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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2013

CARNAVAL DE QUEM?


O carnaval chegou! Hoje, ouvindo um samba de Chico Buarque que diz assim: ‘Apesar de você, amanhã há de ser outro dia…’, lembrei-me de uma conversa que tive com dois produtores culturais na semana passada. Aproximaram-se de mim e foram logo afirmando, sem nem mesmo um bom-dia: ‘Governador, o seu governo foi o melhor que tivemos para a cultura popular. O cachê pago aos grupos era suficiente para colocarmos o bloco na rua’. ‘Aliás’ – continuou o outro – ‘o cachê que é pago hoje é o mesmo que foi pago no seu governo, com uma diferença: como diminuíram a quantidade de apresentações, o valor final do cachê é praticamente a metade’. Confesso que duvidei das afirmações deles, afinal, em 2006, o nosso orçamento correspondia a um terço, isso mesmo, um terço do orçamento atual, então não sei como foi feita essa mágica para diminuir o cachê dos grupos, quando deveria ser no mínimo três vezes mais. Novamente o primeiro retomou a palavra para me afirmar que era verdade. Segundo me contou, o que aconteceu foi que, num intento de proteger uns certos grupos, que querem ter a hegemonia da cultura popular, quebraram as patas do siri, cortaram a tromba do jegue, o ‘babaçu abunda’ foi cortado para dar espaço para novas construções e sobrou até para a jumenta parida, pois, no intuito de economizar, proibiriam a participação de bichos paridos. O outro tomou a palavra e resumiu: ‘Trocando em miúdos, governador, eles querem fazer o carnaval de um bloco só, seria um ‘monobloco’, e até trouxeram o original para a gente conhecer. Agora, vejam que essa história é tão nociva que até na Assembleia, os deputados, percebendo o perigo, não aceitaram e acabaram com o mono que existia ali e criaram vários blocos.

Nossos artistas populares são espirituosos, cheios de metáforas, mas espertos para observarem o que acontece no dia a dia, apesar de certos governantes pensarem que são bobos. Realmente em minha gestão a cultura foi tratada com respeito. A cultura e o turismo andavam de mãos dadas. Os voos charter aportavam em nosso aeroporto, trazendo os turistas para apreciarem a nossa cultura. Hoje embarca mais gente de São Luís para passar o carnaval fora da cidade do que os que aqui aportam. Também, com o alto índice de violência em nossa capital – somente no mês de janeiro chegamos a 62 assassinatos – parece até que isso é algo normal. A sujeira das praias que, além dos coliformes fecais oriundos do despejo do esgoto sem nenhum tratamento, ainda engloba os metais pesados que são lançados na nossa costa pelos navios. Sim, porque os cascos daquelas embarcações são lavados após o transportes de materiais químicos e com o fluxo da maré, são depositados em nossas areias, causando diversas doenças. Isto parece acontecer sem que ninguém fiscalize.

A rede hoteleira chegava a 100% de ocupação. Lembro-me de um dia ter recebido o telefonema de uma ex-ministra que a mim reclamava por não ter conseguido vaga em nenhum hotel da cidade para se hospedar. Tive que hospedá-la no Palácio dos Leões. Hoje, a rede hoteleira não é ocupada nem em 60% de sua capacidade. A importação de bandas de outros estados não vai resolver o problema. Quem vem ao nosso Maranhão para apreciar bandas que podem ser apreciadas em seus estados de origem?

Enquanto o governo federal mostra preocupação com a balança comercial, já que estamos importando mais do que exportamos, o governo do Maranhão faz questão de criar uma balança deficitária para a nossa cultura. Contrata a peso de ouro grupos de outros estados, que levam os nossos parcos recursos e deixam nossos artistas à mingua.

Quando assumi o governo, percebi que o nosso carnaval de rua estava sendo invadido pela forma baiana de fazer carnaval, com grandes trios elétricos, venda de abadás, com cordas amarrando os nossos brincantes como se fossem animais em um curral. Como engenheiro, vi que as nossas estreitas ruas não comportavam a invasão de grandes trios que mantinham os artistas altos e distantes do público e ainda com riscos de acidentes nas redes elétricas. Milton Nascimento nos ensinou que ‘o artista deve estar onde o povo está…’. Idealizei a Jardineira da Alegria que foi um grande sucesso, pois mantinha os artistas em contato com o povo, interagindo com ele e com ele brincando o carnaval. Isto foi uma alternativa aos mais pobres que não dispunham de recursos para pagar abadás cada vez mais caros. Assisti durante vários dias, do palanque montado na praça da saudade, a Jardineira carregando uma multidão de foliões que se divertiam sem ter que pagar para qualquer bloco.

Atendendo ao reclame dos brincantes de passarela, construí e urbanizei praça que, com aquela estrutura, valorizou e deu dignidade ao desfile de nossas escolas de samba. Resgatamos até a Escola de Samba de São José de Ribamar, que estava adormecida há anos, mas que com o apoio do meu governo retomou às atividades.

Restaurei todas as sedes das escolas de samba, pois não havia sentido uma agremiação, que era uma espécie de centro cultural na comunidade em que está incrustrada, não dispor de um espaço físico à altura de sua importância. Aproveitávamos o carnaval para fazer política pública de saúde com o bloco da juventude que desfilava distribuindo camisinhas e orientando sobre as doenças sexualmente transmissíveis. Os ingressos do baile de gala eram vendidos abertamente a qualquer pessoa. Arrecadávamos fundos para a manutenção das creches vinculadas ao Voluntariado de Obras Sociais – VOS. No meu último ano de governo entregamos R$ 103 mil ao VOS.

Depois disso, primeiro restringiram o acesso do povo ao baile, que se tornou apenas um encontro da elite listada por colunistas e por último acabaram com ele, deixando e valorizando apenas os bailes promovidos pelos amigos. Quando questionado pelos promotores culturais sobre por que isso acontece, preferi não lhes responder.

Mas, meus amigos, ainda sob o espírito da profecia do samba de Chico Buarque, ‘Amanhã há de ser outro dia’, e um dia ‘vai passar nessa avenida um samba popular’, como diz um velho ditado, ‘não há mal que dure para sempre’. A esperança tem data certa: 2014. Vamos juntos seguir esse bloco!

Bom carnaval a todos!

O ex-governador José Reinaldo Tavares escreve para o Jornal Pequeno às terças-feiras

  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2013

Procurador da República pede pressa no julgamento de cassação de governadores

A governadora Roseana Sarney (PMDB) recebeu nesta quarta-feira
de cinzas (13) uma notícia nada agradável sobre o processo em que o
ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) pede a cassação do seu mandato e do
vice, Washington Oliveira, por abuso de poder econômico nas eleições de 2010.
Segundo revela hoje a coluna do jornalista Claudio
Humberto, o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, finalmente pretende que o Supremo
Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral julguem os processos de cassação
contra onze governadores até o julho próximo.  
As ações foram apesentadas pelos
adversários que se sentiram prejudicado pelo abuso de poder político e econômico,
compra de votos e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2010.
O Ministério Público já pediu a
cassação de governadores como Tião Viana (PT-AC) e Anchieta Jr. (PSDB-RR), mas Roberto Gurgel há mais de seis meses está com o processo da governadora
Roseana Sarney em sua gaveta e não despacha para ser julgado pelo TSE.
Agora espera-se que Gurgel apresente seu paracer ao processo em que a governadora  é acusada de torrar mais de R$ 1 bilhão em convênios com prefeituras para poder se eleger.

  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2013

Os lobos contra-atacam


Uma festa de carne, de filés polpudos, chambaris turbinados, costeletas sangrentas, alcatras gordurosas e muita, muita pimenta dedo-de-moça e… não convidaram os lobos. Era demais. Uma festa e tanto. O cheiro de cru esvoaçando no ar, o cheiro de gula, de ganância de poder que só se sente na floresta quando o leão, no caso a leoa, está prestes a se aposentar ou mudar de território.

O uivo forte atravessou toda a Via Expressa, sem parar nos acostamentos, até porque não existem acostamentos, disse a TV Difusora. E foi parar nas MAs esburacadas que circundam o Maranhão. Uivo de lobo, de desafio, a matilha toda em guarda contra os leões que os pretendem relegar aos formigueiros na floresta.

Caninos expostos, os lobos começaram a dizer as coisas que já sabiam porque não aceitam que o rei da matilha seja desalojado da toca principal, o frenético Palácio dos Leões, talvez o lugar do mundo onde mais se planejam futuros e inventam novos reis. A notícia já se espalhou como rastilho de pólvora, queimando etapas; a notícia de que vai haver guerra, dos lobos contra a leoa, contra o leão, contra o escolhido para reinar enquanto descansam o seu próprio não fazer nada.

Cansaram da metáfora? A TV Difusora do senador Edison Lobão, preterido pelo Palácio dos Leões na indicação para disputar o governo do Estado em 2014 e por Sarney para presidir o Senado, resolveu denunciar irregularidades existentes na Via Expressa, convenientemente apelidada de Via às Pressas que acabou sendo inaugurada sem acostamento e desobedecendo às mais exigíveis técnicas da engenharia moderna. Acabou se transformando num trambolho eleitoral e jurídico que mais provoca engarrafamentos e confusão que desafoga o trânsito.

A boa notícia é que no mundo dos monopólios de comunicação, das mídias controladas pelo governo, o Sistema Difusora de Comunicação tem sido muito importante para justificar as mazelas do sarneisismo, esconder e maquiar fatos, fulminar a oposição. Sem esse sistema, o monopólio estará enfraquecido. Mas não se brinca com lobos; eles mordem. E parece que Sarney encontrou um adversário à altura, pois Lobão, o lobo maior, está exigindo respeito à sua história de fidelidade, de cumplicidade com o caos político-administrativo do Maranhão.

Guerra feita e as primeiras dentadas refletem diretamente na veia jugular da base parlamentar do governo. Pelo menos 10 deputados saíram do Blocão e cerram fileira ao lado dos lobos e até de papagaios e periquitos. Estão descontentes com a partilha. A partilha de cargos, a partilha das comissões, a partilha eleitoral e, principalmente, a partilha de futuros. São cinco blocos governistas, tidos por aliados da leoa, mas entre eles muitos estão se juntando aos lobos e aguardam apenas a primeira ordem para começar a morder.

Enquanto isso, do outro lado da floresta, aonde as luzes chegam com muita dificuldade e os animais andam com cuidado e devagar, já há quem pense em como aproveitar o espólio dessa guerra se ela realmente acontecer. Afinal, em guerra de lobo com leão é melhor não meter a mão.

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2013

Uma carta de Sarney


O ex-presidente José Sarney me enviou carta com dois anexos. Num deles, uma correspondência de Juscelino a ele; no outro, uma defesa que fez do jornal “Estado de S.Paulo”, em 1973. Negou ser autor dos atos secretos do Senado. “Jogaram no meu colo os atos secretos.” Enviou estatística: 196 dos atos são de Renan Calheiros, e só 16, dele, Sarney. Quis responder à crítica ao seu apoio à ditadura. Missão difícil.

Para situar o leitor, a carta é uma reação à coluna em que comento a triste legislatura que começa agora e me refiro ao discurso de despedida do senador José Sarney em dois pontos: sua afirmação de que é pioneiro em transparência, apesar do escândalo dos atos secretos, e de que jamais feriu ninguém, nem com um espinho, apesar de ter apoiado um regime que usou mais que espinhos para ferir adversários.

Muitos que apoiaram o golpe de 1964 mudaram de ideia diante do endurecimento do regime. Mas não Sarney. Ele esteve ao lado dos militares até junho de 1984. Faltou-lhes apenas nos últimos nove meses. É difícil negar fatos tão consistentes no tempo. Sarney foi da Arena enquanto ela existiu e presidiu o partido que a sucedeu. Quando se afastou, no ocaso do regime, não foi por discordar dos seus princípios. Foram as circunstâncias da disputa presidencial da época.

Ele exibe como prova de que era um defensor da liberdade de imprensa um pronunciamento feito em 1973 de repulsa a um ataque que o “Estadão” recebeu do então governador paulista. “Chegaram os tempos em que a liberdade de imprensa passou a ser fundamental para a democracia, de tal modo que hoje ela não é mais uma aspiração liberal; é um direito do homem como o é a saúde.” Belas palavras. Pena que não tenha defendido o mesmo “Estado de S. Paulo” da sistemática censura prévia que sofreu por anos. Ou mesmo, em tempos mais presentes, da censura judicial que hoje o jornal sofre para não publicar informações que se referem à pessoa da família do senador. Um discurso de 1973 não há de preencher tão vasto silêncio.

Sarney é figura ambivalente. Foi também o primeiro presidente civil pela fatalidade da morte de Tancredo Neves. A Aliança que fez com Tancredo não apaga seu passado de servilismo ao regime militar, mas ele demonstrou temperança em momento de delicada transição. É homem que teve a chance, que raramente têm as pessoas públicas, de mudar a própria biografia. Mas a desperdiçou, em parte, ao permanecer tão colado ao poder, quanto ficou nos últimos anos, com tantos e tão controversos atos.

Sobre os atos secretos, Sarney diz: “Jogaram no meu colo os atos chamados secretos. Pois bem eles foram apropriação estelionatária, pois publicada como descoberta de um repórter, foi fruto da Fundação Getúlio Vargas, que, contratada por mim, constatou que alguns atos de administrações anteriores não tinham entrado na rede da Intranet do Senado.”

Segundo Sarney, o inquérito feito na época da denúncia encontrou 952 atos secretos: de Antônio Carlos Magalhães, 584; Garibaldi Alves, 204; Renan Calheiros, 196; Ramez Tebet, 34; Tião Viana, 16; José Sarney, 16; Edison Lobão, 2.

Na carta que enviou a Sarney, em 1972, o ex-presidente Juscelino Kubitschek elogia o então governador do Maranhão que, em 12 de dezembro de 1968 (véspera do AI-5), fez um discurso em homenagem ao ex-presidente cassado. E o chama de “jovem, inteligente, corajoso e digno”, além de dizer que leu de um fôlego o livro “Norte das águas”.

JK foi uma grande e delicada figura pública, é o que a carta do ex-presidente Juscelino ao então governador do Maranhão comprova.

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2013

A condição de evangélico de Edivaldo é uma virtude e não defeito

Do Blog do John Cutrim

É de estarrecer o comportamento de membros da oligarquia que se propõem ao serviço ‘sujo’ de atingir pessoas meramente por perseguição ou interesses políticos contrariados.

Desqualificar o prefeito Edivaldo Holanda Júnior por não ter participado de um evento de carnaval querendo associar, de maneira torpe, tal fato a sua condição religiosa é no mínimo desleal, rasteiro, jogar baixo.

É notório que o atual prefeito é evangélico. Foi criado no evangelho, desde criança, e assim continuou durante sua carreira política como vereador, deputado federal e agora prefeito. A população, sabendo disso, não por menos lhe fez o vereador e, por conseguinte, o deputado mais votado de São Luís, independente do seu credo e apeguismo a Deus.

Agora, em 2012, na campanha de prefeito, não foi diferente. Edivaldo foi eleito e todos já sabiam da sua fé, cantada e decantada durante toda a eleição. Afinal, qual o problema nisso? Ser um servo de Deus, seguidor – de verdade – dos seus ensinamentos é uma grande virtude, e não defeito! Não há nada que desabone Edivaldo neste item. É conferido em um estado laico em que vivemos o cidadão optar pelo que achar melhor no campo religioso. Seja católico, espírita, judeu etc.

Dizer que foi desrespeito à população o prefeito não ter ido ao evento de entrega da chave da cidade é querer distorcer, descontextualizar e manipular os fatos. Todos esses termos desairosos aí.

Vejamos bem. Provando que seu credo religioso não se misturará com os atos da sua gestão, uma vez que governa para todos (não somente um segmento), Edivaldo investiu na realização do carnaval. Além do circuito da praça Maria Aragão, ele descentralizou a festa em vários bairros da cidade.

A intenção é levar para mais perto dos moradores as brincadeiras, atitude enaltecida pelos brincantes.

Assim sendo, pois bem, cai por terra o argumento de que o prefeito, por ser ‘crente’, não iria realizar a festa momesca. A fez e ainda equacionou parte dos recursos a Saúde, medida correta/sensata aprovada pela população.

Quanto às críticas de que não foi à cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade à Corte Momesca de 2013, Edivaldo (certamente trabalhando) designou como autoridade para tal o vice-prefeito, Roberto Rocha, que legitimamente abriu oficialmente o carnaval de São Luís.

Neste caso, a prefeitura esteve representada. Nenhum problema nisso, nenhum desrespeito. Ou a ausência de Edivaldo prejudicou a população e a cidade? Houve mortos e feridos, prejudicados ou lesionados por conta disso? Evidente que não. Nem poderia.

Seria falta de respeito, sim, todos nós concordaríamos, se a Prefeitura ficasse alheia ao Carnaval bem como não direcionasse nenhum investimento ou estrutura para a festa pagã. Daí os críticos teriam toda razão. O que não ocorreu.

Vale ressaltar que há católicos, espíritas, budistas etc. que não gostam do carnaval, preferem se recolher, ler, orar, rezar, meditar em vez da prática do hedonismo, aos prazeres da carne que em nada colaboram para o crescimento espiritual. Sem falar de todos os abusos, práticas de violência e, até às vezes, mortes que ocorrem neste período. Vale aqui meditação: se fosse um prefeito católico, caso faltasse no evento citado acima, será se falariam também que este não teria comparecido por ser católico? Hum…

Se a simples presença em festas e eventos carnavalescos significasse algo, o Maranhão não seria um estado atrasado, pobre, ocupando sempre os últimos lugares nos indicadores sociais, pois quando o assunto é show, baladas e zoação a governadora Roseana é frequentadora assídua, expert no assunto. Já quando é para trabalhar… É preferível o trabalho às festividades.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2013

População aprova carnaval nos bairros realizado pela Prefeitura de São Luís

No Anjo da Guarda a população caiu na folia

Para desespero dos serviçais da oligarquia Sarney a descentralização do Carnaval promovida pela Fundação de Cultura (Func) é um sucesso de público nos bairros.
Com uma programação variada e
voltada para todas as idades, além de conforto e segurança a folia preparada pela Prefeitura está fazendo do carnaval
ludovicense uma festa para a família.
Na noite deste domingo
(10), uma verdadeira multidão, com público de todas as idades invadiu os
circuitos da Cohab/Cohatrac e do Anjo da Guarda.
No polo da
Cohab/Cohatrac, situado no Largo da Feira Livre, no Planalto Anil II, a programação
variada atraiu desde pequenos foliões fantasiados a jovens e adultos, que
brincaram a folia de Momo com toda tranquilidade. Morador do bairro do Cohatrac
há 20 anos, o taxista João Balbino levou esposa, filhos, netos, cunhados e
sobrinhos para brincar perto de casa. “Estou praticamente na minha calçada, não
preciso ir a outro lugar para me divertir”, afirma Balbino.
A folia, que começou às
17h e seguiu até às 23h, contou com as apresentações da bandas Sem Limite,
Q-Bixa Elétrica, Vagabundos do Jegue e Máquina de Descascar Alho, além de show
com Ronald Pinheiro.
Já no Circuito do Anjo
da Guarda, centenas de pessoas se reuniram para prestigiar a festa, que reuniu
famílias inteiras no Largo do Teatro Itapicuraíba. A festa por lá começou
animada pela irreverência do Bloco Palhaçada, que percorreu as ruas da
comunidade arrastando uma multidão em direção ao Largo.
Chegando lá, foram
recepcionados pelo Grupo Zabumbaça, que começou a folia no ritmo das músicas
maranhenses, marchinhas e sambas-enredo que marcaram época. Durante a
apresentação, a cantora do Grupo, Fernanda Garcia elogiou a festa preparada pela
Prefeitura. “Essa festa é maravilhosa tanto para o folião quanto para o
artista, pois garante às pessoas prestigiarem o carnaval sem precisar se deslocar
para longe de casa. Além disso, divulga o trabalho dos artistas locais que têm
a chance de levar essa energia e receber o carinho desse público”, disse.
Esse momento de
confraternização foi muito bem recebido pela comunidade do Anjo da Guarda, como
ressalta a foliã Ana Lucia Barros: “Todo artista tem que ir onde o povo está. A
gente fica muito satisfeita, por não precisamos ir para outros bairros para
encontrar diversão e alegria”. E, concluiu: “Espero que a iniciativa seja
repetida nos próximos anos”.
O Circuito da Alegria
compreende os polos Cohab/Cohatrac, Anjo da Guarda, Desterro e Praça Maria
Aragão. A ideia foi estreitar o canal de comunicação com as comunidades,
apoiando o carnaval e a mobilização que já existem nesses locais. “Cada bairro
recebeu muito bem nossa iniciativa e com certeza teremos boas parcerias com a
comunidade”, destaca o presidente da Func, Francisco Gonçalves.
Além da estrutura de
palco, som, luz e programação artística nos bairros, a Prefeitura está
disponibilizando serviços públicos de limpeza e iluminação nos locais dos eventos,
além reforço policial, barracas e banheiros químicos.
Folia
na Maria Aragão
Sob o belo cenário do
Largo dos Amores, a alegria deu as mãos para a animação, e juntas contagiaram
os foliões que prestigiaram o segundo dia do Carnaval da “Capital Brasileira da
Alegria”, na Praça Maria Aragão.
O final da tarde do
domingo gordo foi o horário ideal para os pais levarem seus filhos para
brincarem com segurança, numa programação que foi pensada especialmente para os
baixinhos.
No início da noite,
passaram pelo palco da Maria Aragão, o Tambor de Crioula da Fé em Deus, o
cantor e compositor maranhense César Teixeira e a Troupe do Palhaço Irê que não
deixou ninguém parado com a apresentação do personagem Gummy Bear e dos
pernas-de-pau malabares.
A iniciativa de atender
também o público infantil condiz com a política inclusiva da Func, que preza a
ocupação dos espaços simbólicos para todos os cidadãos e contempla a família
como um todo.

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