O ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior continua sem partido que lhe garanta o direito de disputar um terceiro mandato em 2024, mas mantém presença constante nas redes sociais mostrando obras realizadas durante suas duas gestões como prefeito da capital. As mensagens e fotografias mostram como recebeu a cidade da administração que o antecedeu e como entregou após oito anos no comando do maior colégio eleitoral do estado.
Edivaldo, terceiro colocado nas pesquisas, possui lastros com o eleitorado de São Luís, fez uma administração voltada para promover uma verdadeira revolução urbana, encheu a cidade de obras, recuperou o centro histórico e é considerado um nome forte na disputa pelo comando da capital, porém, vem enfrentando dificuldade para encontrar uma sigla que garanta sua participação no pleito.
O ex-prefeito procurou primeiro os partidos que integram a federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) e chegou a ser cogitada sua filiação ao Partido Verde, mas com a clara inclinação das legendas da federação por uma aliança com o candidato ao PSB, deputado federal Duarte Junior, e pelo fato do PV ter que seguir o que for decidido pelo PT e PCdoB, as conversações acabaram esfriando e levando Edivaldo a procurar outros caminhos.
O fato é que se for levado adiante a proposta de alguns líderes políticos aliados ao governo do estado de transformar a eleição num plebiscito entre Duarte Junior e Eduardo Braide, Edivaldo vai acabar ficando sem espaço, uma vez que a grande maioria dos partidos integram a base de sustentação do governador Carlos Brandão ou seguem orientação do ministro Flávio Dino.
Edivaldo depende da posição dos dois maiores líderes políticos da atualidade no estado. Caso Dino e Brandão desistam da tese suicida do plebiscito e optem por levar a eleição para um segundo turno e ai unir toda a base aliada, Edivaldo, sem dúvida, será peça fundamental, mas para isso precisará de uma legenda que lhe garanta espaço no horário eleitoral e estrutura para fazer campanha.
Edivaldo continua vivo politicamente e pode ser o fiel da balança numa eleição que começa polarizada entre Braide e Duarte, mas que pode mudar de rumo dependendo da performance dos candidatos. Neste contexto o ex-prefeito tem muito a apresentar, pois trabalhou pela cidade e entregou para o seu sucessor uma prefeitura saneada, com recursos em caixa e todos os serviços funcionando de forma satisfatória.
Antes de qualquer coisa, porém, o ex-prefeito precisa de um partido não para chamar de seu, mas que lhe permita ser novamente julgado pela população ludovicense em sua tentativa de retornar ao comando da capital. É fato, no entanto, que até o momento nenhuma sigla da base governista tenha lhe dado essa garantia, preferem aguardar orientação do Palácio dos Leões sobre a tática eleitoral para enfrentar o adversário que lidera as pesquisas: pulverização de candidaturas para forçar um segundo turno ou plebiscito onde todos os pré-candidatos renunciaram em favor de Duarte Junior.
A Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão apresentou, nesta quarta-feira (8), o relatório de produtividade do trabalho desenvolvido pela TV e Rádio Assembleia, Agência de Notícias e redes sociais, de fevereiro a novembro deste ano. O balanço foi apresentado aos colaboradores e apresentou números recordes de aumento na audiência em todos os meios de comunicação da Casa.
Dentre os dados apresentados, destacam-se, entre outros, o crescimento de 7,3% (849.261) no alcance – quantidade de pessoas que viram o conteúdo uma única vez – do Facebook da Assembleia e um aumento de 63,86% (104.043) no número de usuários engajados – quantidade de pessoas que interagiram de alguma forma com as publicações.
Em relação ao acesso no Instagram, houve um aumento de 70,87% no alcance (3.462.748) e de 183,23% (75.452) no número de engajamentos. No mesmo período, o Portal de Notícias da Alema teve 2.825 matérias publicadas e registrou mais de 1,3 milhão de acessos ao seu conteúdo.
A diretora de Comunicação da Alema, Jacqueline Heluy, parabenizou toda a equipe de profissionais do Complexo de Comunicação, que, segundo ela, foram fundamentais para o crescimento exponencial das mídias do Parlamento Estadual.
“É engrandecedor ver o trabalho que foi realizado e o quanto nós progredimos em todas as mídias. A TV Assembleia possui, hoje, 17 programas na grade, além de outros que vão estrear. Também registramos o aumento no número de acessos ao site, o crescimento das redes sociais e dos inscritos nos nossos canais no Youtube. Então, é um momento de confraternização e de agradecermos todo o empenho e o apoio que a presidente Iracema Vale está dando à Comunicação da Casa”, assinalou Jacqueline Heluy.
O balanço foi apresentado pela coordenadora do Núcleo do Portal e Mídias Integradas, Ellen Serra, e pelo subdiretor de TV e Rádio Parlamentar, Juraci Filho. Também participaram a diretora-adjunta de Comunicação, Glaucione Pedrozo; a coordenadora de Mídias Digitais, Annyere Pereira; e o diretor técnico, Fernando César.
Ellen Serra enfatizou o crescimento do número de seguidores nas redes sociais tanto do perfil da Assembleia Legislativa, quanto da TV e Rádio Assembleia, além do aumento do alcance das publicações de forma orgânica e, também, por meio da distribuição dos conteúdos via Whatsapp, que tem sido utilizado de maneira estratégica nesta gestão.
“Tudo isso é graças ao belo trabalho em equipe que estamos desempenhando em todas as mídias, tanto TV, como o Rádio, o Portal de Notícias e as redes sociais. Também começamos a utilizar o aplicativo Whatsapp de forma estratégica, utilizando uma linguagem específica para cada meio, o que tem dado uma visibilidade muito grande para a comunicação da Assembleia”, destacou a coordenadora do Núcleo do Portal e Mídias Integradas.
TV e Rádio Assembleia – Foi também nestes primeiros dez meses que a TV Assembleia, pela primeira vez em 12 anos de história, teve uma experiência de transmissão fora de São Luís. A sessão plenária da Assembleia Itinerante, projeto que visa reunir o Parlamento Estadual nos municípios do interior do estado em caráter temporário, foi transmitida ao vivo pelo canal aberto 9.2, 17 Maxx e 309.2 Sky, diretamente dos municípios de Imperatriz e Caxias.
A TV e Rádio Assembleia ganharam ainda uma nova identidade visual, cujos elementos reforçam o compromisso com uma programação 100% regional. A Diretoria de Comunicação da Alema também ganhou da TV Senado um transmissor moderno e mais potente, o que significa que as imagens e o som de toda a programação chegarão com mais qualidade na casa dos maranhenses.
Já a Rádio Assembleia passou de apenas um para oito programas em sua grade, com transmissão tanto pela frequência 96,9 FM quanto pelo Youtube, registrando ainda uma produção de 3.445 áudios editados nos últimos dez meses.
“Investimos muito nessa integração das mídias para que os cidadãos, onde quer que eles estejam, tenham acesso às notícias, seja pela internet ou pelos meios tradicionais. Hoje, a nossa interiorização de notícias está baseada em uma divulgação pulverizada em todas as regiões do Maranhão”, completou a diretora-adjunta de Comunicação da Alema, Glaucione Pedrozo.
Durante a sessão desta quarta-feira (8), o deputado estadual Carlos Lula (PSB) destacou a aprovação do Projeto de Lei 027/2023, que torna a apresentação da caderneta de vacinação documento indispensável na matrícula de estudantes na rede pública de ensino no Maranhão. A medida pretende ampliar a cobertura vacinal no estado a fim de reduzir o risco de ressurgimento de doenças já erradicadas, como a poliomielite.
O parlamentar destacou que o projeto não torna obrigatório a aplicação de nenhum tipo de vacina. “O que a proposição almeja é apenas e tão somente a articulação entre a política da educação e a política de saúde. Para que, no ato da matrícula, seja agregado um documento novo pelos pais que levam os seus filhos para se matricularem, que é exatamente a caderneta de vacinação, que traz em si todas as vacinas”, afirmou.
Segundo o texto do PL, a falta de atualização da caderneta de vacinação não vai implicar na proibição da matrícula do aluno. “Ninguém vai deixar de estudar por não estar vacinado. Nosso objetivo com o projeto é permitir que a caderneta de vacinação também seja aferida pela rede de ensino. Se, eventualmente, o aluno não estiver com as vacinas obrigatórias atualizadas, o pai vai ser notificado para explicar essa situação e regularizar, caso não seja uma questão médica. Não regularizando, a situação será encaminhada para os órgãos competentes”, explicou o deputado.
O Brasil se encontra no ranking dos dez países com maior número de crianças com atraso em seu calendário vacinal. Segundo dados da Unicef, três em cada dez crianças no país não receberam as vacinas básicas. Entre 2019 e 2021, aproximadamente 1,6 milhão de crianças não receberam dose da vacina DTP, que previne contra difteria, tétano e coqueluche. O mesmo repete para a vacina contra a poliomielite.
“Não estamos criando uma nova regra, somente um meio de articular a educação e a saúde para buscar aumentar o contingente de crianças vacinadas. Há 90 anos, a expectativa de vida do brasileiro era de 44 anos. Duas coisas possibilitaram o aumento da expectativa de vida da população: a água e a vacina. Vacina salva vida e é esse o objetivo do projeto, aumentar o índice de vacinação de nossas crianças”, assegurou Carlos Lula.
A Câmara Municipal de São Luís, em sessão extraordinária realizada na manhã desta quarta-feira (8), apreciou as contas das gestões dos ex-prefeitos de São Luís Tadeu Palácio, João Castelo (já falecido) e Edvaldo Holanda Júnior, no período entre 2005 a 2019.
As contas do ex-prefeito Tadeu Palácio referentes a 2005 e 2008 foram rejeitadas, seguindo recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e contra recomendação das comissões de Justiça e Orçamento da Câmara. Ao todo, foram contabilizados 12 votos, no entanto, seria necessário o mínimo de 22 votos para derrubar a decisão do TCE.
Votaram favoráveis ao parecer os vereadores Coletivo Nós (PT), Astro de Ogum (PCdoB), Chico Carvalho (Solidariedade), Edson Gaguinho (União Brasil) e Thyago Freitas (PRD). Com abstenção dos vereadores Umbelino Júnior (PSDB), Francisco Chaguinhas (Podemos), Concita Pinto (PCdoB) e Fátima Araújo (PCdoB).
Já no caso do ex-prefeito e suas contas relativos aos anos de 2010 e 2011, apesar da recomendação do TCE foi pela rejeição, as comissões de Justiça e Orçamento da Câmara se manifestaram pela abstenção e arquivamento do processo, considerando o falecimento do gestor. Neste caso, o plenário seguiu por unanimidade o parecer das comissões, por 21 votos, e abstenção de Pavão Filho (PDT).
“Nós temos o parecer do TCE e o parecer das comissões no qual utilizamos, por analogia, a lei orgânica do próprio tribunal que prevê a aprovação, rejeição ou abstenção. Votamos pelo último devido ao seu falecimento”, explicou Raimundo Penha, presidente da Comissão de Orçamento da Câmara.
Edivaldo Holanda Junior – As contas do ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior, no período compreendido de 2014 a 2019 foram aprovadas, conforme os pareceres do TCE e comissões de Justiça e Orçamento. Somente com a abstenção dos vereadores Raimundo Penha (PDT), Marlon Botão (PSB), Silvana Noely (Mais Brasil), Francisco Chaguinhas (Podemos), Concita Pinto (PCdoB) e Umbelino Júnior (Sem Partido).
Estiveram presentes na votação Raimundo Penha (PDT), Marquinhos (PSC), Ribeiro Neto (Cidadania), Rosana da Saúde (Republicanos), Pavão Filho (PDT), Marcial Lima (Podemos), Marlon Botão (PSB), Daniel Oliveira (PL), Silvana Noely (Mais Brasil), Nato Júnior (PDT), Álvaro Pires (PMN), Aldir Júnior (PL), Coletivo Nós (PT), Astro de Ogum (PCdoB), Chico Carvalho (Solidariedade), Edson Gaguinho (União Brasil), Thyago Freitas (Sem Partido), Umbelino Júnior (Sem Partido), Francisco Chaguinhas (Podemos), Concita Pinto (PCdoB) e Fátima Araújo (PCdoB), sob presidência de Paulo Victor (PCdoB).
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD) aprovou o Projeto de Lei 3411/23, de autoria do deputado Duarte Jr. (PSB), que determina que os prestadores de serviços da administração pública direta e indireta da União, com mais de 100 funcionários, destinem pelo menos 2% das vagas para pessoas com trissomia do cromossomo 21 (T21), a síndrome de Down.
Hoje, a legislação já prevê que empresas com 100 ou mais empregados preencham de 2% a 5% dos cargos com pessoas com deficiência. De acordo com a proposta, a contratação das pessoas com síndrome de Down não poderá ser descontada dessa parcela.
“Com a aprovação desse projeto, com a sanção desse projeto futuramente, se transformando em uma lei, nós vamos conseguir garantir a essas pessoas quem tem apenas um cromossomo a mais a oportunidade de colocar em prática todo o seu talento, seu serviço na administração pública, pra fazer com que o nosso país possa se desenvolver com muito carinho, com muita ternura e com muito profissionalismo”, destacou Duarte.
O deputado agradeceu seu conterrâneo e colega de bancada, Márcio Honaiser (PDT), pela relatoria do projeto. “Não poderia ter um relator melhor para esse projeto, que não o deputado Márcio Honaiser, que, assim como eu, é pai de uma criança linda que tem trissomia do cromossomo 21, e com certeza temos dentro da nossa casa, bem perto de nós, pessoas que demonstram todos os dias que precisam apenas de uma oportunidade”, enfatizou.
Pela proposta, o Poder Executivo criará instrumentos para o cumprimento da medida, atuando para estimular parcerias que reforcem a contratação e a qualificação de pessoa com síndrome de Down, como a exigência de recrutamento público para o devido preenchimento das vagas.
Os prestadores que não cumprirem a medida ficarão sujeitos à inabilitação para contratar com o poder público federal.
Após a aprovação na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, o projeto segue para as comissões de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, e levado para urgência no plenário.
O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Paulo Victor usou a tribuna nesta terça-feira (7), de forma enfática ao acusar o prefeito Eduardo Braide de querer usar a Casa como massa de manobra.
Braide, vetou as emendas de precatórios do Fundef. A Câmara para agilizar os pagamentos, manteve os vetos. Logo em seguida, o prefeito manda um novo projeto com emendas vetadas por ele próprio, deixando claro que quer causar problemas políticos com a Câmara.
“Eu digo aqui aos senhores: esse prefeito é um covarde. O posicionamento da Câmara Municipal foi lúcido, em unidade. Senhores, mais um embaraço foi criado por esse prefeito que governa por meio das redes sociais. Eu trarei para os senhores e para as senhoras a perseguição que está Câmara de São Luís está passando”, afirmou Paulo Victor.
O presidente da Câmara lembrou que a Casa dialogou com o sindicato dos professores, com a própria secretaria municipal de educação, Caroline Salgado e mesmo assim, o embaraço persiste e mandou um recado : “Não há harmonia não pela minha parte, mas pela parte dele. Ele está isolado politicamente. Em tão pouco a cidade vai conhecer quem é o prefeito Eduardo Braide”, disse.
O governador Carlos Brandão (PSB), em entrevista `TV Mirante nesta manhã de terça-feira (7), jogou uma luz sobre o processo de escolha do candidato que representará o seu grupo e do ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino (PSB) na eleição para prefeito de São Luís e dos 20 maiores municípios do Maranhão. Brandão aproveitou para esclarecer sobre sua ausência no evento que oficializou a pré-candidatura do deputado federal Duarte Junior (PSB) e adiantou que somente irá se posicionar após ouvir dirigentes dos partidos que formaram a base de sustentação do governo.
Ao ser questionado se já havia se definido por candidaturas em São Luís e Imperatriz, o governador disse que não. “Na realidade, como governador, a gente exerce uma liderança sobre alguns partidos e sobre pessoas importantes do estado. Então eu não me posicionei porque eu preciso ouvir essas pessoas. São presidentes de partidos que dizem, olha, eu vou aguardar o governador, então eu não participei do evento do Duarte porque eu preciso ouvir a minha base. Eu tenho na presidente da Assembleia uma grande líder, eu tenho o deputado Pedro Lucas, que está me aguardando para a gente conversar, tem o deputado (ministro do Esporte) Fufuca e tenho o presidente da Câmara de Vereadores que quer também discutir São Luís”.
“Eu não sou um político ditador, sou um político democrático, então eu preciso ouvir os aliados, os amigos que dizem assim: eu vou para onde o governador for. Mas eu não costumo trabalhar desta forma, eu gosto de discutir: o que vocês acham desse candidato, desse outro? Então nós vamos discutir, não tem pressa, estamos a um anos da eleição, então a gente vai se manifestar sobre aquele candidato que tiver mais harmonia dentro do nosso grupo”.
O governador disse que dificilmente haverá 100% (apoio) para um candidato, que vai ter polêmica, vai ter discussão, por isso precisa de mais tempo para ouvir dirigentes de partidos que fazem parte do grupo e que já conversou com o ministro Flávio Dino recentemente sobre o assunto, inclusive Brandão relatou o teor da conversa que teve o o ministro: “eu disse, Flávio, eu vou conversar com nossos amigos, nossos aliados para tomar uma decisão mais madura e ele disse tá certo, eu já tomei a decisão pelo Duarte, mas fique à vontade. O certo é que nós estamos conversando”.
“Nós tivemos uma conversa lá atrás que a gente iria discutir São Luís e outros municípios e ele pediu inclusive que eu fizesse uma reunião com as lideranças política. Dino disse: olha Brandão você é o governador, vai tocando isso lá, depois nós vamos conversando. Quando eu era governador eu coordenava isso, então nós vamos fazer uma reunião com essas lideranças políticas de todos os partidos de nossa base aliada e vamos discutir bastante sobre 20 ou 40 municípios, ai eu vou levar o relatório e dizer: Flávio, essa é a posição do nosso grupo, o que você acha, tem alguma sugestão? Então é desse jeito que a gente vai dialogando, fiz isso durante sete anos e três meses ao lado dele, sempre dialogando, em boa harmonia e vamos conduzir o processo que ele pediu que eu conduzisse, depois a gente senta para fechar esse grande acordo no Maranhão para que se possa escolher aquele que tenha mais responsabilidade e melhor proposta”, concluiu Carlos Brandão.