em que se encontra o Aeroporto Internacional de São Luís é prova da incompetência do órgão em atender à demanda do crescimento do país.
Após um ano fechado para reformas, o aeroporto de São Luís, na opinião do deputado, parece “um aeroporto de guerra”, onde os passageiros são obrigados a ocupar o terminal antigo e aguardar o embarque debaixo de uma tenda. 
Em baixa
A festa de aniversário oferecida aos amigos na noite de quinta-feira pelo deputado Marcos Caldas não despertou interesse dos seus companheiros de plenário. Todos os quarenta e dois parlamentares foram convidados, mas poucos apareceram por lá.
Somente deram o ar da graça na festa de arromba de Play, com Black batendo no meio da canela, Arnaldo Melo, Tata Milhomem, Edilázio Júnior, Jota Pinto e Eduardo Braide. Os demais ignoraram.   
Prévia petista
O movimento “Resistência Petista”, agrupamento que reúne as tendências do PT contrárias a aliança com o grupo Sarney, entregou, na manhã de hoje, no diretório municipal de São Luís, o registro da pré-candidatura a prefeito do deputado Bira do Pindaré.
O mesmo procedimento teve as alas que declaram apoio ao vice-governador Washington Oliveira, uma vez que tanto Bira como Washington estão em Brasília, onde participam hoje da festa em homenagem aos 32 anos de fundação do PT.
De acordo com o estatuto do partido, para o registro da pré-candidatura eram necessárias 159 assinaturas de filiados. O pedido de Bira continha 306.    

  • Jorge Vieira
  • 10/fev/2012

Reistência Petista registra pré-candidatura de Bira

A resistência petista (campo que agrega tendências do Partido dos Trabalhadores contrárias a aliança do PT com a oligarquia Sarney) entregou, na manhã desta sexta-feira (10), no diretório municipal do PT – São Luís o registro da pré-candidatura a prefeito da capital do deputado estadual Bira do Pindaré.
A data é simbólica, pois exatamente há 32 anos o PT foi fundado, no Colégio Sion, em São Paulo. Em virtude do aniversário do partido, o parlamentar está em Brasília, a convite do diretório nacional. A missão de entregar o registro coube a resistência petista. Compareceram ao ato: Janete (coletivo Reboliço), Silvio Bembem (militância Solialista), Bruno Rogens (Articulação de Esquerda), Ricardo Ferro, Campos, Zé de Deus (Mensagem ao Partido), João Batista Xibé, Paulo Oliveira, Ivaldo Coqueiro (Militância Socialista)

Várias lideranças e representantes das tendências que compõe o campo entregaram o registro nas mãos do Secretário Geral do PT municipal, Paulo Serra. De acordo com o estatuto do PT, para o registro da pré-candidatura eram necessárias 159 assinaturas de filiados, foram entregues 306 assinaturas.    

  • Jorge Vieira
  • 10/fev/2012

Profissionalismo em debate

Tenho uma vida pública relativamente nova. Dois anos na cobertura política do Maranhão é fichinha se comparados a carreiras que se prolongam no decorrer das décadas. Entretanto, somos todos profissionais.

Escrevo aos 22 anos e saindo recentemente da Universidade, com diploma recebido em 25 de janeiro deste ano, apesar de ser considerada profissional de imprensa antes da conclusão do curso, como me ampara a última decisão do Supremo Tribunal Federal.
 
Sempre fui apaixonada por política e pelas possibilidades que ela poderia trazer a toda a população, se fosse bem realizada. E foi isto que me impulsionou a continuar no curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão e deixar o curso de Direito da mesma Universidade à espera.

Acontece que a cobertura política é para poucos, poucos que conseguem encará-la. Alguns com pragmatismo, outros com olhar crítico, com interesse de proporcionar melhorias aos mais diferentes segmentos da sociedade.

A cobertura política no estado há muito tem sido tomada por práticas escusas, aceitas com conveniência pelas diversas esferas de poder. Aceita-se que a imprensa se sujeite a situações vexatórias e inclusive participa delas, tudo longe dos olhos da opinião pública.

A iniciativa de oficializar o Comitê de Imprensa perante Assembleia Legislativa partiu de diversos profissionais que se sentiam incomodados com a falta de um espaço em que se pudesse exercer a profissão com segurança e isenção. As ações tomadas vieram e boa hora, apesar de serem necessidades antigas.
Durante os dois anos em que convivi como repórter do jornal O Imparcial no parlamento estadual, muitas vezes me senti tolhida no exercício do trabalho. 

Ciente dessas dificuldades, agi como uma das operadoras da elaboração do Estatuto do Comitê de Imprensa e do Código de Conduta Profissional, como previsto no Regimento Interno da Assembleia, direito nosso.

Hoje existimos perante a lei. Deixamos de ser anexo sem expressividade para ser órgão de fato. Temos representatividade legal, temos condições de trabalho melhoradas e passamos agora por um processo de adequação.

O cadastramento antes feito pela Diretoria de Comunicação da Assembleia está nas mãos do Comitê de Imprensa – órgão ligado somente à Mesa Diretora, como manda a lei, e sem nenhum vínculo com a Diretoria de Comunicação. Já possuímos mais de 60 profissionais cadastrados, com perspectiva de dobrá-los com o passar do tempo.

O Comitê não tem orçamento próprio e funciona somente nas dependências da Casa como facilitador dos profissionais de imprensa que pretendem cobrir o cotidiano político da Assembleia. Todo e qualquer profissional de imprensa cadastrado em qualquer órgão de representação profissional, ou indicado por empresa de Comunicação, ou profissional autônomo tem direito a acesso na Casa e possuirá todas as honras ao chegar ao parlamento.

Aqui se discutem as principais questões do estado. Aqui se resolvem ou aumentam problemas do maranhense. 

A imprensa, como meio de informação para todos os cidadãos, tem direito a um espaço livre e seguro para o exercício de suas funções.

E é nesse sentido que tenho procurado trabalhar na organização do Comitê de Imprensa. Não fui eleita para a diretoria do Comitê, não faço parte dela, não tenho vínculo com qualquer setor da Assembleia Legislativa e me sinto apta a ajudar minha profissão a ser mais valorizada. Com bom trabalho e companheirismo acredito que poderemos construir melhores soluções para nossa profissão, passo a passo.

*Aline Louise

É correspondente do portal Terra no Maranhão e estudante de Direito na Universidade Federal do Maranhão;
 
Foi repórter de Política de O Imparcial de 2010 a 2012, repórter da assessoria de Comunicação da UFMA em 2008, repórter do portal Vermelho em setembro de 2011. Foi correspondente dos portais Uol e Ig e do jornal O Estado de São Paulo.

  • Jorge Vieira
  • 10/fev/2012

Policiais do Rio também decretam greve

Exército cria plano de contingência com 14 mil homens; governo do Estado aposta em baixa adesão da categoria

Soldados se preparam para ocupar UPPs caso greve se alastre; ontem, Bope se recusou a fazer policiamento no centro

Adriano ishibashi/Frame/Folhapress
Assembleia que decidiu ontem pela paralisação de bombeiros e policiais civis e militares na Cinelândia, centro do Rio
Assembleia que decidiu ontem pela paralisação de bombeiros e policiais civis e militares na Cinelândia, centro do Rio
MARCO ANTÔNIO MARTINS
DO RIO
PAULA BIANCHI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO
Policiais militares, civis e bombeiros do Rio decretaram greve ontem, às 23h22.
A decisão foi tomada por cerca de 2.000 pessoas após reunião de cinco horas e meia na Cinelândia, centro do Rio.
A decisão das forças de segurança do Estado ocorre a uma semana do Carnaval.
Na Bahia, a greve da PM iniciada há dez dias continua. Além de pressionar governos locais, policiais de vários Estados querem a aprovação da PEC 300, proposta de emenda constitucional que cria piso nacional para a categoria.
Plano elaborado na manhã de ontem em reunião entre autoridades estaduais e o Comando Militar do Leste colocou à disposição do governo fluminense 14 mil homens para atuar no Rio no lugar da Polícia Militar. Outros 300 bombeiros da Força Nacional serão deslocados para o Rio.
A aprovação da greve não significa necessariamente que haverá adesão da maioria das 71 mil pessoas que compõem as três categorias -43 mil PMs, 16 mil bombeiros e 12 mil policiais civis.
A prisão do cabo dos bombeiros Benevenuto Daciolo anteontem à noite por incitar a greve e a aprovação ontem pela Assembleia da nova proposta apresentada pelo governo estadual diminuíram um pouco o ímpeto dos grevistas fluminenses. Com a proposta aprovada, o salário inicial da PM será de R$ 1.669,33 em fevereiro de 2013, e o da Polícia Civil R$ 3.359,86.
Com servidores infiltrados entre os manifestantes, acompanhando as discussões, a avaliação do governo do Rio é a de que os bombeiros devem ser a categoria com maior adesão à paralisação.
Os líderes do movimento não abrem mão da libertação do cabo Daciolo e pedem ainda um salário de R$ 3.500.
Os interlocutores do governador não acreditam na adesão da Polícia Civil. A dúvida é como agirá a Polícia Militar.
Ontem, 40 policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais), a tropa de elite da corporação, se recusaram a ir até a Cinelândia para cuidar do policiamento da reunião que decidiria pela greve.
Depois disso, receberam ordens para não deixar o quartel. Todo o efetivo do Bope foi convocado. A ordem era para que ficassem no quartel. Foi a forma encontrada pelo comando para manter a tropa sob controle.
PMs do Batalhão de Choque também se recusaram a ir até a Cinelândia. Esses dois atos acenderam a luz de alerta na PM do Rio de Janeiro.
Caso a greve se alastre, o Exército deve ocupar as UPPs, evitando que as 20 unidades fiquem sem segurança.

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