Faltando ainda um ano para a realização das eleições municipais, os movimentos nos bastidores da sucessão na capital apontam a existência de uma forte articulação visando a composição de uma ampla aliança entre os partidos que integram a base de sustentação do governo de Carlos Brandão (PSB) ou seguem orientação política do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB) para apoiar a candidatura do deputado federal Duarte Junior (PSB).
Diante do que vem ocorrendo nos bastidores da eleição, tudo leva a crê que o pré-candidato socialista deverá ter em seu palanque as lideranças mais expressivas do Maranhão, a começar pelo ministro da Justiça e pelo governador, além de parlamentares que integram a Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), dos mais diversos partido, não estando descartada nem a possibilidade de alguns pré-candidatos aliados ao Palácio dos Leões desistirem dos seus projetos para tornar a eleição plebiscitária entre Duarte e Eduardo Braide (PSD).
Ao contrário do pleito de 2020 quando houve dispersão no segundo turno e proporcionou a vitória de Braide contra o próprio Duarte, para 2024 o ambiente é outros e algumas arestas foram quebrada, o que proporcionou o fim da disputa interna no PSB com o deputado estadual Carlos Lula desistindo da pré-candidatura e declarando apoio a Duarte, assim como vozes do PT defendem aliança com o PSB já apontando a indicação de uma vice petista.
O deputado estadual Zé Inácio (PT), a exemplo de outros dirigentes petistas, já veio a público através de sua rede social defender a indicação de um vice do PT para compor a chapa com Duarte, posição essa que deverá ser defendida na conferência municipal. No encontro do partido semana passada, o parlamentar observou que a atual conjuntura não aponta para uma candidatura própria do PT em São Luís, “por isso defendo aliança com outro partido da base Lula/Brandão com o PT na chapa majoritária indicando o vice”.
Tudo caminha para composição de uma ampla aliança governista e o resultado da última pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo instituto Luneta indica que, entre os candidatos que integram a base de sustentação do governo estadual, o representante do PSB é quem está em melhor posição e em condições de enfrentar o prefeito Braide, líder nas pesquisas, porém com um percentual mínimo em relação ao segundo colocado. Pelos números do Luneta, Braide e Duarte estariam praticamente empatados.
Mesmo com os ventos soprando a favor de Duarte, resta saber se Neto Evangelista (União Brasil) e Edivaldo Holanda Junior (sem partido) estariam dispostos abrir mão de suas pré-candidaturas em nome da unidade do grupo. O ex-prefeito, por exemplo, iniciou entendimentos com o PV na tentativa de se tornar candidato da federação Brasil da Esperança, mas as conversações esfriaram, até porque o PT e o PCdoB parecem já terem definido apoiar Duarte, o que obrigaria o PV seguir o mesmo caminho.
Edivaldo, no entanto, continua em busca de uma legenda que lhe permita concorrer a um terceiro mandato. Pela campanha que vem fazendo nas redes sociais sobre as obras que realizou quando administrou a cidade por dois mandatos, tudo indica que continuará buscando um partido que lhe assegure o direito de concorrer, porém, nada garante que conseguirá uma sigla partidária sem um empurrão do Palácio dos Leões, que avalia a tese da eleição plebiscitária, ou seja, se as principais lideranças do grupo decidir pelo plebiscito, o ex-prefeito de São Luís terá dificuldade em encontra partido disposto a bancada sua candidatura.
247 – No dia 31 de outubro de 2010, a história política do Brasil testemunhou um marco significativo, quando Dilma Rousseff, do PT, venceu o candidato José Serra, do PSDB, nas eleições presidenciais. Essa vitória histórica não apenas a colocou como a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Brasil, mas também consolidou o Partido dos Trabalhadores (PT) como a força política dominante no país, com sua terceira vitória consecutiva.
Dilma Rousseff, uma economista de formação e ex-militante da luta contra a ditadura militar no Brasil, já havia ocupado posições de destaque no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela havia sido Ministra de Minas e Energia e posteriormente Ministra-Chefe da Casa Civil, cargos que a prepararam para a corrida presidencial.
A campanha eleitoral de 2010 foi intensamente disputada. Dilma representava a continuidade do projeto político do PT, que havia sido implementado com sucesso durante os dois mandatos de Lula. Seu principal adversário, José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), também era um candidato experiente e ex-governador do estado de São Paulo. O Brasil estava experimentando um período de crescimento econômico sólido e redução das taxas de pobreza e desigualdade, o que tornava a eleição ainda mais crucial.
Dilma Rousseff enfatizou em sua campanha seu compromisso em continuar os programas sociais bem-sucedidos do governo Lula, como o Bolsa Família, que haviam melhorado a vida de milhões de brasileiros. Ela também destacou suas políticas de investimento em infraestrutura e educação, bem como seu histórico de luta pelos direitos humanos.
No dia da eleição, em 31 de outubro de 2010, Dilma venceu com 56,05% dos votos válidos, enquanto José Serra obteve 43,95%. Sua vitória foi um marco na história do Brasil, pois tornou Dilma Rousseff a primeira mulher a presidir o país. Milhares de brasileiras e brasileiros comemoraram essa conquista, que simbolizou a ascensão das mulheres na política e na sociedade.
O governo de Dilma Rousseff enfrentou desafios significativos, incluindo protestos iniciados em junho de 2013, numa guerra híbrida contra o Brasil, a Lava Jato, operação internacional que teve como objetivo destruiu a economia brasileira, e um processo de golpe de estado em 2016. No entanto, sua eleição histórica permanecerá como um momento fundamental na política brasileira. A presidência de Dilma Rousseff foi também marcada pela menor taxa de desemprego da história do Brasil, em dezembro de 2014, quando a movimentação golpista ainda não havia destruído as bases da economia nacional. Hoje, Dilma exerce papel central na economia mundial, como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos BRICS.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou, nesta segunda-feira (30) parecer à Medida Provisória 422/2023 (MP), que trata da reorganização da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
Comandada pelo deputado Carlos Lula (PSB), a reunião contou com a presença dos deputados Florêncio Neto (PSB), Neto Evangelista (União), Yglésio Moyses (PSB), David Brandão (PSB), Wellingtobn do Curso (PSD), Júlio Mendonça (PCdoB) e Fernando Braide (PSD).
Reorganização – De acordo com a MP 422/2023, fica criada a Regional de Educação de Lago da Pedra e a Secretaria-Adjunta da Região dos Cocais, abrangendo as unidades regionais de educação de Timon, Caxias e Codó.
Na mensagem de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador Carlos Brandão (PSB) afirma que o objetivo é atualizar a estrutura da administração pública estadual com vistas a garantir o necessário e contínuo aprimoramento das atividades e dos serviços desenvolvidos pelo Maranhão e a supremacia do interesse público.
Política estadual – A CCJ também emitiu parecer favorável ao Projeto de Lei 603/2023, de autoria do deputado Wellington do Curso (PSD), que estabelece a Política Estadual de Proteção dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL).
Segundo o deputado Wellington do Curso, o TDL acomete 7,9% da população infantil, representando alta prevalência. “O Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem consiste em uma dificuldade persistente em adquirir e desenvolver sua própria língua, ocasionando impactos na vida diária no âmbito psicossocial, emocional e acadêmico, sem justificativa biomédica para o caso”, esclareceu.
“O TDL é um quadro que impacta no neurodesenvolvimento do indivíduo e, ainda, pode trazer consequências para o convívio social. O desconhecimento acerca e a ausência de políticas públicas geram consequências desfavoráveis”, compelementou.
Título de Cidadão – A CCJ também aproou parecer ao Projeto de Resolução Legislativa, de autoria da deputada Iracema Vale (PSB), que concede o Título de Cidadão Maranhense ao vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB).
O deputado federal Duarte Júnior (PSB) segue se movimentando bem visando as eleições de 2024. Após ser oficializado pré-candidato pelo seu partido, o parlamentar já conta com dois candidatos a prefeito de São Luís nas eleições de 2020: o deputado federal Rubens Júnior (PT) e o secretário de Agricultura Familiar Bira do Pindaré (PSB).
Os dois participaram da Conferência Municipal do PSB na última sexta-feira (27) e ratificaram suas posições em favor de Duarte. Rubens e Bira ficaram em 4º e 5º lugar em 2020, com 10,58% (54.155 votos) e 4,30% (22.024 votos), respectivamente.
Com a oficialização dos nomes em seu palanque, Duarte segue costurando politicamente uma Frente Ampla. Hoje, por meio das redes sociais, o deputado exatou a união com Bira e Rubens: “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união”. Salmos 133.1.
A mais nova pesquisa para prefeito de São Luís divulgada pelo Instituto Luneta aponta o deputado federal Duarte Junior (PSB) próximo do prefeito Eduardo Braide (PSD), ascensão do deputado estadual Yglésio Moisés (sem partido) e queda do ex-prefeito Edvaldo Holanda Junior (sem partido).
Conforme o levantamento do Luneta, que foi a campo entre os dias 16 e 20 de outubro medir a intenção de votos dos ludovicences para prefeito e ouviu 796 eleitores, Eduardo Braide continua liderando no cenário estimulado, com 29,76% da intenções de votos, seguido mais de perto pelo deputado federal Duarte Júnior (PSB), que tem 25,22%, ou seja, estão tecnicamente empatados já que a margem de erro da pesquisa é de 3,5 por cento para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% .
A grande surpresa deste novo levantamento sobre a corrida eleitoral na capital ficou por conta do deputado estadual Yglésio (tenta deixar o PSB) que aparece na terceira posição com 9,71%. Deixando para trás Edivaldo, Neto Evangelista e Professor Wellington do Curso.
O governador Carlos Brandão anunciou, em suas redes sociais, que o feriado do Dia do Servidor, originalmente programado para o dia 28 de outubro, será transferido para o dia 3 de novembro (sexta-feira). O anúncio foi feito nesta segunda-feira (30).
A decisão visa prestigiar os servidores públicos, se somando ao feriado de Finados, que ocorre na quinta-feira, dia 2 de novembro.
“Informo que transferimos o feriado do Dia do Servidor para o dia 3 de novembro. Dessa forma, após o feriado de finados, na quinta-feira (2), teremos ponto facultativo na sexta!”, publicou o governador.
A decisão do governo estadual reforça o compromisso em reconhecer e valorizar o empenho dos servidores públicos, que terão reajuste salarial de 11% em todas as categorias a partir do ano que vem e outros benefícios.

Principal liderança do PP no Maranhão, o ministro do Esporte André Fufuca, falando como simpatizante do partido por conta do afastamento temporário por ter assumido o ministério, ao falar nesta manhã de segunda-feira (30) ao programa Bom Dia Mirante sobre sucessão municipal, reafirmou a pré-candidatura do deputado Rildo Amaral (PP) em Imperatriz, mas adiantou que a posição da legenda em São Luís deverá ser decidida num momento mais oportuno.
Segundo André Fufuca, na capital “pode acontecer tudo, inclusive nada”, sem explicar direito se o partido pretende apresentar nome para concorrer ou participar de aliança com os partidos que integram a base de sustentação do governo estadual, que é aliado do governo do presidente Lula ao qual ele faz parte como representante do PP, um dos partidos que integram o chamado Centrão.
O ministro, que defendeu uma série de programas que o ministério pretende implementar para incentivar a prática do esporte nas comunidades, embora mantenha o controle do PP no estado, mas que oficialmente não pode responder pelo partido por ocupar cargo no primeiro escalão do governo, não deu a menor dica de como o partido pretende participar da eleição da capital, porém adiantou que está aberto ao diálogo.
O PP no Maranhão integra a base de sustentação do governador Carlos Brandão, parte da bancada federal apoia o governo Lula (PT) e ao parafrasear o “tudo pode acontecer, inclusive nada” dá margem para interpretações diversas, ou seja, estuda opções: seguir a candidatura oficial da aliança que está formada em torno do deputado federal Duarte Junior (PSB), embarcar em outro projeto ou simplesmente se omitir.
Para Imperatriz, por exemplo, o ministro defende aliança com o PSB em torno da candidatura de Rildo Amaral, porém quanto a São Luís, ainda considera muito cedo para definir o rumo a seguir.