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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Campanha do deputado Bira cresce no Maranhão

A campanha do Bira, que já está nas ruas de São
Luís, começa a alcançar as cidades do interior do Maranhão. Desde o dia 05 de
julho a militância do 40100 já levou as propostas do Bira e o ideal de mudança
política às cidades de Santo Antônio dos Lopes, Mirinzal, Cururupu, Santa
Helena, Carutapera, Nunes Freire e Guimarães.

Na próxima terça-feira (29), acontecerá a Plenária
de Lançamento da Candidatura do 40100 e a inauguração do Comitê Central de
campanha. O candidato a Governador pela coligação “O Maranhão é de todos nós”,
Flávio Dino 65, confirmou presença ao lançamento.

O Comitê fica localizado em frente ao plantão central
da Reffsa e o evento será realizado às 18 horas com a presença dos apoiadores
da campanha do Bira 40100 na região metropolitana de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Movimentos sociais propõem pacto pela cidadania com Flávio Dino para mudar o Maranhão

Dezenas
de movimentos sociais estão preparando uma carta ao candidato Flávio Dino para
ressaltar e apoiar as mudanças que melhorem a qualidade de vida no Maranhão. O
pacto é uma união de esforços para reverter o baixo IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano) do Estado.

O
Maranhão tem o segundo pior IDH do Brasil. Essa nota mede a qualidade de vida
da população.

Os
representantes dos movimentos sociais vão convidar Flávio para assinar um
documento com as principais propostas, no dia 30 deste mês. Esse documento vem
sendo construído ao longo dos últimos meses em diversos encontros das
entidades.

Resistência
às injustiças –
“Precisamos
dizer que este candidato é nosso, que é o candidato em quem temos esperança de
mudar esses indicadores que estão aí, contra nós, as pessoas mais humildes. E o
candidato Flávio Dino tem um histórico muito grande de resistência às
injustiças, a vitória dele tem um significado extraordinário. A gente vai estar
do lado de um cara que já conhece as nossas dificuldades”, afirma Joel
Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores no Brasil.

Os
movimentos sociais que preparam a carta são de educadores, trabalhadores
rurais, religiosos, funcionários da Saúde e da Cultura, representantes da
moradia popular, dos direitos humanos e das pastorais, militantes e muitos
outros.

Todos se
uniram em torno do objetivo de mudar os índices sociais do Maranhão. A ênfase é
em torno de quatro grandes temas: Educação, Saúde, Habitação e Direitos
Humanos.

Mudança
pela política –
“Quando
ostentamos os piores índices de desenvolvimento humano, isso significa dizer
que as pessoas estão morrendo. Por concentração de renda, terra e poder. E
único modo de mudar isso é mudar a política. A causa se encontra na política,
no modo que o Maranhão vem sendo governado nas últimas décadas, pelo sistema
oligárquico”, afirma o professor e secretário de Cultura de São Luis, Francisco
Gonçalves.

Ele
acrescenta que “num Estado que ostenta os piores índices de desenvolvimento
humano, qualquer campanha que queria ser consequente precisa ganhar uma
dimensão humanitária, que é de defesa da vida”.

“E a
campanha de Flávio é a da defesa da vida, e por isso os movimentos vão se
reunir com Flávio para propor um pacto pela cidadania, para mudar a vida das
pessoas.”

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

O Globo denuncia privilégios de Edmar Cutrim no TCE-MA

← Posts mais antigosVolte para a pagina inic POR CHICO DE GOIS

Edmar Cutrim, ladeado  pelo irmão Raimundo e pelo sobrinho Fróz Sobrinho 
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BRASÍLIA, SÃO LUÍS,
FLORIANÓPOLIS, CUIABÁ E CURITIBA
 — Os salários ultrapassam R$ 26
mil. A eles, somam-se auxílio-alimentação que chega a R$ 1.000 por mês;
auxílio-moradia que, em alguns casos, ultrapassa R$ 7 mil por mês; R$ 2.924 por
abono de permanência, pago ao magistrado que, aposentado, continua trabalhando;
e 14º e 15º salários camuflados sob a rubrica de “aquisição de obras técnicas”.
É a folha dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos estados no país.

Em Mato Grosso, por exemplo, o auxílio-moradia
é de R$ 7.235 — mais que o dobro do que têm direito os deputados federais, que
podem receber até R$ 3 mil. Mesmo com as regalias, há diversos casos de
conselheiros acusados de desvios de verba pública, como mostrou O GLOBO neste
domingo. Além disso, os tribunais, que cobram a prestação de contas de vários
entes governamentais, não são transparentes.
NA PRESIDÊNCIA DO
TCE-MA DESDE 2005 –
Alguns conselheiros quase se perpetuam
na presidência do órgão. O ex-deputado Edmar Serra Cutrim, pai do prefeito de
São José do Ribamar, Gil Cutrim, e um dos maiores defensores do clã Sarney,
preside o TCE do Maranhão desde 2005. O único biênio em que não estava à frente
da entidade — por imposição regimental — foi entre 2009 e 2010. Mas ele ficou
como vice, mantendo o poder de decisão.
 
Colega de Cutrim, Raimundo Nonato do
Lago Neto é um dos conselheiros mais longevos do país. Está na função desde
1989. Formado em Medicina, presidiu a entidade por três biênios — menos,
portanto, que Cutrim, que, apesar de ter menos tempo de casa, ao final deste
biênio terá presidido a entidade por oito anos. Os conselheiros do Maranhão
recebem auxílio-moradia de R$ 3.988, auxílio-refeição de R$ 800 por mês e abono
de permanência de R$ 2.924.
Em Santa Catarina, cada conselheiro
dispõe de R$ 49 por dia para almoçar. De acordo com pesquisa da Associação das
Empresas de Refeição e Alimentação (Assert), o preço médio de uma refeição
(prato principal, bebida, sobremesa e café) em Florianópolis, em 2014, varia
entre R$ 36,41 (comercial) e R$ 61,24 (à la carte). Os conselheiros, porém,
podem almoçar no próprio gabinete, uma vez que há serviço de garçons e um
restaurante no prédio do tribunal.
Em Mato Grosso, o auxílio-moradia é de
R$ 7.235 (mais que o dobro daquele dos deputados federais); em Santa Catarina,
é de R$ 4.377. Os conselheiros mato-grossenses também recebem, na prática, 14º
e 15º salários. A cada semestre, eles têm direito a um subsídio mensal para
“aquisição de obras técnicas”. Ou, traduzindo, livros.
Mesmo não sendo parlamentares, os
conselheiros do Mato Grosso têm também um benefício dado àqueles: verba
indenizatória. Mas o cidadão pode procurar à vontade no site da entidade que não
encontrará prestação de contas sobre os gastos realizados com esse dinheiro
público — ao contrário da Câmara, onde é possível saber nome do
estabelecimento, tipo de serviço, número da nota fiscal e valor. A lista dos
carros à disposição do tribunal também é antiga — maio de 2013.
Os conselheiros do Paraná recebem
mensalmente, além dos R$ 26.589 de salário, mais R$ 2.924 de abono permanência
e outros R$ 5.317 de vantagens transitórias. Mensalmente, a soma de todos esses
benefícios, em vários casos, ultrapassa R$ 35.000. Com o abate-teto
constitucional, o salário líquido quase equipara-se ao bruto: R$ 22.800, no
mínimo; em alguns casos, vai além dos R$ 25 mil. Os R$ 5.317 pagos a título de
“vantagens transitórias” não têm nada de passageiro. Todos os conselheiros
titulares recebem.

Ainda no TCE-PR, o conselheiro Fábio de
Souza Camargo, que foi vereador e deputado estadual, teve a nomeação contestada
na Justiça em novembro passado e foi afastado. Ele recorreu e conseguiu
reverter a decisão. A Justiça lhe garantiu o recebimento dos atrasados; em maio
deste ano, recebeu, de uma vez, R$ 112 mil líquidos. Ele é filho do
desembargador Clayton Camargo, que presidia o tribunal quando o filho foi
nomeado, mas que renunciou ao cargo depois do imbróglio. O Conselho Nacional de
Justiça abriu uma investigação para saber se Clayton, de alguma forma,
interferiu a favor do filho.
EM CASA, RECEBENDO
SALÁRIO –
Em 10 de junho deste ano, o ministro
Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, reconsiderou sua própria decisão de
conceder uma liminar para Camargo se manter no cargo, e mandou afastá-lo
novamente de suas funções, mas sem prejuízo dos recebimentos dos vencimentos.
Ou seja: fica em casa, mas continua recebendo o salário.
Camargo foi eleito em junho do ano
passado por 27 votos de seus colegas de Assembleia Legislativa. Logo após a
posse, surgiram as contestações. Ele teria apresentado certidão criminal
positiva, o que o impediria de assumir o cargo. O documento refere-se a um
crime contra a honra, mas não há condenação no caso. Além disso, ele não teria
tido o número mínimo de votos para elegê-lo. A Assembleia tem 54 deputados, e
ele teria de ter 28 votos — metade mais um. Como ele mesmo não pode votar, e
outro parlamentar se absteve, não somou os 28 votos

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Mais uma vez maranhenses são envergonhados pela Oligarquia Sarney

Na noite de domingo (20/07), o programa
Fantástico, da Rede Globo, exibiu extensa reportagem denunciando o desvio do
dinheiro público nos municípios de Anapurus e Mata Roma expondo negativamente,
mais uma vez o Estado do Maranhão.
Para o deputado federal Domingos
Dutra (SD/MA,) essas denúncias e exposições negativas de seu Estado ocorrem
pela herança maldita deixada pela Oligarquia Sarney. “Mais uma vez a oligarquia
comandada pelo Futi submete o Maranhão a um vexame nacional. A pobreza do
Maranhão que se expressa no número enorme de maranhenses morando em casas de
palha, bebendo água de cacimba, pescando com jequi e carregando a produção nas
costas de jegue, tem como principal causa a corrupção”, lamentou Dutra.
Em apenas duas cidades do Maranhão a
reportagem abordou a denúncia sobre um esquema de laranjas que movimenta R$ 30
milhões em contratos municipais nas mãos de empresas suspeitas, muitas delas
não têm sede e nem capacidade de prestar o serviço.
Tanto a prefeita de Mata Roma, Carmem
Neto como a prefeita Tina Monteles, de Anapurus pertencem ao grupo político que
apoia a candidatura de Edinho Lobão, representante da oligarquia Sarney na
sucessão estadual.
Dutra informa que o motivo das
mazelas do Estado nada tem a ver com a oposição e sim com o desgoverno dos
Sarneys. “A oposição não difama o Maranhão. É a oligarquia comandada pelo Zé
Futi há 60 anos que transforma a vida dos maranhenses em um inferno”, garantiu.
Procuradas pela equipe do Fantástico,
a prefeita de Mata Roma, Carmem Neto e Tina Monteles de Anapurus não foram
encontradas e não retornaram o recado da equipe.

O parlamentar afirma que a violência
sofrida pelos repórteres na última quinta-feira ao gravarem o programa só
reforça o desrespeito com a população maranhense. “A violência praticada contra
os repórteres da Globo só ratifica o que tenho denunciado na Tribuna da Câmara:
A Oligarquia Sarney trata o Maranhão como uma Capitania Hereditária,
propriedade privada das famílias Sarney, Lobão e Murad”,  completou Dutra.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Deu na Época: Pedrinhas pode levar Brasil ao banco dos réus na OEA

É altíssima a chance de o Brasil se
tornar réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos por causa do presídio
maranhense de Pedrinhas.

Nesta semana, um relatório elaborado
por ONGs do setor e pela OAB será enviado ao tribunal. Ele refletirá o caos
encontrado por essas entidades numa visita feita ao presídio há dez dias.

Em dezembro, a Comissão de Direitos
Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) já havia advertido o Brasil
a tomar providências em relação ao presídio.

Aquela foi uma reação ao assassinato de 60 presos
de Pedrinhas ocorridos em 2013. Neste ano, já foram mais onze.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Permissividade e constrangimento

Editorial – Jornal Pequeno

Na origem do que aconteceu com uma equipe de jornalismo do Fantástico no
município de Anapurus está a permissividade dos ataques contra a imprensa no
Maranhão; na origem do esquema de corrupção  denunciado, está a indecência
de um modelo político que se acostumou a vencer eleições com maços de dinheiro,
conforme fotos e vídeos amplamente mostrados em sites e blogs depois do ataque.

A imagem construída de brucutus cercando repórteres da Globo e avançando sobre
as câmeras, na solidão de municípios bem distantes dos grandes centros do país,
dá uma idéia do terror que eles viveram e do que poderia ter acontecido se não
tivessem se identificado imediatamente como funcionários da toda poderosa Rede
Globo. Foi um crime cometido por policiais, por parentes de prefeitos, altos
funcionários de municípios maranhenses. E aconteceu porque o cerceamento da
liberdade de imprensa no Maranhão se tornou uma banalidade, na medida em que o
poder e o tráfico de influência corroeram as instituições.

Ninguém, no mundo político desse Estado, espera castigo por afrontar
jornalistas, por perseguir profissionais de imprensa. E aí estão como exemplo
as dezenas de processos e os ataques que o Jornal Pequeno já sofreu. A
permissividade dessa política de terror herdada do coronelismo e da ditadura,
que limita o noticiário, castra o jornalismo de opinião, silencia emissoras de
rádio, privilegia a omissão e a mentira levou as autoridades de Mata Roma e
Anapurus a cometerem a estupidez de atacar repórteres da Rede Globo. Não são jornalistas
do Maranhão, mas eles não souberam ver a diferença e estão às voltas agora,
além da CGU, com a Polícia Federal.

O tom da matéria foi fulminante. “O bando cercou os repórteres. Dois bandidos
entraram no carro”. Bandidos? “Os ladrões fugiram em dois veículos levando as
câmeras”. Ladrões? E havia entre eles dois policiais, o irmão de um ex-deputado
que já foi secretário do município, um sobrinho da prefeita Tina Teles, de
Anapurus. O mais provável é que um jornalista maranhense que assim se expressasse
iria parar na cadeia.

E essa imagem revelada
para o Brasil e para o mundo na reportagem do ‘Fantástico’, de um Maranhão
atolado na corrupção, na pistolagem, no banditismo político, na capangagem
resfria o coração nativista de quem realmente ama o Maranhão. O castigo de
Deus, porém, impõe-se porque as verdades que estamos proibidos de escrever, as
imagens que somos proibidos de divulgar, as palavras que estamos proibidos de
falar parecem ter ganho o poder de sair sozinhas pelo mundo, sem nenhuma conexão
com a ‘Boca do Inferno’, para denunciar esse verdadeiro regime de terror.

E o Brasil sabe agora que enquanto alguns poucos arrotam riqueza, o povo
maranhense não dispõe sequer de uma privada onde diluir seu constrangimento e
sua decepção.

Parabéns, José Sarney!

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2014

Prefeitura inicia segundo semestre letivo na rede municipal de ensino

O reinício das aulas ocorreu nesta segunda-feira (21)
respeitando o calendário escolar
A Prefeitura de São Luís iniciou nesta segunda-feira (21) o segundo semestre letivo nas escolas públicas do município. Atualmente, a rede municipal de ensino possui 85 mil estudantes, distribuídos em 252 escolas.
O secretário de Educação, Geraldo Castro, destacou o cumprimento do calendário escolar no recomeço das aulas. “Agradeço a Deus a graça de podermos iniciar mais um semestre letivo em nossas escolas. Tenho a certeza que teremos bons resultados, com a atuação da nossa competente equipe pedagógica e com a vontade que nossas crianças têm de aprender”, declarou.
O reinício das aulas contou com uma programação diferenciada na Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Pedro Marcosini Bertol, no bairro do Jaracaty. As crianças foram recebidas com atividades de acolhida pelos professores e reforço do sentimento cívico. Estudantes e docentes participaram do hasteamento da bandeira, hino nacional e um momento de oração.
Em sala de aula, o primeiro dia foi direcionado à revisão do conteúdo aprendido no semestre anterior e as atividades foram encerradas com um lanche coletivo. A U.E.B. Pedro Marcosini Bertol atende 229 crianças do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.
“Fizemos o possível para que nossas crianças se sentissem acolhidas e bem recebidas, de modo que pudessem começar o novo semestre com toda vontade de aprender”, frisou a gestora adjunta da escola, Soraia de Fátima Nunes Pinheiro.
Na U.E.B. Maria Rocha, no bairro da Areinha, que atende 308 crianças do Ensino Fundamental, os estudantes estavam ansiosos pelo reinício das aulas. “Estou muito animada com o início de mais esse semestre”, comentou a estudante Carolina Silva, do 5º ano.
A gestora da U.E.B. Maria Rocha, Miriam de Jesus Passos Martins, informou que a volta às aulas foi tranquila. “Esperamos os estudantes com toda a estrutura de que a escola dispõe. Confiamos no trabalho dos nossos professores e tenho certeza que este será um semestre de muito aprendizado e de muitos bons projetos na nossa escola”, disse.

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