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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2012

Bira questiona retirada de assinaturas da CPI

“Por que
a Assembleia deve se manter distante das investigações sobre a pistolagem, no
Estado do Maranhão?” Com este questionamento o deputado Bira do Pindaré (PT)
protestou contra a inércia da Casa Legislativa no tratamento da questão.
O petista
(Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALEMA) estava em um processo de
colheita de assinaturas dos parlamentares para entregar a Mesa Diretora o
pedido de instalação da CPI da pistolagem. Com a assinatura da deputada Cleide
Coutinho (PSB) as 14 assinaturas necessárias foram conseguidas, contudo, André
Fufuca (PSD) e Chico Gomes (DEM) retiraram seus apoios.
A CPI
agora conta oficialmente com apenas 12 assinaturas de parlamentares, o que
impossibilita a instalação. O sentimento da população maranhense é de
insatisfação e de cobrança por explicações. Bira afirmou que a sociedade quer
saber as razões e os motivos do afastamento da ALEMA na apuração e investigação
dos assassinatos de diversas lideranças camponesas, indígenas, quilombolas e do
jornalista Décio Sá.
“Nós
sabemos que autoridade policial ela é insubstituível, mas é preciso haver um
esforço concentrado de todos os poderes, é preciso que o Poder Executivo faça a
sua parte que o Judiciário não fique distante e o Legislativo também cumpra a
sua parte, e a única coisa que eu vejo que Assembleia poderia fazer para ajudar
nas investigações seria uma CPI”, considerou.

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2012

Governo pressiona, Assembleia baixa cabeça e sepulta CPI da Pistolagem

Sob forte pressão da
governadora Roseana Sarney, a Comissão Parlamentar de Inquérito, proposta pelo
deputado Bira do Pindaré (PT), para investigar crimes de pistolagem no Estado, a
partir de 2010, está literalmente sepultada.
Embora o presidente da
Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB) tenha usado hoje (08) a
tribuna para negar interferência do governo contra a instalação da CPI, o fato
é que a bancada governista se omitiu, fugiu para não assinar o requerimento.  
Num discurso torto e cheio de
contradição, Arnaldo Melo tentou justificar o injustificável: a omissão do
Poder Legislativo em colaborar com a investigação que poderia chegar, inclusive,
 aos matadores do jornalista Décio Sá,
uma espécie de porta-voz da oligarquia Sarney.
“Essa história de CPI de
Pistolagem que o governo é contra é uma falácia porque esta Casa não é
delegacia de polícia, nós não temos responsabilidade sobre isso e não temos
instrumento. A Mesa Diretora já discutiu essa questão e chegamos à conclusão
que eu não queria inclusive colocar desta forma, mas a verdade é que nós não
temos instrumentos, aparato suficiente para investigar crime de pistolagem”,
justificou.
Estranho essa posição do
presidente da Assembleia porque foi justamente o Legislativo estadual que deu
exemplo ao país ao criar a CPI do Crime Organizado, que levou os deputados José
Gerardo de Abreu e Chico Caíca para a cadeia. O deputado Hemetério Weba também
teve problemas, mas conseguiu provar sua inocência.   
“Eu não tinha me manifestado,
mas sou contrário essa CPI da Pistolagem,  porém, aceito ser voto vencido se a maioria
aprovar. Não fui consultado, não fui acionado, ninguém tratou desse assunto
comigo, secretário de Segurança, secretário de Estado qualquer, governadora do
estado, ninguém tratou comigo. Então por que o governo não quer? Eu acho que
isso é um discurso um pouco cruel. O governo do estado não está no meio disso.
Eu emiti a minha opinião, na semana passada, e eu acho que a sociedade está
angustiada, todos nós estamos angustiados com esse tipo de crime. Isso é um
absurdo. A sociedade não pode mais aceitar. No entanto, não vamos, senhores
deputados, trazer essa questão para dentro da nossa Casa. Isto nós não temos
condições de resolver”, discursou Melo.
O discurso do presidente da
Casa foi o sinal que estava faltando para os deputados da base do governo, que
ficaram de assinar o requerimento, sumissem do plenário. Até Hemetério Weba,
que empenhou a palavra pela CPI, desistiu de assinar o documento.
Pior fez o ex-secretário de
Segurança, Raimundo Cutrim (PSD). Ele defendeu contra a instalação da CPI por
entender que as investigações devem ser comandadas pela Secretaria de
Segurança. Só que no mesmo pronunciamento, Cutrim tratou de avisar que o atual
secretário de Segurança, o araponga da oligarquia, Aluísio Mendes, não tem
competência para comandar a apuração dos fatos.  

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2012

Justiça recebe denúncia contra prefeito de Governador Archer

A 1ª
Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão recebeu nesta terça-feira
(8) denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o
prefeito do município de Governador Archer, Raimundo Nonato Leal.

Leal foi denunciado em razão de suas contas relativas à administração de 2005
terem sido reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), com a
constatação de irregularidades como a ausência de processo licitatório
referente ao aluguel de uma pá carregadeira mecânica e de comprovação do
efetivo pagamento de serviço contratado pela administração municipal.

O relator do processo, desembargador Raimundo Melo, ressaltou que o
recebimento da denúncia constitui-se em mero juízo de admissibilidade, não se
fazendo necessário um profundo exame dos indícios trazidos aos autos, mas
apenas a verificação, por meio dos elementos apresentados, como a tipicidade
da conduta atribuída ao gestor municipal.

Para Melo, a denúncia está formalmente perfeita e preenche os requisitos
exigidos pelo artigo 41 do Código de Processo Penal, contendo a exposição do
fato criminoso e todas as suas circunstâncias – a qualificação do acusado, a
classificação do delito; além do rol de testemunhas.

“O fato indica a existência de crime em tese, o qual aliado aos indícios de
autoria, autorizam o recebimento da denúncia”, diz o desembargador,
esclarecendo, ainda, que “se o fato em tese constitui crime e se existem
indícios da prática descrita é necessário apurar as irregularidades
denunciadas, mediante instrução do processo e a irrecusável recepção da
inicial acusatória”.

Os desembargadores Bayma Araujo e Benedito Belo, seguindo parecer da
Procuradoria Geral de Justiça, acompanharam o relator.

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2012

Deputado chama Roseana Sarney de mentirosa e acusa governo de abandonar a Educação

Roseana mente para justiticar falta de compromisso com a Educação
Milhares de alunos
do ensino médio estão sem estudar no interior do Estado por conta da falta de
iniciativa da governadora Roseana Sarney (PMDB) em cumprir a determinação da
Justiça, que não aceitou o seletivo feito pela Secretaria de Educação para contratar
professores sem submetê-los a concurso público.  
A denúncia foi
levada hoje (08) ao plenário do Poder Legislativo pelo deputado
Otelino Neto (PPS). Ele acusou Roseana de mentir para população para
justificar a inércia da sua administração no setor vital para o desenvolvimento
da sociedade.     
Segundo Otelino, a
única justificativa que o governo consegue dar é que foi impedido pelo
Ministério Público do Estado. “Essa satisfação é apenas uma meia verdade. Primeiro
porque o Ministério Público fez apenas uma recomendação para que o Estado faça
concurso, que de fato é um instrumento mais democrático e legítimo para
contratação dos servidores para o serviço público. Segundo, o MPE não tem a
prerrogativa de decidir, quem decide é a Justiça”, enfatiza.
O parlamentar fez
levantamento e constatou que já estamos em maio e as aulas do ensino médio no
Maranhão não começaram na grande parte das escolas. “Isso só evidencia a falta
de compromisso com a Educação, justamente a Educação que foi um dos pontos
principais do programa de governo na época da campanha da governadora Roseana
Sarney”, condenou.
Otelino Neto
citou como exemplo o município de Alto Alegre do Pindaré, onde as aulas ainda
não começaram no Centro de Ensino de Marcelina Noia
Alves. Conforme o parlamentar, além da falta de professores, os alunos simplesmente
não tem carteira para sentarem.
“No Centro de Ensino
Médio Vereador
Joaquim Silva e nos anexos, as aulas também não iniciaram por falta de professores. Só nessas
unidades e nos anexos, faltam 49 professores que precisam ser contratados para
que as aulas possam ser iniciadas. Então é para chamar a atenção para essa
situação. Eu citei aqui só o município de Alto Alegre, mas existem diversos
outros, inclusive no município de Presidente Sarney, houve uma manifestação em
frente à Gerência Regional da Educação de Pinheiro, onde alunos se deslocaram
para lá para cobrar o início das aulas do Ensino Médio e não tiveram sequer uma
satisfação”, denuncia Neto.
O parlamentar disse ainda que
em diversos municípios a situação é semelhante. “Quero deixar o alerta para que
o governo passe a dar atenção para este importante assunto não só em respeito à
população, mas em respeito aos milhares de jovens que estão até hoje sem
começar as aulas e correndo o risco de perder o ano
letivo”, condenou.

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2012

Deputados covardes retiram assinaturas da CPI da Pistolagem a pedido de Roseana Sarney

A governadora Roseana Sarney (PMDB), com medo da investigação expor os podres da sua administração na área de Segurança Pública, está presionando contra a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito que pretende investigar os crimes de pistolagem no Estado. 
 
Deputados
da base governo não resistiram aos “argumentos” do Palácio dos Leões e
começaram a retirar assinatura do requerimento que pede a instalação de uma
Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar crimes de pistolagem no Estado, a
partir de 2010.
Os
primeiros a encaminharem ofício à Mesa Diretora da Casa solicitando a desconsideração
de suas assinaturas no requerimento do petista Bira do Pindaré  foram os deputados Francisco Gomes (DEM) e
André Fufuca (PSD).
Segundo apurou o blog junto a própria base governista, existe uma recomendaçãop explicita da governadora para que a CPI não seja instalada. Talvês, por essa razão, o líder do bloquinho, Eduardo Braide (PMN) tenha se esquecido de reunir seus liderados pára tomar uma posição. 
Embora
a deputada Cleide Coutinho tenha assinado hoje o documento, ainda falta uma
rubrica para que o requerimento seja encaminhado à Mesa. A oposição espera que
o deputado Hemetério Weba mantenha a palavra e assine a CPI. Ainda assim terá que passar pelo plenário onde a governadora conta com maioria absoluta.  
O
ato de retirarem as assinaturas até que não é novidade, pois todas as vezes que
o Poder Legislativo tentou investigar setores da administração, o governo vetou
e seus aliados baixaram a cabeça. O que ninguém esperava era que o ex-comunista
Chico Gomes e André Fufuca, esse ainda na frauda, dessem exemplo de covardia
explícita.  

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2012

Gasto do governo com varejo político dispara após a crise

Liberações
para emendas parlamentares agora superam R$ 350 mi por mês
Distribuídas
entre 11 pastas, essas rubricas se destinam a obras e projetos menores, típicos
de municípios
GUSTAVO
PATU
DE BRASÍLIA
A crise
no relacionamento com os partidos aliados e a criação da CPI do Cachoeira
coincidiram com a multiplicação da liberação, pelo governo Dilma Rousseff, de
verbas de interesse de deputados, senadores, prefeitos e governadores.
Os
registros diários dos desembolsos federais mostram um salto, a partir de março,
das despesas incluídas por congressistas no Orçamento da União em favor de seus
redutos eleitorais -as chamadas emendas parlamentares.
Para
detectar a movimentação de recursos destinados a negociações políticas, a Folha
selecionou uma amostra das iniciativas orçamentárias que mais recebem emendas e
servem de base para as barganhas cotidianas entre o Planalto e o Congresso.
Os
desembolsos para essas finalidades quadruplicaram de fevereiro para março,
quando ultrapassaram a casa dos R$ 350 milhões -patamar repetido em abril.
Em
consequência, os primeiros quatro meses do ano terminaram com liberação de R$
911 milhões, contra R$ 363 milhões no primeiro quadrimestre de 2011, quando
Dilma lançava seu pacote de austeridade fiscal.
Esses
gastos estão concentrados em 20 ações de governo -entre as mais de 4.500
previstas no Orçamento da União-, que servem como um termômetro do fisiologismo
no varejo político.
Elas
respondem por três quartos das emendas apresentadas por deputados e senadores
nos últimos três anos; 95% de suas verbas vêm de emendas individuais ou de
bancadas estaduais e comissões temáticas.
Distribuídas
entre 11 ministérios, essas rubricas foram criadas para abrigar obras e projetos
de pequeno porte, como praças, ciclovias, quadras e postos de saúde. O
Executivo negocia a liberação da verba em troca de apoio no Congresso; para
deputados e senadores, interessa colher dividendos eleitorais.
Os dados
mostram o momento em que os congressistas tiveram uma reviravolta na liberação
de verbas: a rejeição pelo Senado, em 7 de março, do indicado do Planalto para
a Agência Nacional de Transportes Terrestres.
No outro
dia, Dilma mostrou ter entendido o recado dos aliados e mandou avisar que as
demandas seriam atendidas com mais presteza.
No dia 9
de março, as ações campeãs de emendas receberam mais de R$ 80 milhões -até
então, o desembolso diário no ano nunca havia chegado a R$ 20 milhões.
Em abril,
o movimento foi mais intenso no intervalo de duas semanas entre a decisão da
bancada governista de apoiar a CPI do Cachoeira e a efetiva criação da
comissão.
A
aceleração dos gastos não está circunscrita às miudezas da política. Em março,
a despesa do Tesouro teve alta de 17% em relação ao mesmo período de 2011. No
primeiro bimestre, a taxa foi de 9,5%.

  • Jorge Vieira
  • 5/maio/2012

Encontro do PDT aponta aliança com Edivaldo

Julião diz que PDT vai com Edivaldo Holanda
O
encontro do PDT realizado neste sábado (05), na Assembleia Legislativa, serviu
para expor o entusiasmo da militância do partido com a candidatura do
deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC) a prefeito de São Luís.
Edivaldo
Holanda foi aplaudido intensamente pelos pedetistas que lotaram o auditório
Fernando Falcão para discutir estratégias para as eleições de outubro próximo e
organização partidária. Dos 147 diretórios municipais existentes no Estado, 128 marcaram presença no
evento.
Para
o presidente da executiva regional, ex-deputado Julião Amim, o encontro foi
muito proveitoso pelo nível de participação e determinação dos filiados em
reconstruir a legenda no Estado.
Segundo
Julião, o PDT saiu do encontro fortalecido e com o indicativo de que estará no
palanque de Edivaldo Júnior. “O apoio oficial ao candidato somente será
possível na convenção, mas estamos fechado com ele e vamos apoiá-lo”, adiantou
Amim.
Holanda
Júnior fez um discurso vibrante, cheio de emoção, onde ressaltou sua admiração
pelo ex-governador Jackson Lago e conclamou os pedetistas a abraçarem
o projeto das oposições para 2014, que passa pela eleição de 2012.
“Sempre
trabalhei por essa aliança, pois estamos firmes com o projeto maior que é
eleger Flávio Dino (PCdoB) governador do Estado em 2014”, disse para uma platéia
entusiasmada e que   aplaudiu intensamente o pronunciamento.

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