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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 25/jan/2013

Em nova visita imprópria, Lula se encontra com Dilma

Depois de submeter
Fernando Haddad ao humilhante papel de subordinado e tentar assumir o
protagonismo na articulação política do governo Dilma, a intromissão do
ex-presidente começa a causar desconforto em setores do PT

Laryssa Borges, Veja.com

Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, durante reunião com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e alguns secretários, na sede da Prefeitura
Lula e o secretariado de Haddad na sede da prefeitura (Márcio Fernandes/Estadão)

A presidente Dilma Rousseff desembarcará nesta sexta-feira em São Paulo
com dois compromissos oficiais: uma solenidade com atletas paralímpicos
e, em seguida, um evento de entrega de 300 casas do programa Minha
Casa, Minha Vida. Não consta na agenda, mas Dilma também irá se reunir
com o antecessor no cargo, Luiz Inácio Lula da Silva, em horário e local
não divulgados – provavelmente, no escritório da Presidência da
República na capital paulista.

Não há problema e até é desejável que um ex-presidente da República dê
conselhos a aliados, seja consultado em momentos de turbulência e alerte
para riscos institucionais. Foi o que fez, por exemplo, o ex-presidente
democrata Bill Clinton ao então novato Barack Obama, quando recomendou
mais otimismo em relação à crise financeira mundial e defendeu uma
regularização da situação dos imigrantes ilegais. No cenário nacional, a
participação de Lula também seria compreensível se ele não extrapolasse
os limites da sua atual condição de “ex-presidente”.

Na semana passada, a intromissão de Lula foi escancarada na foto
divulgada pelos jornais com o ex-presidente sentado à mesa e orientando o
secretariado do seu pupilo Fernando Haddad. O local? A sede da
Prefeitura de São Paulo em horário de pleno expediente. 

Embora previsível, o ativismo político de Lula tem incomodado até
integrantes do PT, com a avaliação de que o ex-presidente tem utilizado
sua popularidade para interferir excessivamente em gestões que não são
suas. “O presidente Lula começou maior do que o partido, depois ficou
maior que o governo e agora quer ser maior do que a nação. O PT que
ajudei a fundar não tinha dono nem deus”, critica o deputado federal
Domingos Dutra (PT-MA). Para o senador Paulo Paim (PT-RS), a postura do
presidente é aceitável, mas pode causar desgastes: “Muitas vezes ele
poderia se omitir para se preservar. Mas ele prefere se expor”.

O comportamento de Lula não encontra precedentes na história da
República brasileira. José Sarney, por exemplo, jamais deixou de orbitar
o poder, mas se contenta com seus feudos na máquina federal. Fernando
Collor, que deixou o Palácio do Planalto pela portas dos fundos, nunca
influenciou os sucessores. Itamar Franco, que fazia política
discretamente, manteve a distância respeitosa do Planalto. Fernando
Henrique Cardoso prefere não se intrometer diretamente nem mesmo nas
disputas políticas de seu partido, o PSDB. Com Lula é diferente. 

A intromissão do ex-presidente em assuntos que não dizem respeito a um
“ex” não é de hoje: as ofensivas do petista atingiram os três poderes.
Em 2011, durante uma viagem de Dilma, ele manteve reuniões
com o vice-presidente, Michel Temer, e líderes partidários para tentar
emplacar a reforma política – que até agora não saiu do papel – e tentar
justificar os crimes do mensalão como um mero esquema de caixa dois.
Antes disso, ele já havia despachado com ministros de Dilma como se ainda fosse chefe de estado.

Atuando como uma espécie de co-presidente, Lula agora se proclamou
articulador político para a consolidação da aliança com PSB e PMDB. A
missão é demover pretensões do governador de Pernambuco, Eduardo Campos
(PSB), na corrida pelo Palácio do Planalto em 2014 e manter sob suas
rédeas caciques peemedebistas. “Lula vai jogar toda sua energia para a
manutenção e consolidação da aliança entre PT, PSB e PMDB”, resumiu o
ex-ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, nesta segunda-feira.
“Ele tem um papel político a cumprir na constituição da nossa base
política e social para 2014”, completou o ex-ministro da
Secretaria-Geral da Presidência Luiz Dulci. O senador Paulo Paim é mais
franco: “Vamos dizer que ele queira mesmo ser candidato em 2014 ou 2018.
E daí? Ele vai querer buscar o seu espaço”.

Afastado oficialmente da política desde o fim de seu mandato, Lula tem
atuado sem qualquer cerimônia nas diretrizes do governo de Dilma
Rousseff. Foram para seu guichê negociações políticas, nomeações de
apadrinhados e até a sessão de reclamações gerais pelo estilo Dilma de
governar. Ele impôs nos últimos anos a nomeação de ministros no governo
da sucessora – são de sua cota as nomeações de Antonio Palocci, Wagner
Rossi, Alfredo Nascimento, todos abatidos por escândalos políticos – e o
aparelhamento de agências reguladoras. 

As reais pretensões políticas de Lula ainda não são claras nem mesmo
para aliados. Interlocutores negam a hipótese de uma candidatura
presidencial em 2014, mas, nos bastidores, quem convive com o
ex-presidente há tempos, não trata essa possibilidade como assunto
resolvido. No PT, não faltam simpatizantes à ideia de uma candidatura já
em 2014. O próprio Lula deixou escapar suas ambições no ano passado,
quando fez campanha proibida e levou o então “poste” Fernando Haddad ao “Programa do Ratinho”, no SBT.
Questionado pelo amigo e apresentador de TV se pensava em voltar à cena
política em 2014, Lula rebateu: “Se ela (Dilma) não quiser, eu não vou
permitir que um tucano volte a ser presidente do Brasil”.

Nesta sexta, Lula e Dilma estarão novamente à mesa. Espera-se que seja apenas – mais uma – visita.

  • Jorge Vieira
  • 25/jan/2013

Pacto por São Luís prevê a criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior anunciou a
intenção de criar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Município
por meio de Projeto de Lei que será enviado à Câmara Municipal. Segundo o
prefeito, “o Conselho será composto por vários cidadãos da sociedade, inclusive
pelo corpo empresarial de São Luís, que vão discutir ações para a cidade”.
O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (24),
quando Holanda Júnior recebeu no Palácio Lavardière, o presidente da Fiema,
Edilson Baldez, o superintendente da Vale, Dorgival Pereira, e o diretor de
Logística, Luiz Fernando Landeiro. O representante da Fiema afirmou que a
prefeitura e a classe empresarial precisam de ações como esta para atender
melhor a população. “É importante que todo o setor produtivo esteja envolvido e
alinhado com os projetos e planos do município, quem tem a ganhar é somente a
cidade, a população”, disse Baldez.
Landeiro reforçou a importância da parceria entre a
prefeitura e a Vale e já pensa numa ampliação do relacionamento. “Acredito que
tem tudo para ser um sucesso. Nosso objetivo é estimular a ampliação dessa
parceria nos próximos anos com o alinhamento dos nossos projetos, das
necessidades e planos que o prefeito colocou hoje pra gente”.
As reuniões de parceria entre a Prefeitura de São
Luís, a Fiema e a Vale fazem parte do processo de construção do Pacto por São
Luís, que envolve ainda os governos estadual, federal e a sociedade civil. A
união de várias esferas em favor do município foi proposta pelo prefeito
Edivaldo Holanda Júnior durante seu discurso de posse no dia 1º de janeiro.

  • Jorge Vieira
  • 25/jan/2013

Blog descobre esconderijo de João Castelo

Hotel Kubitschek Plaza
O ex-prefeito de São Luís, João
Castelo (PSDB), que sumiu de circulação após transformar a cidade num caos,
caso alguma autoridade queira notificá-lo, o mesmo está hospedado no flat nº 1196, no
Hotel Kubitschek Plaza, em Brasília.

Um político do Estado, ao se
dirigir esta noite para o aeroporto de Brasília, num lance de
pura coincidência, tomou o mesmo taxi que normalmente circular com Castelo na capital federal, puxou conversa com o taxista e o mesmo soltou que o ex-prefeito  tem saído muito pouco, geralmente a noite.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

O Brasil precisa conhecer o Maranhão

Por: José Lemos*

O professor Marco Villa tem mostrado expertise em assuntos maranhenses.
No último dia de Natal publicou, no jornal “O Globo”, um artigo que
elucida, com muita propriedade, algumas das mazelas atuais do Maranhão.
Dificuldades que se agravaram desde que os ministros do TSE, em seção
controvertida do dia 17 abril de 2009, depuseram um governador eleito
por votação popular expressiva. E ainda colocaram no seu lugar quem
havia perdido o pleito. Aquela decisão colabora para a atual situação de
estado mais carente. Posição que o Maranhão havia deixado em 2005, e
manteve até o ultimo ano (2008) do Governo que foi apeado.

Os
brasileiros talvez desconheçam, mas o Maranhão é, provavelmente, o
estado com a maior vocação agrícola do Brasil. Nas suas fronteiras se
encontram quase todos os biomas brasileiros. Amazônia, Cerrados,
Pantanal, Litoral e Sertão. Há uma Bacia hidrográfica em que prevalecem
rios caudalosos e perenes. Ainda que, pelo menos quinze municípios onde
sobrevivem aproximadamente um milhão de maranhenses, tenham
características técnicas de semiárido, que o governo federal insiste em
desconhecer, no restante do estado as chuvas, em geral, se distribuem
com normalidade. A relação chuva que cai e evaporação do solo e
transpiração das plantas (balanço hídrico), costuma não ser
problemática. Os solos predominantes no estado não são dos melhores, mas
são agricultáveis e, com tecnologia adequada, podem surpreender.

Talvez o setor em que o Maranhão tem alguma vantagem comparativa ou
competitiva, e chances de deslanchar, é o agrícola. Não obstante essa
evidencia o grupo que governou o estado entre 1995 e março de 2002 não
viu o menor problema de retirar, no inicio de 1998, a Secretaria de
Agricultura do primeiro escalão do organograma administrativo do estado,
colocando-a como penduricalho de uma “Gerência de Planejamento”. Uma
estrutura administrativa jamais experimentada por qualquer outro estado.
Não poderia ser outro o resultado. O Maranhão que, em 1982 produziu
3.584 gramas diárias per capita num área recorde de alimentos (arroz,
feijão, mandioca e milho), em 1998 chegou ao fundo do poço, produzindo
apenas 678 gramas diárias por pessoa. Em 2001 o Maranhão era recordista
negativo em todos os indicadores sociais e econômicos.

Em abril
de 2002, assumiu um governo alinhado à família dominante, mas que com
ela romperia em 2004. Uma das providencias daquele novo governo foi
acabar com as Gerências, resgatando as secretarias, dentre elas a de
Agricultura. O estado voltou a prestar assistência técnica aos
agricultores familiares, o que não podia fazer antes porque não tinha
gente qualificada nos seus quadros. Tanto que em 1999 o Maranhão teve a
menor captação de Pronaf. Em 2006, livre daquele grupo poderoso, chegou a
ter a segunda maior captação de Pronaf no Nordeste. A produção de
alimentos voltou a deslanchar.

As oposições ao grupo que domina o
estado há quase cinquenta anos, finalmente conseguiram coesão e
elegeram, em 2006, o governador que deu continuidade àquele breve
período de progressos no estado até ser apeado em 2009. Aqueles que
haviam deixado o estado com os piores indicadores em 2001, voltaram ao
poder em abril daquele ano.

Ato contínuo, o Maranhão entrou em
regressão. O PIB per capita, que crescera bastante entre 2003 e 2008,
entrou em declínio. Com efeito, entre 2002 e 2008 o PIB per capita
maranhense cresceu a uma taxa media anual de 21,2%. Tomando como
referencia o ano de 2008, último do governo apeado por decisão jurídica,
comparando com os resultados de 2010, o crescimento médio do PIB per
capita neste interstício foi de apenas 6,2% ao ano. Voltou a ser o menor
do Brasil em 2010 (R$ 6.888,60). Valor que equivalia a apenas 1,1
salário mínimo daquele ano, a 35% da média brasileira e a 72% da média
do Nordeste, a menor do Brasil. Em termos de poder de compra, o PIB per
capita maranhense de 2010 praticamente estagnou em valores de 2008.

Dos 217 municípios maranhenses, em apenas vinte e três (incluindo a
capital), o PIB médio é maior do que este valor. Nesses municípios vivem
1.710.286 pessoas (26%), para onde vão 56% das riquezas do estado. Nos
demais 194 municípios, onde sobrevivem 4.859.397 pessoas (74%), o PIB
por pessoa é menor do que a média estadual. Nesses lugares o valor do
PIB anual per capita é de apenas R$ 4.137,93 (sessenta por cento da
média estadual e 68% do salário mínimo). Nesses municípios que são os
mais agrícolas do estado, pois neles as populações rurais superam as
urbanas, a taxa de analfabetismo da população maior de quinze anos é de
25,6% e a escolaridade média é de apenas quatro anos (analfabetismo
funcional). Algo como 75% dessa população sobrevive em domicílios cuja
renda total de todos os seus membros está contida no intervalo de zero a
dois salários mínimos (0,3 salários mínimos por pessoa). Pobreza
absoluta.

Todos nós sabemos da influencia que o poderoso chefe do
clã maranhense exerce no governo federal nos últimos dez anos, ao ponto
de deter atualmente dois Ministérios sob sua influência. Isso, contudo,
não sensibilizou o presidente que ficou oito (8) anos no poder, nem a
que assumiu em 2010. O Maranhão continua sendo o “Patinho Feio” do País,
a despeito de ter proporcionado a maior votação proporcional para a
atual e para o Presidente anterior. Os brasileiros precisam conhecer o
Maranhão, um estado rico com população empobrecida, que é tratado como
capitania hereditária sob os olhares coniventes, complacentes e passivos
de quem governa o País. Até Quando?

*Professor associado na
Universidade Federal do Ceará. Autor do livro “Mapa da Exclusão Social
no Brasil: Radiografia de um País Assimetricamente Pobre”, já na
terceira edição.
Site: www.lemos.pro.br
E-mail: lemos@ufc.br.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

Poder público e iniciativa privada formatam “Pacto por São Luís”

Ao receber na manhã de hoje o presidente da Fiema, Edilson Baldez das
Neves, e o superintendente da mineradora Vale, Dorgival, o prefeito Edivaldo
Holanda Junior deu mais um passo para efetivação do “Pacto por São Luís”, projeto que tem por finalidade resgatar a cidade do caos herdado.

As reuniões de parceria entre a Prefeitura de São Luís, a Fiema e Vale
fazem parte do processo de construção do pacto, que envolve ainda os governos
estadual, federal e a sociedade civil em favor da cidade.

A união de várias esferas, num esforço para recuperar os setores essenciais
do  município, foi uma das propostas
apresentadas pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior durante seu discurso de
posse no dia 1º de janeiro.

Na reunião com os dirigentes empresariais, Edivaldo ressaltou a
importância dos diálogos com diversos segmentos da sociedade e que as parcerias
firmadas para o Pacto por São Luis servirão de exemplo para todo o estado.

“É a primeira de uma série de reuniões com o intuito de reconstruirmos a
cidade. Com diálogo iremos formatar, junto com a iniciativa privada, o Pacto
por São Luis. Vamos instituir um Conselho de Desenvolvimento Econômico,
reunindo empresários, secretariado e a população para discutirmos ações,
investimentos e assim resolver os problemas da cidade”, explicou o prefeito.

Os representantes da Fiema e da Vale destacaram a integração e a
receptividade da prefeitura com os setores produtivos, denominando prioridades
em torno da administração municipal como infraestrutura e educação para o
desenvolvimento da capital maranhense. 
“A participação com ideias conjuntas mostra que é possível realizar o
sentimento de mudança em São Luís”, enfatizou o Edilson Baldez.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

Edivaldo começa cumprir promessa de campanha

O
prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), após as medidas domésticas adotadas
para ajustar a máquina administrativa, dará nesta tarde de quinta-feira (24) o
primeiro passo para realizar o conjunto de obras prometidas durante a campanha
eleitoral.
Edivaldo
Holanda visitará a escola que será piloto do “Programa de Ensino em Tempo Integral”,
no Jardim América, na área da Cidade Operária.
A iniciativa
do prefeito vai servir para acalmar os ânimos daqueles críticos mais afoitos
que, com apenas 24 dias de administração, já cobram solução para tudo que a
gestão passada deixou de fazer.
Apesar
das dificuldades, a administração Edivaldo Holanda começa a mostrar a quem veio.
Inicia com o desafio de cumprir um das principais bandeiras  de sua vitoriosa campanha eleitoral em 2012: Escolas
de Tempo Integral.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

Urbano Santos: Adiada audiência do vereador acusado de pedofilia

Adiada
para junho a audiência em que o presidente da Câmara Municipal de Urbano Santos,
professor Raimundo (PT), é acusado de crime de pedofilia.
A oitiva
estava marcada para acontecer na manhã de ontem (23), mas a advogada de defesa do réu e as testemunhas não comparacem alegando motivo de doença.
O
vereador foi denunciado pela mãe da vítima, senhora Maria José Sombreiras, ao
Ministério Público, que acolheu a denúncia e transformou no processo nº
17413/2012 contra o petista.
 No
processo, o promotor Cristian Bouchinhas relata diversos crimes cometidos pelo
presidente da Câmara contra o menor A.CS.S e as ações criminosas dele com
outros menores, como fornecer bebidas alcoólicas para depois abusar sexualmente
deles.   

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