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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 14/jan/2014

Protocolado na Assembleia pedido de impeachment contra Roseana Sarney

Governadora é acusada de crime de responsabilidade em Pedrinhas

O Coletivo de Advogados
em Direitos Humanos (Caduh) protocolou na Assembleia Legislativa, nesta manhã
de terça-feira (14), o pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney (PMDB) por omissão na
crise que resultou na carnificina ocorrida no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas.   

Grupo ligado à defesa dos
direitos humanos, com sede em São Paulo, formado por vinte advogados de diversas regiões do país, acusa
a governadora Roseana de não ter tomado nenhuma providência, embora tenha sido
alertada, para evitar as rebeliões que resultaram nos assassinatos e um número significativos de feridos.
Segundo o
documento, assinado por nove pessoas, nem todos advogados,   a
governadora deve ser penalizada com o impeachment por ter cometido  crime de responsabilidade ao não tomar nenhuma
providência para evitar  a onda
de violência que tomou conta do Complexo Penitenciário e se espalhou pela ruas
de São Luís na noite de 3 de janeiro.
Conforme
o advogado paulista Murilo Morelli, que representou o Cadhu na entrega do
pedido de impeachment, o objetivo do processo é fazer com o Poder Legislativo
se manifeste quanto a responsabilidade da governadora pelas mortes e pela crise no sistema carcerário. 
“A
governadora deve ser responsabilizada politicamente pelas violações dos
direitos humanos”, defendeu Morreli.
Antes de
entregar o documento no setor de protocolo da Assembleia Legislativa, o grupo
liderado por Murilo Morelli entregou uma cópia do pedido ao deputado Othelino
Neto (PCdoB), integrante da Comissão Parlamentar Permanente, nomeada pela
presidência da Casa para tratar de questões legislativas durante o recesso.
Othelino
informou a imprensa que a partir de ontem começa a contar o prazo de quinze
dias para o presidente da Assembleia, deputado Arnaldo Melo (PMDB), nomear uma
comissão especial, composta por onze deputados dos diversos blocos para
analisar o documento e encaminhá-lo à governadora para que ela se defenda das
acusações e emitir relatório que será levado à deliberação do plenário, onde
serão necessários dois terços dos deputados para afastar a governadora.  
Como
parlamento encontra-se em recesso, o pedido somente terá prosseguimento após o
retorno dos trabalhos legislativos previsto para fevereiro.   

  • Jorge Vieira
  • 14/jan/2014

Setor da construção civil maranhense está mais otimista do que o resto do Brasil

São Luís – Os empresários da indústria da
Construção Civil estão otimistas com o ano que acabou de começar. A informação
está na Sondagem da Indústria da Construção Civil do Maranhão, pesquisa
realizada mensalmente pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão
(Fiema), e divulgado hoje.
De acordo com o levantamento feito junto aos
empresários do segmento industrial, o indicador para a expectativa para os
próximos seis meses ficou em 62,5 pontos. Pela metodologia da pesquisa, todas
as vezes que o indicador da produção industrial fica acima dos 50 pontos, em
uma escala que vai de zero a 100, o indicativo é de aumento. Quando o resultado
é igual a 50 pontos a pesquisa indica estabilidade e ao ficar abaixo deste
patamar indica queda.
Ainda de acordo com a pesquisa, o resultado indica
que a indústria maranhense está bem mais otimista que no mesmo período de 2012,
quando o indicador marcou 52,5 pontos, e bem mais otimista do que o empresário
do segmento no Nordeste e para o Brasil, onde as pesquisas mostram indicadores
em 56,4 pontos e 59,2 pontos respectivamente.
“As expectativas para os próximos seis meses mostrou
um resultado 3,5 maior que registrado no mesmo período do ano anterior. No
Brasil, o índice foi de 56,4 pontos e no Nordeste, 59,2 pontos”, diz a
pesquisa.
De acordo com os dados levantados pela Fiema, os
empresários do setor esperam que no primeiro semestre de 2014 comprem mais
insumos e matérias primas, que hajam mais empreendimentos e serviços e também
projetam maior contratação de empregados. Os indicadores para estes três
quesitos ficaram em 58,5 pontos, 62,5 pontos e 58,7 pontos.
Produção – Quanto a produção do segmento, a Sondagem da
Indústria da Construção Civil do Maranhão mostrou que houve ligeira retração,
com o indicador ficando 49,3 pontos, porém a boa notícia é que foi 2,9 pontos
maior do que o indicador para o mês de outubro de 2013, que marcou 46,4 pontos,
o que indica viés de crescimento e justificaria o otimismo dos empresários com
os próximos seis meses.
Outro indicador que faz parte da pesquisa da Fiema
é o que mede a Utilização da Capacidade Instalada (UCI). Este indicador está
estável desde agosto de 2013 e em novembro não foi diferente: marcou 61%. 

  • Jorge Vieira
  • 14/jan/2014

Movimento reúne 16 mil assinaturas pela intervenção federal no Maranhão

Os Senadores da
Comissão de Direitos Humanos, Ana Rita (PT/ES), Humberto Costa (PT/PE),
Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) e João Capiberibe (PSB/AP) receberam, ontem pela
manhã, 16 mil assinaturas da petição que pede ao Procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, a intervenção federal no Maranhão.
O abaixo-assinado,
até a data de ontem, teve mais de 4.150 compartilhamentos via Facebook, 221
tweets, 39 socializações via Orkut e foi enviado através de 340 e-mails,
totalizando até 16.785 assinaturas confirmadas, em 13/01/2014.
As assinaturas
foram entregues na audiência pública da Comissão, realizada junto às
organizações sociais, na sede da OAB/MA. 
A proposta de
intervenção federal, com o afastamento da governadora Roseana Sarney, aliada a
outras propostas como federalização dos crimes que ocorrem nos presídios,
implosão da Casa de Detenção (CADET),  a implantação de um novo método de
ressocialização, a apuração dos crimes cometidos dentro das penitenciárias, a
realização de concurso público para o cargo de agentes penitenciários e
policiais, dentre outras, está sendo apoiada por diversas entidades de
luta pelos direitos humanos.
Na foto, o professor Franklin Douglas,
do Observatório de Políticas Públicas e Lutas Sociais da UFMA (vinculado ao
Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas/UFMA), entrega as 16 mil
assinaturas aos senadores da comissão de direitos humanos.
                             

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2014

Advogados vão pedir impeachement de Roseana

Estadão Conteúdo
São Paulo
– Um grupo de oito advogados de direitos humanos deve apresentar nesta
terça-feira, 14, ao presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo
Melo (PMDB), um pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney (PMDB) por
causa das violações e dos crimes cometidos no Complexo Penitenciário Pedrinhas,
em São Luís, que registrou 62 homicídios desde 2013.
A
denúncia se baseia no artigo 75 da Lei 1.079/50 para responsabilizar Roseana
pela superlotação das celas e pela suposta omissão do governo nas disputas de
faccções dentro dos presídios. A Assembleia terá 15 dias para analisar o pedido
e instaurar uma comissão especial para apurar o caso, mesmo prazo dado à defesa
da governadora, que tem maioria entre os 45 deputados estaduais.
“Muita
gente tem falado que a crise no sistema penitenciário é geral, e de fato é. Mas
o que aconteceu em Pedrinhas é um ponto fora da curva. A quantidade de mortos e
o nível de violência, com decapitações, não podem ser tratados como algo
inerente aos presídios”, disse advogada Eloísa Machado de Almeida,
professora da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e uma das
autoras da ação.
Segundo
ela, este é o primeiro pedido de impeachment que se fundamenta em direitos
humanos. “A Lei do Impeachment prevê a hipótese de perda do cargo quando o
chefe do executivo, no caso de violação flagrante dos direitos fundamentais,
deixa de responsabilizar o subordinado vinculado ao fato. E foi o que ocorreu.
A governadora, como chefe do Executivo, não pode sair isenta dessas violações
graves” afirmou Eloísa.
Caso a
comissão especial da Assembleia do Maranhão acolha os argumentos da denúncia e
casse o mandato de Roseana, a governadora fica suspensa do cargo por 180 dias
até o julgamento do caso pelo Tribunal de Justiça do Estado. Além do
impeachment, os advogados pedem a perda dos direitos políticos de Roseana, que
ficaria impedida, por exemplo, de disputar uma vaga no Senado, já que ela não
pode mais tentar a reeleição.

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2014

Presidente da CDH classifica como “deprimente e caótica” situação no presídio de Pedrinhas

Senadores conversaram com o secretário SebastiãoUchoa durante a visita
A presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senadora Ana
Rita (PT-ES), classificou a realidade do Complexo Penitenciário de Pedrinhas como deprimente e caótica.
Os senadores realizaram uma série de atividades nesta segunda-feira (13) em São Luís para avaliar a situação do sistema prisional do estado.
Na
penitenciária, a senadora Ana Rita relatou que as condições da ala destinada a
presos provisórios, que passa por reforma, são melhores, mas descreveu um
quadro caótico no ambiente reservado aos presos condenados.
– O
quadro é muito delicado. Há uma superlotação das celas e dos cubículos. São
cubículos extremamente fechados, sujos e superlotados. Há também a falta de
ventilação e de limpeza – explicou.
O
vice-presidente da CDH, senador João Capiberibe (PSB-AP), também destacou as
condições degradantes e desumanas dos presos.
– O que
nós vimos foi um depósito de seres humanos sem assistência devida e sem
condições mínimas para garantir a saúde e a integridade física dessas pessoas –
criticou.
Além de
Ana Rita e Capiberibe, integram a comitiva os senadores João Alberto Souza
(PMDB-MA), Lobão Filho (PMDB-MA), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Humberto Costa
(PT-PE).
(Agencia Senado)

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2014

Senadores cobram mutirão para analisar processos de presos em Pedrinhas

Após
visita da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) ao
Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), a senadora Ana Rita
(PT-ES) e o senador João Capiberibe (PSB-AP) defenderam a realização de um
mutirão carcerário pelo Poder Judiciário, com o objetivo de diminuir a
superpopulação de presos no local.
Segundo
Ana Rita, presidente da CDH, o presídio abriga vários presos provisórios à
espera da conclusão de seus processos. A senadora informou que a comissão
levará às autoridades locais suas impressões sobre as condições no presídio e
cobrará também da Defensoria Pública agilidade na análise dos processos.
– A maior
queixa dos presos é com relação aos processos, que precisam ter agilidade, à
militarização – observou.
Os senadores
Humberto Costa (PT-PE) e João Capiberibe criticaram o descontrole no que diz
respeito à execução penal. De acordo com os senadores, há diversos casos em que
as pessoas já cumpriram suas penas e continuam presas e outros em que teriam
direito à progressão de regime, mas não obtêm o benefício.
– Nós
devemos encaminhar solicitação de um mutirão federal para dentro da
penitenciária. Há presos provisórios e presos com penas pequenas e outros que
já cumpriram quase toda a pena e não recebem nenhum tipo de beneficio de
progressão – destacou Humberto.
Segundo
Capiberibe, a situação revela a pobreza de quase 100% das pessoas que estão
ali, que não têm como pagar advogado e não recebem o benefício que a lei lhes
proporciona.
Em
relação à possibilidade de intervenção federal no presídio, os senadores
disseram que a medida não deve ser tomada antes da coleta de mais informações.
Ana Rita afirmou que uma análise mais cuidadosa deverá ser feita com os demais
membros da comissão após o retorno dos parlamentares a Brasília.
Capiberibe
considerou difícil uma intervenção desse tipo, mas sugeriu a criação de uma
comissão nacional composta de entidades da sociedade civil e dos governos
federal e estadual, para fazer um acompanhamento próximo do problema e dar
início ao processo de transição e implantação de um novo sistema prisional.
– Essa
comissão nacional faria o acompanhamento do cumprimento das regras
estabelecidas para o funcionamento do sistema prisional. O problema é de ordem
política: essa é que a verdade. A mudança no sistema aqui depende da vontade
política do estado federado, ou seja, do governo do Maranhão – observou.
Em vez de
uma intervenção federal, Humberto Costa também defendeu uma parceria com a
União.
– O que
precisamos é aquilo que o governo federal procurou fazer desde a semana passada
com entendimento com o governo do estado: ações conjuntas com a soma de
esforços e ações para que possamos encontrar soluções para o sistema aqui do
Maranhão e que também podem servir plenamente para outros estados – disse.
A visita
ao presídio de Pedrinhas fez parte de uma série de atividades que os senadores
realizaram nesta segunda-feira para avaliar a situação do sistema prisional no
Maranhão. Também integraram a comitiva os senadores João Alberto Souza
(PMDB-MA), Lobão Filho (PMDB-MA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
Os
senadores ouviram representantes da sociedade civil, em reunião na Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB), e tiveram reuniões com a governadora do estado,
Roseana Sarney, e representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e
da Defensoria Pública.
Agência Senado

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2014

Prefeitura implanta projeto para melhorar atendimento no Socorrão I

Os pacientes do Hospital Djalma Marques (Socorrão I) passarão a contar com um novo serviço de atendimento humanizado, o projeto Conte Comigo. Com seis colaboradores para orientar os pacientes, o projeto é uma iniciativa da Prefeitura de São Luís para reduzir o tempo de espera e desafogar os corredores do hospital.
O diretor do Socorrão I, Érico Cantanhede, explica que o projeto irá servir para orientar pacientes e diminuir o tempo de espera na área de acolhimento. “Nossa preocupação, seguindo orientação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, é de oferecer, aos que procuram a unidade de saúde, um atendimento mais humanizado. Com o projeto, os colaboradores usam coletes que os identificam assim que o paciente chega. Eles guiam o paciente para o setor específico, ajudam a preencher a ficha e oferecem todo o suporte humano para que as pessoas que chegam aqui feridas não se sintam desamparadas”, destaca.
Para a colaboradora Leonice Maria Oliveira, que passou por treinamento com terapeutas ocupacionais para participar do projeto, o serviço é importante para garantir que o atendimento seja mais eficiente. “O paciente chega com dificuldade, sem saber onde é o laboratório, a tomografia, ou a localização da clinica cirúrgica, então nosso trabalho é conduzi-lo e dar todas as informações necessárias”, diz.
Para quem precisa do atendimento de saúde, a iniciativa foi elogiada. A dona de casa Geneva Firmina veio do município de Chapadinha e aprovou o serviço. “É muito bom ser orientada, eu vim do interior com meu filho acidentado e não sabia o que fazer, os colaboradores aqui me ajudaram e tudo foi muito rápido. Já estamos voltando pra casa”, disse.
Além do “Conte Comigo”, iniciado no dia 17 de dezembro, o hospital voltou a contar com um consultório de enfermagem para classificação de risco. No local são realizados monitoramentos dos pacientes e encaminhamentos para outros setores. “Outras melhorias virão ainda este mês, o que demonstra que estamos equacionando estratégias eficazes para dar mais qualidade ao nosso atendimento”, destaca Érico Cantanhede. 

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