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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

MPMA pede sequestro de bens de vice-líder do governo

O Ministério Público do Maranhão está solicitando que a Justiça determine, liminarmente, a indisponibilidade de bens, no valor de R$ 2 milhões, do vice-líder do governo e e ex-prefeito de Chapadinha, deputado Magno Bacelar (foto). As
ilegalidades nas contas públicas do município, referentes ao
exercício financeiro de 2008, motivaram o promotor Douglas Assunção Nojosa,
ajuizar, em 27 de dezembro do ano passado, Ação Civil Pública por atos de
improbidade administrativa contra o ex-dirigente dirigente municipal. O montante é referente às licitações nulas e pagamentos
indevidos.
Também foi
solicitada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Magno Bacelar com o
objetivo de averiguar as movimentações financeiras e garantir a reparação total
dos valores subtraídos do patrimônio público.
IRREGULARIDADES – Ao terminar
o mandato de prefeito, em 2008, Magno Bacelar, que atualmente exerce mandato de
deputado estadual, deixou um rastro de irregularidades. As contas de Chapadinha
foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que detectou a falta
de prestações de contas de nove convênios; informações divergentes sobre restos
a pagar; obrigações financeiras deixadas no final da gestão sem disponibilidade
de caixa para cobertura da dívida; não apresentação da relação dos imóveis
incorporados ao patrimônio municipal, apesar da realização de construções;
aplicação de despesa total para o pagamento de servidores com valores
superiores à receita corrente líquida.
O TCE também
detectou que não foram apresentados os processos de dispensa e inexigibilidade
de licitação relativos aos recursos do Fundo Municipal de Saúde; despesas
realizadas sem a celebração de contrato de prestação de serviços; não foram
apresentados os processos licitatórios referentes às reformas nos hospitais
Hapa, Hospital São Francisco, Centro de Saúde Benu Mendes, Hospital das
Clínicas e Unidade Básica de Saúde da Família; além do pagamento parcial dos
sistemas simplificados de abastecimento de água nos povoados Alagadiço Grande e
Rodeio, sem a implantação efetiva do sistema.
“As condutas
administrativas detectadas pelo TCE são graves e ostentam o dolo e má-fé do
gestor público demandado, provocando lesão ao erário municipal e violação das
regras atinentes à administração pública”, destacou, na ação, o promotor de
justiça Douglas Nojosa.
PEDIDOS – Na ACP, o
Ministério Público pede ao Poder Judiciário que reconheça a ilegalidade das
licitações, contratos e pagamentos autorizados pelo ex-prefeito, em 2008, e o
condene a ressarcir os danos causados ao patrimônio público municipal, no valor
de R$ 2 milhões, a ser recalculado através de perícia contábil, com correção
monetária e juros.
Caso seja
condenado, Magno Bacelar será obrigado a repor integralmente o dano causado e
pagar multa civil, além de ter os direitos políticos suspensos pelo prazo de
cinco a oito anos e não poderá
       contratar com o poder público ou
receber benefícios fiscais ou creditícios, mesmo que seja por intermédio de
pessoa jurídica, pelo prazo de cinco anos.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

Policial é ameaçado de morte após prisão de acusado de ataque a delegacia

Aliny
Gama

Um
policial do serviço de inteligência da PM (Polícia Militar) do Maranhão recebeu
uma ameaça de morte nesta terça-feira (7) por meio de uma mensagem de texto
enviada para o seu celular.
A
mensagem dizia que o PM seria o próximo a morrer e quem o ameaçou disse que
sabia onde encontrá-lo. “Tu viu começou o contraataque ate domingo tu ta
morto tu e o proximo. Sei onde te encontrar (sic).”
Segundo a
polícia, a ameaça ocorreu após a prisão de Robenilson Carlos da Silva Martins,
23, acusado de participar da ação que deflagrou dois tiros contra o prédio do 9º DP
(Distrito Policial), no bairro São Francisco, ocorrida na última sexta-feira
(3). Martins também é acusado de participação no incêndio a um ônibus na
Avenida Ferreira Gullar, na Ilhinha.
Naquela
mesma noite, quatro ônibus foram atacados, sendo três deles incendiados, a
mando de presos líderes de facções criminosas que agem no Complexo
Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, um dos presídios mais violentos do
País, onde foram registrados 60 assassinatos apenas em 2013.
A prisão
de Martins ocorreu com ajuda do serviço de inteligência da polícia, que
descobriu que ele e mais duas pessoas, um adulto e um adolescente, participaram
da ação.
Por
medida de precaução, o delegado titular do 5º DP, Walter Vanderley Ferreira,
resolveu recolher os carros da polícia e deixa-los guardados no estacionamento
da delegacia. “Os carros não estão mais na porta da delegacia.
Preventivamente resolvemos guardar os carros no estacionamento”, disse o
delegado.
O
policial, que teve a identidade preservada, registrou boletim de ocorrência no
5º DP, localizado no bairro Anjo da Guarda.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

Tragédia anunciada

Domingos Dutra
Fui autor
e Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema
Carcerário. Durante 11
meses investigamos o inferno
carcerário brasileiro. Diligenciamos em 18
estados. Vistoriamos 82 unidades
prisionais. Conversamos com cerca de 5
mil encarcerados em mais de 500 celas. Concluímos que o sistema carcerário brasileiro é ilegal, imoral, inconstitucional
e desumano. Os cárceres
brasileiros se sustentam na tortura
física, moral e psicológica, sendo fábricas
de monstros.
O diagnóstico sobre o caos do sistema carcerário brasileiro está contido em um
substancioso relatório, tendo em anexo um CD de 25 minutos com as imagens do inferno. Indiciamos 35 autoridades, dentre juízes,
promotores e diretores de unidades prisionais. Apresentamos 12 projetos de leis e 42 recomendações, tais como: a
realização dos mutirões carcerários; transferência de presos de delegacia e
cadeias para locais próprios, obrigação do Estado oferecer trabalho e
profissionalização aos presos; obrigatoriedade de realização de concurso para
defensores públicos e agentes penitenciários; informatização da execução
penal  e das unidades prisionais;  obrigatoriedade a uma nova
arquitetura prisional, dentre outras medidas humanitárias.
Em 08
de fevereiro de 2008 
diligenciamos na Delegacia de Paço do Lumiar; no CPJ do Anil, na Casa de
Detenção Masculina e na Penitenciária de Pedrinhas.
Constatamos superlotação;
excesso de presos provisórios; salada de presos, expressa na mistura de presos jovens com idosos;
presos primários com reincidentes; presos doentes com encarcerados aparentemente
sadios; torturas;
alimentação apodrecida; falta de trabalho
e escola; poucos agentes penitenciários; ingresso de armas, celulares e drogas;
lixo, esgotos estourados; carência
de assistência médica, educacional e jurídica. Por conta disto, o Presídio de
Pedrinhas foi classificado como uns dos 10
piores do Brasil.
Após a CPI aprovamos no Congresso Nacional o monitoramento eletrônico; as medidas cautelares e a redução da pena pelo trabalho e pelo estudo. Pela lei, a  cada três
dias de trabalho e de estudo o encarcerado reduz um dia de pena. Se o estado oferece ao preso trabalho e
estudo ao mesmo tempo a cada três dias
o condenado reduz dois dias de sua pena.
A oferta de qualificação e trabalho garante ao encarcerado, renda para o sustento próprio e de
sua família; reduz o tempo de permanência no cárcere, diminuindo os gastos para
sociedade;   bem oportuniza ao encarcerado ocupação produtiva após o
cumprimento da pena,  reduzindo a reincidência.
Após o término da CPI, representando a Comissão de
Direitos Humanos retornei ao Complexo de Pedrinhas  quando houve a
sangrenta rebelião  com vários presos decapitados. Novamente ratificamos
as mesmas recomendações. Se o poder público cumprisse as leis, a constituição,
os tratados internacionais e tivesse executado as nossas recomendações está
tragédia não teria ocorrido.
Ocorre que o Estado do Maranhão preferiu continuar
na ilegalidade, uma vez que: a superlotação
aumentou.  A salada de
presos se agravou. O número de presos
provisórios cresceu. A falta de trabalho e estudo atinge quase cem por cento dos encarcerados.
A tortura e os maus tratos se
generalizaram.  A desorganização
administrativa radicalizou-se.
 Por outro lado, como bem me disse um preso no
Estado do Espirito Santos, neste inferno tem muita gente lucrando e fazendo fortuna.  A título de exemplo
cito apenas o ingresso de armas e drogas no interior dos estabelecimentos
penais, facilitadas por agentes públicos mediante propina e os esquemas
envolvendo as empresas que servem alimentação podre, azeda, com cabelo, baratas
e outros animais a preços absurdos. O esquema das “quentinhas” impede o Estado
de oferecer aos encarcerados trabalho na produção de produtos
hortifrutigranjeiros para o consumo dos internos, apesar de haver terras
disponíveis ao redor dos presídios.
A responsabilidade pelo caos de Pedrinhas é do Governo do Estado que não executa
políticas de ressocialização; não constrói presídios regionais; não qualifica e
não remunera dignamente os agentes penitenciários, não profissionaliza a gestão
do sistema carcerário; reduz recursos orçamentários e desperdiça recursos
federais.
O Poder
Judiciário ao deixar mofando por longo período presos provisórios 
sem julgamento; ao priorizar o encarceramento em detrimento de outras opções
legais; ao  não realizar as vistorias mensais e ao não impor medidas
coercitivas ao Poder Executivo também assume parcela de culpa pelo caos no
sistema carcerário.
O Ministério
Público é também parceiro desta tragédia na medida em que mantém a
cultura da condenação penal e do encarceramento; ao não realizar as inspeções
mensais nos termos da lei e não exercer em plenitude e com rigor as
competências de ação e fiscalização conquistadas na constituição cidadã.
Diante deste caos que alcançou dimensão
internacional, a sociedade e o poder público precisam compreender que, se
no Brasil não há prisão perpetua
e nem pena de morte, apesar de
haver morte sem pena, é preciso humanizar
o sistema carcerário, em cumprimento do ordenamento jurídico, mas
principalmente na defesa da
sociedade livre, pois hoje o preso está contido, mas amanhã ele estará comigo,
contigo, com todos nós. E se o sistema teima em  fabricar monstros
continuamos a pagar uma elevada
conta, expressa em vidas, em patrimônio, insegurança.
O Sistema Carcerário tem solução: basta que se
cumpram as leis e as autoridades sejam responsabilizadas  civil,
administrativa e criminalmente pelas suas omissões. Enquanto isto não ocorrer
vamos conviver com as tragédias
anunciadas.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

Em meio a caos nos presídios Roseana Sarney licita 80 kg de lagosta

BERNARDO MELLO FRANCO (FOLHA DE SÃO PAULO)
EDITOR INTERINO DO “PAINEL” 
O
banquete de Roseana Com os presídios em chamas, o Maranhão escolherá nesta
semana as empresas que abastecerão as geladeiras de Roseana Sarney (PMDB) em
2014. A lista da governadora inclui 80 kg de lagosta fresca, uma tonelada e
meia de camarão e oito sabores de sorvete. As iguarias deverão ser entregues na
residência oficial e na casa de praia usada pela peemedebista. O Estado prevê
gastar R$ 1 milhão para alimentar a família Sarney e seus convidados até o fim
do ano.
Fartura A lista dos palácios maranhenses também
inclui 750 kg de patinha de caranguejo, por R$ 39 mil. O governo do Estado
comprará ainda duas toneladas de peixe e mais de cinco toneladas de carne
bovina e suína.
Para adoçar As residências oficiais receberão 50 caixas
de bombom e 30 pacotes de biscoito champanhe. Outro item curioso: R$ 108 mil em
ração para peixes.
Jesus tá vendo O edital ainda prevê a compra de
2.500 garrafas de 1 litro de “refrigerante rosado” com “água gaseificada,
açúcar e extrato de guaraná”. Descrição sob medida para a compra do guaraná
Jesus, bebida famosa do Maranhão.
Martelo Com tantas encomendas, o governo fará duas
licitações para escolher os fornecedores. O primeiro pregão, de R$ 617 mil,
está marcado para amanhã às 14h30. O segundo foi agendado para esta
sexta-feira.
Em silêncio Com tradição de enfrentar governos para
defender os direitos humanos, a OAB não tem dado um pio sobre a barbárie nas
prisões do Maranhão. O presidente da entidade, Marcos Vinicius Coêlho, foi
advogado de Roseana no TSE.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

ONU pede ‘investigação imediata’ de violência e mortes em presídio do Maranhão

LEANDRO
COLON

A ONU
(Organização das Nações Unidas) pediu nesta quarta-feira uma “investigação
imediata, imparcial e efetiva” em relação às recentes cenas de violência e
decapitação no presídio de Pedrinhas, no Maranhão.

Questionado
pela Folha sobre as imagens reveladas
ontem pelo jornal
, o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da
ONU disse, por meio de nota, “lamentar mais uma vez” a preocupação
com o que classifica de “terrível estado” das prisões brasileiras.
No vídeo,
filmado pelos próprios detentos com um celular, presos mostram em detalhes três
rivais decapitados. Diante das câmeras, os detentos comemoram as mortes e se
divertem exibindo as cabeças cortadas.
Ontem,
governo do Maranhão classificou as imagens como “um ato
de completa selvageria”
. A gestão de Roseana Sarney (PMDB)
também criticou a divulgação do vídeo.
“Lamentamos
ter que, mais uma vez, expressar preocupação com o terrível estado das prisões
no Brasil e apelar às autoridades a tomar medidas imediatas para restaurar a
ordem na prisão de Pedrinhas e em outras prisões pelo país, bem como para
reduzir a superlotação e oferecer condições dignas para pessoas privadas de
liberdade”, disse o Alto Comissariado para os Direitos Humanos, órgão
sediado em Genebra (Suíça).
Sobre as
imagens, a ONU respondeu: “Apelamos às autoridades brasileiras para
realizar uma investigação imediata, imparcial e efetiva dos fatos e processar
as pessoas consideradas responsáveis”.
O Alto
Comissariado para os Direitos Humanos é a instância máxima das Nações Unidas no
combate à violação dos direitos humanos pelo mundo.
“Estamos
incomodados por saber das conclusões do recente relatório do Conselho Nacional
de Justiça, revelando que cinquenta e nove detentos foram mortos em 2013 no
Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão, assim como as últimas imagens
de violência explícita entre os presos libertados”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2014

O governo sitiado

Editorial – Jornal Pequeno
O poder federal falha ao
não intervir no Estado. Mas é preciso notar que as principais instituições
públicas do país demonstram uma irrefutável vontade de fechar o governo que
envergonha o país e nos envergonha diante do mundo. O retrato de um Maranhão
caótico e desgovernado passeia de mão em mão em cada recanto do Brasil.
O governo do Maranhão está
cercado. Pelo Conselho Nacional de Justiça, que denunciou as barbáries que
acontecem na Penitenciária de Pedrinhas; pela Procuradoria Geral da República,
que, através do procurador Rodrigo Janot, está a ponto de pedir ao Supremo
Tribunal Federal uma intervenção federal no Estado; pelo Ministério Público
Federal e pelo Ministério Público Estadual que oficiou o chefe da Casa Civil,
João Abreu, solicitando a adoção de medidas para combater a onda de violência e
garantir a segurança da população e também está investigando os misteriosos
convênios da Sedes; pelo Ministério da Justiça, que, envergonhado, finalmente
reagiu oferecendo vagas em presídios federais para os cachorros loucos que agem
em São Luís.
Toda a Comunicação do país
– Rede Globo, Rede Record, Bandeirantes, Folha de São Paulo, Estadão, Jornal O
Globo, blogies, portais, etc. – e setores da mídia internacional se revelam
consternados com a situação das vítimas, que, além de Ana Clara, sua família e
outros que estão internados em estado grave, somos todos nós maranhenses.
Consternados e indignados, espantados com a debilidade do governo diante da
ação furiosa dos marginais.
  
A comentarista do ‘Jornal
da Globo’, Renata Lo Prete, disse sem pestanejar que diante das sucessivas
carnificinas que acontecem no Estado a governadora do Maranhão prefere refutar
adversários, de olho nas eleições que se avizinham, a resolver um problema tão
grave em seu Estado. E, o que é pior, fez notar que o governo do Maranhão está
deixando em situação delicada o próprio Governo Federal.
Dragões, pragas, porcas e
bandidos dos mais estranhos nomes se sentem no direito de sitiar a cidade e
tocar fogo nas pessoas. O ex-governador José Reinaldo Tavares disse que o
Maranhão precisa ser reconstruído. E, se querem saber, talvez precise ser
reconstruído institucionalmente. Há muita covardia por detrás dessa barbárie.
    Parece que sobrou muito pouca gente com coragem de
enfrentar governos ruins, e, menos ainda, com saúde para dizer a verdade.
Desde o assassinato do
jornalista Décio Sá, desde que cortaram as primeiras cabeças, desde a primeira
vez que incendiaram ônibus e a cidade inteira se escondeu em casa depois de um
corre-corre desenfreado, estamos dizendo que pistoleiros, agiotas e chefões do
crime organizado devem ser expulsos do Maranhão. Não nos ouviram. Preferem
gastar fortunas em propaganda oficial e para execrar moralmente adversários
políticos. Ignoraram a presença de milhões de Anas Claras nesse Estado. O
resultado é este: a cidade sendo sitiada constantemente por bandidos e o
governo sitiado pelas instituições públicas e por todos os órgãos de comunicação
do país e até de fora do país.

  • Jorge Vieira
  • 7/jan/2014

Governo federal colabora com o Maranhão e transfere 22 presos de Pedrinhas

Após as cenas
de barbárie
extrema
 no Complexo
Penitenciário de Pedrinhas
,
que chocaram o país, o governo do
estado transferiu 22 líderes de facções criminosas, nesta terça-feira, para
presídios federais em Mossoró (RN), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto
Velho (RO).

Segundo revela a versão eletrônica da revista Veja, a presidente Dilma
Rousseff  convocou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta
terça-feira para discutir a situação carcerária maranhense e avaliar as
possibilidades de ajuda do governo federal para controlar a onda de mortes em
Pedrinhas.

A falta
de controle do governo sobre o sistema penitenciário e o caos na Segurança
Pública continuam repercutindo nacionalmente para vergonha de nós maranhenses.
É triste mostrar para o Brasil que temos uma governadora inoperante, preguiçosa,
cuja única ocupação é jogar baralho a noite e passar o dia dormindo.  
Dormi
tanto que esqueceu que construir os presídios prometidos. Segundo revela a
Veja, o Ministério da Justiça informou que, de 2003 e 2013, foram investidos
cerca de 55 milhões de reais na construção de sete novas unidades e na melhoria
do sistema prisional no Estado, no caso do Maranhão, os recursos foram
devolvidos aos cofres públicos sem ser utilizados porque a gestão
de Roseana não preencheu requisitos técnicos para o início das obras.
De acordo
com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que vistoriou o presídio de
Pedrinhas, a situação do complexo é de “completa insalubridade”, com fezes
espalhadas no mesmo local de preparação dos alimentos. A promessa da
governadora ao CNJ era que o governo estadual iria investir, por meio do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 53 milhões de reais na
construção de onze penitenciárias.

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