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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 19/maio/2014

Prefeito Edivaldo intensifica recuperação de avenidas e reforça drenagem de bairros

Avenida Casemiro Júnior no Anil está sendo recuperada

O prefeito Edivaldo determinou a ampliação dos trabalhos de recuperação nas vias com grande volume de tráfego na cidade. Para revitalizar a malha viária, a Prefeitura de São Luís deu início ao trabalho de retirada do asfalto danificado, utilizando a equipamento especializado para a atividade. Após a fresagem dos trechos com pavimento com ondulações, a via passa pelo processo de recapeamento, ganhando asfalto novo e melhor trafegabilidade.

De acordo com o secretário Antônio Araújo, a recomendação do prefeito Edivaldo é  que os serviços essenciais à qualidade de vida da população sejam executados. “Estamos trabalhando com mais qualidade na recuperação das vias, tudo para garantir um tráfego melhor e mais seguro para motoristas e pedestres”, afirma o secretário.

Também estão sendo executados serviços de infraestrutura nas vias contempladas pelo Plano Estratégico de Melhorias no Trânsito. Na Avenida Casemiro Júnior, no Anil, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) realizou a retirada de blocos de concreto do meio fio, para acelerar as alterações no fluxo de veículos previstas pelo plano.

 Na Avenida São Sebastião, também no Anil, a Prefeitura trabalha no processo de remoção asfáltica. A máquina fresadora já extraiu cerca de 500 m² de asfalto que apresentavam problemas de desnivelamento. O serviço continua na próxima semana, com a recuperação de toda a extensão da via.

A fresagem foi iniciada pela Avenida dos Franceses e removeu do local cerca de 300m² de asfalto danificado. A via já está recebendo um novo pavimento.
O trabalho inclui a retirada de toda camada superficial do pavimento e a parte do solo já comprometida. Nesta etapa, a base do solo recebe nova compactação para evitar que outras ondulações se formem, e, em seguida, um novo pavimento é aplicado.
DRENAGEM
Além dos trabalhos de recuperação do pavimento, a Prefeitura está reforçando a drenagem em vários pontos da cidade. Na Rua 19 da Cohab, próximo a escola Moranguinho, por exemplo, o trabalho de construção e de drenagem profunda estão sendo finalizados.

Na Avenida Brasil, na Divineia, foram colocados 40 m² de novos trilhos sobre a galeria do bairro e as equipes da Prefeitura já estão recuperando o passeio de pedestres na área da galeria para o acesso com segurança aos moradores.

No bairro do João Paulo, a Semosp realiza a construção de 40 metros de galeria, a fim de solucionar o problema de alagamento na área. As ações preventivas de limpeza de canais e desobstrução de bueiros acontecem em paralelo aos demais serviços. “Nossas equipes estão trabalhando todos os dias, de maneira incansável, para garantir uma infraestrutura de qualidade para população”, diz Antônio Araújo.

  • Jorge Vieira
  • 19/maio/2014

“Flávio Dino é quem melhor representa os interesses do Maranhão”, afirma Sebastião Madeira

Jornal Pequeno

Em entrevista
ao Jornal Pequeno, o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB),
fala francamente de sua decisão de não apoiar a candidatura de Edinho Lobão
(PMDB) ao governo do Estado e afirma enfaticamente que está convencido de que
Flávio Dino (PCdoB) “é o melhor para o Maranhão”.
   
Madeira lembra que tinha o
compromisso de apoiar Luís Fernando e acredita que agora, mesmo com a decisão
de apoiar o candidato de oposição ao grupo Sarney, não sofrerá retaliação da
governadora Roseana.
“Roseana tem dito que ama
Imperatriz e retaliar a cidade, porque o prefeito e a maioria ampla da
população rejeitam seu candidato, não será uma decisão de amor”, afirma
Madeira, nesta entrevista:
Jornal Pequeno – O senhor apoiava o pré-candidato Luís Fernando
ao governo do Estado e agora recusa apoio a Lobão Filho. O que mudou?
Sebastião Madeira – Mudou tudo. Tudo! Mudaram as personalidades
e as perspectivas. As pessoais enquanto motivação política e principalmente as
perspectivas para o Maranhão e seu povo.
JP – De fato, o que mudou?
Madeira – Luís Fernando era o candidato, uma escolha
pessoal da governadora Roseana Sarney. Um nome e um quadro extremamente bem
avaliado no Maranhão, e por isso respeitado, inclusive, entre os
adversários.  Foi a partir desse conceito que nos aproximamos a ponto de
incorporar sua candidatura como minha. Conheci suas ideias e seus projetos para
fazer no Maranhão uma administração que fizesse a diferença. Que trouxesse para
nossa gente as soluções que todos nós ansiamos. Em nome deste projeto, cheguei
a ir de Imperatriz a Presidente Dutra, uma viagem, entre tantas, de mais de
1.200 quilômetros, percorridos de carro para junto com ele, fazer encontros em
busca de apoio político. Infelizmente, trabalharam contra a candidatura de Luís
Fernando e deu no que deu.
JP – Por conta desta mudança, chegaram a lhe chamar
de traidor?
Madeira – Eu? Não é verdade! Isso é coisa daqueles
que, sem argumento, querem enfiar goela abaixo suas verdades. Isso acabou desde
a vitória de Jackson Lago, a quem apoiei na vitória e na derrota. Minha posição
sempre foi conhecida, na decisão de apoiar um candidato do governo, Luís
Fernando e no enfrentamento, de não apoiar um candidato do governo, como agora
no caso do Edinho Lobão. Traidor? Um homem que teve a coragem de dizer desde a
primeira hora: – Meu compromisso é com Luís Fernando. O Maranhão inteiro ouviu
ou leu isso. Só não ouviu ou não leu quem não quer entender, quem tem outros
interesses. Aí é outra história. A resposta virá nas ruas. Mas, traidor mesmo é
quem trabalhou contra a candidatura de Luís Fernando, que era uma escolha
pessoal da governadora Roseana Sarney. Ao derrotarem essa candidatura, esses
sim, traíram Roseana.
JP – O senhor diz que não apoia o pré-candidato do
governo, mas continua a apoiar candidatos a deputados que estão ao lado do
governo, como Chiquinho Escórcio, Leo Cunha e o deputado Pádua. Não é uma
contradição?
Madeira – Não é uma contradição, é uma questão de
respeito a compromissos anteriormente assumidos. Esse compromisso eu assumi e
vou respeitar.
JP – Dizem que a governadora teria lhe cobrado outra
posição, por conta dos convênios liberados para sua administração em
Imperatriz. É verdade?
Madeira – É mentira! A governadora é uma mulher
decidida. Governadora por três oportunidades e melhor que ninguém, conhece uma
decisão embasada no acreditar de objetivos. Ela só chegou onde está, porque
lutou por suas crenças. Quando estive com ela, expliquei minha posição, minhas
discordâncias, ponderamos, e é natural que algum questionamento surja. É parte
da conversa, mesmo até, para tentar convencer a outra parte a mudar, tomar
outra decisão. Na segunda oportunidade, fui recebido pelo presidente Sarney e
nossos pontos de vista foram colocados, ouvidos, debatidos e ficamos onde
estamos. O presidente, de uma educação ímpar, ouviu. Naturalmente, não foi o
resultado que ele gostaria, mas saí do Palácio dos Leões, como sempre entrei,
pela porta da frente. E assim vou voltar, quantas vezes for preciso.
JP – Sua escolha, então, está tomada: é Flávio Dino?
Madeira – Flávio Dino, além de ser minha escolha, é a
escolha do povo de Imperatriz. Escolha essa que não difere na população de
outras cidades. Então, como a eleição é estadual, Flávio Dino é quem melhor
representa os interesses do Maranhão.
JP – Como o senhor analisa a hipótese da candidatura
de João Castelo ao Senado, sendo que já existe uma decisão em torno do nome de
Roberto Rocha?
Madeira – João Castelo tem uma ampla folha de
serviços prestados ao Maranhão. Só não foi vereador e deputado estadual. É
natural, mesmo até, porque faz parte da natureza do político em exercer mandato
faz parte da natureza humana, ter objetivos, e Castelo é assim, inquieto. Mas
minha posição é a de quem nesse momento não pode e nem deve interferir. Por
quê? Porque eu apoiava outra candidatura, estava em outro campo de luta e o meu
partido (PSDB) através do seu presidente estadual, deputado Carlos Brandão, já
conversava com os partidos que formam a coalizão de partidos que apoiava Flávio
Dino. Ficou esse entendimento em torno do Roberto.
JP – Mas essa decisão do Castelo não interfere nesse
entendimento?
Madeira – Eu disse em Imperatriz na quinta-feira,
durante um evento com Flávio que o PSDB de Imperatriz é só solução. Só
entendimento. A questão é mais ampla. Na Região Tocantina, por exemplo, o
ex-prefeito de Açailândia, Ildemar Gonçalves é meu amigo. Somos aliados desde
antes, estimulei-o para ser candidato a senador e dessa candidatura saiu para
ser eleito e reeleito prefeito. Em todas essas lutas estive em seu palanque, em
suas caminhadas, seus discursos. É um grande nome para ser vice nessa
composição que faz a oposição, mas nem por isso, tive as condições de defender
o seu nome, em respeito a todos os acertos políticos que já haviam sido
efetuados. A minha expectativa é de entendimento, sempre.  Não há dedos
sem mão. Não há vitória pessoal sem aliados. Por isso, a minha confiança que
possamos deixar de lado o interesse pessoal, seja quem for, A ou B, de qualquer
partido, para em nome de todos consolidar através de Flávio Dino, a vitória do
Maranhão.         
JP – Apoiar Flávio Dino, que aparece como favorito,
não é portunismo?
Madeira – Que é isso? Eu apoiava um candidato que a
maior parte da mídia massacrava todos os dias. Não crescia, mas eu apoiava.
Onde estava o oportunismo? Eu tenho é coragem. Apoio o Flávio Dino por uma
questão de entendimento. Como deputado ele deu demonstrações efetivas de um
político que sabe o que é direito difuso, capaz de trazer ao povo do Maranhão
os benefícios de uma administração capaz de resolver problemas. É desse
entendimento que eu afirmei não acreditar que o outro candidato, Edinho Lobão
possa fazer um bom governo. É desse entendimento que eu acredito ser Flávio
Dino o melhor candidato.
JP – O senhor é o único prefeito até o momento que
teve coragem de sair do grupo do governo para apoiar um candidato de oposição.
O senhor não teme ser retaliado?
Madeira – Não penso nisso. A governadora em mais de
uma oportunidade, quando da inauguração da UPA e em suas confraternizações de
final de ano, tem declarado e cantado seu amor por Imperatriz. Nesse momento em
que ela está finalizando sua administração e tomando inclusive, uma decisão
dura, que é a de ficar sem mandato, retaliar a cidade, porque o prefeito e a
maioria ampla da população rejeitam seu candidato, não será uma decisão de
amor. Não tenho medo de ser retaliado, mesmo até porque a vida de
prefeito, aliado ou não, é de muitas dificuldades. Pergunte a qualquer
prefeito. É grande a falta de recursos. Vamos, se for o caso, embora, repito,
não acredito em retaliação e se ela vier, não somente eu, mas toda a cidade de
Imperatriz vai ficar profundamente decepcionada. Agora, o que eu espero é que
eu não fique sozinho, que outros colegas, ouçam as vozes das ruas e busquem
nessa eleição, a vitória, que de todos, será a vitória do Maranhão.  
JP – Por fim, o que o senhor espera de Flávio Dino?
Madeira – Eu espero muito. É preciso que o próximo
governante tenha a disposição de integrar o Maranhão. Romper com situações de
acomodação onde uns tem muito e outros, migalhas. Um exemplo? Imperatriz! Faça
um levantamento de quais recursos foram efetivamente aplicados na cidade e você
verá que nem de longe, se compara proporcionalmente ao que foi liberado para São
Luís. Se você pegar a soma dos recursos recebidos pelos municípios da região
tocantina e do sul do Maranhão que somados tem a mesma população de São Luís
você verá a desproporção. Equilíbrio na aplicação de recursos e nas prioridades
é um passo.
JP – E na
educação?
Madeira – Na educação, para se ter uma ideia, do
total de quarenta vagas abertas em Imperatriz para o curso de Medicina, apenas
cinco são ocupadas por filhos da cidade. E quantos tentaram entram? Centenas.
Não entraram por quê? Porque a qualidade de nosso ensino é baixa. É lamentável.
Sou formado na escola pública, sou de família humilde e sabemos da importância
que a educação tem para mudar a vida das pessoas. Mas, isso começa pela
política de governo. Se ela não é capaz de integrar o Maranhão, de diminuir as
desigualdades, vamos ficar eternamente como um Estado de grande potencial que
não se realiza nunca. Uma distribuição mais igual de recursos entre as cidades,
uma política eficaz de inserção via educação, representa apenas um começo.
JP – Mas há carências enormes em outras áreas…
Madeira – Claro. Há outras necessidades. Mas o que
espero de Flávio Dino é que ele tenha olhos e ouvidos para ver e entender o
anseio da nossa gente e compreensão para ser dinâmico. Espero um governo que
não veja o Maranhão como uma ilha, e sim, como um estado inteiro, sem rupturas
proporcionando ao cidadão mais comum, o acesso às coisas mais básicas. É para
isso que existe governo. É para isso que existe governante. E só pleno
funcionamento das políticas públicas justifica a existência de ambos. É isso
que espero de Flávio Dino. Que ele faça um governo, que ele seja o governador
com a estatura que o Maranhão e nosso povo tanto anseiam.    

  • Jorge Vieira
  • 18/maio/2014

Deputado Bira e PJ debatem sobre a juventude do Maranhão

Na manhã de sábado (17) a Pastoral da Juventude
do Maranhão e o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) realizaram o primeiro
encontro do mandato popular do deputado Bira com os PJoteiros do MA.
Com místicas e ao som de canções como Oração
Latina, Negro Nagô e Pai Nosso dos Mártires, os PJoteiros do Maranhão se
reuniram com o deputado Bira no centro dos Combonianos da Igreja Católica, no
bairro do olho d´água, em São Luís.
Mais de cem jovens, representando onze dioceses do
Maranhão e todas as regiões do estado apresentaram seus anseios e suas
reivindicações ao deputado Bira. Os PJoteiros protestaram contra o atual quadro
de descaso e violência com o que o Governo do estado trata a juventude.
O deputado Bira comprometeu-se em utilizar seu
mandato como instrumento de luta em defesa dos direitos da juventude
maranhense. O parlamentar também lembrou sua formação católica e PJoteira,
inclusive na reorganização da Pastoral da Juventude e na fundação da Pastoral
Universitária.
Bira aproveitou o evento e lembrou como a Pastoral
da Juventude foi decisiva no lançamento de seu nome no cenário da política
maranhense. Ainda em 1996, Bira foi candidato a vereador de São Luís com o
apoio da PJ e conseguiu aproximadamente 1.500 votos, uma votação expressiva
para um candidato sem recursos financeiros. os cenários e da atual conjuntura
da política maranhense. O parlamentar também
No final do evento, o deputado Bira apresentou aos
PJoteiros um análise d reafirmou seu compromisso com a PJ e com toda juventude
do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 17/maio/2014

Lideranças da Região Tocantina declaram apoio a Flávio Dino

Durante passagem por Imperatriz, o pré-candidato a
governador do estado, Flávio Dino (PCdoB), recebeu a visita e manifestações de
apoio de diversos municípios da região, dentre eles São Pedro da Água Branca e
São João do Paraíso. Lideranças políticas e religiosas, vereadores do PTB, PP,
ex-prefeitos e professores conversaram sobre a região e afirmaram apoio a Dino.
As visitas aconteceram em meio às agendas de Flávio Dino na região, quando
acompanhado por Sebastião Madeira (PSDB), Rosângela Curado (PDT) e Carlinhos
Amorim (PDT), Dino conseguiu reunir em seu palanque lideranças de lados opostos
na política municipal.

Vereadora de São Pedro da Água Branca, Lilian
Gonçalves (PP) classificou a saúde como principal prioridade dos moradores da
região. Para ela, apoiar Flávio Dino representa a esperança da população na
mudança política e no incentivo ao desenvolvimento. “Ele representa o sonho de
uma transformação para o nosso município e nosso estado. É o que almejamos para
ver a mudança, para que a saúde de desenvolva, para que a população tenha
acesso a direitos fundamentais. Temos diversas categorias engajadas na pré-candidatura
de Flávio”, considerou.

Lideranças que participaram da reunião, contaram a
situação do hospital da cidade de São Pedro da Água Branca. Segundo eles, a
unidade de saúde não dispõe de estrutura para atendimento. Por conta disso,
pessoas têm morrido por falta de atendimento médico. Outro problema é a falta
de incentivo à produção agrícola. “A produção não abrange pequenos produtores,
é uma produção latifundiária. Precisamos também de políticas sociais para a
juventude no combate a violência e prostituição”, frisou Rosânia Brandão,
professora e coordenadora estadual da Obra Kolping, ligado à igreja católica.
De São João do Paraíso, as palavras de apoio vieram
do ex-prefeito Dalton Filho (PDT) e do Beto Regis (PCdoB), que disputou as
últimas eleições para prefeito. “O Flávio nesse momento sintetiza o sentimento
que sempre tivemos de mudança, de alternância de poder. É uma pessoa que tem
condições pessoais de governar o estado por sua capacidade e acredito que
desenvolverá um belo trabalho pelo Maranhão”, acredita Dalton Filho.

Entre os destaques das necessidades do município,
uma estrada pavimentada que ligue São João do Paraíso a São Pedro dos Crentes,
apoio do estado ao produtor rural, pecuária e agricultura, e também da
participação do estado numa política de segurança pública que assegure mais
tranquilidade aos cidadãos. Para Beto Regis, a pré-candidatura de Flávio Dino
representa a concretização de um sonho para os que sempre a foram favor da
mudança no Maranhão. 

Agrobalsas
Na passagem pelo sul maranhense, Dino ainda passou
pelo município de Balsas e foi recebido pelo prefeito, Luiz Rocha (PSB), pelo
empresário Marcio Honaiser (PDT) e pela classe produtora da região.
Na visita à feira, Dino aproveitou para ouvir as
demandas dos produtores, que reclama da falta de infraestrutura para o
escoamento da produção agrícola – setor de maior importância econômica para a
região.

  • Jorge Vieira
  • 17/maio/2014

Família Lobão é relacionada a fraude no fundo dos Correios ligado ao PMDB

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Época
No final do governo Lula, um jovem e brilhante
operador do mercado financeiro ascendia no rarefeito mundo da elite política
de Brasília. Era Fabrizio Neves, dono da Atlântica Asset, empresa que
montara fundos no mercado financiados sobretudo pelo Postalis, fundo de pensão
dos Correios. O Postalis era comandado por afilhados do ministro de Minas e
Energia,Edison Lobão, e do senador Renan Calheiros, ambos do PMDB.
Fabrizio dava festas e promovia jantares em Brasília e São Paulo. Num deles,
contratou o cantor Emílio Santiago e um dos pianistas que tocavam com Roberto
Carlos. Colecionador de armas, dono de bom papo, Fabrizio fez amizades com
políticos, diretores do Postalis e lobistas – a maioria deles ligada ao PMDB.
Segundo seis desses altos quadros do PMDB, Fabrizio participava também das reuniões
em que se discutia o financiamento das campanhas em 2010. Com pouco tempo de
Brasília, Fabrizio já se tornara um homem poderoso na capital.

Sobre Fabrizio, sabia-se apenas que ele morara em Miami,
onde fizera fortuna no mercado financeiro. No Brasil, ele estava em alta;
nos Estados Unidos, era caçado por credores e pelos investigadores da Securities
and Exchange Comission, a SEC, órgão que regula o mercado financeiro americano.
Acusavam-no de ser o arquiteto de uma fraude que envolvia o dinheiro arrecadado
no Postalis. A caçada judicial terminou recentemente nos Estados Unidos, e suas
consequências ainda não se fizeram sentir no Brasil. A ascensão de Fabrizio por
lá se deu com dinheiro daqui – dinheiro dos carteiros e funcionários dos
Correios, que financiam suas aposentadorias contribuindo para o Postalis. A
queda de Fabrizio terminou por lá. Mas ainda promete começar por aqui. E isso
aterroriza o PMDB.
A história de Fabrizio, contada em documentos
confidenciais obtidos por ÉPOCA nos Estados Unidos e no Brasil, ilustra à
perfeição o efeito devastador da influência da política nos fundos de pensão
das estatais. É um problema antigo, que resulta em corrupção e prejuízos aos
fundos. Ele atingiu novo patamar no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva, com a ascensão de sindicalistas ligados ao PT à direção de fundos
como Previ, do Banco do Brasil, ou Petros, da Petrobras. O caso do
Postalis, maior fundo do Brasil em número de participantes (110 mil), é
especial. Foi o único fundo de grande porte aparelhado, no governo Lula, pelo
PMDB. Por indicação de Lobão, o engenheiro Alexej Predtechensky, conhecido como
Russo, assumiu a presidência do Postalis em 2006. Com o apoio de Lobão e Renan,
o administrador Adílson Costa assumiu o segundo cargo mais importante do
Postalis: a diretoria financeira.
Amigo de Lobão, Russo tinha no currículo a quebra
da construtora Encol, nos anos 1990. Quando diretor da Encol, fora acusado de
irregularidades na gestão. Fora também sócio de Márcio Lobão, filho de Edison
Lobão, numa concessionária que vendia BMWs. No Postalis, sua gestão resultou em
péssimos números. Dono de um patrimônio de R$ 7 bilhões, o Postalis vem
acumulando perdas significativas. Entre 2011 e 2012, o deficit chegou
a R$ 985 milhões. No ano passado, o fundo somou R$ 936 milhões negativos e, em
2014, as contas no vermelho já somam mais de R$ 500 milhões, com uma projeção
para encerrar o ano acima de R$ 1 bilhão.
A situação do Postalis é tão grave que a
Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a Previc, responsável
por fiscalizar os fundos de pensão, avalia uma intervenção no fundo. Os
auditores da Previc estão cansados de notificar e autuar os diretores por
irregularidades. Houve, ao menos, 14 autuações nos últimos anos, a
que ÉPOCA teve acesso. Os mandatos de Russo e Adílson se encerraram em
2012. Foram substituídos por novos apadrinhados de Lobão e Renan. A presidência
ficou com o PT, que indicou Antônio Carlos Conquista – autuado pela Previc por
irregularidades na gestão de outro fundo. PT e PMDB disputam
agora as decisões pelos investimentos do Postalis. A ordem política, dizem
parlamentares, lobistas e funcionários do Postalis, é diminuir os maus
investimentos. Trocá-los por aplicações conservadoras, de maneira a evitar a
intervenção.

  • Jorge Vieira
  • 17/maio/2014

Prefeito Edivaldo e representantes do governo federal discutem início das obras do PAC

O prefeito Edivaldo recebeu na sexta-feira (16)
a visita da presidente nacional do Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, e do diretor do PAC Cidades
Históricas, Robson Almeida. O foco do encontro foi o início das ações para
revitalização de logradouros do centro histórico de São Luís, até o final deste
mês serão publicados os editais para licitação de todos os projetos e obras
previstos para a capital maranhense.
“A Prefeitura, nesta parceria com o governo
federal, em breve terá várias obras começando em toda a região central da
cidade. São obras importantes como na João Lisboa, Deodoro, Rua Grande, Mercado
Central. Não tenho dúvida que a população ficará satisfeita com a entrega
destas obras, a previsão é que elas ocorram entre um e dois anos”, declarou o
prefeito.
Os investimentos do PAC Cidades Históricas para
revitalização do patrimônio em São Luís correspondem a R$ 133 milhões e
compreendem 44 obras. O prefeito tem determinado o empenho da equipe de governo
para garantir celeridade e qualidade nos trabalhos. Exemplo desse compromisso é
a reforma da Praça da Alegria, o processo licitatório foi iniciado com êxito e
as propostas serão conhecidas no dia 26 deste mês para escolha da empresa com
previsão de início das obras para junho.
A presidente nacional do Iphan considerou
extremamente relevante a reunião e afirmou que o fortalecimento da parceria com
a Prefeitura é fundamental para o andamento das obras. Na ocasião, ela
partilhou experiências de outros estados na implantação de reformas e conheceu
o planejamento desenvolvido em São Luís.
“Precisamos desse entendimento com a Prefeitura
para que tenhamos um bom fluxo de obras na cidade e cheguemos aos resultados o
mais rápido possível, o prefeito é um parceiro do Iphan e se mostrou sensível,
confirmando esse cronograma, até o final do ano todas as obras poderão ser
iniciadas”, relatou Jurema Machado.
A reunião foi acompanhada pela Superintendência do
Iphan no Maranhão que conjuntamente com a Prefeitura de São Luís é responsável
pelo desenvolvimento das obras na capital. “Viemos fazer essa visita ao
prefeito para reafirmar a parceria para que possamos executar as obras no prazo
estabelecido. O prefeito reafirmou o apoio e colocou o secretariado à
disposição do Iphan”, comentou a superintendente do Iphan no Maranhão, Kátia
Bogea.
Também participaram da reunião o presidente da
Fundação Municipal de Patrimônio Histórico, Aquiles Andrade; os secretários
municipais Lula Fylho (Turismo), Robson Paz (Comunicação) e os técnicos do
Iphan no Maranhão, Rafael Arrelaro e Marcos Galvão.

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2014

Dutra diz que no Maranhão não tem governo

A escrivã piauiense Loane Maranhão da Silva Thé, de 33 anos, foi
assassinada a facadas enquanto tomava depoimento de um preso, na Delegacia da
Mulher de Caxias-MA. Segundo o delegado regional Celso Álvares Rocha, Loane
chamou o preso Francisco Alves Costa, de 43 anos, que trabalha como gari no
município, e foi intimado a depor sobre acusação de estuprar as próprias
filhas, de 17 e 20 anos. Por volta do meio dia, o suspeito surpreendeu a
escrivã, pegando uma das facas que haviam sido apreendidas ao longo do dia, em
operações.
Para o deputado federal Domingos Dutra (SD/MA), mais essa tragédia, que
tem como vítimas servidores da Segurança Pública, é o resultado da falta de
governo no Maranhão, onde o maior reflexo disso se expressa na violência, na
criminalidade, e na insegurança. “No Maranhão, por falta de governo, bandidos
já metralharam delegacias, roubaram agências bancárias dentro do palácio;
policiais militares fizeram passeatas, requerendo segurança para si; e agora
uma escrivã é morta no interior de uma delegacia”, disparou indignado, o
parlamentar.
Segundo dados oficiais divulgados amplamente pela imprensa nacional, o
Maranhão tem a menor efetivo de policiais por habitante no Brasil: 1 para cada
710 moradores. Além de ter também o menor número de juízes. A deficiência de
material humano se reflete ainda nos equipamentos básicos para se garantir a
ordem. “O aparelho de Segurança do estado dispõe de viaturas, a maioria
adquiridas com a ajuda do governo federal, mas não tem quem as dirija, e isso é
uma completa vergonha. As armas são defasadas; há escassez de coletes
balísticos e munições; sem contar que no interior os policiais vivem de esmolas
de prefeitos e da ajuda da comunidade”, completou o deputado federal.

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